Pelo menos 1.827 pessoas prestaram queixas no Procon entre o período de janeiro a outubro deste ano, conforme relatório divulgado esta semana pela coordenadoria do órgão. As principais reclamações se referem a vício de produtos, de serviço, descumprimento contratual e cobranças abusivas nas áreas de telefonia, fabricação de móveis e estofados e aparelhos eletrônicos.
O usuário pode registrar queixa também por descumprimento de prazo, suspensão de serviços com contas pagas e falta de assistência de produtos em garantia. A diretora do Procon, Edjalma Moitinho, informou que foram realizadas 52 autuações durante o ano de 2018 e, apesar do número considerado elevado, há reincidências de infrações. “Nesses casos o Procon, aplica a multa com base no Art. 26 do Decreto 2.181/97”, justifica.
As autuações são realizadas por uma equipe do órgão, com a participação da diretoria, dois advogados e um fiscal e conta com a parceria da Vigilância Sanitária, Guarda Municipal e Ministério Público. Edjalma Moitinho explica que após denuncia, a equipe visita a empresa e se for confirmada a veracidade, a empresa é notificada e orientada a corrigir a irregularidade. Se houver reincidência com infração considerada grave, a empresa é multada.




