domingo, 24 de outubro de 2010

Serra acusa Lula de proteger aliados envolvidos em corrupção

Em campanha no RJ, tucano eleva tom das críticas ao presidente com discurso inflamado



O temido confronto entre petistas e tucanos não aconteceu e o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, fez campanha neste domingo na praia de Copacabana com um inflamado discurso contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. Serra destacou os "três ou quatro escândalos por semana" que atingem aliados da candidata do PT, Dilma Rousseff, atacou a "Justiça dos companheiros" e cobrou punição para os envolvidos.

O candidato, que aposta em um tom mais duro contra os adversários nesta reta final, criticou Lula pelo envolvimento na campanha de Dilma e fez um contraponto com a atitude "digna" dos ex-presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso em eleições passadas. Segundo Serra, o atual governo foi "deixado de lado".

"A Justiça dos companheiros é sempre mais suave, lenta, que não anda, que é obstruída. Veja o que aconteceu com o dossiê dos aloprados, com todos esses escândalos. Ninguém na cadeia até hoje", discursou Serra.


"Temos que olhar o governo como entidade de todos e não de um partido, de um grupo de interesses. Itamar e Fernando Henrique presidiram a transição de governo com dignidade. Não houve transgressão. O presidente Fernando Henrique não foi além de declarar o seu voto (nas eleições de 2002). Hoje temos o contrário: o governo deixado de lado, para se encarnar em um partido, em uma candidatura. Precisamos ter no Brasil o modelo da honestidade e da verdade. Chega de escândalos. Fica até difícil recapitular, são três ou quatro por semana", afirmou o tucano.

No alto de um carro de som, Serra fez um discurso de dez minutos, depois de ouvir aliados como o ex-governador Aécio Neves (PSDB), o ex-presidente Itamar Franco (PPS), eleitos senadores por Minas Gerais, o governador reeleito Geraldo Alckmin e os eleitos Beto Richa (PSDB), do Paraná, e Rosalba Ciarlini (DEM), do Rio Grande do Norte, todos na mesma linha do resgate da ética e combate à corrupção. O ex-presidente Fernando Henrique não compareceu.

Candidato e aliados se preocuparam em desmentir notícias de que Serra retomaria as privatizações, caso eleito. "Não privatizei a Petrobrás, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal. Quem pode dizer que, se ela (Dilma) chegar lá, não pode fazer isso", perguntou Itamar. Serra também citou a estatal de petróleo.

"Eu defendo a Petrobrás como uma empresa estatal que deve servir ao povo brasileiro e não como cabide de emprego, como instrumento de negócio, como elemento de coesão de uma aliança espúria para governar o nosso país", afirmou o tucano. Serra insistiu na crítica ao presidente Lula: "Não encaramos nossos adversários como inimigos a serem destruídos de qualquer maneira. Sempre tratamos como competidores, não como inimigos."


O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli negou que haja aparelhamento da empresa. "Eu não acho que seja verdadeiro. Se houver alguém que não está desempenhando corretamente o que deve fazer, deve ser afastado. Ele (Serra) pode ter a opinião dele. É legítimo. Está em campanha e pode dizer isso", disse Gabrielli, que participou de um encontro de sambistas na praia de Copacabana, após o comício de Serra.


Os organizadores da programação tucana no Rio comunicaram a realização da caminhada à Prefeitura e ao governo do Estado, na semana passada. Por isso, o policiamento foi além do esquema normal dos domingos e feriados. Segundo a Polícia Militar, a segurança foi feita com o reforço padrão para passeatas e outras manifestações.


Depois da briga entre militantes do PSDB e do PT em Campo Grande (zona oeste), na última quarta-feira, havia temor de um novo incidente, mas os petistas atenderam a recomendação da direção do partido e não foram à manifestação tucana.

Mesmo assim, Serra desistiu da caminhada, prevista inicialmente. Cercado por simpatizantes, políticos, jornalistas e seguranças, o tucano não conseguiu circular pela pista da praia que fica fechada para carros aos domingos. "Assim não vai dar para continuar", disse Serra ao candidato a vice, Índio da Costa, enquanto Aécio Neves tentava "salvar" a filha, Gabriela, da confusão.


Serra e os aliados foram acomodados em um carro de som, mas reduziram o trajeto de quatro quilômetros para menos de um quilômetro. "Foi uma manifestação espetacular", comentou Serra, já no aeroporto Santos Dumont, onde embarcou para São Paulo.

A hora final: a razão versus o fanatismo

Por Adauto Medeiros
Lula não tem o menor respeito pelo próximo, nem ele, nem o seu partido e sua candidata. Não é errado comparar o PT aos militantes nazistas. As práticas são as mesmas. O incrível é que ainda apareceu “jornalistas” querendo atribuir o prêmio Nobel da Paz a Lula. Imagine um sujeito como Nelson Mandela que passou 27 anos preso pelos brancos e que ao ser libertado disse “pretos e brancos devem conviver em paz”. Lula jamais diria isso. Lula não tem a hombridade, o caráter, a vocação real de estadista, que tem Nelson Mandela.
O Lula “paz e amor” nunca passou de uma peça de marketing cultuado pelos seus defensores e partidários.  O fato de um presidente da República sair de sua condição, vá lá, de “magistrado” para afrontar um candidato legitimo (ou será que ele só percebe legitimidade na sua candidata?) taxando-o de “mentiroso e farsante” depois de ser agredido, fisicamente, e que tudo fique por isso mesmo, é simplesmente lamentável. Perdeu a total compostura. Que os seus partidários não vejam “nada demais” na sua reação, não é de admirar, mas que a população aceite isso é que é o triste. E o pior, sua candidata, repetindo o mesmo fraseado e bordão de suas acusações. Deprimente e lamentável.
Dilma fez gracinha com o episódio. Alguns jornalistas também fizeram. Agora imagine se fosse Serra ou Fernando Henrique que tivessem dito o que disse Lula? O mundo tido vindo abaixo. A mentalidade petista é fanática. A quantidade de escândalos envolvendo Dilma, não merece ((basta acompanhar) uma nota de autocrítica dos jornalistas “dilmistas”. No mínimo eles ficam em silencio, calados, ou então reverberam para “protegê-las”. Por esses mesmos, certamente, o Mensalão é peça de ficção. O Mensalão não passou de uma mentira orquestrada e inventada pela oposição. O filho de Lula enricou com a privatização das telefonias. Mas vamos criticar as privatizações. Critica da boca para fora para ganhar votos. E ainda querem dizer que o PT não mente, nem “inventa”. Claro, quem faz isso é Serra. Claro. O PT, Lu la e Dilma são tão puros quanto José Dirceu.
É lamentável que Marina Silva que foi escorraçada do governo petista, em especial por Dilma (ela conheceu de perto o “estilo” Dilma) tenha preferido o silêncio no segundo turno. Dilma é truculenta. Dilma é agressiva. Dilma mata e rouba. Mas agora se diz democrática.  A Dilma que vinha adotando o mesmo estilo artificial de Lula “o paz e amor” quando percebeu que com ela não colocava, jogou fora o “paz e amor” e adotou o “estilo espontâneo”. É lamentável.
Entramos na última semana da campanha. Agora é hora de escolher, quem está do lado da democracia e da razão, e é contra os “dossiês”, é contra a truculência, é contra as agressões físicas, é contra a enxurrada de denuncias de corrupção, do outro lado que defende aberta ou de forma escondida truculência, o fanatismo, a descompostura e a desonestidade. Agora é com você.
Adauto Medeiros, engenheiro civil

AS DUAS CARAS DE DILMA

Vejam o último vídeo postado pelo EXILADO. O cara é bom.

O ESTILO DESFAZ O HOMEM


DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo

Daqui a oito dias, no próximo domingo antes das 9h da noite, o presidente Luiz Inácio da Silva começará a vivenciar o passado, as urnas apontem a eleição de Dilma Rousseff ou de José Serra para lhe suceder na chefia da Nação.
É inexorável: eleito, as atenções se voltam para o novo, o próximo, aquele que de fato traduz mais que uma expectativa, representa o poder em si. Político baiano da velha guarda, Afrísio Vieira Lima tem a seguinte filosofia: "Ninguém atende ao telefone ou à porta perguntando quem foi, todo mundo quer saber quem é."
Pois é. Face à evidência de que a natureza humana não falha, o mundo político não foge à regra. No momento seguinte à proclamação do resultado, o País - quiçá o mundo - voltará toda a sua atenção para a fala, os planos, os gestos, as vontades, os pensamentos, a biografia, a família, os amigos e tudo o mais que diga respeito à pessoa que a partir do primeiro dia de 2011 dará expediente no principal gabinete do Palácio do Planalto.
Quando a gente vê um presidente tomar a iniciativa de se desmoralizar em público apenas porque não resiste ao impulso de insultar o adversário, a boa notícia é que falta pouco tempo para que esse estilo comece a fazer parte de referências pretéritas.
Abstraindo-se juízo de valor a respeito de Dilma e Serra, chegará ao fundo do poço que o presidente Lula se deu ao desfrute de frequentar na semana passada. Pela simples razão de que é impossível.
A novidade não esteve na distorção dos fatos - isso já faz parte da rotina. O ineditismo foi o desmantelo da farsa. Melhor dizer, das farsas, pois foram duas: uma engendrada com vagar, outra montada às pressas. Ambas malsucedidas, não duraram 24 horas.
No começo da semana, quando já se anunciara o adiamento do fim da sindicância da Casa Civil sobre Erenice Guerra para depois das eleições, eis que a Polícia Federal ressuscitou o caso da quebra do sigilo fiscal de parentes e correligionários do candidato Serra, anunciando a identificação do responsável: Amaury Ribeiro Jr., jornalista que à época do crime trabalhava no jornal Estado de Minas.
O PT tentou legitimar, assim, uma versão que fazia circular desde junho quando se descobriu que os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, apareceram em um dossiê que chegou ao jornal Folha de S. Paulo como originário do PT.
A versão - não de todo inverossímil, diga-se - era a de que as informações haviam sido reunidas por Amaury a serviço do Estado de Minas para municiar Aécio Neves de dados contra José Serra, que, por sua vez, mandara investigá-lo.
Segundo um delegado e o superintendente da PF, Amaury dissera em seu depoimento que o trabalho visava a "proteger" Aécio. Antes da entrevista dos dois, o presidente da República anunciava que naquele dia a Polícia Federal teria novidades.
Pois no dia seguinte, sabe-se que nem Amaury estava a serviço do Estado de Minas na ocasião nem citara no depoimento o nome de Aécio Neves. Ou seja, o presidente Lula comandara uma falácia e a PF aceitara se prestar ao serviço, acrescentando que as investigações estavam encerradas.
Foi desmentida em seguida pelo Ministério Público, que avisou que a polícia não estava autorizada a determinar o rumo e os prazos das investigações.
Não satisfeito, depois da pancadaria promovida por petistas contra uma passeata do candidato tucano no Rio, o presidente resolveu acusar o adversário de ser um farsante. Precipitou-se, insultou o candidato em termos zombeteiros, desqualificou um médico de respeitável reputação, foi de uma falta de modos ainda pior que o habitual.
Isso tudo para quê? Para ser logo em seguida desmentido pelos fatos exibidos no noticiário de televisão com a maior audiência do País, o Jornal Nacional.
Tudo isso sem necessidade, pois pelas pesquisas sua candidata está com 12 milhões de intenções de voto de vantagem sobre o adversário.
Tudo isso pelo exercício de um estilo abusivo que não conhece limites, mas que daqui a oito dias começará a perceber que o poder passa e a ausência dele dói.


sábado, 23 de outubro de 2010

AGRESSORES DE SERRA SÃO AMIGOS DE LULLA

Outro dia, tentando transformar a vítima(Serra) em réu, uma prática costumeira petista, andaram falando no programa da Dilma sobre "gato escondido com o rabo de fora". E os ratos terminaram deixando não apenas o rabo, mas todo o corpo de fora,. Os agressores de Serra são amigos de Lulla, que deixou de ser Presidente para ser chefe de uma facção crimososa. Quem descobriu e publicou as fotos foi o Lucio Neto, confiram em http://lucioneto.blogspot.com/

A VITORIA DAS NULIDADES

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir da honra, a ter vergonha de ser honesto.
Ruy Barbosa
 A revista Veja desta semana revela o tipo de governo produzido pela mentalidade petista de se apossar do estado, aparelhá-lo e usá-lo em seu benefício partidário. A reportagem desta semana relata as tentativas ousadas de petistas de alto coturno de conspurcar um dos mais antigos e venerandos ministérios da República, o da Justiça. A revista teve acesso a conversas que mostram o braço direito do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e a candidata à Presidência Dilma Rousseff tentando  usar o Ministério da Justiça para executar “tarefas absurdas”, como fazer "dossiês" contra adversários, coisa que foi corriqueira na Casa Civil.

As pesquisas sérias mostram hoje um rigoroso empate técnico entre quem é do bem (Serra) e a boneca de ventríloco de Lulla. Isto é verdade, não é chute ou torcida. Antes da votação, no primeiro turno, afirmamos aquí que haveria segundo. Erramos?

Apesar da Bahia estar dando um péssimo exemplo, ainda existem baianos e baianas "que não fogem à luta".
E estes baianos e baianas devem arregaçar as mangas e tentar mostrar para os desavisados, o mal que esta turma já causou ao Brasil e como a "coisa" no poder pode piorar.
Deixem de lado aqueles que estão fanatizados pelo PT ou que estão mamando em alguma boquinha, e concentrem-se nas pessoas de boa fé, que estão sendo enganadas pela propaganda nazista de Lulla & Cia., que ensina que uma mentira repetida mil vezes vira verdade.

Se no domingo próximo ela vencer, podem crer, será a vitória das nulidades.



MAIS UMA FALCATRUA DA TURMA DA DILMA

 Minha gente, o caso é sério. A PeTelhada está em polvorosa. O cadáver de Celso Daniel, assassinado para esconder casos de corrupão, está assombrando. Gilberto Carvalho e o PT foram denunciados.(O partido e o chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva são acusados de participação numa quadrilha que cobrava de empresas de transporte para desviar R$ 5,3 milhões dos cofres públicos) É lama escorrendo prá todo lado. E ontem, uma testemunha da Operação Shaolin, abriu o bico na televisão. Vejam a matéria no blog Comunidade Gente Decente (http://gentedecente.com.br/home.html), e vejam o que acontece com gente honesta quando se mistura com o PT. É imperdível.
:Em tempo: como Lulla não aceitou debater com FHC, ele escreveu uma carta aberta ao molusco. Leiam aí ao lado.

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Uesc celebra 52 anos com homenagens e reconhecimento à diversidade de saberes

Sessão especial do Consu destaca lideranças acadêmicas e indígenas e reafirma o compromisso da universidade com a inclusão e o conhecimento ...