GUSTAVO URIBE - Agência Estado - às 18:00 horas
De suéter verde, cor do PV, o candidato do PSDB à sucessão presidencial, José Serra, recebeu no começo da tarde de hoje o apoio do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) e do ex-candidato do PV a governador de São Paulo Fabio Feldmann. O evento, ocorrido na capital paulista, também contou com a participação de lideranças do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Alberto Goldman.
Serra agradeceu o apoio individual dos verdes - já que o partido declarou-se oficialmente neutro neste segundo turno - e destacou que tem uma "convicção de economista" de que a maneira mais inteligente para desenvolver uma economia é de um forma sustentável, como reivindica a principal bandeira do PV.
Em discurso de 25 minutos, o candidato do PSDB defendeu medidas de desenvolvimento sustentável, o aumento da matriz energética limpa brasileira e o financiamento da economia verde, como a concessão de financiamento a equipamentos que poupem energia. O tucano criticou o que chamou de um "círculo vicioso" que, segundo ele, ocorre no atual governo em relação a projetos da área energética, como o da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.
De acordo com o candidato, a concessão da usina se transformou em "um verdadeiro atropelo". "No final, se atropela e acaba-se embarcando num processo caríssimo, cujas consequências não temos muita ideia do que sejam", afirmou. O candidato defendeu que o projeto de Belo Monte seja refeito.
Conforme o candidato tucano, há no País um potencial imenso de desenvolvimento da economia sustentável. "Se pegar um quarto do dinheiro de Belo Monte, dá para avançar em toda essa área." Serra avaliou ainda que o sistema de hidrovias no Brasil foi abandonado pelo atual governo.
''Elixir''
Um dos primeiros a discursar no evento, em um palco improvisado no antigo comitê de campanha de Feldmann, Gabeira relembrou seu apoio à candidatura de Serra no primeiro turno e considerou que o discurso do tucano o fascina em uma eleição "tão raivosa".
"Um governo de unidade nacional é uma coisa que soa para mim como um elixir", elogiou. Gabeira pediu a Serra que, se eleito, tenha uma ótima relação com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). "A população do Rio precisa disso", afirmou.
Feldmann, um ex-tucano, comparou sua situação atual à da ex-candidata do PV à Presidência Marina Silva. "Eu estou para o PSDB como Marina está para o PT", comparou, relembrando que Marina foi uma das fundadoras do PT e permaneceu no partido por 30 anos. Ele elogiou Serra como um homem obstinado e criticou a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). "A adversária de José Serra tem muita dificuldade em entender o que é desenvolvimento sustentável."
Mudança climática
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso destacou que a discussão da mudança climática tem de ser uma realidade no Brasil e aumentou o tom das críticas à candidata petista. "A visão do crescimento a qualquer preço quem encarna é a Dilma. É a ideia de fazer crescer, crescer e crescer. O Brasil vai crescer, mas a questão é outra."
Afinado com o discurso do PV, FHC posicionou-se contra a mudança do Código Florestal e a construção de novas usinas nucleares no País. "Não podemos admitir que se mude o Código Florestal", defendeu.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Emasa normaliza fornecimento de água
| Transformador que deu a pane |
| Removendo para conserto |
| Coelba no local repõe canela |
Para que o fornecimento atingir a sua capacidade máxima demandará ainda um prazo de oito dias, enquanto isso a população tem a sua disposição o telefone 08000.73.11.05 para qualquer informação ou reivindicação.
DEBANDADA
Depois que o PMDB abriu caminho, com vários diretórios regionais apoiando SERRA, outros partidos que apoiam (ou apoiavam) Dilma, começam a debandar para o lado de SERRA. É o famososo "salve-se-quem puder".
Dois motivos acontecem para a debandada: 1) os mais éticos e sérios, descobriram ( finalmente ), que entregar o Brasil à Dilma é suicídio coletivo e 2) aqueles que não gostam de viver na "oposição" já sentiram o clima de velório do PT e querem estar longe do entêrro da candidatura de Dilma, que é apenas uma "invenção" de Lulla, que já não tem mais poder, pois entregará o mandato em 70 dias.
Assim:
Com um pé em cada canoa, PMDB, PP e PTB deixam as portas abertas para se aproximarem do futuro governo, seja ele do PT ou do PSDB.
SUL DO BRASIL
No Rio Grande do Sul, os peemedebistas, depois da neutralidade do primeiro turno, indicaram o voto em Serra, conforme anúncio do deputado Eliseu Padilha(PMDB-RS), e se associam a grupos dissidentes como os liderados pelos ex-governadores Orestes Quércia em São Paulo, Jarbas Vasconcelos em Pernambuco e Luiz Henrique em Santa Catarina.
PP LIBEROU GERAL
O PP no Paraná, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul está com o presidenciável tucano.
Dois motivos acontecem para a debandada: 1) os mais éticos e sérios, descobriram ( finalmente ), que entregar o Brasil à Dilma é suicídio coletivo e 2) aqueles que não gostam de viver na "oposição" já sentiram o clima de velório do PT e querem estar longe do entêrro da candidatura de Dilma, que é apenas uma "invenção" de Lulla, que já não tem mais poder, pois entregará o mandato em 70 dias.
Assim:
PDT de Mato Grosso é Serra
Esta semana a executiva do PDT de Mato Grosso, seu presidente Otaviano Pivetta (foto), que foi candidato a vice governador na chapa de Mauro Mendes, e apesar de não ter sido eleito, obteve 32% dos votos, e o senador eleito José Pedro Taques, devem anunciar o apoio do PDT a José Serra. Mesmo com a pressão da executiva nacional do partido, as lideranças estaduais estão dispostas a enfrentar e declarar o apoio a Serra.
Já o PSB deve seguir rachado uma vez que Mauro Mendes está integrado ao grupo que vai declarar apoio ao Serra e o presidente do partido, deputado federal reeleito Valtenir Pereira, já se declarou apoiador de Dilma desde o primeiro turno.
O PV, que também fez parte da aliança “MT muito mais”, seguirá com Serra no estado.A decisão foi tomada durante uma reunião na casa do presidente do PPS em MT Percival Muniz, que está articulando a manutenção do grupo e seu apoio ao Serra.
Dilma tem perdido “soldados” em seu imenso exército no Nordeste. O prefeito de Jucás (CE), Helânio Facundo, aderiu à candidatura de José Serra sem medo de ser expulso do PCdoB, o seu partido.
Gabeira com Serra
Hoje mesmo acontece um ato de integrantes do PV, encabeçados pelo candidato derrotado ao governo do Rio, Fernando Gabeira, de apoio a SERRA.
O evento de hoje será no comitê do candidato derrotado ao governo paulista, Fábio Feldmann. Além de Gabeira, é dada como certa a presença de Eduardo Jorge, que coordenou a área de saúde do programa de governo de Marina e é secretário da prefeitura de São Paulo.
Feldmann disse que Serra, Geraldo Alckmin, e talvez até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso devem comparecer.
Aliados de Lulla ficam divididos no Rio
Enquanto o PR do Rio mantém suspense sobre a posição no segundo turno da eleição presidencial, outros partidos da base do presidente Lulla acentuaram as divisões internas, com novas adesões à campanha do tucano José Serra.Com um pé em cada canoa, PMDB, PP e PTB deixam as portas abertas para se aproximarem do futuro governo, seja ele do PT ou do PSDB.
SUL DO BRASIL
No Rio Grande do Sul, os peemedebistas, depois da neutralidade do primeiro turno, indicaram o voto em Serra, conforme anúncio do deputado Eliseu Padilha(PMDB-RS), e se associam a grupos dissidentes como os liderados pelos ex-governadores Orestes Quércia em São Paulo, Jarbas Vasconcelos em Pernambuco e Luiz Henrique em Santa Catarina.
PP LIBEROU GERAL
O PP no Paraná, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul está com o presidenciável tucano.
domingo, 17 de outubro de 2010
Marina não apoia Serra e nem Dilma
(Marina Silva fez elogios a Dilma e Serra, mas se negou a abrir seu voto)
O Partido Verde (PV) decidiu neste domingo, durante plenária realizada em São Paulo, manter uma postura de independência no segundo turno da eleição presidencial.No evento, a senadora e candidata do PV à Presidência, Marina Silva, leu uma carta aberta endereçada a Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), na qual faz elogios a ambos e se coloca como "mediadora" entre a sociedade e os partidos que disputarão a Presidência.
"Estou me dirigindo a duas pessoas dignas (...), desde a luta contra a ditadura até a efetividade dos governos de que participaram", afirmou a senadora, que terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com quase 20 milhões de votos. "Somos um veículo de comunicação de ambos com os eleitores. Mantemo-nos na condição de mediadores para contribuir para que este processo alcance melhores resultados", disse Marina.
Em sua carta, a senadora também critica o que define como "dualidade destrutiva" entre PT e PSDB.
"Essas duas forças que nasceram inovadoras são hoje os fiadores desse conservadorismo renitente. É a armadilha em que ambos caem e para a qual levam o país."
A questão da religiosidade, que está no centro dos debates do segundo turno, também marca presença na carta aberta de Marina.
Ela disse que as pessoas não podem ter seu voto diminuído devido à religião, e que a sua candidatura representava a diversidade.
"Procurei respeitar a fé que professo sem fazer dela uma arma eleitoral", diz a senadora, que congrega na Igreja Assembleia de Deus. "Voto secreto"
Em entrevista coletiva, Marina se negou a revelar em quem votará. "O voto é secreto, e para manter a minha independência no processo político, vou reservar esse direito de eleitora", afirmou Marina.
Marina também se recusou a dizer se será candidata a presidente em 2014 e descartou ter "ansiedade" para concorrer a outros cargos. "A política não deve ser feita sempre de caso pensado", afirmou a senadora, que descartou assumir um ministério no futuro governo.
Marina Silva disse ainda que não considera a sua saída do Senado, depois de 16 anos, uma "perda". A ex-candidata disse ser uma "militante do partido e uma militante da sociedade", que acredita na relação com os "núcleos vivos da sociedade".
Sobre a apresentação de propostas de governo feita pelo PV às candidaturas de Dilma e Serra, Marina disse acreditar que as proposições de seu partido tiveram um acolhimento maior por parte do PT do que do PSDB. Durante a plenária, o vice-presidente do PV, Alfredo Sirkis, chegou a dizer que a resposta às propostas dada pelos tucanos e assinada pelo presidente do partido, Sérgio Guerra, era "superficial" e parecia ter sido "escrita à pressas".
Já o texto do PT, assinado por Dilma, se manteve, na opinião de Sirkis, em um "nível programático", sem fugir às questões. Postura dos filiados
Com sua postura de "independência" no segundo turno, o PV liberou seus filiados para declarar voto em Dilma ou Serra apenas como "eleitores", sem se identificar como membros do partido.
Os donos de cargos institucionais no PV, como o presidente da sigla, José Luiz Penna, o vice-presidente, Alfredo Sirkis, e os presidentes dos diretórios de São Paulo e Rio decidiram seguir o caminho de Marina Silva em não declarar apoio público a nenhum candidato.
Dos 92 convencionais com direito a voto na plenária do PV, apenas quatro se manifestaram contrários à independência no segundo turno.
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MSN Noticia
ROSA DOS VENTOS
Dora Kramer - Jornal Estado de São Paulo
Exímio farejador da direção dos ventos, o partido que indicou o vice de Dilma avalia internamente que aumentaram muito as chances de Serra ser eleito presidente.
Pelo menos cinco sessões regionais do partido (Santa Catarina, Acre, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul) estão com a candidatura da oposição e outras três, Minas Gerais, Pará e Bahia, se não fazem campanha para o PSDB, para o PT também não fazem.
Consequência das mágoas do primeiro turno, quando, segundo as queixas dos peemedebistas, o partido foi tratado como gato borralheiro: deixado de lado, escondido, excluído da propaganda presidencial e das negociações sobre divisão dos espaços no futuro governo.
Como Dilma e Lula estavam com toda força e aparentemente com a vida ganha junto ao eleitorado, o PMDB ficou calado.
Quando as urnas revelaram uma realidade diferente, o partido viu que chegara a "hora do troco". No primeiro momento pensou apenas em melhorar seu cacife e o tratamento junto ao parceiro, já que o PT precisaria de muito apoio na segunda etapa.
Com o passar dos primeiros dias, o ambiente e as pesquisas começaram a desenhar um cenário em que a vitória da oposição ficou sendo uma possibilidade real.
Diante disso, aqueles dirigentes do PMDB mais identificados tradicionalmente com o PSDB, até por terem participado do governo Fernando Henrique Cardoso, cresceram de importância internamente.
Começaram a ser mais ouvidos enquanto ganhou corpo o discurso de que o partido foi tratado como "acessório de luxo" o tempo todo pelo PT.
Diante da situação de empate técnico retratada no fim da semana, o "pragmatismo de Brasília" - é a expressão literal - voltou a prevalecer. Ou seja: emissários acorrem à seara tucana ao mesmo tempo em que outro pedaço do partido continua fidelíssimo à candidatura de Dilma, esperando o resultado da eleição.
Quando Michel Temer, candidato a vice e presidente do partido, diz que será "inútil" a investida dos tucanos em busca de apoios dentro do PMDB sabe que não retrata a realidade.
Tanto que usa a seguinte frase para reafirmar a profissão de fé lulista: "Há um fechamento de todo o PMDB em torno de nossa candidatura."
Normal será que falasse "em torno da candidatura de Dilma", pois não? Pois é.
O partido não teme perder importância ao embarcar na canoa até então adversária, por dois motivos: primeiro, porque supõe que seja bem recebido pelo PSDB e, segundo, porque suspeita de que não teria participação mais que periférica em governo do PT, mesmo ocupando a Vice-Presidência.
As conversas sobre essa transposição de posições correm tão à vontade nas internas do PMDB que já são feitas avaliações a respeito das razões de o PT ter perdido o favoritismo.
Lá não se fala sobre voto religioso, efeito Marina Silva ou influência do escândalo Erenice Guerra. Para os peemedebistas todos esses fatores foram "instrumentos".
O motivo da mudança do clima, de acordo com essas análises, foi a ofensiva do presidente Lula contra os veículos de comunicação e a liberdade de expressão.
Aí, segundo o PMDB, Lula teria dado a Serra a chance que, sozinho e com uma campanha muito mal ajambrada, ele nunca teria.
Currículo. Não é a primeira vez que o instituto Vox Populi erra nas previsões eleitorais aos seus clientes, como aconteceu agora com o PT.
Na eleição municipal de 2008, o então governador de Minas, Aécio Neves, não gostou, e cobrou isso com todos os efes e erres da direção do instituto, com a previsão de que Márcio Lacerda levaria a Prefeitura de Belo Horizonte no primeiro turno.
Confiante, Aécio relaxou e por pouco Lacerda não perde para o candidato do PMDB.
HORA DO RECREIO
Hoje é domingo. É dia de relaxarmos um pouco. Então, que tal uma sessão de piadas com Danilo do CQC?
HORÁRIO DE VERÃO
EXPEDIENTE BANCÁRIO
Começou neste domingo, 17, o horário brasileiro de verão, que terminará em dia 20 de fevereiro de 2011.
A Bahia – e todo o Nordeste – não terá mudança alguma, permanecendo o horário normal. Mas em função das sedes dos bancos estarem em estados atingidos pelo horário de verão, haverá diferença no horário do expediente bancário nas agências situadas aqui no Estado da Bahia.
A partir desta segunda-feira, o horário de expediente será antecipado em 1 hora, ou seja, começa a funcionar às 10 hora e termina às 15 horas.
ELEIÇÃO
Ainda não há informações sobre como será o horário no segundo turno. Se também haverá antecipação de 1 hora, ou se, nos estados onde não há horário de verão, será obedecido o horário normal.
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