sábado, 18 de dezembro de 2010

CÂMARA DOS DEPUTADOS:lugar de palhaços e ladrões

 A Câmara dos Deputados se transformou num verdadeiro antro; num lugar proibido para menores; num ambiente onde campeia tudo que é pernicioso, ruim, imoral. Além disso, em uma casa do escracho, da galhofa, da piada pronta.

Lá você encontra gente que responde processos por vários tipos de crimes. E deputados que defendem o crime organizado e lutam por criminosos, como no caso dos bingos. Até gente que já foi condenada, e que deveria estar atrás das grades.

E não venham dizer que é culpa da justiça unicamente. Os maiores culpados são os eleitores.

Depois que Paulo Maluf foi liberado, agora o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar para que Natan Donadon (PMDB-RO) seja diplomado deputado federal.

Esse cidadão recentemente foi condenado a 13 anos de prisão por formação de quadrilha e peculato, havia tido o registro negado por estar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.


O ministro entendeu que, ao negar o registro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) transgrediu a garantia fundamental da presunção de inocência ao campo dos direitos políticos, que abrangem o direito de votar e o direito de ser votado.

Donadon, que é deputado federal pelo Estado de Rondônia, conseguiu se reeleger com 43.627 votos, foi o quinto candidato a deputado federal mais votado daquele estado.

O político foi condenado à prisão, em regime inicialmente fechado, no dia 28 de outubro, também pelo Supremo, acusado de desviar mais de R$ 8 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia entre os anos 1995 e 1998, quando foi diretor financeiro da instituição. Segundo a decisão, ele terá que restituir aos cofres estaduais R$ 1,6 milhão.

O Ministério Público Eleitoral de Rondônia impugnou o registro de Donadon nas eleições deste ano pelo fato de o deputado já ter duas condenações no Tribunal de Justiça do Estado por ato de enriquecimento ilícito, peculato e formação de quadrilha.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PARLAMENTARES BRASILEIROS SÃO VERDADEIROS MARAJÁS

O aumento aprovado pelos congressistas brasileiros aos seus próprios salários, na quarta-feira, deixa os vencimentos básicos de deputados e senadores do país 8% maiores do que os dos congressistas americanos e 84% maior do que os dos britânicos, segundo um levantamento feito pela BBC Brasil.

A decisão aprovada no Congresso brasileiro elevou os salários dos deputados e senadores em 62%, de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil, a partir de fevereiro de 2011. Os salários do presidente, do vice e dos ministros também serão elevados.

Segundo dados do Parlamento britânico, cada um dos 650 deputados da Câmara dos Comuns recebe um salário básico equivalente a 5.478 libras por mês (cerca de R$ 14.541).
Nos Estados Unidos, deputados e senadores recebem um salário básico equivalente a US$ 14.500 por mês (cerca de R$ 24.700).

Os salários dos congressistas brasileiros também ficarão quase seis vezes mais altos do que os de seus pares argentinos. Os deputados do país vizinho ganham um salário básico mensal de 10.600 pesos (cerca de R$ 4.540), enquanto os senadores recebem cerca de 16 mil pesos mensais (R$ 6.850).
Comparações

Um levantamento comparativo preparado pelo Parlamento britânico em 2007 mostra os vencimentos dos congressistas de países como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Espanha e Suécia.

Segundo o levantamento britânico, que incluiu também dados da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, em 2007 os deputados e senadores americanos eram os que tinham os maiores vencimentos entre esses países, seguidos pelos italianos, que tinham salários equivalentes a R$ 22.350 mensais.

Na outra ponta, a Espanha tinha os menores salários de parlamentares em 2007 - o equivalente a R$ 6.466 mensais, seguida de Suécia (R$ 9.469) e Noruega (R$ 9.649).
O aumento concedido pelos congressistas brasileiros aos seus próprios salários não supera, em termos proporcionais, a elevação aprovada em agosto para os vencimentos dos parlamentares indianos, de mais de 200%.

Ainda assim, a triplicação dos salários dos parlamentares indianos elevou-os para 50 mil rupias mensais, ou o equivalente a R$ 1,8 mil mensais.



Militantes gays reafirmam que querem censurar cristãos

Em matéria publicada no site gay Mundo Mais no final de outubro, o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, expõe os planos da militância gayzista a partir dos resultados das eleições de 2010. Ele avalia o novo quadro político e se mostra confiante no sucesso dos projetos gayzistas com a eleição de Dilma Rousseff (PT).

É interessante observar o cinismo nos discursos de Dilma e Toni Reis, que dizem “não querer prejudicar ninguém” e, “bondosamente”, até aceitam que religiosos possam falar de homossexualismo, mas só dentro das igrejas, como se isso fosse uma grande liberdade que eles estivessem concedendo aos cristãos.
A matéria com Toni Reis, figura atuante no lobby gay junto ao Governo e Congresso Nacional, acrescenta que religiosos não devem poder se expressar publicamente sobre o homossexualismo, muito menos nos meios de comunicação, citando o exemplo do Pr. Silas Malafaia, o qual a militância gay freqüentemente rotula como “homofóbico” e cujo programa “Vitória em Cristo” a ABGLT já tentou censurar anteriormente, além de ter solicitado ao Conselho Federal de Psicologia (CFP) punição para o pastor, que é também psicólogo.
Para enganar incautos, Toni Reis, Dilma Rousseff e companheiros gayzistas fingem “amaciar” o PLC 122, dando autorização para que religiosos se expressem, mas apenas dentro de suas igrejas, e olhe lá. Nada de cristãos abrindo o bico fora dali.
Mas as avenidas e praças públicas, escolas, TVs, rádios, jornais, além de todo o aparato estatal, permanecerão à inteira disposição dos militantes gays para fazerem propaganda de seu estilo de vida e de sua ideologia, inclusive contra os cristãos, como já vem acontecendo há bastante tempo.
Em resumo: Liberdade de expressão? Só para a militância homossexual. Censura para os religiosos e todos mais que contrariarem a agenda gay.
Continuam, espertamente, confundindo Estado laico com Estado anti-cristão — ou Estado gay. E transformando a democracia em homocracia.

LIXO RECICLÁVEL

Os catadores de lixo reciclável do município de Itacaré, a 436 quilômetros de Salvador, já podem trabalhar com mais segurança. Na noite de quinta-feira (16), foram entregues na Câmara de Vereadores de Itacaré 60 kits de equipamento de proteção individual (EPI).

A ação é parte do projeto que a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com a prefeitura de Itacaré, realiza para reverter a situação dos catadores, capacitando-os para o trabalho profissional de reciclagem e implantando a coleta seletiva por meio da organização de uma cooperativa.

“Além do viés social, a iniciativa da Setre tem como objetivo contribuir na preservação do ambiente urbano do município, através de campanhas de educação ambiental e conscientização da comunidade sobre a importância da adesão à coleta seletiva”, afirmou o superintendente de Economia Solidária, Helbeth Oliva.

Dentro do projeto, a prefeitura de Itacaré vai construir um galpão e comprar um caminhão para a coleta seletiva. À Setre caberá disponibilizar maquinário, fardamento, formação do pessoal e material de divulgação.

VIVA DILLMA !!

O salário mínimo está subindo 5,08%. Pouco mais de R$ 1 de aumento real. O salário da DiLLma está subindo 133,9%, para uma inflação de menos de 20% depois da última atualização.

O salário mínimo será de R$ 540. O salário da Dillma será de R$ 26,7 mil, mais cartão corporativo secreto. Junto com o salário da Dilma, sobem os salários dos deputados, senadores e ministros.

Também dos ex-presidentes Sarney, Itamar, Collor,  FHC e LuLLa. Sobrou alguém para reclamar? Só os babacas bombeiros e babacas policiais militares, que ficaram sem a prometida PEC 300, mesmo votando em peso na Dillma.

E também os "aposentados", que não precisam de dinheiro, pois não fazem nada, no entendimento de LuLLa, DiLLma, Deputados e Senadores.

E para terminar com chave de ouro, os governadores eleitos do PSDB decidiram que não vão fazer oposição.

Prova para futuros médicos só aprova 16% em SP

17 de dezembro de 2010 - 9h 33
AE - Agência Estado

Apenas 16% dos 533 formandos em Medicina que fizeram o último exame do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) foram aprovados. Embora o desempenho na primeira fase tenha sido ligeiramente superior ao do ano passado (a aprovação passou de 40% para 57%), o índice de reprovação na segunda fase subiu de 4% para 68% - pior resultado desde a criação da prova. Além disso, a média geral em áreas básicas, como Clínica Médica e Obstetrícia, ficou abaixo da nota de corte (60%).

Para Braulio Luna Filho, coordenador do exame, a piora pode ser explicada pela mudança no perfil dos participantes e das questões de segunda fase. Neste ano, houve menor adesão dos formandos de escolas mais tradicionais. "A prova também teve grau de dificuldade maior", diz. Apesar das ressalvas, o vice-presidente do Cremesp, Renato Azevedo, considera o resultado preocupante. "A prova exige o mínimo de conhecimento que alguém que quer exercer a Medicina precisa ter."

Os resultados mostram que a maioria desconhece diagnóstico e tratamento de problemas comuns, como sífilis, tuberculose e doenças cardíacas. O Cremesp os atribui à abertura indiscriminada de cursos, muitos sem infraestrutura. E defende um exame nacional unificado e obrigatório, sem o qual o médico não obteria licença. "Ninguém é reprovado nas faculdades de Medicina. Mesmo quem não tem condições técnicas e humanas."

Embora o presidente da Associação Paulista de Medicina, Jorge Curi, concorde com a necessidade da criação de uma avaliação, ele defende que ela ocorra ao longo de todo o curso. "Não dá para, depois de a família gastar uma fortuna, você simplesmente dar a notícia de que o estudante não pode ser médico."

Para o coordenador de Ensino e Graduação do curso da Unicamp, Wilson Nadruz Júnior, os resultados do exame do Cremesp não representam a qualidade do ensino de Medicina em São Paulo. "Contrariam o desempenho que observo nas provas de seleção para residência, que é muito bom. Além disso, é uma amostra pequena", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A CASA CAIU

A promotora de Justiça de Itabuna, Thiara Rusciolelli, pediu ao juiz da Fazenda Pública de Itabuna, que seja aberta uma ação civil pública contra os vereadores Clovis Loiola, Presidente da Câmara; Roberto de Souza, 1º Secretário e Ricardo Bacelar, 2º Secretário. A medida se estende aos funcionários comissionados Kleber Ferreira, Eduardo Freire e Alisson Rodrigues.

Ela pede que todos sejam afastados provisoriamente e pede também a indisponibilidade dos bens das empresas Mozaico Fábica de Resultados ME, Vilma Suely Monteiro Gomes ME, DMS Serviços de Portaria Ltda, Robson Nascimento Silva ME e seus sócios proprietários.

A acusação é grave, ( desvio de dinheiro público entre 1 e 5 milhões de reais) e se provada, os vereadores além de perderem o mandado, podem ficar impedidos de concorrer a novas eleições por longos anos.
E legalmente pode dar até cadeira. Mas isso ninguém acredita. Pelo menos para os "nobres edis".

* Um antigo funcionário da Câmara de Vereadores de Itabuna, meio na galhofa, ao comentar a eleição de uma nova legislatura, disse:
 - "A Câmara lembra um antigo bloco do Rio de Janeiro, cujo nome era, Cada ano sai pior".
É triste constatar que a "profecia" desse funcionário vem se confirmando a cada nova legislatura.
Cada vez que a população elege uma nova Câmara, ela fica pior representada.

Quem teve o privilégio de ouvir um debate de alto nível intelectual entre Raimundo Lima x Edmundo Dourado x Flávio Simões x José Japiassú de Almeida x Valdenor Cordeiro e Josué Brandão, quando os detalhes dos projetos eram dissecados e os interesses populares eram defendidos com unhas e dentes, e hoje vai assistir a uma sessão do legislativo, quando os vereadores limitam-se a ficar sentados ou levantarem para aprovar ou não projetos, e onde as discussões são grotescas, na maioria das vezes de interesse próprio, tem a resposta para o que está acontecendo hoje no legislativo itabunense.

De um antigo e batalhador corpo funcional efetivo de 17 funcionários, que foi minguando com mortes e aposentadorias, sem que nunca houvesse um concurso público para preenchimento de vagas, a casa legislativa encheu-se de dezenas de comissionados, que ficam à mercê de "suas excelências", e por sem "comissionados", sem condições de denunciar nenhuma mazela.

Na verdade, o legislativo itabunense apequenou-se, para dizer o mínimo.

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