terça-feira, 12 de maio de 2020

Bahia adota regras rígidas para aquisição de insumos no combate ao coronavírus


Bahia busca alternativas para suprir escassez de respiradores
Falta de respiradores artificiais hoje é o principal problema do país 
“Não se pode permitir, sob risco à saúde pública, que empresas vendam qualquer tipo de produto para os governos, sobretudo em uso hospitalar, sem que existam análises técnicas prévias da sua qualidade. E é justamente isso que a resolução da Anvisa abre mão”. A indignação do secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, advém da flexibilização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que na resolução 379 de 30 de abril, permite que a fabricação, importação e aquisição de insumos prioritários no combate a Covid-19 sejam dispensadas de autorização de funcionamento de empresa, da notificação à Anvisa, bem como de outras autorizações sanitárias.

Para proteger a população e os profissionais de Saúde, o Governo da Bahia publicou no Diário Oficial de sábado (9), uma portaria com critérios mais rígidos para as aquisições de máscaras cirúrgicas, respiradores particulados, vestimentas hospitalares descartáveis, ventiladores pulmonares, dentre outros itens essenciais para os serviços de saúde.

Sandra Neilma concede entrevista a Cacá Ferreira

Secretária Sandra Neilma na sessão Q/ discute os repasses de ...A secretária de Assistência Social  Sandra Neilma, na manhã desta terça-feria 12, concedeu entrevista  exclusiva ao programa "Cidade em Revista" (Radio Difusora Sul da Bahia) apresentado pelo comunicador Cacá Ferreira. Na oportunidade Sandra Neilma expôs as ações para o combate ao covid 19, destacando, contanto, que a sua Secretaria, não paralisou os demais serviços necessários à população, mas dando prioridade ao combate do novo coronavírus.

Destacando o empenho de todos de sua Secretaria Social  visando o combate ao coronavírus, e a atenção do Prefeito Fernando Gomes, demonstrou muita preocupação com a classe dos idosos, por ser mais vulnerável a infecção; "pois eles precisam da assistência de todos nós", enfatizou, a Secretária, fazendo balanço de todas as ações e providenciais que estão sendo tomadas de um modo geral, inclusive aos moradores de rua.

Reconhecendo o empenho de todos de Itabuna para ajudar sua Secretaria, com doação,  agradeceu a contribuição de todos eles; "o que facilita e dignifica muito o trabalho de todos nós que fazem esse serviço comunitário, nestes momentos tão difícil que estramos vivendo e que afeta todos nós", também agradeceu ao comunicador Cacá Ferreira,  rogando a Deus que passe logo esta pandemia.           




Aposta na queda de Bolsonaro vira pó, após depoimento de Valeixo na PF

Aposta na queda de Bolsonaro vira pó, após depoimento de Valeixo na PF

Ex-diretor desmentiu Moro e disse que em nenhum momento houve interferência do presidente

Após seis horas de depoimento do ex-diretor-geral da Polícia Federal, foi reduzida a pó a aposta de parte do Congresso e de parte da imprensa brasileira na queda do atual governo. Em depoimento, o delegado Maurício Valeixo desmentiu o ex-ministro Sérgio Moro ao garantir que “em nenhum momento” houve interferência ou tentativas de interferência do presidente Jair Bolsonaro na corporação que dirigiu até abril. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Valeixo contou à PF que ficou sabendo da demissão em telefonema de Bolsonaro e não pelo Diário Oficial, como diz Moro.

Câmara envia sugestão de auxílio para artistas de Itabuna

  Ricardo Xavier enviou ao Executivo sugestão  emergencial
A Câmara de Itabuna, através do presidente Ricardo Xavier (Cidadania), abraça
a causa dos artistas que se veem impossibilitados de trabalhar em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Por isso, enviou solicitação ao prefeito Fernando
Gomes e ao presidente da FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania), José
Carlos Trindade, com uma sugestão: uma espécie de auxílio emergencial para garantir
a sobrevivência desses profissionais.

Como a FICC recebe recursos para serem investidos em atividades culturais e o momento impede a realização de eventos que causem aglomerações, pressupõe-se que haverá considerável economia nos valores a ela destinados. “Requeremos ao Poder Executivo, como sugestão, a criação de uma norma que possibilite a reversão dos recursos destinados à Cultura em benefício de caráter emergencial e temporário aos artistas locais, enquanto perdurar a situação de pandemia”, justifica a mensagem assinada pelo vereador.

Um argumento que reforça a solicitação é o fato de os artistas dependerem da produção diária para garantir o sustento deles e o da família. “Eles vivem de pequenas apresentações nos bares e casas de eventos, estão há mais de 40 dias sem trabalhar e não há previsão de retorno das atividades”. Ascom/Câmara


Auxílio emergencial poderá ser pago mais de três meses, diz secretário


Não deixa de ser uma ótima noticia para quem precisa

Wellton Máximo
Agência Brasil –
Criado para aliviar a perda de renda da população afetada pela crise econômica gerada pela covid-19, o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) poderá ser mantido após o fim da pandemia. A afirmação é do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que participou hoje (11) de transmissão ao vivo promovida pelo banco BTG Pactual.
Segundo Costa, o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente, num processo de transição para um novo modelo econômico. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se à possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre deste ano.
Na avaliação do secretário, o auxílio emergencial é “extremamente liberal”, nos moldes do Imposto de Renda negativo, em que pessoas abaixo de determinado nível de renda recebem pagamentos suplementares do governo em vez de pagarem impostos.
Caso o benefício permaneça, Costa disse que o governo terá de estudar uma forma de financiá-lo e de mantê-lo. Segundo ele, o governo pode desmontar o auxílio emergencial gradualmente, conforme as medidas de recuperação econômica ou as reformas estruturais prometidas pelo governo antes de a pandemia entrar em vigor.
O secretário ressaltou que a equipe econômica não estuda somente a continuidade do auxílio emergencial, mas de outras ações tomadas pelo governo. “Talvez alguns programas tenham vindo para ficar”, disse. Ele, no entanto, não detalhou quais programas poderiam permanecer além do benefício de R$ 600.
Costa indicou que medidas de apoio e de desoneração das empresas possam ser mantidas. Para ele, o “novo normal” da economia brasileira será um cenário com “menos ônus” sobre os empregadores.

Financiamentos

Em relação ao programa de ajuda para microempresas, o secretário disse que os financiamentos para o setor poderão ser destravados com a sanção da lei que permite a utilização do Fundo de Garantia de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil, para cobrir possíveis inadimplências nos empréstimos.
Segundo Costa, o governo injetará R$ 15 bilhões no FGO, aumentando o orçamento do fundo para até R$ 18 bilhões. Esse fundo cobrirá até 85% da perda que eventualmente deixar de ser paga às instituições financeiras que emprestarem às micro e pequenas empresas.
Sobre as médias empresas, o secretário disse que o governo pretende lançar o novo Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) e ampliar o escopo do fundo, que passará a cobrir o calote não só de investimentos, mas de linhas de crédito de capital de giro. Segundo Costa, o governo pretende aportar R$ 20 bilhões no fundo.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Ex-diretor Valeixo desmente Moro e nega interferências de Bolsonaro na Polícia Federal

Ele também confirma haver combinado com o presidente que sua demissão seria "a pedido"

Bolsonaro demite diretor da PF, em ato ‘assinado’ também por Moro
Do - Diário do Poder - O ex-diretor-geral da Polícia Federal Maurício Valeixo jogou um balde de água gelada nos adversários do governo federal ao desmentir em depoimento a afirmação do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, assegurando que nunca houve interferência do presidente Jair Bolsonaro em investigações do órgão.
Ele contou também que o presidente avisou por telefone que o demitiria e avisou que o ato seria publicado com a expressão “a pedido”, como o que concordou.
Valeixo também afirmou que Bolsonaro nunca tratou diretamente com ele sobre troca de superintendentes nem nunca lhe pediu relatórios de inteligência ou informações sobre investigações ou inquéritos policiais, segundo consta do depoimento distribuído à imprensa.

Itabuna agora tem toque de recolher

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Materno-Infantil de Ilhéus disponibiliza anticorpo que previne bronquiolite em bebês prematuros ou com comorbidades

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