O Brasil vive um tempo de paradoxos. Um cidadão, apenas por não aceitar que um corrupto assumisse o comando da nação, foi condenado a cumprir 27 anos de prisão. A sensação de justiça foi invertida: quem deveria responder pelos seus atos é protegido, enquanto quem ousa questionar paga caro pelo seu posicionamento.
Essa inversão revela um quadro preocupante. Como profetizou Rui Barbosa, “chegará o tempo em que o homem terá vergonha de ser honesto”. Para muitos, esse tempo já chegou.
Resta a esperança de que a Justiça Divina prevaleça, pois a justiça dos homens, tantas vezes contaminada por interesses políticos e ideológicos, mostra-se falha e seletiva.

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