domingo, 2 de junho de 2024

Lula ignorou terrorismo que matou 4 brasileiros

 Lula ignorou terrorismo que matou 4 brasileiros e fica ‘indignado’ com feridos no Líbano.

Governo evita chamar Hezbollah de terrorista.

Do - Diário do Poder - Karla Stelzer, Ranani Glazer, Bruna Valeanu e Michel Nisenbaum são os brasileiros mortos no ataque terrorista contra Israel, ocorrido no dia 7 de outubro de 2023, que receberam do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, manifestação ‘morna’, que não  reconheceu a natureza terrorista da chacina promovida pelo Hamas. Agora, seu governo se volta contra o Estado israelense por resistir contra o braço armado islâmico em ação repressora no Sul do Líbano e manifesta ‘indignação’, além de declarar que ‘condena’ o bombardeio.

Uma nota foi publicada pelo Ministério das Relações Exteriores exortando “as partes envolvidas nas hostilidades à máxima contenção, assim como ao respeito aos direitos humanos e ao direito humanitário”. Sem citar nomes, a nota diz que três brasileiros foram feridos, identifica ofensiva do Hezbollah no norte de Israel, mas não o chama de grupo terrorista.

O governo Lula não chamou, durante a deflagração da guerra entre Israel e Hamas, o grupo terrorista do que é, de fato. O presidente da República também insultou Estado israelense e deflagrou crise diplomática com a nação amiga. “O que o Estado de Israel está fazendo com o povo palestino é genocídio. Estão morrendo mulheres e crianças dentro do hospital. Se isso não é genocídio, não sei o que é”, discursou.  Ele também comparou  a defesa de Israel às ações do ditador Adolf Hitler.  “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”, disse o presidente do Brasil.

Lula foi elogiado pelo Hamas após fazer esses comentários e ‘escarneceu’ a memória dos brasileiros’ mortos pelo grupo terrorista.

Michel Nisenbaum

Michel Nisenbaum estava em Israel desde os 12 anos e tinha 59 anos. Ele deixa seis netos, duas filhas. Nisenbaum atuava como guia turístico. Após o 7 de outubro, o Hamas manteve seu corpo como refém até ser encontrado pelo Estado israelense, na última semana. As forças israelenses afirmam que ele foi assassinado durante a invasão de 7 de outubro enquanto procurava uma neta em uma base militar ao norte de Israel.

 

Karla Stelzer

O ataque do Hamas a um festival de música eletrônica próximo à Faixa de Gaza matou a carioca Karla Stelzer, de 42 anos. Ela morava em Israel há 11 anos, trabalhava como professora e tinha um filho de 19 anos que serve no Exército israelense.

 Ranani Glazer

 Bruna Valeanu

Bruna Veleanu nasceu no Rio de Janeiro. Há oito anos, ela estava em Israel há 8 anos e estudou Comunicação e Sociologia e Antropologia na Universidade de Tel Aviv. Entre 2018 e 2020, ela trabalhou como instrutora de tiro nas Forças de Defesa de Israel.

 

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