domingo, 9 de agosto de 2020

A pandemia em Itabuna não dá trégua

 (Veja os números ao longo do tempo)

Foto: Ronaldo Silva / GOVBA

O último boletim da Secretaria de Saúde de Itabuna demonstra que os casos de infectados da Covid-19 no município não param de subir, apesar de todas as ações do Governo Municipal e estadual para combater a pandemia que não dá trégua.  Como neste sábado (08) que foram confirmados 175 casos novos, já neste domingo 9, 72. Está sempre em oscilação para cima, nunca para baixo.  A População Itabunense tem que levar a sério as medidas, senão vamos ficar nessa toda a vida. Os governos estão fazendo a parte deles, vamos fazer a nossa.

Hoje, com mais 72 novos casos confirmados, neste município, já somam 6.420 casos confirmados da covid-19, sendo 3.393 casos ativos; 20.518 casos notificados; 82 aguardando resultado; 2.881 casos curados; 32 internados em UTI; 4 em Semi Intensiva; 58 internados em leito clínico e 146 óbitos. 

 

Flamengo perde para o Atlético-MG por 1 a 0 no Maracanã


Da - .tupi.fm/esportes  - Flamengo e Atlético-MG se enfrentaram neste domingo (09/08), às 16h, no Maracanã, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. A partida marcou também a estreia do técnico Domènec Torrent. O jogo, principalmente o primeiro tempo, foi muito movimentado, com diversas chances criadas. Entretanto, o rubro-negro não aproveitou as oportunidades e, com gol contra de Filipe Luís, o time da Gávea perdeu por 1 a 0. Foi a primeira derrota da equipe em casa desde abril de 2019, para o Peñarol, na Libertadores, pelo mesmo placar.

O primeiro tempo foi muito movimentado. Logo aos 7 minutos o Flamengo teve uma excelente oportunidade de abrir o placar. Bruno Henrique venceu na velocidade e passou pelo goleiro Rafael. Gabigol estava sozinho na pequena área, mas o atacante optou pela finalização e acabou acertando a trave. Aos 19, Everton Ribeiro chutou de fora da área, obrigando Rafael a fazer grande defesa.

Entretanto, aos 23 minutos, O Atlético-MG chegou pela primeira vez. Arana recebeu enfiada de bola em profundidade e chutou, mas bateu no marcador. Na sobra, o lateral foi para a linha de fundo e cruzou na área. Filipe Luís tentou afastar, mas foi muito mal e acabou fazendo gol contra.

Apenas 2 minutos depois, o rubro-negro teve ótima chance de empatar. Gabigol deu belo lançamento para Arrascaeta, que dominou no peito e chutou. Rafael saiu bem e fez a defesa. O Flamengo continuou pressionando e criando, mas sem aproveitar. Já aos 37, foi a vez do Galo chegar com perigo.  Nathan deu lindo passe para Savarino, que chegou na cara gol e chutou, mas Diego Alves salvou.

O jogo continuou movimentado no segundo tempo. Logo aos 4 minutos, Gabigol foi lançado entrou na área com a bola dominada. Mas, o atacante acabou tropeçando e bateu muito mal na bola. O juiz marcou impedimento, mas, após reclamação de um possível pênalti, o VAR avisou que não estava impedido e, depois da checagem no árbitro de vídeo, a penalidade não foi marcada.

O ritmo caiu muito em seguida. Gabigol e Bruno Henrique, assim como o resto do time do Flamengo, não estavam em um dia inspirado. Torrent fez 3 alterações questionáveis. Tirou três meias – Arrascaeta, Gérson e Everton – e botou três atacantes no lugar – Pedro, Michael e Vitinho. Entretanto, a equipe não melhorou e não conseguiu reverter o placar.

O Flamengo agora foca no Atlético-GO, pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro. A partida vai ser realizada na quarta-feira (12/08), às 20h30, fora de casa, no estádio Olímpico. Já o Atlético-MG atua no mesmo dia, às 19h15, contra o Corinthians, no Mineirão.

Fabrica de vacina contra a Covid-19 no Brasil

Empresas e fundações vão montar fábrica para produção da vacina contra a Covid-19 e doar à Fiocruz


Ambev, Americanas, Itaú Unibanco (Todos pela Saúde), Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e a Behring Family Foundation vão equipar e financiar a infraestrutura necessária à produção da vacina


Do - Tribuna da Bahia - Ambev, Americanas, Itaú Unibanco (Todos pela Saúde), Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e a Behring Family Foundation vão equipar e  financiar a infraestrutura necessária à produção da vacina contra a Covid-19 e vão doar à Fiocruz. Inicialmente será construído um laboratório de controle de qualidade, para a realização dos testes desde a primeira fase de incorporação do imunizante pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos /Fiocruz), que consiste no recebimento de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para processamento final (formulação, envase, rotulagem e embalagem), dentro de um acordo de encomenda tecnológica respaldado pelo governo. 

A vacina que será produzida na unidade é a que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, junto ao laboratório farmacêutico britânico AstraZeneca. O projeto se encontra na fase III de testes no Brasil e outros países, como África do Sul, UK e EUA. A expectativa é de que esta vacina tenha a submissão do seu dossiê de registro à agência regulatória nacional ainda neste ano. A partir desse deferimento, as doses produzidas serão disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)/ Ministério da Saúde, para imunização da população de acordo com a sua estratégia.

Além disso, o grupo investirá em adequações do parque fabril de Bio-Manguinhos/Fiocruz, assim como na aquisição dos equipamentos necessários à absorção total da tecnologia para produção do IFA. A previsão é que a infraestrutura esteja pronta até o começo de 2021. Quando concluídos todos os investimentos, Bio-Manguinhos/Fiocruz terá também capacidade para produzir outras vacinas no futuro, incluindo outros tipos contra a Covid-19 que sejam aprovados. A unidade produtora será um legado do grupo de empresas e fundações para a sociedade civil e as comunidades científica e médica, que terão acesso a uma infraestrutura que pode acelerar a solução para doenças futuras.

A preparação destas instalações fabris terá um custo de cerca de R$ 100 milhões, recurso viabilizado pela coalizão formada pelas empresas e fundações, responsáveis por 100% desses investimentos, incluindo todos os equipamentos laboratoriais e industriais de ponta necessários à sua operação. A Ambev será corresponsável, junto com a Fiocruz, pela gestão e execução do projeto, sob supervisão técnica de Bio-Manguinhos/Fiocruz. O escritório Barbosa, Mussnich e Aragão Advogados atuará como consultor jurídico do projeto, pró bono. Um comitê composto por todas as empresas e fundações será formado para acompanhar o andamento das obras e aquisições dos equipamentos. 

Parte dos integrantes da coalizão também apoiará a construção de uma fábrica similar no Instituto Butantan, em São Paulo. As duas iniciativas, inovadoras ao unir esforços dos setores público e privado, lideradas por brasileiros de ponta a ponta, trarão ao Brasil uma autonomia inédita para o abastecimento de vacinas contra a Covid-19, e serão também as primeiras fábricas capazes de produzir este tipo de vacina na América do Sul.

Neste domingo a Bahia registra 1.628 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.628 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,9%), 54 óbitos (+1,4%) e 2.344 curados (+1,4%). Dos 193.029 casos confirmados desde o início da pandemia, 175.287 já são considerados curados 13.789 encontram-se ativos e 3.953 tiveram óbito confirmado para coronavírus.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

http://www.saude.ba.gov.br/2020/08/09/bahia-registra-1-628-novos-casos-de-covid-19-nas-ultimas-24-horas/

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Amazônia: Brasil reage e pode retaliar hostilidade da Noruega

 Com impressionante folha corrida de poluição, a Noruega agora boicota a carne brasileira para “protestar contra a devastação da Amazônia”

Ministra Tereza Cristina (Agricultura). Foto: Marcelo Camargo

A Noruega está na mira do governo pelas hostilidades ao Brasil, sob argumentos falaciosos. A hipocrisia norueguesa é conhecida: acusa o Brasil de “destruir a Amazônia”, para pretextar o boicote aos produtos brasileiros, mas atenta gravemente contra o meio-ambiente: criou a “chuva ácida”, mata baleias, polui oceanos com a exploração predadora de petróleo e polui a Amazônia com sua Hydro Alunorte, a maior refinaria de alumínio do mundo fora da China, e com outra mineradora, a Albrás. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Com impressionante folha corrida de poluição, a Noruega agora boicota a carne brasileira para “protestar contra a devastação da Amazônia”.

Para a ministra Tereza Cristina (Agricultura), o Brasil deve mostrar que a Noruega “prega uma coisa e faz outra”. Principalmente fora da Noruega.

Não estão descartadas retaliações, entre as medidas em estudo contra países que usam informações distorcidas para prejudicar o Brasil.

O Brasil deveria fechar as mineradoras norueguesas na Amazônia, após a descoberta de poluição de rios por soda cáustica e metais tóxicos.

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sábado, 8 de agosto de 2020

Governo federal gastou quase R$3 bilhões em compras para combate ao coronavírus

Itens comprados vão de máscaras e álcool em gel à serviços de manutenção de equipamentos médico-hospitalares

 São Paulo passa de 487 mil casos confirmados do novo coronavírus

Do - Diário do PoderO Painel de Compras Covid-19 do Governo Federal, que detalha informações das aquisições emergenciais realizadas a partir de fevereiro, registrou R$ 2,9 bilhões em compras de itens como máscaras, álcool em gel, termômetros e serviços como os de manutenção de equipamentos médico-hospitalares e de engenharia, em hospitais e em centros de atendimento a pessoas infectadas.

Desde a publicação Lei 13.979, que dispões sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública, de 6 de fevereiro de 2020, 7.186 aquisições de insumos de saúde foram realizadas para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

De acordo com o secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, o painel permite controle dos gastos públicos pela sociedade e por órgãos de controle, durante a pandemia. “Além de investir em ações para simplificar os procedimentos de compras públicas, com a edição de normativos, buscamos desenvolver ferramentas para o acompanhamento das aquisições emergenciais. O fortalecimento do monitoramento, controle e prestação de contas à sociedade estão diretamente ligados à capacidade de resposta à pandemia, por promover melhor aplicação de recursos e mitigar a corrupção”, disse Heckert.

O painel mostra que, até o momento, 5.154 fornecedores abasteceram a administração pública e a sociedade com insumos voltados ao enfrentamento à pandemia. Os órgãos que mais realizaram aquisições, em relação ao valor total comprado, foram a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com pouco mais de R$1 bilhão, o Mistério da Cidadania, com R$ 397 milhões, e o Ministério da Saúde, com R$277 milhões.

Os dados indicam, ainda, que as unidades da Federação onde os órgãos federais mais compraram foram o Distrito Federal, com R$ 1,21 bilhão, seguido do Rio de Janeiro, com R$ 1,18 bilhão. Do total comprado pelo governo, R$ 2,7 milhões foram por meio de dispensa de licitação, que representa 6.705 aquisições.

Quase a totalidade das compras foi feita pelo governo federal – R$ 2,845 bilhões.

Atualizado diariamente, o painel consolida os dados de todas as modalidades de aquisições por meio do Comprasnet, incluindo órgãos e entidades de outros entes da Federação que utilizam o sistema. As compras podem ser detalhadas de acordo com órgão ou entidade contratante, modalidade de contratação, quantidade e valores adquiridos, descrição do item (simplificada e detalhada), entre outros filtros. Ao analisar uma contratação, a ferramenta também permite exportar os dados para uma planilha, com o objetivo de facilitar a análise da aquisição.

Morre o vice-presidente do BB

 Vice-presidente do Banco do Brasil passa mal em reunião e morre aos 50 anos

Walter Malieni, vice-presidente de atacado do Banco do Brasil. (Foto: Banco do Brasil/Divulgação)
[/caption]O vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil, Walter Malieni, morreu na tarde de ontem (7), aos 50 anos. Ele passou mal durante uma reunião e foi encaminhado ao hospital, em São Paulo.

Executivo de carreira do Banco do Brasil, com mais de 35 anos de casa, Malieni completaria 51 anos em novembro. Ele ocupava a vice-presidência de atacado do BB desde o início deste ano. Um dos projetos que tocava era a joint venture com o suíço UBS na área de banco de investimentos.

Antes, presidiu a empresa de previdência do BB, a Brasilprev. Em sua carreira, atuou ainda como Vice-Presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas e de Controles Internos e Gestão de Riscos.

O Banco do Brasil lamentou, em nota de pesar, a morte de seu vice-presidente de atacado. Veja a seguir:

“Com grande tristeza, o Banco do Brasil comunica o falecimento do vice-presidente de Negócios de Atacado, Walter Malieni Junior, ocorrido nesta data, em São Paulo.

Walter dedicou grande parte de sua vida ao Banco do Brasil, onde entrou aos 15 anos como menor aprendiz. Em 35 anos de carreira, trabalhou em diversas áreas da empresa até o Conselho Diretor, onde foi vice-presidente em diversas áreas e presidente da empresa Brasilprev.

Sua partida repentina é motivo de tristeza para a família Banco do Brasil, onde Walter era reconhecido pela sua enorme competência técnica e pela maneira sempre educada e atenciosa com que se dirigia a todos.

Aos familiares e amigos do Walter, o presidente Rubem Novaes, também em luto, expressa em nome de todos os funcionários do BB o seu profundo pesar e espera que encontrem conforto nas boas lembranças e no grande exemplo que o Waltinho nos deixa.”

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