domingo, 8 de novembro de 2020

Sinal verde para duplicação da BR-415 trecho Ilhéus-Itabuna

João Badelar e o Prefeito Fernando Gomews
Atendendo um pedido de Fernando Gomes, o Presidente Bolsonaro autoriza a duplicação da Ilhéus/Itabuna. A informação é do seu amigo deputado federal João Bacelar. É uma obra muito importante para a região do cacau, já esperada há 40 anos. 

A duplicação da BR 415, trecho Ilhéus/Itabuna, com cerca de 30 quilômetros de extensão, foi destravada  e será iniciada ainda nos próximos dias, segundo o deputado federal João Bacelar, do PL, integrante da Comissão do Orçamento da Câmara dos Deputados e que deverá nos próximos dias assumir uma das vice-lideranças do governo a convite do senador Eduardo Gomes. Ele conta que a autorização para o início das obras envolveu uma série de idas ao  Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), uma autarquia federal brasileira vinculada ao Ministério da Infraestrutura e ao Tribunal de Contas da União, em Brasília.

Foto arquivo
João Bacelar veio a Itabuna neste final de semana para anunciar o início das obras anunciadas há dois anos pelo governador Rui Costa e que será iniciada com a construção de quatro pontes, consideradas obras de arte,  um investimento de R$ 10 milhões repassados pelo governo federal. Ele destacou o empenho do prefeito Fernando Gomes na negociação com o governo federal para autorização que estava pendente da obra e que era uma limitação burocrática.

A notícia foi divulgada na sexta-feira (6) e ganhou repercussão no Sul da Bahia, uma vez que a obra estimada inicialmente em R$ 105 milhões, deve beneficiar a mais de dois milhões de pessoas, entre as quais mais de 400 mil moradores do eixo Ilhéus-Itabuna. O deputado conta que veio a Itabuna para informar ao prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, de quem é amigo pessoal, sobre o destravamento da obra e para um contato com jornalistas e lideranças políticas, para anúncio das boas novas. 

Ele destaca ainda, que a execução da obra não é um projeto eleitoreiro, porque o projeto já havia sido lançado oficialmente numa solenidade realizada em Itabuna pelo governador do estado, mas não tinha saído do papel em função de entraves burocráticos e em atendimento a exigências técnicas do TCU e DNIT: “ela também marca uma parceria que deu certo entre o presidente Bolsonaro e a região Sul da Bahia, onde deve no próximo ano anunciar obras estruturantes, a exemplo da retomada da Ferrovia da Integração Oeste-Leste”.

Para João Bacelar a duplicação da BR 415, trecho Ilhéus-Itabuna, é uma necessidade em função da alta densidade de tráfego entre as duas maiores cidades do Sul da Bahia. A via é hoje considerada uma avenida urbana, com uma velocidade média de 30 quilômetros por hora para o trânsito de veículos e até frequentes engarrafamentos nos horários de maior densidade de tráfego, numa área que no futuro poderá ser transformada numa região metropolitana.

Um outro aspecto observado pelo parlamentar, é que nenhum candidato pode pongar na execução e viabilização desta obra, que para sair do papel levou mais de uma década entre planejamento, licitações e o cumprimento das exigências técnicas recomendadas pelo DNIT  e pelo TCU, que monitora o custo e a execução de obras públicas com recursos do governo federal.

O parlamentar lembrou que Fernando Gomes recebeu nesta atua gestão um governo de terra arrasada, sem recursos e com um pesado endividamento. Ele conta que acompanhou as negociações do governo municipal de uma dívida de mais de R$ 130 milhões com o INSS e que seria refinanciada através da Caixa. 

O impasse ficou para o prazo oferecido pelo banco estatal, que era inferior ao da capacidade de pagamento do município, o que dificultou a obtenção de recursos a fundo perdido para o município, o qual também ficou impedido de obter recursos a fundo perdido e de realizar convênios com o Estado e a União, mas assegura que caso Fernando Gomes venha a ser reeleito, a cidade será transformada num canteiro de obras.

Lembrou que os projetos como o da ligação da BR-101 e BR-415 passando pelo Hospital de Base, em Itabuna já existem e dependem do êxito de uma nova negociação já em andamento e que pode ser acelerada depois do período eleitoral.

sábado, 7 de novembro de 2020

TRE da Bahia recomenda uso do e-título na votação

A versão atualizada do aplicativo permite aos usuários justificar de forma on-line a ausência nas Eleições Municipais de 2020, por meio de seus smartphones e tablets, além de outras funcionalidades


Do -  Tribuna da Bahia -  O eleitor que estiver com dúvidas, pendências ou tenha perdido o título eleitoral por esses dias não precisa se preocupar nem sair correndo para fazer outro documento. Com as facilidades tecnológicas basta baixar a nova versão do e- título e resolver tudo online. De acordo com o último relatório do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 180 mil baianos já baixaram o documento digital. A versão atualizada do aplicativo permite aos usuários justificar de forma on-line a ausência nas Eleições Municipais de 2020, por meio de seus smartphones e tablets, além de outras funcionalidades.

O novo app do e-Título também traz melhorias de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, informações sobre o acesso e as condições da seção eleitoral. Além disso, o cidadão poderá realizar cadastro como mesário voluntário, consultar débitos com a Justiça Eleitoral e emitir guias de pagamentos.

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) orienta aos eleitores que baixem a nova versão o quanto antes para evitar eventuais “filas virtuais” nos dias que antecedem

o pleito, e que podem comprometer a qualidade da conexão em virtude da grande quantidade de acessos simultâneos.

Para baixar o aplicativo, o eleitor deverá acessar uma das plataformas (Android e iOS) disponíveis para download no Google Play e na Apple Store. Para utilizá-lo, o eleitor deve inserir o número do seu título eleitoral, seu nome, o nome da mãe e do pai e a data de nascimento.

De acordo com o último relatório emitido pelo TSE, São Paulo lidera o ranking de downloads, com 778.417, seguido por Minas Gerais (220.376), Rio de Janeiro (180.654), Bahia (179.220) e Paraná (146.080). Atualmente mais de dois milhões de eleitores já baixaram o e-Título (2.676.069).

Os eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral no dia da eleição poderão utilizar o e-Título para justificar sua ausência, por meio da geolocalização do aplicativo. Essa funcionalidade estará disponível somente no dia da eleição, das 7h às 17h.

Para fazer a justificativa fora do dia da eleição, o eleitor poderá apresentar documento comprobatório que motivou a ausência (60 dias para justificar após cada pleito, ou 30 dias para justificar após retorno ao Brasil).

O título eleitoral não é o único documento que possibilita a participação nas eleições. O eleitor pode se apresentar à mesa de votação levando qualquer documento oficial com foto, como a carteira de identidade ou a carteira de motorista.

A chefe de cartório da 14ª ZE Silvana Caldas recomenda, “este ano deem preferência a utilização do título digital. No aplicativo do e-título que é gratuito o eleitor tem todas a informações sobre local de votação, certidão eleitoral, certidão criminal e pode utilizar como documento oficial para se identificar na seção. A nova versão do e-título já tem a foto. Fiquem atentos pois houve muitas mudanças nas zonas e locais de votação. Confirme seu local de votação.”

Lembrando que, em razão da pandemia da Covid-19, o Congresso Nacional decidiu adiar o pleito para 15 de novembro e se houver segundo turno, a data será 29 de novembro. Os cargos em disputa são prefeito, vice-prefeito e vereador.

Joe Biden vence as eleições dos Estados Unidos e acaba com a era Trump


Uma maré de participação, com impulso especial das mulheres e dos jovens, exalta o democrata de 77 anos, após o período de ruptura da presidência Trump

Do - brasil.elpais.com -  O democrata Joe Biden derrotou o republicano Donald Trump nas eleições 2020 e será o presidente dos Estados Unidos, de acordo com as projeções da imprensa e em meio a um escrutínio agônico de mais de 72 horas. Uma maré de participação, com impulso especial das mulheres e dos jovens, decidiu expulsar da Casa Branca Trump, o empresário imobiliário nova-iorquino que levou o populismo mais agressivo, beirando o xenófobo, ao centro do poder. A vitória de Biden, um político moderado de 77 anos, significa um repúdio a esta era turbulenta e transmite uma poderosa mensagem para o resto do mundo, onde outros movimentos semelhantes estão começando a se desgastar.

Apoie nosso jornalismo. Assine o EL PAÍS clicando aqui - A última atualização da contagem na Pensilvânia nesta manhã deste sábado, no horário de Washington, certificou Biden como o vencedor daquele território-chave e, com isso, também como vencedor das eleições. Ele ultrapassou 270 votos eleitorais e Trump acaba de se tornar o primeiro presidente nos últimos 25 anos a perder a reeleição.

A queda de Trump não se traduz no fim das ideias e sentimentos que o impulsionaram, nem implica que o fosso social e cultural que divide este país esteja em vias de se fechar. Os dispositivos de segurança mobilizados nestes dias nas grandes cidades pelas autoridades e cidadãos comuns, com medo da violência, dão conta do clima de tensão. O próprio presidente o alentou até o último momento, agitando o fantasma da fraude eleitoral. O que o resultado reflete é que a união dos eleitores democratas é mais numerosa e representativa dos Estados Unidos do que a direita branca a que Trump apelou durante os últimos quatro anos.

Biden, o vice-presidente da Administração de Barack Obama, não foi enaltecido pelo entusiasmo ou pelo carisma, mas por uma colossal onda de rejeição a Trump. Esta começou a ser construída com aquela primeira Marcha das Mulheres, no dia seguinte à sua posse, em Washington; com as manifestações pelo clima ou com os protestos dos jovens contra as armas. Nas eleições legislativas de novembro de 2018 cristalizou-se com a maior vitória democrata desde Watergate e, neste verão, depois da dura resposta do mandatário às mobilizações contra o racismo, aumentou sua intensidade. A gestão errática da pandemia acabou estimulando os eleitores e nesta terça-feira eles fecharam seu caminho para um segundo mandato.

Biden, de perfil centrista e quase octogenário, parecia há um ano uma aposta contrária aos tempos, alheia à nova força vital do Partido Democrata, distante dos pujantes discursos da ala esquerda e sem ímpeto suficiente para enfrentar um tigre político como Trump. Sua figura, porém, é a que mais gerou consenso entre as diferentes sensibilidades; sua estabilidade, sua moderação e suas irresistíveis doses de empatia fizeram dele aquele nome em torno do qual cerrar fileiras. Em primárias com mais de 20 pré-candidatos, erigiu-se em vencedor.

O futuro presidente norte-americano é descendente de uma família irlandesa trabalhadora, filho de um vendedor de carros Chevrolet de Delaware, um pequeno Estado situado a uma hora e meia da cidade de Washington. Nasceu em 1942 em Scranton, uma cidade mineira da Pensilvânia, mas seu pai perdeu o emprego e, quando tinha apenas 10 anos, a família se mudou. Em Delaware estudou Direito e também iniciou uma carreira política promissora e precoce. Foi eleito senador pela primeira vez em 1972, aos 29 anos, e lançou sua primeira candidatura à Casa Branca em 1987, com um desenlace para ser esquecido: retirou-se das primárias em meio a acusações de plágio. Nas primárias de 2008, diante de Barack Obama e Hillary Clinton, também saiu cedo, sem alternativas, mas o jovem Obama o escolheu como número dois e foi vice-presidente por oito anos.

Sua vida está marcada tanto pela ambição quanto pela tragédia. Quando completou 30 anos, o senador recém-eleito perdeu a primeira esposa e a filha de um ano em um acidente de carro. Em 2015 morreu de câncer outro de seus filhos, Beau, uma estrela em ascensão do Partido Democrata que sempre o incentivou a continuar.

Nesta terça-feira, ele cumpriu a promessa que fez a Beau e o sonho que começou a acalentar há meio século. Quando prestar juramento terá 78 anos e será o presidente mais idoso a chegar ao Salão Oval. Tudo indica que será presidente de um único mandato. Durante a campanha, para apaziguar receios sobre sua idade, sua equipe adiantou que não se candidataria à reeleição, o que direciona os holofotes para sua companheira de chapa, a futura vice-presidenta Kamala Harris.

A senadora da Califórnia, de 56 anos, será a primeira mulher a ocupar esse cargo e, portanto, uma candidata mais do que potencial para substituir Biden em 2024. A ascensão do número dois de Obama ao cargo mais poderoso do mundo não resolveu a questão da renovação geracional do partido, assunto pendente para a próxima eleição. Harris, uma ex-procuradora negra, de pai jamaicano e mãe indiana, já foi uma das pré-candidatas nas primárias democratas deste ano.

Mas ainda faltam quatro anos muito difíceis. O futuro presidente enfrenta o desafio de tirar o país de uma grave crise econômica e sanitária que ninguém previa há apenas um ano e deve fazer isso em meio a uma grave fratura política e social. Os norte-americanos estão mais divididos do que há quatro anos em questões como raça, gênero ou armas, e a campanha se desenrolou de forma especialmente rude.

Derrota

Trump sinalizou até o final que não aceitaria facilmente a derrota e alimentou suspeitas de fraude eleitoral. É o homem que usa a palavra “perdedor” como insulto mais recorrente e costuma dizer “ganhar” para falar sobre o progresso e o desenvolvimento dos Estados Unidos. Nesta terça-feira, enquanto os norte-americanos votavam, falou com franqueza a um grupo de jornalistas na sede do Comitê Republicano da Virgínia: “Vencer sempre é fácil, perder não. Não para mim”, disse.

O novo presidente presta juramento em 20 de janeiro de 2021, mas a Administração Trump já tem data de morte. Com ela se vai um personagem irrepetível, um vendaval. O confronto é seu habitat e a rejeição lhe dá alimento. Mantém uma histórica relação de amor e ódio com os meios de comunicação: ele os denigre ao mesmo tempo em que se mostra mais acessível do que qualquer outro presidente que se recorde em Washington. Politicamente venenoso, jogou gasolina em cada fogo que o país enfrentou: desde se mostrar equidistante entre os neonazistas e os manifestantes antirracistas de Charlottesville em 2017 até incentivar a revolta contra as ordens de confinamento por causa da pandemia nos Estados democratas.

Pelo menos até a pandemia, o republicano deu argumentos às suas bases para que votassem nele novamente. Conseguiu levar adiante a maior redução de impostos desde a era Reagan, promoveu a desregulamentação dos negócios, especialmente em detrimento das normativas ambientais, e cumpriu suas promessas de mão dura com a imigração até onde o Congresso e a Suprema Corte lhe permitiram.

Na oposição, a rejeição democrata a Trump vai muito além da agenda conservadora que promoveu, tem a ver com o estupor que causou em meio mundo. Os insultos, os acenos para a extrema direita, as pressões sobre o Departamento de Justiça e medidas migratórias tão duras como a separação de crianças migrantes e seus pais desenharam uma imagem irreconhecível dos Estados Unidos. O Partido Republicano de Abraham Lincoln, que nos últimos quatro anos se dobrou aos desígnios de Trump, começa agora seu particular processo de reflexão.

Biden significa o regresso de uma figura do establishment, um perfil de consenso para um tempo de luto. Mais de 320.000 pessoas perderam a vida devido ao coronavírus somente nos Estados Unidos e não há um horizonte claro para o retorno à normalidade. Trump, um empresário com grande faro político, temeu isso desde o primeiro momento. As pressões sobre a Justiça da Ucrânia no verão de 2019 para que anunciasse investigações por corrupção que enlameassem o vice-presidente de Barack Obama derivou no julgamento do impeachment. Trump o venceu protegido pelos republicanos do Senado. Agora os norte-americanos lhe mostraram a porta.

Prefeitura de Itabuna faz mutirão para levantamento de prejuízos sofridos devido as chuvas

 



A Prefeitura Municipal de Itabuna, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Defesa Civil, está com seu corpo técnico trabalhando neste final de semana em forma de mutirão, com a meta de o mais breve possível fazer um levantamento geral dos prejuízos sofridos pelo município por conta do temporal que atingiu a cidade há cerca de uma semana.

Como resultado desse mutirão, será elaborado um relatório e orçamentos para reconstrução e construção de contenções, redes de drenagem, órgãos públicos, recuperação de bairros e pavimentação asfáltica, que serão enviados para Defesa Civil Nacional. Até o momento, de acordo com o relatório, 427 casas foram notificadas pelos técnicos da Sedur, e serão notificadas pela Defesa Civil. - ascom

Bolsonaro fará live diária com candidatos a prefeito e vereador



Presidente anunciou neste sábado (7/11) que convidará políticos que concorrerão no pleito deste ano para uma espécie de "horário eleitoral gratuito"

Do - correiobraziliense.com.br-  A partir da próxima segunda-feira (9/11), o presidente Jair Bolsonaro vai promover lives diárias nas suas redes sociais com candidatos a prefeito e a vereador que disputarão o pleito municipal deste ano, cujo primeiro turno será realizado no domingo (15/11).

Durante transmissão ao vivo neste sábado (7/11), Bolsonaro comentou que fará as transmissões para apresentar os seus apadrinhados e as propostas de cada um deles, no que ele definiu como o "nosso horário eleitoral gratuito".

"A partir de segunda-feira, todo dia às 19h, ate o sábado (14/11), fazer uma live, que seria o nosso horário eleitoral gratuito. Vamos falar de política aqui. A gente pretende, se for possível trazer, alguns desses candidatos", anunciou o presidente.

No vídeo, Bolsonaro estava acompanhado de uma das suas apostas eleitorais, a Coronel Fernanda (Patriota), que vai concorrer a uma vaga ao Senado por Mato Grosso. Neste ano, além de prefeito e vereador, os eleitores do estado terão de votar para senador em razão da cassação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do mandato da ex-senadora Selma Arruda e de seus dois suplentes por caixa dois e abuso do poder econômico na campanha de 2018.

Bolsonaro pediu aos eleitores que ainda não escolheram seus candidatos a votar nos nomes apoiados por ele. "Se você tem seu candidato, continue com ele, sem problema nenhum. Mas você, que está indeciso e você que gosta de mim, que tem simpatia pelo nosso trabalho, peço que apoie esses candidatos."

O mandatário afirmou que precisa de políticos nos municípios que deem respaldo ao governo federal. Bolsonaro ainda alertou que cada voto é indispensável, sobretudo para evitar que o Brasil seja governado pela esquerda. "O apelo que faço a vocês: votem. O pior voto é aquele que é neutro, que é nulo, que é branco, que faz uma gracinha e não quer votar em ninguém. O voto é muito importante", defendeu Bolsonaro.

"Vocês estão vendo as questões do mundo, como está a política no mundo. Cada um tem a sua opinião, mas vocês têm que ver que, aqui na América do Sul, vários países nós temos pintados, novamente, de vermelho. Eu não tenho como mudar de acordo com o que eu acho que tem que ser mudado o destino do Brasil, porque tem gente que acha que o destino tem que ser outro. E pode até ser que ele tenha razão, mas eu faço o meu trabalho com o coração. Agora, precisamos, sim, de prefeitos afinados com aquilo que você pensa. Com vereadores e com a senadora pelo Mato Grosso, porque são essas pessoas que dão força para que essas políticas sejam levadas avante no futuro", acrescentou.

Ele também pontuou que os eleitores devem avaliar bem cada candidato. "A gente, muitas vezes, não dá valor a uma candidatura a vereador. Eu comecei como vereador, fui eleito em 1988, e 30 anos depois cheguei à Presidência da República. Então, você pode estar plantando aí no seu município o futuro prefeito da capital, o futuro governador do estado e, quem sabe, um futuro presidente da República", disse.

Pandemia da covid-19

De acordo com Bolsonaro, a forma como os políticos lidaram com a pandemia do novo coronavírus deve ser levada em conta na hora de o eleitor definir o voto.

"Você sabe o que você sofreu na mão do seu governador e do seu prefeito. Se você sofreu, não reeleja seu prefeito. Você quer continuar sofrendo? Imagine que venha a tal segunda onda aí. Vai fechar teu município, de novo, tudo? Acaba com a economia", alertou.

"Se tiver a segunda onda, os prefeitos vão ser importantíssimos. Porque os prefeitos podem falar que, se o governador quiser o lockdown, um confinamento, os prefeitos podem reunir e ir lá falar com o governador e resolver essa parada. O seu voto e importantíssimo agora. Se o prefeito fez barbaridade, não reeleja", completou o presidente. 

Valores

Outra dica de Bolsonaro aos eleitores foi para que eles deem preferência a candidatos "com viés conservador, preocupados com a família e com os bons costumes,  e que vão fazer com que o município funcione melhor na questão da educação".

"Tem que olhar esses valores nessas pessoas para você decidir o seu voto. Se ele é um bom administrador. Ver a vida pregressa dele. Ver o partido político. Mas tem certos partidos que não dá para votar nessas pessoas. Que seja até um conhecido teu, não dá. Você está voando em alguém que, no futuro, vai ajudar a eleger gente dos próprios partidos", observou.

Ônibus do transporte coletivo já estão em operação na cidade


A cidade de Itabuna amanheceu com mais uma rotina retomada após cerca de oito meses sem transporte coletivo. Após muitas negociações e intermediações da justiça, a Prefeitura Municipal de Itabuna conseguiu encontrar uma solução para esse impasse e firmou contrato emergencial com a empresa São Miguel, para a retomada do serviço na cidade.

Neste primeiro momento estão sendo atendidas linhas emergenciais com 10 ônibus, sendo que nasegunda-feira (09), um total de 30 veículos do transporte coletivo já estarão circulando na cidade.  Vale ressaltar que o valor da passagem permanece inalterado: R$ 3,70, e as vans escolares que  estavam atendendo a população 
permanecem em atividade.


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Campanha de Fernando Gomes destaca obras e geração de emprego e renda

Seguindo o que determinam as normas de segurança e distanciamento social  recomendadas para a prevenção do novo  coronavírus, o candidato à reeleição pela coligação Deixa Fernando Trabalhar, Fernando Gomes continua sua campanha normalmente e de acordo com o planejando, realizado encontros com lideranças comunitárias, recebendo importantes apoios, visitando os bairros e gravando seus programas eleitorais. No rádio e na televisão o destaque tem sido dado às obras e realizações por cinco mandatos e ao voto de amor e gratidão.


O destaque de obras tem como referência  o Hospital de Base, a Vila Olímpica, o Teatro Candinha Dórea, escolas, infraestrutura urbana e também de geração de emprego e renda através da atração de  indústrias e investimentos para Itabuna, a exemplo do projeto da Havan. 

Quanto a Vila Olímpica de Itabuna, ela deverá ser recuperada através de uma parceria com o governo do Estado, a obra deverá custar R$ 3,4 milhões e é objeto de um convênio entre o município e o governo estadual. O equipamento será utilizado também  por alunos da rede estadual e municipal de ensino.

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Entidades brasileiras do setor cacaueiro apresentam estudo sobre viabilidade econômica do cacau

Entidades brasileiras do setor cacaueiro apresentam estudo sobre viabilidade econômica.  financiamento e sustentabilidade no Partnership Mee...