terça-feira, 29 de agosto de 2023

O deputado petista Valmir Assunção indiciado

Deputado petista da Bahia deve ser indiciado na CPI do MST, diz o relator

Valmir Assunção (PT-BA) foi acusado de tomar R$125 mil mensais de assentados do MST no Estado.

O relator da comissão afirma que tem existem provas para o indiciamento

Do -Diario do Poder - O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), afirmou que vai indiciar o deputado federal petista e titular do colegiado, Valmir Assunção (BA).

Assunção atuou na fundação do MST e deve ter a companhia de dois assessores na lista de indiciados: Lucineia Durães do Rosario e Oronildo Loures Costa.

Salles disse ao UOL que existem “provas robustas” para justificar o indiciamento.

O relator acrescentou que pequenos proprietários de terra e policiais informaram que um grupo age em nome de Assunção no interior da Bahia e toma dinheiro de fazendeiros. De acordo com ele, são poucas pessoas que usam armas para impor disciplina.

O parlamentar citou ainda que tem depoimentos na comissão, documentos e vídeos gravados para embasar o indiciamento. Salles esteve na Bahia na última semana e avaliou que a visita foi fundamental para comprovar as suspeitas.

A data de apresentação do relatório da CPI ainda não está definida.

ITABUNA PARA POR MAIS RECURSOS

Itabuna também para por falta de recursos do governo federal 

A Prefeitura de Itabuna informa que serão suspensas atividades administrativas nesta quarta-feira, dia 30, sendo mantidos apenas os serviços essenciais de saúde, educação (apenas escolas) e promoção social (apenas o recebimento de documentos comprobatórios do Processo Seletivo Simplificado).

Funcionam normalmente todas as unidades de assistência e atendimento à saúde da população, como as unidades de urgência e emergência, policlínica, postos de saúde, dentre outras.

Já a sede administrativa da Secretaria de Saúde e a Central de Regulação funcionam apenas para demandas internas, sem atendimento ao público. Na quinta-feira, 31, e na sexta-feira, dia 1º, o expediente será normal em todas unidades

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é uma transferência constitucional repassada aos municípios, fruto da arrecadação de impostos como o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI).

A receita é baseada em recortes de população e quanto menor, menos recurso. Logo, a queda do FPM compromete a prestação de serviços básicos à população.

A UPB se une às associações municipalistas de todo o Nordeste para o fechamento conjunto das prefeituras nesse dia 30 de agosto. A mobilização é uma demonstração de solidariedade e um alerta a sociedade de que algo precisa ser feito.

Ascom

ILHEUS TAMBEM VAI PARAR POR MAIS VERBAS

 Prefeitura de Ilhéus adere à paralisação nacional por mais verbas do FPM

A imponente Catedral de São Sebastião 

Ilhéus adere às manifestações lideradas pela UPB e pela AMURC, a fim de lutar por mais verbas do Fundo de Participação dos Municípios

Nesta quarta-feira (30), a Prefeitura de Ilhéus se junta ao movimento municipalista, organizado pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste (AMURC) e paralisa as suas atividades administrativas, a fim de chamar a atenção quanto às dificuldades financeiras dos municípios, devido às oscilações nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e previsão de queda das receitas neste mês.


Conforme a Prefeitura, todas as atividades administrativas serão paralisadas, com exceção das secretarias da Educação, Saúde, Serviços Urbanos, Interior e Fazenda, que manterão suas rotinas inalteradas.

Segundo o presidente da UPB, prefeito Quinho, de Belo Campo, “nós precisamos de imediato de um recurso injetado nos municípios para que possamos fazer com que os nossos munícipes vivam melhor e que nós consigamos manter os empregos já existentes”, falou o gestor, em entrevista coletiva divulgada no site da associação.

Ainda, de acordo com Quinho, a ideia seria lutar por uma injeção de recursos nos municípios em caráter emergencial, feito através do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM).  

“Basta o governo federal se disponibilizar e ter interesse em ajudar os municípios. Senão alguns serviços vão parar, municípios terão dificuldades com a folha de pagamento, o que infelizmente vai trazer muitos transtornos não só para o setor público mas também privado”, completa.

Ascom

ENTREVISTA DO PRESIDENTE DA UPB SOBRE A FALTA DE RECUROS PARA OS MUNICIPIOS

Quinho, fala da falta de recursos

 “Sem o fortalecimento dos municípios o país não vai crescer de forma nenhuma” afirma Quinho em coletiva de imprensa

Encontro com a mídia baiana teve como tema a paralisação Sem FPM não dá que acontece nas prefeituras do Nordeste, nesta quarta (30)

 “Nós precisamos de imediato de um recurso injetado nos municípios para que possamos fazer com que os nossos munícipes vivam melhor e que nós consigamos manter os empregos já existentes”. Foi com essa afirmação que o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeito Quinho de Belo Campo, iniciou a coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (28), na sede da UPB. A conversa com a mídia baiana foi convocada pela entidade municipalista para falar sobre a grande paralisação Sem FPM não dá, que acontece nesta quarta-feira (30).

As prefeituras dos estados nordestinos vão suspender as atividades com o objetivo de chamar a atenção para as dificuldades financeiras enfrentadas pelos municípios com oscilação nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “O que nós queremos é uma injeção de recursos na veia dos municípios em caráter emergencial e pode ser feito por meio do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM). Basta o governo federal se disponibilizar e ter interesse em ajudar os municípios. Senão alguns serviços vão parar, municípios terão dificuldades com a folha de pagamento, o que infelizmente vai trazer muitos transtornos não só para o setor público mas também privado”, enfatizou o presidente.

“Não é um movimento partidário. Pelo contrário. É suprapartidário. Todas as prefeituras do Nordeste fecharão as portas para mostrar de maneira pacífica ao governo federal que nós precisamos fazer com que verdadeiramente aconteça o novo pacto federativo. É preciso que o governo federal e do estado tenham sensibilidade para olhar para os municípios. É lá onde o cidadão vive e onde os serviços acontecem”, resumiu.

Na oportunidade Quinho também lembrou que em paralelo à manifestação e pautados pelo mesmo tema, os gestores farão uma mobilização em Brasília nesta terça e quarta-feira (29 e 30). Na capital federal os prefeitos vão pressionar pela aprovação do projeto de lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento para 17 setores prevendo a redução da alíquota de contribuição previdenciária de todos os municípios do país. “Acredito que vamos conseguir vencer porque não tem mais como aceitar os municípios pagarem 22,5% de INSS patronal. Se você tem esse alto valor de pagamento previdenciário outros serviços de fundamental importância são inviabilizados”, explica.

Ao final o presidente da UPB enfatizou que “a falta de recurso não é um problema de exclusividade do município não. É um problema do país. Enquanto não se divide de forma equânime a questão dos recursos, não se faz um novo pacto federativo, não tem ação da reforma tributária, o problema só vai aumentar. Deve-se estender a mão para quem mais precisa, que são os municípios”, encerrou.

 Os prefeitos de Nova Soure, Luís Cássio Souza Andrade (Cassinho), e de Capim Grosso, José Sivaldo Rios de Carvalho acompanharam o presidente Quinho durante a coletiva.

Paralisação

Nesta quarta-feira (30) serão suspensas as atividades administrativas em forma de protesto e sensibilização, sendo mantidos serviços essenciais, como saúde e limpeza urbana. A iniciativa é articulada pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e as entidades municipalistas do Nordeste para alertar o Governo Federal, Congresso Nacional e a população para a situação financeira das prefeituras, sobretudo na Bahia onde cerca de 80% dos municípios são de pequeno porte, não possuem receita própria e dependem das transferências constitucionais da União. Em paralelo à manifestação e pautados pelo mesmo tema, os gestores farão uma mobilização em Brasília nesta terça e quarta-feira (29 e 30).

Para a UPB, a estagnação do repasse do FPM diante do aumento de despesas, inflação, folha de pessoal e previdência, somada a desoneração do ICMS dos combustíveis, torna a situação insustentável, levando ao colapso financeiro. Para este mês de agosto, a previsão de fechar com o recurso 7,95% menor que no mesmo período do ano passado preocupa os gestores e motiva o protesto.

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é uma transferência constitucional fruto da arrecadação dos Impostos de Renda e Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). As prefeituras também reclamam das perdas de R$6,8 bilhões com a desoneração do ICMS dos combustíveis, aprovada no ano passado e reivindicam uma compensação por meio de Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM), de forma emergencial.

Os prefeitos defendem caminhos minimizar o impacto da crise, a exemplo de um Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM) que a União pode liberar de forma emergencial, a aprovação da PEC 25/2022, que sugere um aumento de 1,5% no FPM, o PLP 94/2023, visando à recomposição de perdas do ICMS com um potencial benefício de R$ 6,8 bilhões para os 5.570 municípios brasileiros em três anos e o projeto de Lei 334/2023, que propõe reduzir a alíquota patronal dos municípios paga ao INSS de 22,5% para 8%.

 O que é FPM?

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é uma transferência constitucional repassada aos municípios, fruto da arrecadação de impostos como o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). A receita é baseada em recortes de população, quanto menor, menos recurso.

Dependência do FPM

 A queda do FPM compromete a prestação de serviços básicos à população. Na Bahia, de cada 10 municípios, 6 têm até 20 mil habitantes e não possuem receita própria, o que significa uma dependência ainda maior do repasse, que vem registrando queda se comparado ao ano passado e acrescido a inflação. Quando somados os municípios de menos de 50 mil habitantes no estado, corresponde a 375 municípios baianos (89,92%).

 O que a campanha defende?

A UPB se une às Associações Municipalistas de todo o Nordeste para o fechamento conjunto das prefeituras nordestinas neste dia 30 de agosto, por entender que essa queda no repasse penaliza os municípios mais pobres. A mobilização é uma demonstração de força e união, alertando a sociedade, o Congresso Nacional e o Governo Federal de que algo precisa ser feito.

 

 Outros fatores da Crise

As prefeituras também reclamam das perdas de R$ 6,8 bilhões com a desoneração do ICMS dos combustíveis, aprovada no ano passado e reivindicam a redução da alíquota patronal do INSS, que é de 22,5% sobre a folha, uma das mais altas aplicadas a empregadores, sendo que o município não visa lucro. Somado a isso o aumento de salário mínimo de pisos salariais aumentam as obrigações dos municípios sem repasse na mesma proporção.

  Como vai funcionar a campanha?

No dia 30 de agosto, as prefeituras vão fechar as portas. Serão suspensas as atividades administrativas em forma de protesto e sensibilização, sendo mantidos serviços essenciais, como saúde e limpeza urbana. Neste dia, convidamos você, cidadão consciente, a nos apoiar neste movimento municipalista. Compartilhe nossas postagens e mensagens de apoio com a hashtag #semfpmnaoda.

 O que foi feito até agora?

Nos dias 15 e 16 deste mês, a UPB promoveu junto com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), uma mobilização em Brasília, onde os prefeitos se reuniram com a bancada federal baiana e o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Já no dia 17, a UPB também se reuniu com o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, para buscar informações sobre a oscilação e queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Na última quinta-feira (24), o presidente da UPB, prefeito Quinho, apresentou a demanda ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que anunciou a intenção do governo federal em recompor as perdas do ICMS.

Ascom/UPB

Uesc participa de missão internacional na África do Sul

Evento representa possibilidades de novas parcerias internacionais

Segundo o reitor Alessandro Fernandes, “a missão representa possibilidades de novas parcerias internacionais para nossa universidade, no campo da pesquisa, da pós-graduação e principalmente da mobilidade acadêmica”.  A Comitiva conheceu a Stellenbosch University, no dia 24 de agosto, que foi fundada em 1918 e está localizada próxima à Cidade do Cabo. Atualmente, conta com mais de 32.000 estudantes e cerca de 4.000 estudantes internacionais, sendo que 60% deles são de origem africana. A Stellenbosch University prima pela excelência em pesquisa aplicada e está entre as três universidades com maior investimento em pesquisa do país. Conforme a Fundação de Pesquisa Nacional da África do Sul, a universidade possui sete centros de excelência do Departamento de Ciências e Inovação, e é fundadora da African Research Universities Alliance (ARUA), que visa promover e fortalecer a pesquisa no continente africano.

Para a assessora de Relações Internacionais da Uesc, Ticiana Moura, “há muitos pontos em comum entre a Uesc e a Stellenbosch University. Verificamos juntamente com o escritório de relações internacionais que, durante os últimos cinco anos, por volta de 10 professores da Uesc foram coautores de professores da Universidade de Stellenbosch. Discutimos formas de fortalecer estes laços e também aumentá-los. Stellenbosch conta com os departamentos de Ciências Agrárias, Artes e Ciências Sociais, Ciências Administrativas e Econômicas, Educação, Engenharias, Direito, Medicina e Ciências da Saúde, Ciências Militares, Ciências e Teologia. Além disso, tem duas Escolas de Estudos Transversais: a de Mudança Climática e a de Ciências de Dados Aplicadas”. A missão da Abruem à África do Sul seguirá até o dia 2 de setembro.


FOTOS legendas (Divulgação-Abruem)

FOTO 1 - Alessandro Fernandes e a assessora Taciana Moura presenteando com caneca da Uesc e chocolate ao reitor da SU, Tyrone Petronius

FOTO 2 - Profa Ticiana Moura, Randall Adams, responsável pelas relações internacionais da SU e o reitor da Uesc Alessandro Fernandes

FOTO 3 - Departamento de Direito. - Em Stellenbosch existia o Ginásio Stellenbosch desde 1866. Em 1887, foi construido um novo edifício, nomeado Victoria College em homenagem ao jubileu de ouro da Rainha Vitória, a celebração dos 50 anos de sua ascensão ao trono britânico. Depois, em 1918 torna-se Universidade de Stellenbosch, sendo este o prédio mais antigo. O Departamento de Direito

FOTO 4 - Profa Ticiana Moura, Randall Adams, responsável pelas relações internacionais da SU e o reitor da Ues Alessandro Fernandes

Liberar maconha é infantilidade do STF, diz especialista

 Brasil viverá hipocrisia de proibir a venda e permitir a compra de drogas

Ronaldo Laranjeira, professor e psiquiatra.
Do - Diário do Poder - Está prescrito há dez anos o caso em julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode liberar maconha para consumo próprio, segundo nota técnica da Associação Paulista do Ministério Público (APMP). A revelação chega a ser constrangedora, porque os ministros deveriam saber disso, mas reforça a suspeita de que tudo não passa de um julgamento-lacração. Para o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, especialista no assunto, o STF assume uma atitude infantil e até mesmo impensada. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A medida que encanta cinco ministros do STF pode repetir erros de países como EUA, onde crianças de 11 anos viraram usuários da droga.

De acordo com a tese agora majoritária, o Brasil viverá a hipocrisia de proibir a venda de drogas, mas permitir sua compra sem riscos. O pedido de vista do ministro André Mendonça suspendeu o processo, mas o placar já registra 5×1 votos favoráveis à liberação da droga.

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Mulher que denunciou o MST na CPI sofre ameaças

 

Vanuza durante depoimentos em Brasília - Foto: reprodução da TV Câmara

Mulher enfrenta ameaças e fake news após denunciar MST na CPI

Polícia Federal negou pedido de proteção à depoente

Do - Diário do Poder - Acusada pela militância do MST de causar tumulto à associação que pauta o cadastro de famílias assentadas no município de Prado, interior da Bahia, a ex-assentada Vanuza Souza disse ao Diário do Poder que a ofensiva contra sua imagem se deve ao processo de regularização da associação, encabeçado por ela, desde que assumiu o posto de presidente da entidade.

Mas não é só a reputação de Vanuza que estaria sujeita às reações do MST. A ex-integrante do movimento invasor afirma que vem sofrendo ameaças veladas e que sua atual residência vem sendo vigiada desde que depôs à CPI em curso na Câmara dos Deputados.“Minha confiança agora está só em Deus”, afirma. 

A Associação dos Produtores Rurais do Assentamento Fábio Henrique, chamada de Asprajo, consta no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, com cnpj ativo. Mas para disputar o poder sobre a entidade e dispersar famílias que aguardam o título de terra, militantes estariam utilizando a veiculação de notícias falsas acerca da regularidade do cadastro em que o nome de Vanuza aparece como presidente. Segundo ela, lideranças locais estariam incomodadas com iniciativas que conflitam com interesses do MST, como o devido encaminhamento do cadastro das famílias assentadas ao Incra, e a desvinculação de ações como as invasões de propriedades rurais.

Ao Diário do Poder, Vanuza encaminhou áudios que circulam no que ela chama de ‘telefone sem fio’, grupos de WhatsApp que congregam militantes e assentados. No conteúdo repassado à redação, dois homens, identificados como ‘Ireno’ e ‘Leandro’ debocham do depoimento prestado pela dona de casa à CPI. Em uma das gravações é possível ouvir, ao fundo, disparos de armas de fogo, conforme a avaliação de Vanuza, a validação de seu suporte jurídico e do membro da CPI do MST, deputado capitão Alden (PL-BA)

Em outro áudio, uma mulher diz à presidente da associação que foi ameaçada por um militante chamado ‘Deldi’ e que perderá o direito à terra caso se una à Vanuza. “O miserável do Deldi veio aqui em casa e me ameaçou. Disse que se eu estivesse com você era para desocupar”, relatou.

O deputado Capitão Alden (PL-BA) solicitou à Polícia Federal proteção policial à Vanuza, mas teve o pedido negado pelo diretor de polícia administrativa, delegado Rodrigo Teixeira, sob justificativa de que ela não se enquadra na categoria de depoente especial. Relutante, o parlamentar enviou novo pedido à PF e acompanha um grupo de voluntários que se mobiliza para retirar Vanuza da cidade de Prado.


“Um grupo da região está se organizando para ajudar financeiramente e conceder proteção. Partiu de maneira voluntária”, explicou o parlamentar.

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