*A IMPRESCINDÍVEL REFORMA TRIBUTÁRIA
Entra e sai governo e neca de reforma tributária. Fica tudo como dantes no quartel de Abrantes. A vergonhosa concentração de renda continua debochando do presidente da República de plantão e do Congresso Nacional, com suas duas Casas Legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado, sendo cúmplices dessa injustiça. Durante a campanha dos senhores presidenciáveis, o assunto vem à tona. Passou a eleição, o silêncio passa a ser ensurdecedor. O novo governo Lula, que toma posse no primeiro dia de 2023, tem que colocar um ponto final nessa enrolação. Essa cruel e desumana injustiça social é reconhecida por empresários que não têm a frieza de uma barriga de lagartixa. Veja o que diz Sérgio Zimerman, fundador da Petz : "Os ricos pagam impostos de menos e os pobres acabam sendo penalizados. Pago menos imposto do que um operador de caixa da minha empresa". Finaliza sendo ainda mais incisivo com essa vergonhosa discrepância : "Isso é uma vergonha. Não acho que um país pode dar certo com esse tipo de mentalidade". O desabafo de Zimerman pode servir para encorajar o próximo chefe do Palácio do Planalto e os senhores deputados e senadores. Não posso acreditar que a imprescindível reforma tributária vai ser novamente jogada na lata do lixo.
*(COLUNA WENSE, SEGUNDA, 7 DE NOVEMBRO DE 2022)*.
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