domingo, 27 de agosto de 2023

Essas organizações criminosas partidárias devem ser extintas

 

CPI conferiu: Vanuza Souza foi expulsa de sua casa pelo MST

Vanuza durante tomada de depoimentos em Brasília. Reprodução: Tv Câmara

Caso ganhou repercussão após tomada de depoimento em Brasília
Do - Diário do Poder - Essa sexta-feira (25) foi marcada pelo encontro entre a ex-assentada, Vanuza Souza, e os membros da CPI do MST, em diligência na cidade de Prado, interior da Bahia. Acompanhada pelos deputados Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS), Ricardo Salles (PL-SP), e capitão Alden (PL-BA), Vanuza foi até a casa construída em terreno do qual foi expulsa, após sessão de tortura, que teria sofrido como castigo, por ‘escolher ser livre’, segundo depoimento prestado em Brasília.
Vanuza retornou à casa que construiu, pela primeira vez, após a agressão que diz ter sofrido. No local,  o filho da ex-assentada aguardava a chegada da comitiva, vestido com a camisa do MST. O rapaz, cujo o nome não foi identificado, é ativista e ideólogo do movimento, segundo titulares da comissão.
Fala para mim, filho, que eu sou fake news”, clamou a mulher humilde em menção a depoimento gravado pelo ativista, a pedido da base do governo, na tentativa de invalidar o testemunho de Vanuza.
Eu recebi esse lote das mãos de Valmir Assunção [deputado], coloquei água e construí [a casa]. Em abril de 2001, toda a direção do MST chegou aqui de madrugada, quebrou meu telhado e minhas portas, me sequestrou, me espancou e me tirou de dentro da minha casa”, relatou.
Ela está mentindo, dizendo que essa casa era dela?”, questionou o presidente da Comissão ao ativista, que hoje mora na casa construída por Vanuza. O rapaz confirmou a informação de que a residência pertenceu a ex-assentada.
Perguntado sobre a retirada de Vanuza do local, o homem afirmou que sua mãe “causava tumulto à associação”,  repreendido por Zucco, que disse que o fato alegado pelo filho de Vanuza “nao justifica a violência que ela sofreu”.
Para o deputado capitão Alden, o impasse familiar é resultado “do comunismo, que coloca filhos contra pais. O filho da dona Vanuza é um influenciador marxista que orienta pessoas a fazer justamente o que ele fez aqui contra a própria mãe”,refletiu.
O que fica claro é que este dito movimento que fala em ‘lutar pela reforma agrária’, na verdade prega um objetivo, mas na prática atua de forma criminosa e não respeita nem seus próprios membros”, arrematou.
A CPI do MST desbravou o extremo sul da Bahia em contexto acalorado. Parlamentares de oposição foram hostilizados e chegaram a discutir em tom elevado com lideranças locais. A Bahia tem o maior volume de famílias acampadas pelo MST no Brasil e lidera o ranking de estados com maior atuação do movimento. Foram 15 invasões registradas só esse ano.
Para a diretoria da CPI,os números apresentam ‘nexo causal’ com a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT), que se arrasta por cerca de 16 anos no estado baiano.
O ex-governador do estado, atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, é depoente desejado pela oposição e blindado pelo governo Lula. A falta de acordo sobre a convocação do petista despertou ofensiva da base governista contra a CPI, que tentou desarticular os trabalhos, através do afastamento de parlamentares ligados ao agronegócio.
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TEMPORAL EM ITAPETINGA

 

VÍDEO: Temporal derruba árvores, deixa casas destelhadas e Itapetinga sem energia elétrica

Por Redação do BahiaNotícias


Morre Dom Geraldo Majella, 89 anos, arcebispo emérito de Salvador.

RELIGIÃO: 

 Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava

Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava.(Foto: Reprodução/Arquidiocese de Salvador)

Morreu, aos 89 anos, o Cardel Dom Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo Emérito de Salvador. A informação foi divulgada neste sábado (26) pela Arquidiocese de Salvador.

Segundo a Arquidiocese de Salvador, Dom Geraldo Majella Agnelo morreu em Londrina, no Paraná, onde morava. A causa da morte não foi detalhada.

Dom Geraldo Majella Agnelo leu a carta apostólica na beatificação de Santa Dulce, em 2011, e foi responsável por escrever a oração da santa.

O Cardel Dom Geraldo Majella Agnelo foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Arcebispo Metropolitano de São Salvador da Bahia, em janeiro de 1999. A posse ocorreu no dia 11 de março do mesmo ano.

Em maio de 2001 foi nomeado membro da Pontifícia Comissão dos Bens Culturais da Igreja e eleito presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dois anos depois.

Dom Geraldo teve o pedido de renúncia aceito pelo Papa Bento XVI, em 2011, tornando-se Arcebispo Emérito da Arquidiocese de Salvador. Em 2014, por um desejo seu, passou a morar em Londrina.

A Arquidiocese informou que ainda neste sábado, divulgará informações sobre a missa exequial e o o local de sepultamento.

Filho de Antônio Agnelo e Sylvia Agnelo, Dom Geraldo Majella Agnelo nasceu no dia 19 de outubro de 1933, em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Cursou o primário (atualmente Educação Infantil) no Instituto Santos Anjos das Irmãs Carmelitas da Divina Providência, em sua cidade natal. Aos 12 anos ingressou no Seminário Menor Diocesano Santo Antônio, também em Juiz de Fora, onde ficou até completar 14 anos.

Entre os anos de 1948 e 1950 continuou os estudos em Pirapora do Bom Jesus, no Seminário Menor Arquidiocesano de São Paulo, dirigido pelos Cônegos Premonstratenses.

Ingressou no Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo, no ano de 1951, onde cursou Filosofia até 1953. Em seguida, cursou a licenciatura em Filosofia na Faculdade de Filosofia da Universidade de Mogi das Cruzes (SP). A licenciatura em Teologia foi cursada na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, também em São Paulo, de 1954 a 1957.

Nos anos de 1967 a 1969, Dom Geraldo Majella fez uma especialização em Liturgia, no Instituto Litúrgico do Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, em Roma. Ainda em 1969 ingressou no Doutorado em Teologia com especialização em Liturgia, com a tese “Servitus no Sacramentário Veronense. Significado e Doutrina. Contribuição ao Conhecimento do Sentido Teológico do Serviço Litúrgico”.

A ordenação sacerdotal aconteceu no dia 29 de junho de 1957, na Catedral de São Paulo, por Dom Antônio Maria Alves de Siqueira, Arcebispo Auxiliar de São Paulo.

Como presbítero recebeu os cargos de Diretor Espiritual e professor no Seminário Vestibular Santo Cura d’Ars, para vocações adultas, na Freguesia do Ó, São Paulo (1958-1959); Assistente Eclesiástico da Juventude Estudantil Católica Feminina (1959-1960); Notário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo; colaborador na Paróquia de Santo Antônio da Barra Funda em São Paulo (1958-1978); Diretor Espiritual do Seminário Filosófico da Arquidiocese de São Paulo em Aparecida (SP) (1960-1963); Diretor Espiritual e professor no curso teológico do Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo (1964 a 1967).

Dom Geraldo foi, ainda, professor na Faculdade de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1964-1967); nomeado Cônego do Cabido Metropolitano de São Paulo por S. E. o Sr. Cardeal Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta (1964-1978). Neste mesmo período foi cerimoniário da Catedral Metropolitana (SP).

Durante sua permanência em Roma junto ao Pontifício Colégio Pio Brasileiro, semanalmente pela Rádio Vaticana, participou do programa para o Brasil intitulado “Liturgia e Vida” (1967-1969).

Em Roma colaborou na Paróquia de São Clemente Papa de Montesacro (1967-1969); coordenou a Pastoral da Arquidiocese de São Paulo (1970 – 1974); foi professor de Teologia Sacramentária e Liturgia no Instituto Teológico Pio XI – Salesiano, (1970-1975) e no Seminário Maior João XXIII – Scalabriniano (1970-1974).

De 1970 a 1974 Dom Geraldo foi professor de Teologia Sacramentaria e Liturgia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo e diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção de São Paulo nos anos 1974 a 1978. No ano de 1973 foi nomeado membro da Comissão Arquidiocesana de Liturgia (SP).

Nomeado pelo Santo Padre, o Papa Paulo VI , Bispo Diocesano de Toledo (PR), em 5 de maio de 1982. Recebeu a Ordenação Episcopal de S.E. o Sr. Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, na Catedral de São Paulo, no dia 6 de agosto de 1978 (dia e hora da morte do Papa Paulo VI).

Foi diretor e professor da Faculdade de Ciências Humanas Arnaldo Busato de Toledo e vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – Regional Sul II, no ano de 1980.

No dia 27 de outubro de 1982 foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Arcebispo Metropolitano de Londrina, tomando posse em 28 de outubro de 1983. Neste mesmo assumiu a presidência da Comissão Litúrgica da CNBB, até o ano de 1987.

Dom Geraldo também foi o membro do Departamento de Liturgia do Conselho Episcopal Latino-americano – CELAM (1983-1987). Em 1983, iniciou a Pastoral da Criança em Florestópolis (PR) que se difundiu em todas as dioceses do Brasil e em alguns países Latino-Americanos, e África

Foi eleito Presidente do Departamento de Liturgia do CELAM em abril 1991 e nomeado pelo Papa João Paulo II como secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em 16 de setembro de 1991.

Nomeado pelo Papa João Paulo II como membro da Pontifícia Comissão para a América Latina em 03 de junho de 1994; presidente da Comissão de Liturgia do Grande Jubileu do ano 2000 e membro do mesmo Comitê em 17 de março de 1995. Foi ainda membro do Pontifício Comitê dos Congressos Eucarísticos Internacionais.

Dom Geraldo recebeu, ainda, as nomeações de: vice-presidente do Conselho Latino-Americano – CELAM (1999); membro do Pontifício Conselho de Migrantes e Itinerantes em (2000). Em 21 de fevereiro de 2001 recebeu o barrete cardinalício, tornando-se Cardeal, na via Magliana Nova – Roma. (Fontes: Portal G1/TV Bahia)

DO - JORNALDAMIDIA.COM

Flamengo e Gabgol viados por sua torcida no Maracanã

CAMPEONATO BRASILEIRO

Flamengo empata com o Internacional pelo Brasileirão e sai de campo vaiado no Maracanã
Foto: Marcelo Cortes/Flamengo


Da - Radio TupiFMDebaixo de muita chuva, o Flamengo empatou com o Internacional em 0 a 0, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado (26). Gabi saiu vaiado ao ser substituído por Pedro. Ao final da partida, torcida rubro-negra vaiou o time inteiro.

PRIMEIRO TEMPO:

Debaixo de muita chuva, o Flamengo empatou com o Internacional em 0 a 0, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado (26). Gabi saiu vaiado ao ser substituído por Pedro. Ao final da partida, torcida rubro-negra vaiou o time inteiro.

O jogo começou com o Flamengo já criando uma boa oportunidade logo aos quatro minutos com Luiz Araújo. O atacante recebeu de Arrascaeta e chutou para a defesa do goleiro Keiller. Com muita pressão no campo de ataque, o Flamengo impedia a troca de passes do Internacional na defesa e conseguia recuperar a posse de bola com facilidade.

Aos 11 minutos, o Mais Querido perdeu Arrascaeta, que sentiu a posterior da coxa após disputar a bola com Igor Gomes na velocidade. O jogador foi substituído por Victor Hugo. Com a alteração, o Flamengo piorou em campo e viu o Internacional assustar com um chute de fora da área de Carlos De Pena que passou a esquerda do goleiro Matheus Cunha.

Aos 24 minutos, Luiz Araújo perdeu a melhor chance do Flamengo no jogo. Pulgar deixou o atacante cara a cara com Keiller, mas Araújo chutou em cima do goleiro. Sete minutos depois, Luiz Araújo também sentiu a posterior da coxa e saiu para a entrada de Everton Ribeiro. Ao final do primeiro tempo, a torcida rubro-negra vaiou o time.

SEGUNDO TEMPO:

Eduardo Coudet mexeu no Internacional e começou a escalar os titulares. Entraram Enner Valencia e Renê nos lugares de Luiz Adriano e Maurício. Mesmo com as alterações, o Flamengo começou melhor no segundo tempo e continuou pressionando, mas sem levar perigo ao gol de Keiller. Com isso, Coudet colocou mais titulares em campo: Alan Patrick, Aránguiz e Vitão entraram nos lugares de Hugo Mallo, Matheus Dias e Pedro Henrique. Sampaolli respondeu com as entradas de Pedro, Everton Cebolinha e Allan nos lugares de Gabi (que saiu vaiado pela torcida), Thiago Maia e Bruno Henrique.

Pouco tempo depois das substituições, Alan Patrick fez Matheus Cunha se esticar para defender após chute de fora da área. O Rubro-negro só foi responder quase 15 minutos depois, em grande defesa do goleiro colorado. Victor Hugo aproveitou passe de peito de Pedro e chutou de primeira no canto para Keiller jogar para escanteio. No lance seguinte, Everton Ribeiro cruzou e Pulgar cabeceou fraco nas mãos do goleiro.

Aos 42, Vitão caiu com dores e precisou sair. Com isso, o Internacional ficou com um a menos nos minutos finais. Aos 48 minutos, Wesley acertou o travessão com um chute forte. Cinco minutos depois, Ayrton Lucas invadiu a área e parou no goleiro Keiller. No apito final, a torcida voltou a vaiar o time.

sábado, 26 de agosto de 2023

JOAO ROMA REAFIRMA NOME DE CHICO FRANÇA

João Roma, uma das lideranças politicas da Bahia 
Chico França: João Roma reafirma seu nome como pré-candidato a prefeito de Itabuna no programa "Frequência Politica"

O ex-ministro João Roma, no governo Bolsonaro, concedeu entrevista exclusiva na manhã, desta sábado 26, ao programa: "Frequência Política", apresentado pelo comunicador Binho Shalon, em cadeia: Interativa FM/Rádio Difusora Sul da Bahia, confirmando o nome de Chico França, como pré-candidato a prefeito de Itabuna.

Na entrevista João Roma, presidente  do PL na Bahia,  destacando a agremiação, como o maior partido do país, e expondo sobre o seu fortalecimento no estado, voltou a reafirmar, o nome do engenheiro civil/empresário, Chico França, como pré-candidato a prefeito de Itabuna, após o último encontro deles, em Salvador, visando às eleições de outubro de 2024. "Estamos unidos em torno do nome de Chico França, contando, também, com o apoio do médico Mangabeira, presidente do PL em Itabuna" informou João Roma.
Chico França, muitos projetos para Itabuna 

Ainda atendendo questionamentos de Binho Shalon e João Mateus, o presidente do PL, no estado, explicou sobre os motivos da derrota de Bolsonsro, e das  perseguições que ele, sofreu e vem sofrendo por parte da oposição e da justiça. Ainda falando da falta de recursos aos municípios, pelo governo atual, "o que nunca aconteceu no Governo de Jair Bolsonaro, que não tinha bandeira partidária". João Roma para confirmar o que disse, citou, como exemplo, os recursos liberados por Bolsonaro, na ordem de R$83,6 milhões de reais, para construir 700 casas, em Itabuna, para os desabrigados das ultimas enchentes, provinientes da Defesa Civil Nacional.

E, encerrando à sua entrevista, se colocou à disposição dos apresentadores do "Frequencia Politica", e desejando o melhor para a população brasileira, expôs ainda sobre a possibilidade da vinda do ex-presidente Bolsonaro a Bahia, em breve. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

SALÁRIO MINIMO UMA GRANDE VERGONHA

 MP que aumenta salário mínimo e amplia isenção do IR é aprovada pelo Senado

Aprovado no Senado, o texto segue agora para sanção presidencial.- Foto: Roque de Sá/Agência Seado

Oplenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (24), em votação simbólica, a Medida Provisória (MP) 1.172/23 que aumenta o salário mínimo de R$ 1.302 para R$ 1.320 e amplia a isenção da tabela do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF). Agora, o texto segue para sanção presidencial.

O reajuste do salário mínimo já estava valendo desde o dia 1º de maio, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a MP. Foi incluída ainda nesse texto a ampliação da isenção do IRPF. Quem ganha até R$ 2.640 ao mês não terá que pagar imposto de renda.  Até então, a isenção era para quem recebe até R$ 1.903,98 mensais.

Um destaque do líder da oposição senador Rogério Marinho (PL-RN) queria retirar do texto o artigo que define que a política de valorização real do salário mínimo seja permanente.

O relator da matéria senador Jaques Wagner (PT-BA) rebateu que “todos os anos com ganho real implica um volume maior de dinheiro no bolso do trabalhador e, portanto, movimenta mais o comércio, movimenta mais a economia brasileira, trazendo prosperidade para todas as famílias”.

Após o debate, o senador Marinho retirou o destaque da pauta reconhecendo que não haveria maioria para mudar o texto.

Segundo a MP aprovada, a valorização do salário mínimo será a soma do índice da inflação do ano anterior com o índice do crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região) de dois anos anteriores.

Do - jornaldamidia.com

ACM Neto diz que falta a Jerônimo humildade para reconhecer o problema da violência

Ex-prefeito de Salvador afirma ainda que A forma como o PT conduz a segurança pública da Bahia está falida_

Neto

O ex-prefeito de Salvador e presidente da Fundação Índigo, ACM Neto (União Brasil), disse nesta quinta-feira (24) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) tem usado de “má fé” com os policiais baianos e que os governos petistas deixaram a polícia de lado. Ele afirmou ainda, durante o podcast do Blog do Valente, de Santo Antônio de Jesus, que falta ao governador humildade para reconhecer o problema da violência e mudar a situação. 

“A primeira coisa que ele precisava fazer era ter a humildade para reconhecer o problema, e não questionar a realidade, não contestar os números. Pessoas estão ali morrendo todos os dias. Então a primeira coisa que o governador precisava fazer era ter humildade para reconhecer o problema e para reconhecer que é preciso mudar, porque as coisas estão piorando ao longo de 17 anos, que é o tempo que o PT governa o estado da Bahia. Então, essa política de segurança pública faliu. A forma como o PT conduz a segurança pública da Bahia está falida”, salientou. 

Segundo Neto, Jerônimo tenta se aproveitar dos policias, quando, na verdade, os governos petistas devalorizaram e enfraqueceram a atuação dos profissionais da segurança. “E está aí o governador usando de má fé, se dizendo agora defensor da polícia, se aproveita dos policiais. Eles largaram a polícia de lado, desvalorizaram a polícia. A Bahia tem uma das polícias pior remuneradas do país. O policial carece de apoio psicológico, de condições de trabalho. O policial carece de tecnologia para combater o crime. Ninguém aqui está atacando a polícia. Mas onde é que está o problema? Está na polícia ou na falta de governador, que inclusive não dá condição à polícia trabalhar? Para mim está no governador, que tem que dar condição para a polícia trabalhar”, acrescentou. 

O ex-prefeito de Salvador voltou a defender a necessidade de aumentar o salário, equipar adequadamente, dar treinamento, suporte psicológico e melhorar o ambiente de trabalho dos policiais, além de investimentos em tecnologia.  “Está faltando autoridade, quando não há exemplo de cima, não adianta e tem que vir do governador”, frisou. 

Ele disse ainda que é necessário controlar os presídios. “Está lá dentro preso com celular dando ordem e comandando do presídio. Então, o presídio virou espaço para o cara cometer mais crimes. Então tem que intervir, tem que jogar duro nos presídios, proibir assim vigorosamente acesso de celular, separar as facções criminosas, aumentar o número de presídios e botar cada uma num canto. Só enfrentando com uma mentalidade diferente é que a gente vai mudar a realidade da segurança pública. Não é negando, como o governador nega”, criticou.

ACM Neto voltou a citar o exemplo de Goiás, que nos últimos anos conseguiu reduzir os índices de violência. O estado é governado por Ronaldo Caiado, do União Brasil. “O governador (Jerônimo) diz que esse é um problema do Brasil todo, que é uma situação que alcança o país inteiro. Não é verdade. Em muitos estados, a violência está reduzindo e a segurança pública dá certo. E eu trago aqui do estado de Goiás. Lá, bandido não se cria. Aqui na Bahia, bandido está se criando”, disse.

Ascom

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