Do - Tribuna da Bahia, Salvador
17/03/2020 11:05 | Atualizado há 2 horas e 53 minutos
17/03/2020 11:05 | Atualizado há 2 horas e 53 minutos
Alguns produtos ainda estão em análise pela
Anvisa; Hospital Albert Einstein e rede pública usam o tipo PCR, que exige
maior tempo de espera, mas é mais preciso
Foto: Josué Damacena/IOC/Fiocruz
Os testes para detectar o coronavírus podem levar de 15 minutos, com uma picada no dedo para tirar o sangue, ou até sete dias, com uma coleta no nariz e faringe por meio de um cotonete. A maior parte da rede de saúde opta pelo PCR, incluindo o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e o Sistema Único de Saúde (SUS). O tipo demora mais, mas é mais preciso.
Entenda os diferentes tipos, alguns em processo de aprovação, mas usados em outros países, e outros já disponíveis:
PCR
A infectologista Tânia Vergara, da Sociedade de Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, explica que o teste do tipo PCR, o mesmo distribuído pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e feito pelo SUS nos laboratórios de referência, é o "padrão ouro". Ela defende que seja feito sempre para confirmação da doença.
"Eles pegam o genoma do vírus, sequenciam, tiram um pedacinho da sequência e quando você coloca na presença do vírus, ele sinaliza", explica.








