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Por duas vezes, o Leão esteve à frente do marcador e cedeu o empate ao final. Mas seu artilheiro, Alerrandro, 24 anos de idade, marcou o 15º gol, o 12º depois da 23ª rodada do Brasileiro, e fecha o ano como goleador da competição ao lado de Yuri Alberto, do Corinthians.
Janderson marcou o outro gol do rubro-negro baiano, enquanto Gabigol, que se despediu do Flamengo, e Ayrton Lucas do time carioca. O Vitória encerrou o Brasileiro na 11ª colocação e vai disputar depois de oito anos uma competição internacional em 2025.
Com mais de 67 mil torcedores presentes ao Maracanã, os dois times protagonizaram um bom espetáculo, com quatro gols, um no primeiro e três no segundo tempo.
O Vitória foi um penetra na festa do Flamengo. Voltando a usar o esquema tradicional 4-3-3, o time de Thiago Carpini se impôs com uma marcação ajustada e ousadia quando tinha a posse de bola.
Assim, logo com15 minutos de jogo, Carlos Eduardo levantou sob medida a bola na área. Alerrandro apareceu como um raio e enfiou o bico da chuteira para desviar do goleiro argentino Rossi.
O Vitória foi para o vestiário em vantagem e cedeu o primeiro empate aos 13 minutos. Gabigol balançou as redes.
Mas o Leão não acusou o revés. Ao contrário, seguiu resiliente e nos contra-ataques, incomodando o adversário.
Voltou a marcar aos 23 minutos. Janderson interceptou o passe depois da linha no meio-campo defensivo, avançou pela esquerda, trouxe a bola para a frente da área e disparou um chutaço no canto baixo esquerdo de Rossi.
Aí a sorte bafejou o Flamengo: com uma finalização de perna direita, o lateral-esquerdo Ayrton Lucas acertou a trave e entrou: 2 a 2.
Do - Diário do Poder - Batalhado pela oposição, o “pacote anti-STF”, conjunto de propostas legislativas para limitar abusos e poderes do Supremo Tribunal Federal, estacionou na Câmara dos Deputados e no Senado. A Proposta de Emenda à Constituição que cria a “revisão” de decisões do STF, por exemplo, foi apensada a outra PEC no início de outubro e até hoje aguarda a “comissão especial”. Isso sem contar dezenas de pedidos de impeachment de ministros do STF, trancados a sete chaves.
Parada obrigatória
Pronto para ser votado no plenário da Câmara, o PL 658/22, que impede ministro do STF de manifestações político-ideológicas, parou em outubro.
Sem chance
Parou na CCJ, em outubro, o projeto que cria crime de responsabilidade para ministro do STF que usurpar poderes do Legislativo ou Executivo.
Limite não
A PEC 8/21, que limita poderes de decisões monocráticas de ministros do STF, foi aprovada no Senado, mas parou na gaveta da Câmara.
Outubro das bruxas
A PEC 28/2024, que também pretende limitar o alcance de decisões de um só magistrado andou na Câmara até outubro e depois parou.
Caciques do PSD, Silveira (E) e Pacheco (D). (Foto: Divulgação).
Silveira já admite ceder vaga a Pacheco em Minas
O ano não termina como começou no PSD mineiro, que vê um abrandamento na queda de braço entre duas raposas locais: o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) e o senador Rodrigo Pacheco. Ambos se articulavam com certa discrição dentro do PSD para saírem em vantagem na disputa pelo Governo de Minas Gerais em 2026. Só que Silveira tomou gosto pela poderosa cadeira na Esplanada e pretende se manter no posto. Aos mais próximos, já sinaliza apoiar Pacheco.
Páreo duro
O PSD vai ter um caminho longo e tortuoso. Governador bem avaliado, Romeu Zema (Novo) vai lançar o vice Mateus Simões (Novo) na disputa.
Rascunho
O plano de Silveira, até para sobreviver na Esplanada, é para que o partido, hoje na base de Zema, lance Pacheco e peça votos para Lula.
Vale muito
Sem muita chance para o PSD no executivo mineiro, Silveira prefere manter a influência em áreas estratégicas, como a Petrobras.
Poder sem Pudor
O Lott de FHC
Quando ouviu de FHC, em primeira mão, que José Serra seria o candidato do governo a presidente, em 2002, o então presidente da estatal Furnas Centrais Elétricas, Luiz Carlos Santos, saiu-se com esta: “O senhor vai repetir JK, presidente: será reconhecido pela História, mas não conseguirá eleger o próprio sucessor.” FHC ficou intrigado: “Você acha Serra tão ruim assim?” Luiz Carlos Santos respondeu: “Serra é o Lott alfabetizado, presidente.” Candidato do JK, o general Henrique Teixeira Lott perdeu a eleição. Serra também.
Pedala, petista
Ministros que ainda conseguem assoprar alguma coisa nos ouvidos de Lula (PT) orientam o presidente para que chame os líderes de partidos ocupando ministérios antes de votar o pacotão fiscal esta semana.
Não decolou
O VoaBrasil não decola mesmo. O governo Lula bateu bumbo com promessa de 3 milhões de bilhetes vendidos por ano, mas está longe disso, bem longe. O programa penou para bater 20 mil bilhetes.
Pro arquivo
Deu em nada representação do senador Rogério Carvalho (PT-SE) contra Jair Bolsonaro por três viagens que o ex-presidente fez em 2022. O TCU não viu nada demais e arquivou o caso.
Boquinha na ANS
Crescem as apostas no PT de que Wadih Damous, atual Secretário Nacional do Consumidor, no guarda-chuva do Ministério da Justiça, será indicado por Lula para ser o chefão da Agência Nacional de Saúde.
Frase do dia
“É só vergonha e mentiras”
Deputado Gilvan da Federal (PL-ES) sobre os discursos do presidente Lula
Gonet brasiliense
Após homenagem a Gilmar Mendes (STF), a Câmara Legislativa do DF deve conceder a Paulo Gonet (PGR) o título de cidadão honorário de Brasília. O pedido é do deputado distrital Ricardo Vale (PT).
Mudança no Bacen
O Senado sabatina nesta terça (10) os três indicados de Lula para diretorias do Banco Central: Nilton Davi (Política Monetária), Gilneu Viva, (Regulação) e Izabela Correa (Relacionamento Institucional).
Na marra
Cresce mobilização contra a ideia de jerico da prefeitura de Caldas Novas, chefiada por Kleber Marra (MDB-GO), de taxar turistas em visita à cidade. Abaixo-assinado reuniu quase 7 mil indignados logo que abriu.
Oito do doze
Há oito anos, em 8 de dezembro, o Plenário da Câmara elegia, em votação secreta, a chapa avulsa com nomes da oposição para compor a comissão especial que analisaria o impeachment de Dilma (PT).
Pensando bem...
...faltam 10 dias de “trabalho” na Praça dos Três Poderes, este ano.
Diretora da Editus/Uesc representou Associação Brasileira das Editoras Universitárias.
A diretora da Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz ( Editus) e vice presidente da ABEU, Profa. Rita Virginia Argollo (Departamento Letras e Artes - DLA/UESC), participa da XI Fórum Internacional de Publicação Universitária e Acadêmica, que se realiza na cidade de Guadalajara (Mexico).
Durante o evento as entidades representativas das editoras universitárias da Ibero-América formalizaram a assinatura do "Acordo de Guadalajara". A solenidade ocorreu durante o XI Fórum, realizado na Feira Internacional do Livro (FIL) 2024. O pacto reafirma o compromisso com o fortalecimento da produção científica ibero-americana e promove o espanhol e o português como línguas científicas.
No ato solene, a professora Rita Virginia Argollo (DLA/UESC), representou a Associação Brasileira das Editoras Universitárias – ABEU, fortalecendo o compromisso do "Acordo de Guadalajara".
A cerimônia de assinatura do acordo foi presidida pelos representantes da EULAC (Lía Castillo), UNE (María Isabel Cabrera), Altotexto (Martha Esparza) e Editorial UDG (Sayri Karp), na presença do embaixador espanhol no México, Juan Duarte; do diretor-geral de Espanhol no Mundo do Ministério dos Negócios Estrangeiros, União Europeia e Cooperação do Governo da Espanha, Guillermo Escribano; e do coordenador-geral de Expositores e profissionais da FIL, Armando Montes de Santiago.
O "Acordo de Guadalajara" compõem os seguintes termos:
• Trabalhar em conjunto para reconhecer e impulsionar o espanhol e o português como línguas científicas;
• Propiciar uma circulação efetiva de conteúdos e publicações acadêmicas e/ou científicas nessas línguas no espaço ibero-americano, com intenção global;
• Coordenar esforços para desenhar estratégias e aplicar ferramentas de edição e divulgação aberta de conteúdos e publicações acadêmicas e/ou científicas por meio de sistemas e plataformas conjuntas para fortalecer sua circulação;
• Fortalecer e fomentar alianças entre editoras para inovar e implementar recursos e tecnologias que facilitem o trabalho editorial e o uso responsável e ético da inteligência artificial na produção e divulgação de conteúdos e publicações universitárias;
• Contribuir para o estabelecimento de um marco ibero-americano de colaboração para a construção de um modelo que sirva de ponto de partida para um corpus de linguagem científica e acadêmica em espanhol e português;
• Colaborar e estabelecer vínculos com os principais agentes responsáveis pela avaliação da ciência, fornecendo ferramentas que permitam o reconhecimento da qualidade das edições acadêmicas e/ou científicas, garantindo permanentemente o rigor e a excelência dos nossos processos e das nossas publicações;
• Trabalhar em conjunto com a Secretaria Geral Ibero-Americana para promover a futura criação de uma Rede Ibero-Americana de Editores Universitários e Científicos.
As associações ibero-americanas de editoras universitárias representadas pela ABEU (Brasil); ASEUC (Colômbia); Altotexto (México); APEES (Portugal); EDUPUC (Costa Rica); Ex Libris (El Salvador); EUPerú (Peru); REDUCH (Chile); REUN e REUP (Argentina); AUSJAL – rede de universidades jesuítas, CLACSO, UNE (Espanha); e a rede de associações latino-americanas – EULAC, reafirmaram o compromisso com a ampla difusão do conhecimento científico. Representando mais de 500 editoras, a iniciativa alinha-se à declaração da VI Reunião de Ministros e Altas Autoridades Ibero-americanas de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em Valência, em outubro de 2024. Ascom