quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Edilson Capetinha nega envolvimento com fraude da loteria na Bahia

Três pessoas foram presas, nesta quinta-feira (10), na Bahia, pela Polícia Federal (PF).

Edilson está viajando, mas disse que vai esclarecer o problema. (Foto: Reprodução/Facebook)
Edilson está viajando, mas disse que vai esclarecer o problema. (Foto: Reprodução/Facebook)
Três pessoas foram presas, nesta quinta-feira (10), na Bahia, pela Polícia Federal (PF) em cumprimento a mandados da Operação Desventura, que desarticula um esquema de fraude em pagamentos de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal. O nome do ex-jogado Edilson, conhecido também como Capetinha, estaria envolvido com o esquema.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na casa do ex-jogador, no Horto Florestal, bairro de Brotas.

"Eles entraram, foram muito educados. Pegaram uns HDs e foram embora", disse Thiago Phileto, o advogado de Edílson. Um primo do ex-jogador, Eduardo Pereira dos Santos, foi preso nesta manhã em Lauro de Freitas, durante a operação. A informação, no entanto, foi negada pelo representante de Edílson. 

Segundo o Portal G1 e a TV Bahia, Edilson negou sua participação no esquema investigado pela Operação Desventura da Polícia Federal. Edílson afirmou que foi surpreendido pela notícia, esta manhã, quando estava a caminho de um compromisso na cidade de Juazeiro, na região norte da Bahia. Ele afirmou que, ao saber das suspeitas, resolveu cancelar a viagem e voltar para Salvador a fim de resolver a situação envolvendo o nome ele.

Além da Bahia, a operação cumpre 54 mandados judiciais em Goiás, São Paulo, Sergipe, Paraná e no Distrito Federal. Entre os suspeitos de envolvimento no esquema estão um ex-jogador da Seleção Brasileira e um doleiro.
De acordo com a PF, na Bahia, foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e três de prisão temporária. Uma pessoa, cujo mandado de prisão foi expedido, não foi localizada pela polícia. Também foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e oito de condução coercitiva no estado.

De acordo com a corporação, o esquema desviou valores de bilhetes premiados, não sacados pelos ganhadores, que deveriam ser destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No ano passado, os premiados na loteria deixaram de resgatar R$ 270,5 milhões.

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