São pagamentos da safra 2019/2020 que beneficiaram segurados de dez estados do Brasil, em especial Paraná e Rio Grande do Sul, que receberam 88% do montante. Chuvas e déficit hídrico foram os principais eventos climáticos que causaram quebra na produção da cultura.
A Sancor Seguros, empresa do maior conglomerado segurador da Argentina e terceiro lugar no ranking das maiores a atender o setor agrícola brasileiro, liquidou R$ 150 milhões para o pagamento de sinistros da safra 2019/2020 da cultura de soja. Os proventos foram efetuados em março, maio, junho e início de julho. Dez estados tiveram indenizações: Tocantins, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul - estes dois últimos, juntos, receberam 88% do valor. Foram 1900 ocorrências de 1400 segurados. O montante foi destinado para, aproximadamente, 400 beneficiários, entre agricultores, revendas, cooperativas e canais financeiros.
O Rio Grande do Sul foi o que apresentou maior quebra de produtividade, entre 54% e 63%, apontam os dados do Comitê Estratégico Soja Brasil - CESB. Os agricultores rio-grandenses tiveram que lidar com sérios problemas de déficit hídrico em diferentes momentos do ciclo da soja. Segundo o diretor Financeiro da Sancor, Rafael Gozer, beneficiários de 136 cidades do Rio Grande do Sul registraram sinistros de soja na companhia, em especial, Dom Pedrito, Itacurubi, São Sepé, São Gabriel e Cachoeira do Sul - juntas elas respondem por 24% das ocorrências nesse estado.
O Rio Grande do Sul foi o que apresentou maior quebra de produtividade, entre 54% e 63%, apontam os dados do Comitê Estratégico Soja Brasil - CESB. Os agricultores rio-grandenses tiveram que lidar com sérios problemas de déficit hídrico em diferentes momentos do ciclo da soja. Segundo o diretor Financeiro da Sancor, Rafael Gozer, beneficiários de 136 cidades do Rio Grande do Sul registraram sinistros de soja na companhia, em especial, Dom Pedrito, Itacurubi, São Sepé, São Gabriel e Cachoeira do Sul - juntas elas respondem por 24% das ocorrências nesse estado.






