segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Conselho do Idoso de Itabuna
homenageou Adelindo Kfoury

Numa tarde festiva e marcada pela emoção, o Conselho do Idoso de Itabuna realizou sessão solene, na sexta-feira (10), para homenagear o escritor e historiador itabunense Adelindo Kfoury Silveira, pelos relevantes serviços prestados à comunidade. O evento foi prestigiado por representantes dos mais diversos segmentos da sociedade, clubes da terceira idade e secretários do governo municipal.

A solenidade foi organizada em parceria com a Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), o Sindicato dos Aposentados do Estado da Bahia (Sindapeb) e a Academia dos Pensadores de Itabuna. Para materializar a homenagem a Kfoury, o Conselho do Idoso e a FTC Itabuna entregaram placas ressaltando a contribuição do ilustre itabunense à preservação da história da cidade centenária.

Durante a sessão, também foram homenageadas, com a placa “Amigo do Idoso”, algumas personalidades que contribuíram ou ainda contribuem para o fortalecimento do colegiado.

A condecoração foi entregue aos secretários municipais Gustavo Lisboa, da Educação; Wesley Melo, dos Transportes e Trânsito; bem como ao diretor geral da FTC Itabuna, Cristiano Lôbo; o presidente do Sindapeb, Ornan Sarapião; e a secretária executiva do Conselho, Luciana Silva Torres.

Data memorável

Na abertura, o coral da Universidade Aberta da Terceira Idade (Unati) da Uesc entoou o Hino Nacional e outras composições do cancioneiro brasileiro. Falando de forma emocionada, a presidente do Conselho do Idoso, Nilza Coutinho, ressaltou a importância daquela sessão para o órgão.

“Hoje é uma data memorável para o Conselho do Idoso de Itabuna, que estimulado pela parceria estabelecida com a FTC, sente-se honrado e gratificado em estar homenageando Adelindo Kfoury, um homem que sabe o valor do caminho percorrido por Itabuna”, frisou Nilza.

Em seguida, o presidente do Sindapeb também discursou destacando a personalidade de Adelindo, que tem se dedicado a preservar para as futuras gerações a história de Itabuna.

Nilza Coutunho grande defensora dos idosos
O presidente da Academia dos Pensadores, Paulo Lima, saudou o homenageado dizendo: “Adelindo é um homem que honra a todos nós, é um patrimônio vivo, que exerceu importantes funções na cidade de Itabuna e, como nenhum outro historiador, teve o prazer de conhecer e conviver com descendentes de desbravadores e de sírio-libaneses. Nenhum outro historiador foi igual a Adelindo”, disse.

Também discursou o secretário Gustavo Lisboa, que informou da aquisição dos livros do historiador para 112 escolas municipais, e o diretor da FTC, Cristiano Lôbo.

Visivelmente emocionado, Adelindo fez pronunciamento agradecendo a homenagem. Mesmo enaltecendo sua família de sangue, ele fez questão de afirmar que a sua família é Itabuna, que estará sempre no seu coração. “Este é um dia que jamais esquecerei, muito obrigado Itabuna”, disse Kfoury.

A solenidade foi encerrada com declamação de poemas por integrantes do Clube dos Poetas do Sul da Bahia, além da participação especial da comediante e radialista Florentina Jerimun e apresentação do Grupo Feliz da Terceira Idade.

 Erivaldo Bomfim - Foto: Dilvulgação

LEIA DISCURSOS AO LADO 

Augusto Castro faz caminhadas nos bairros Antique e Monte Cristo

Augusto Castro, candidato a deputado estadual pelo PSDB, sempre acompanhado por uma comitiva formada por lideranças políticas e comunitárias de Itabuna e de vários municípios participou de mais uma caminhada. A visita começou no bairro Antique e se estendeu até o loteamento Monte Cristo, seguido por verdadeira multidão. Como costuma fazer durante seu contato com a população é sempre bem recebido nas ruas dos bairros, diante a forma educada e alegre que chega nas casas.

Ao visitar casa por casa o candidato fez questão de falar com cada pessoa e apresentou a oportunidade para mostrar suas propostas de trabalho que espera viabilizar a partir do ano que vem. Essa atividade empolgou grande parte da população. Por mais de três horas ele conversou com diversos moradores e comerciantes, abraçou eleitores, além de ouvir inúmeras mensagens de estímulo.

Jovens e idosos observavam com atenção a sua fala. A professora Maria das Graças Monteiro de Carvalho, que há 35 anos vive no bairro Antique achou interessante o trabalho de divulgação do candidato. "Olha, Augusto, desejo que suas propostas sejam de fato cumpridas”. A moradora do bairro Monte Cristo, a aposentada Creuza Benjaminta dos Santos disse que “a maior demanda desses dois bairros é na área de saúde. Creio que você sendo amigo do prefeito Capitão Azevedo essa ação pode muito bem viabilizada e seremos muitíssimos gratos”.

Por - Everaldo Benedito
13 de setembro de 2010.

domingo, 12 de setembro de 2010

MAIS UM ESCÂNDALO DO TIME DO LULA

Sucessora de Dilma acusada de atuar em central de propina, mas Lula não sabe de nada...


Segundo "Veja", filho lobista da ministra seria o articulador: "minha mãe resolve"



Brasília. Conhecida por ser "braço direito" da presidenciável Dilma Rousseff (PT), a advogada Erenice Guerra, sucessora da candidata petista no comando da Casa Civil, é acusada, em reportagem da revista "Veja" desta semana, de montar no Planalto uma central de lobby que cobraria propina de 6% de empresários interessados em fechar negócios com a União. A reportagem revela que o filho de Erenice, Israel Guerra tornou-se um próspero consultor.

Segundo a reportagem, Israel operou, pelo menos, a concessão de um contrato de R$ 84 milhões para um empresário do setor aéreo com negócios com os Correios. Chamada de "taxa de sucesso", o valor de R$ 5 milhões.

Em abril de 2009, o empresário Fábio Baracat, dono de uma empresa de transporte de carga aérea queria ampliar sua participação na estatal. Para obter sucesso, teria procurado consultores ligados a Erenice e feito o canal com Israel.

No contato, obteve a certeza de que o negócio sairia. "Bastava pagar", teria relatado Baracat. Nos acertos seguintes, Israel mostrou que o sucesso dependia de Erenice. "Minha mãe resolve", teria dito o filho da ministra.

Resposta. Por nota, Erenice rebateu as denúncias e informou que estão à disposição seu sigilo fiscal, bancário e telefônico, assim como o de seus familiares. Segundo ela, a matéria é "caluniosa".

A ministra questionou ainda a motivação de "Veja": "Lamento que o processo eleitoral, no qual a citada revista está envolvida da forma mais virulenta e menos ética possível, propicie esse tipo de comportamento".

“Maracutaia”

Segundo tucano, Casa Civil é foco de corrupção

Goiânia. A oposição, de pronto associou a nova denúncia contra a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, à adversária Dilma Rousseff (PT). O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, considerou “gravíssima” a denúncia da revista “Veja” sobre tráfico de influência do filho da ministra. Para Serra, a Casa Civil é um “foco de corrupção”.

“Eu achei uma denúncia gravíssima. O Brasil tem que mudar e a hora é agora, nas eleições”, disse o tucano, emendando: “Não é possível que algum partido ache natural essa corrupção. E não é. A Casa Civil é um foco de corrupção”.

Lembrando que foi na gestão do ex-ministro José Dirceu no ministério que surgiu o escândalo do mensalão, Serra afirmou: “E agora volta a ser um centro de maracutaia. Tem que ter punição”.

O candidato a vice do tucano, Indio da Costa (DEM), também associar Erenice à presidenciável adversária. “A Erenice trabalha para quem? A Erenice não existe, Erenice é a Dilma. A democracia está ameaçada com esse nível de vale-tudo, de tanto faz: é quebra de sigilo, distribuição de recursos agora”.

Publicado em: 12/09/2010

sábado, 11 de setembro de 2010

LIMINAR MARCA VITÓRIA DE PRODUTORES CONTRA A FUNAI

Juiz considera que a negativa de acesso aos autos viola o princípio da ampla defesa e do contraditório.

Foto: Prof. Ed Brasil (e) com o jornalista Kleber Torres: “O processo afeta diretamente mais de 20 mil pessoas em 4 municípios da região de Ilhéus.”

O juiz federal substituto da 9ª Vara do Distrito Federal, Márcio de França Moreira, acatou liminar e determinou que o presidente da FUNAI autorize amplo acesso do professor Ednilton Oliveira Ferreira, o Ed Brasil, ao processo administrativo que pleiteia a desapropriação de uma área de 47 mil hectares nos municípios de Ilhéus, Una, São José da Vitória e Buerarema para delimitação de terras para supostos índios Tupinambás.

Na decisão, ele destaca que Ed Brasil postula acesso à extração de cópia integral das peças constantes do Processo Administrativo relativo à identificação e delimitação de terra indígena de Olivença, ao argumentar de que a negativa de vista e de acesso aos autos viola o princípio constitucional da ampla defesa e do contraditório. O juiz levou ainda em conta o risco de dano irreparável ou de difícil reparação caso a proteção jurisdicional venha a ser concedida apenas no final do processo.

Na sua decisão o juiz Márcio de França Moreira fala do perigo da demora na decisão uma vez que “a Funai está na iminência de emitir um parecer final a fim de encaminhar os autos ao processo administrativo ao Ministério da Justiça para decisão”.

PROCESSO

Em entrevista ao Agora, Ed Brasil destaca que o processo afeta diretamente a mais de 20 mil pessoas em quatro municípios da região e que ocupam legitimamente áreas produtivas: “A nossa ação teve caráter individual e é independente da mobilização da Associação dos Pequenos Produtores, justamente com o objetivo de corrigir desmandos e danos irreversíveis para famílias que vivem na zona rural”.
Olivença num dia de verão

Ele lembra que existem famílias que já estão na terceira geração e que só sabem trabalhar na agricultura. Destaca ainda que a perda destas terras teria um impacto social muito grande, até porque, além de gerar problemas de abastecimento para a população de Ilhéus, Itabuna e municípios vizinhos, também geraria desemprego e forçaria a migração de milhares de famílias da zona rural para a área urbana.

Um problema a mais é que o professor, mesmo sendo herdeiro e proprietário de uma área no perímetro da demarcação, não fez parte da defesa administrativa e não foi citado pela FUNAI. O fato foi confirmado, segundo ele, pela própria FUNAI em resposta a um requerimento encaminhado pelo agricultor, para quem desta forma foi definido o caminho mais curto para impetrar o mandado de segurança.

AÇÃO DIFERENCIADA

Ed Brasil admite ainda, que mesmo reconhecendo o esforço de parlamentares, da Associação dos Pequenos Produtores e das lideranças políticas dos municípios afetados, resolveu iniciar uma ação diferenciada e através de um caminho alternativo que fortalecesse aos produtores nesse processo desigual de demarcação patrocinado pro um órgão do governo.

O primeiro passo foi convocar uma equipe de colaboradores integrada por Wallisson André Maia Xavier e Edgard Freitas Siqueira, entre outros, que iniciaram uma série de pesquisas e consultas a especialistas na área jurídica alguns deles de renome nacional: “Fomos ao Ministério da Justiça, à FUNAI, visitamos gabinetes de parlamentares e mesmo da Frente Parlamentar Agropecuária”, explicou.

Ao concluir que ações paralelas e individuais representam uma alternativa a mais nessa luta, a segunda alternativa foi contratar um advogado para acompanhar o processo nas diversas instâncias institucionais. Nesta ação cautelar, por exemplo, o juiz federal determinou correções no processo da FUNAI, que não cita centenas de pequenos produtores na área e que seriam duramente afetados coma desapropriação das terras, “mas a maior vitória foi, sem dúvida o mandado de segurança, o que vai permitir o acompanhamento do processo”.

INFORMAÇÕES

O próximo passo será mobilizar produtores que não foram citados para que requeiram mais informações sobre o processo, o que amplia o prazo para a defesa e para a interposição de recursos, num processo cheio de vícios e incorreções, que não oferece nem mesmo o direito do contraditório.

PROJETOS

Ele destaca ainda que em paralelo a tudo isso, os produtores da região devem estar atentos para acompanhar projetos que tramitam no Congresso Nacional e que tiram da FUNAI os poderes para pedir a desapropriação de terras e mesmo exige uma indenização para os imóveis com pagamento em dinheiro, com recursos previamente alocados no orçamento da união e não em títulos do governo de difícil negociação no mercado.

Para Ed Brasil, além de um processo esdrúxulo, os produtores da região afetada pelo litígio enfrentam problemas com a desvalorização dos imóveis e com o desrespeito a direitos essenciais, até porque os mandados de reintegração de posse não são cumpridos e isso gera um clima de tensão permanente na área em litígio.

Obs: Entrevista publicada no jornal Agora (Itabuna/Ilhéus–10/09/2010) – pág. 9

Por: Carlos Malluta – carlos-malluta@edbrasil.com.br

Serra: denúncia de corrupção na Casa Civil é gravíssima

RUBENS SANTOS - Agência Estado


O presidenciável José Serra (PSDB), ao comentar o suposto escândalo envolvendo a ministra da Casa Civil, Elenice Guerra, seu filho Israel e mais dois servidores daquele ministério, considerou a denuncia gravíssima. "O Brasil tem que mudar e a época da eleição é o momento para promover estas mudanças. Não é possível que alguns candidatos e alguns partidos achem natural que esse processo de corrupção em nosso País. Não é natural, não.

Nós podemos mudar isso. Podemos mudar com eleição", disse Serra, durante visita a Goiânia, onde participou de comício seguido de carreata na capital e em duas cidades do interior (Piracanjuba e Morrinhos).


O candidato tucano criticou duramente a Casa Civil do governo Lula. "A Casa Civil tem sido um foco de problemas para o Brasil. Eu lembro que, no caso do mensalão, na época do José Dirceu, foi o centro de escândalo. Depois, esteve a Dilma, que deixou seu braço direito, uma pessoa muito próxima, e hoje de novo, o centro da maracutaia é a Casa Civil."


Serra prosseguiu em suas críticas: "Essas denúncias devem ser apuradas e tem que haver punição para os responsáveis. E não diversionismo e ocultamento". E acrescentou que. "para se terminar com estes escândalos que fazem pouco do povo brasileiro, só mesmo a eleição".


"Eu me apresento com o candidato conhecido, que tem história, e são 27 anos do Brasil em que eu ocupo cargos públicos", disse Serra, elencando sua trajetória política, e afirmando que sua vida "é um livro aberto". "Um livro aberto mesmo. De resto vocês têm na outra candidatura um envelope fechado", disse.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Zoonoses inicia vacinação anti
rábica segunda-feira em Itabuna

A Divisão de Controle de Zoonoses de Itabuna inicia na segunda-feira (12), na zona urbana do município, mais uma etapa de vacinação contra a raiva canina, antecipando a campanha nacional que será realizada no dia 18 deste mês em todo o país. O trabalho mobiliza veterinários, técnicos e vacinadores, e ficará concentrado inicialmente nas praças dos bairros Califórnia (segunda) e São Pedro, (terça), a partir das 8 horas.

O adminsitrador da divisão, Joilson da Cruz Rosa, disse que a vacinação antecipada permitirá a imunização de um maior número de cães e gatos, a exemplo do que aconteceu na zona rural. Foram mais de 3.500 animais domésticos (2.533 cães e 1.040 gatos) imunizados em apenas 15 dias, contra 700 no ano passado. O bom resultado este ano, segundo Joilson, está diretamente associado ao trabalho intensivo das equipes que visitaram, uma a uma, as fazendas próximas a Itabuna.

O diretor lembra que no dia D da vacinação, a imunização na zona urbana será realizada das 8 da manhã às 5 da tarde em todas as unidades de saúde. Ainda haverá vacinação através de três unidades móveis. Ele pede aos criadores que não deixem de levar seus animais de estimação para vacinar.

Lembra que a imunização ainda é o meio mais eficaz de controlar e reduzir as doenças infectocontagiosas que atacam animais e que também podem atingir o homem. A raiva canina é uma delas que não tem cura e mata. “A raiva caina é uma das doenças mais graves da zoonoses, causada por um vírus e transmitida pela mordida do animal infectado para o homem. Por isso todo cuidado é pouco”.

Rosi Barreto Fotos: Fotos Waldyr Gomes 10/09/10

Governador do Amapá preso pela PF será enviado para Brasília

Pedro Paulo Dias fazia parte de esquema de desvio de recursos públicos; maioria dos contratos firmados pela Secretaria de Educação beneficiava empresas previamente selecionadas


Agência Estado

O governador do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), preso na manhã desta sexta-feira (10) na capital Macapá, pela Polícia Federal (PF), será enviado a Brasília junto com outros suspeitos de envolvimento em um esquema de desvio de recursos públicos do Estado e da União. Dias e mais 17 pessoas foram presos durante a Operação Mãos Limpas.



As investigações, que contaram com o auxílio da Receita Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e do Banco Central (BC), começaram em agosto do ano passado. Foram apurados indícios de um esquema de desvio de recursos da União, que eram repassados à Secretaria de Educação do Estado do Amapá, provenientes do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).


De acordo com a PF, a maioria dos contratos administrativos firmados pela Secretaria de Educação não respeitava as formalidades legais e beneficiava empresas previamente selecionadas. Apenas uma empresa de segurança e vigilância privada, segundo a polícia, manteve contrato emergencial por três anos com a secretaria (com fatura mensal superior a R$ 2,5 milhões) e com evidências de que parte do valor retornava aos envolvidos sob forma de propina.


De acordo com as investigações, foi constatado que o mesmo esquema era aplicado em outros órgãos públicos. Foram identificados desvios de recursos no Tribunal de Contas do Estado do Amapá, na Assembleia Legislativa, na Prefeitura de Macapá, nas Secretarias de Estado de Justiça e Segurança Pública, de Saúde, de Inclusão e Mobilização Social, de Desporto e Lazer e no Instituto de Administração Penitenciária.


Foram mobilizados 600 policiais federais para cumprir 18 mandados de prisão temporária, 87 mandados de condução coercitiva e 94 de busca e apreensão, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além do Estado do Amapá, os mandados estão sendo cumpridos no Pará, Paraíba e São Paulo. Participam da ação 60 servidores da Receita Federal e 30 da CGU.

Os envolvidos estão sendo investigados pelas práticas de crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência e formação de quadrilha, entre outros crimes conexos.

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