quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A ELEIÇÃO E O BOLSA FAMÍLIA

Os números da eleição para presidente, vão surgindo. 
Vai-se descobrindo algumas coisas bem interessantes.
Uma delas é que, onde há mais miséria, e consequentemente mais Bolsa Família, o PT reina.
Temos uma população votante de 135.804.433 e de Bolsa Família de 12.180.155, que atinge um percentual de 8,86% do total de Votantes.
No 2º turno tivemos 99.463.645 de votos validos. Em comparação ao Bolsa Família, o percentual subiu para 12,24% dos votos.

Vejam a relação entre população e Bolsa Familia.

Estado /        Eleitorado /                       Nº de B. Família / 

Acre           (Eleitor 470.545)                 (Bolsa 59.022)  

Alagoas      (Eleitor 2.033.483)              (Bolsa 405.415)
 
Amapá       (Eleitor 420.331)                  (Bolsa 44.609) 

Amazonas  (Eleitor 2.028.122)                (Bolsa 277.814)
 
Bahia         (Eleitor 9.544.368)                 (Bolsa 1.631.099 

Ceará         (Eleitor 5.878.066)                (Bolsa 998.158)
 
Distrito Federal (Eleitor 1.833.942)          (Bolsa 24.451)
 
Espíritos Santos (Eleitor 2.521.991)          (Bolsa 180.005)
 
Goiás                (Eleitor 4.058.912             Bolsa 311.139)
 
Maranhão         (Eleitor 4.320.748)            (Bolsa 861.561)
 
Mato Grosso     (Eleitor 2.094.032)            (Bolsa 157.270)
 
Mato G. Sul       (Eleitor 1.700.912)           (Bolsa 123.806)
 
Minas Gerais      (Eleitor 14.513.934)         (Bolsa 1.083.450)
 
Pará                   (Eleitor 4.763.456)            Bolsa 667.605)
 
Paraíba               (Eleitor 2.738.313)            Bolsa 445.949)
 
Paraná                (Eleitor 7.597.999)            (Bolsa 438.130)
 
Pernambuco        (Eleitor 6.256.213)             (Bolsa 1.019.634)
 
Piauí                    (Eleitor 2.261.862)             (Bolsa 408.586)
 
Rio Janeiro          (Eleitor 11.584.083)           (Bolsa 604.842)
 
Rio G do Norte    (Eleitor 8.107.550)            (Bolsa 332.647)
 
Rio G do Sul        (Eleitor 2.245.135)            (Bolsa 432.442)
 
Rondônia             (Eleitor 1.078.348)             (Bolsa 110.866)
 
Roraima               (Eleitor 271.596)                (Bolsa 40.855)
 
Santa Catarina      (Eleitor 4.536.718)             (Bolsa 133.019)
 
São Paulo             (Eleitor 30.289.723)           (Bolsa 1.038.648)
 
Sergipe                 (Eleitor 1.425.334)             (Bolsa 224.305)
 
Tocantins              (Eleitor 947.906)                 Bolsa 124.828)


Veja que ótima notícia!

Implante eletrônico pode significar a cura de uma das causas da cegueira
Por Leonardo Carvalho, Atualizado: 3/11/2010 10:53

Pesquisadores alemães desenvolvem aparelho que pode devolver a visão para pessoas acometidas de distrofia retinal, um tipo específico de cegueira. Microchip substitui receptores de luz danificados na retina

Atualmente existem 20 grupos de pesquisas trabalhando duro para devolver a vida normal a pessoas acometidas de perda das funções visuais da retina, mas um grupo de cientistas da Alemanha pode estar próximo de uma solução definitiva para pelo menos uma das doenças que causam perda da visão. Eles estão fazendo testes com implantes eletrônicos que poderão restaurar a visão de pessoas acometidas de distrofia retinal. A doença é hereditária, mas pode surgir também com a idade. Ela causa a degeneração dos fotoreceptores, que são células sensíveis à luz localizadas na retina, e provoca a cegueira.

Atualmente 15 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem da doença.

O estudo conduzido por Eberthart Zrenner e seus colegas na Universidade de Tübingen, na Alemanha, consiste em implantar um microchip na retina dos pacientes. O chip, desenvolvido pela equipe, carrega 1500 diodos fotosensíveis que fazem o trabalho dos fotoreceptores danificados. Conectados a uma fonte externa de energia, os diodos estimulam os nervos óticos a enviar sinais visuais para o cérebro.

Três voluntários que receberam o implante foram capazes de reconhecer objetos iluminados. Um deles conseguiu identificar objetos normais e chegou a ler palavras escritas com fonte grande.

Nos primeiros testes a equipe removeu os implantes como medida de precaução, mas eles já estão trabalhando em um novo sistema que, quando aprovado, poderá ser implantado permanentemente.

Via New Scientist
MSN

Prefeito afasta secretário e cria comissão para apurar denúncias

Prefeito
O prefeito de Ilhéus, Newton Lima, assinou na manhã desta quarta-feira (3), decretos de números 52 e 53, afastando temporariamente o secretário de Assistência Social e Trabalho, Augusto Macedo e cria comissão de sindicância. A finalidade da comissão é apurar rigorosamente as denúncias que pesam contra a gestão do secretário. Para o prefeito, é imprescindível o afastamento do gestor durante o período de investigação até apresentação do relatório final, “pois não podemos pré-julgar e nem tampouco deixar o ocupante do cargo respondendo pela pasta no decorrer das apurações”.


A decisão do prefeito deve-se ao fato de nas últimas duas semanas o secretário afastado, Augusto Macedo, ter sido alvo de denúncias de ordem financeira, má gestão e falta de postura na condução da pasta. “Diante disso, para manter total transparência em nosso governo e ao mesmo tempo oferecer uma resposta à sociedade, abrimos esta sindicância interna, procurando conhecer as verdades dos fatos, com a observância dos princípios constitucionais”.


A comissão de sindicância está composta por José Eduardo Santana Salomão, presidente; Pedro Sanches de Oliveira, vice-presidente e Júlio Cezar de Oliveira Gomes, secretário. “É bom frisar – continuou Newton Lima -, o afastamento do secretário e a abertura da sindicância contou com total apoio e respaldo da deputada estadual Ângela Sousa, que inclusive enviou ofício fazendo estas solicitações”.
Ascom/Ilhéus
Por - Walmir Rosário
www.ilheus.ba.gob.br

Itabuna promove campanha municipal contra hanseníase

Numa parceria com a Sesab e o Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal da Saúde iniciou uma campanha de detecção e tratamento precoce da hanseníase que será implementada, no período de 8 a 12 de novembro, no Módulo IV, na zona Sul da cidade, que abrange os postos José Edites (São Caetano), Antônio Menezes (Vila Anália), João Monteiro (Pedro Jerônimo), Simão Fitermann (São Pedro) e Lavínia Magalhães (Conceição).

Segundo a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Márcia Falcão Souza, Itabuna apresenta uma situação preocupante com relação à doença uma vez que registra uma detecção anual de 3,5 casos por 10 mil habitantes, quando o recomendado pela OMS é um caso para 10 mil.

Um agravante maior é a detecção de casos em menores de cinco anos, o que evidencia o aumento de transmissão recente, com ocorrência de registros em todos os bairros da cidade, mas com uma maior concentração observada na área do Módulo IV, que é densamente povoada.

Márcia Falcão explica que a estratégia da campanha envolve a mobilização de todos os trabalhadores de saúde e a capacitação dos profissionais que atuam no atendimento à população. O trabalho envolve a participação de professores, alunos e lideranças comunitárias, “mas a divulgação se dará através do sistema de busca ativa dos sintomáticos dermatológicos pelos agentes comunitários de saúde”.

O trabalho envolve ainda a difusão de informações através de rádio, televisão e jornais, bem como a realização de consulta com um dermatologista no período da campanha, além de aconselhamento, medicação e acompanhamento dos casos confirmados que demandam um tratamento específico.

O que é hanseníase

A hanseníase é uma doença crônica, infecto-contagiosa, causada por uma bactéria denominada Mycobacterium leprae. A doença afeta a pele e os nervos. Quase todo o corpo pode ser acometido, mas as regiões mais afetadas são as extremidades (braços, mãos, coxas, pernas, pés) e a face. Quando não tratada, a doença pode causar deformidades que incapacitam o indivíduo para o trabalho e socialmente.


A hanseníase aflige a humanidade desde a antiguidade. No passado era comum em todos os continentes, e deixou uma imagem assustadora de mutilação, fazendo com que os portadores da hanseníase sofressem rejeição e segregação por parte da sociedade. Hoje a doença tem cura e é tratada com medicação específica.

 Rosi Barreto – Fotos: Waldyr Gomes – 03/11/10

RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA

 É um grande erro se pensar que a eleição acabou e não se fala mais nisso. Agora, só daqui há quatro anos. Não é bem assim. Se você deseja mudar o seu país para, ao menos próximo dos seus sonhos, a armadura não pode criar teia de aranha. É importante analisar e reanalisar o recado das urnas. Esta é a melhor pesquisa que temos e atual, sem manipulação, para saber exatamente o que se passa na cabeça do brasileiro. É a verdade nua e crua.
E a primeira verdade à vista é que o Brasil não é do PT. Isto está escrito na vontade expressa dos brasileiros. Outra verdade: caiu o mito Lula. Durante os últimos quatro anos mentiram para nós quando afirmavam que Lula tinha 83% de aprovação popular. Uma ova! Sua aprovação não passa de 40%. Está escrito nas urnas. É uma verdade que nenhuma propaganda mentirosa poderá sobrepor daqui para frente. Não venham com mentiras porque estamos sabendo da verdade.
Como é verdade também que Dilma vai iniciar o seu governo com apenas 40% de aprovação do brasileiro, ou seja, ela teve 55.752.508 votos contra 79.907.987 votos do Serra + faltosos + nulos + brancos ou 60%. Então que não venham os institutos de pesquisa e os veículos de comunição vendidos aos petistas dizer que ela tem mais do que isso porque não tem e nós temos a prova.


44% na oposição.


De Marco Antonio Villa, na Folha de São Paulo:
A oposição acreditou que criticar o governo levaria ao isolamento político. O resultado das urnas sinalizou o contrário: 44% do eleitorado disse não a Dilma. Ela era candidata desde 2008. Ninguém falou em prévias, nenhum líder fez muxoxo. Lula uniu não só o partido, como toda a base. Articulou, ainda em 2009, as alianças regionais e centrou fogo para garantir um Congresso com ampla maioria, para que Dilma pudesse governar tranquilamente. Afinal, nem de longe ela tem sua capacidade de articulação política. E a oposição? Demorou para definir seu candidato. Quando finalmente chegou ao nome de Serra, o partido estava dividido, vítima da fogueira das vaidades. Ao buscar as alianças regionais, encontrou o terreno já ocupado. Não tinha aliados de peso no Norte e Centro-Oeste, e principalmente no Nordeste.

Neste cenário, ter chegado ao segundo turno foi uma vitória. No último mês deu mostras de combatividade, de disposição de enfrentar um governo que usou e abusou como nunca da máquina estatal. Como, agora, fazer oposição? Não cabe aos governadores serem os principais atores desta luta -a União pode retaliar e isso, no Brasil, é considerado "normal". É principalmente no Congresso Nacional que a oposição deve travar o debate. Lá estará, inicialmente, enfraquecida. Perdeu na última eleição, especialmente na Câmara, quadros importantes. Mesmo assim, pode organizar um "gabinete fantasma" e municiar seus parlamentares e militantes com informações e argumentos. Usar as Câmaras Municipais e as Assembleias estaduais como espaços para atacar o governo federal. E abastecer a imprensa -como sempre o PT fez- com denúncias e críticas.

Espaço para a oposição existe. O primeiro passo é assumir o seu papel. Deve elaborar um projeto alternativo para o Brasil. Sair da esfera dos ataques pessoais e politizar o debate, acabar com o personalismo e o regionalismo tacanho, formar quadros e mobilizar suas bases. É uma tarefa imediata, não para ser realizada às vésperas da eleição presidencial de 2014. O lulismo tem pilares de barro. É frágil. Não tem ideologia. Não passa de uma aliança conservadora das velhas oligarquias, de ocupantes de milhares de cargos de confiança, da máfia sindical e do grande capital parasitário. Como disse Monteiro Lobato, preso pelo Estado Novo e agora perseguido pelo lulismo: "Os nossos estadistas nos últimos tempos positivamente pensam com outros órgãos que não o cérebro - com o calcanhar, com o cotovelo, com certos penduricalhos, raramente com os miolos".

* O professor Marco Antonio Villa, é professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

PARA AZEVEDO PENSAR

Em 2012 teremos eleição para Prefeito de Itabuna.
E a eleição para Presidente da República mostrou um dado interessante: o candidato anti-PT terá, no mínimo 50 mil votos.
Vejamos:

Dilma obteve 52.855 votos e Serra 50.850 votos, no segundo turno.

Enquanto muitos eleitores de Dilma podem votar em candidato a Prefeito que não seja petralha, dificilmente quem votou em Serra votará em alguém que represente esta facção.

O voto em Serra mostra o tamanho mínimo da ojeriza itabunense ao PT
.
Mas a coisa fica mais complicada, ou interessante, quando se debruça sobre o mapa da eleição presidencial e se descobre que 30.571 eleitores itabunenses nem compareceram às urnas; 3.416 anularam o voto e 2.094 votaram em branco.

Quem quiser ser candidato a Prefeito, terá que começar a montar esse quebra-cabeças; terá que descobrir o que levou 35 mil eleitores a não participar da escolha presidencial, porque, basicamente, serão estes que decidirão quem vai governar Itabuna a partir de 2013.

Mas estes números devem ser lidos com especial atenção pelo atual Prefeito, Capitão Azevedo.
Ele tem aí um bom problema para resolver. Um razoável quebra-cabeças.
Ele vai ter que montar sua estratégia para tentar a reeleição, analisando com vagar esses números, e lembrando que o PT domina o Estado e o governo da União, e virá com tudo para tentar assumir o governo municipal.

Todos sabemos que para os petralhas, os fins justificam os meios. Não importa se os meios são legais ou não. A prova disso está nessa última eleição, no comportamento de Lulla, que simplesmente passou por cima da lei e deu uma sonora banana para a ética e a compostura.

Enquanto os outros candidatos terão apenas que montar uma estratégia para vencer, Capitão Azevedo ainda vai ter que se defender do cêrco petralha, que já começou com a questão da saúde, do hospital de base, e do abastecimento de água, e tende a se adensar nos próximos meses.

A chapa esquentou.......

Lula ressuscitou a oposição

“Eu gostaria de uma eleição plebiscitária, ou seja: nós contra eles, pão pão, queijo queijo”, desafiou em outubro de 2009 o mais presunçoso dos presidentes, em êxtase com taxas de popularidade anabolizadas por comerciantes de porcentagens.

Bastaria ensinar ao país que Dilma Rousseff era o codinome com que disputaria a própria sucessão para que o jogo começasse com o placar já assinalando 80% a 4%. Um oceano de brasileiros felizes contra a poça de insatisfeitos profissionais, imaginou o campeão da bazófia. A goleada estava garantida.

“A maior obra de um governo é eleger o sucessor”, avisou Lula em fevereiro passado, quando abandonou o emprego para virar animador de palanque fora-da-lei. Nos oito meses seguintes, o chefe de Estado reduzido a chefe de facção atropelou a Constituição, debochou da Justiça Eleitoral, afrontou o Ministério Público, zombou dos adversários, fez o que pôde e tudo o que não podia para impor ao país a vontade do monarca.

Para transformar em herdeira uma formidável nulidade, o presidente de todos os brasileiros açulou a radicalização maniqueísta, abençoou a beligerância das milícias, colocou a administração federal a serviço de uma candidatura, protegeu os estupradores de sigilo fiscal, aplaudiu a produtividade da usina de dossiês e redimiu previamente todos os pecadores para conseguir o que queria. Ganhou a eleição.

Mas o Lula que vai deixando o governo é ainda menor do que o que entrou. E não foi pouco o que perdeu.
O país redesenhado pelas urnas do dia 31 informa que a estratégia do “nós contra eles” foi uma má ideia.

Disfarçado de Dilma Rousseff, Lula sepultou os sonhos presidenciais de José Serra. Mas ressuscitou, com dimensões especialmente impressionantes, a oposição que não houve em seus oito anos de reinado.

No mundo dos ibopes e sensus, os que não se ajoelham no altar do Primeiro Companheiro nunca ultrapassaram a fronteira dos 5%. Sabe-se agora que, nas urnas, 5% são 45%. Disseram não a Lula 43.711.388 brasileiros. Somados os que se abstiveram, anularam o voto ou o deixaram em branco, 80.050.565 ignoraram a determinação do reizinho.

Popularidade não rima com voto, reiterou a paisagem eleitoral.

No Brasil das pesquisas, Lula vai beirando os 100% de aprovação (ou 103%, se a margem de erro for camarada). Na vida como ela é, a unanimidade foi rebaixada a 56% dos votos válidos. Dilma venceu na metade superior do mapa (veja ilustração acima). Foi derrotada na outra — e perdeu feio nas regiões especialmente desenvolvidas.

Os candidatos do PSDB foram vitoriosos no Paraná, em São Paulo, em Minas Gerais, no Tocantins, no Pará, em Alagoas, em Roraima e em Goiás. Como o DEM venceu em Santa Catarina e no Rio Grande do Norte, a oposição vai governar 53% do eleitorado e a maioria da população brasileira.

O Brasil insatisfeito é infinitamente maior que Serra, muito mais combativo que o PSDB. E está disposto a resistir energicamente ao prolongamento da Era da Mediocridade.

Se o PSDB não assimilar a partitura composta pela resistência democrática, que destaca enfaticamente valores éticos e morais, vai perder o bonde da história.

Os eleitores que não compraram a dupla Lula-Dilma também rejeitam partidos que só agem ─ e com desabonadora timidez ─ quando começa a temporada de caça ao voto. Se os líderes tucanos não aprenderem a opor-se o tempo todo, não terão ninguém a liderar.

Os brasileiros inconformados descobriram que podem viver sem eles. E sabem o que querem. Não há esperança de salvação para políticos que se declaram adversários do governo mas não sabem, ou não querem, interpretar o pensamento e as aspirações da grande frente oposicionista.

O BRASIL CONTRA O PT

 O Brasil tem quase 200 milhões de habitantes. Desses, 135 milhões estão aptos a votar. Em 2010, apenas 55 milhões, ou seja, 41% foram enganados por “diuma” e  Lulla, votando na terrorista.

 Nada menos que 43 milhões votaram em Serra, ou seja 32%, e o restante 27%, preferiu anular, votar em branco ou abster-se. 

Deram uma banana a “diuma”, Lulla e Serra.

Se somarmos 32+27, temos 59 por cento dos brasileiros aptos a votar, que deram um sonoro não a Lulla e “diuma”.
Este é o tamanho da oposição a esse governozinho chinfrim e mentiroso que aí está, e que vai piorar.

A nova presidente foi eleita com o voto de 4,1 em cada dez brasileiros e brasileiras aptos a votar.

Se nós, estamos vendo estes números, os políticos também devem ter visto, analisado.

Donde se conclui que A MAIORIA DA POPULAÇÃO VOTANTE É CONTRÁRIA AO PT E AO QUE ELE REPRESENTA.

E Serra perdeu porque não soube ou não poude representar este sentimento.

Cabe agora aguardar que a oposição comece a se OPOR VERDADEIRAMENTE, sem concessões.

Elles não dizem que têm maioria na Câmara e no Senado? Então deixem que eles façam as besteiras sozinhos. E mostrem isso ao povo. A única condescendência é apresentar projetos alternativos melhores. E façam alarido sobre isso.

A eleição do próximo presidente da república em 2014 começou dia 1º de novembro de 2010 e passa pelas eleições municipais de 2012. É o tempo da oposição mostrar que existe, que representa hoje a MAIORIA do povo brasileiro.

Que nossa oposição veja o que aconteceu nos Estados Unidos. Veja o que os Republicanos, derrotados pelos Democratas fizeram, e aprendam com eles.

Se a oposição ficar no chove e não molha dos últimos quatro anos, vai perder novamente.

Está nas mãos do DEM, do PPS e do PSDB, nessa ordem, mudar o rumo das coisas.

Centenas de pessoas rezam por seus entes queridos em Itabuna

Dom Ceslau
Só quem cura a tristeza e a dor da saude é a fé que temos  em nosso Pai Supremo

Centenas de pessoas neste momento em Itabuna se dirigem ao Cemitério do Campo Santo da Santa Casa de Misericórdia para rezar em favor dos seus antequeridos, como acontece todos os anos neste dia de finados (02 de Novembro).


Muitas pessoas reclamam muito dos altos preços das flores que estão a cada vez mais caras. O mesmo acontece com as velas, mas mesmo assim as pessoas fazem de tudo para deixar o tumulo dos seus ante queridos limpos e coroados de orações, desejando uma boa vida eterna.


A Igreja católica desde as 05h00min horas celebra Missa em sufrágio das almas e da saudade, em um altar estrategicamente construído para esse fim na entrada co Campo Santo. As missas são realizadas de hora em hora, coordenadas pelo Bispo Dom Ceslau Stanula que recepciona os padres de todas as Paróquias de Itabuna.

Veja o vídeo:

Ainda está na hora de você comparecer e rezar pelos seus antequeridos. A programação prossegue até as 18h00min horas. A solenidade fúnebre tem como aprestnador das Santas Missas, já tradicionalmente, o radialista Ciro Sales e a música de Goezinho. Homens de fé de de muita devoção.


Ontem (01) os católicos de todo o Brasil comemoram o Dia de Todos os Santos. Um dia de muita fé da Igreja Católica e de muitas devoções.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Integrantes do MST comemorando vitória de Dilma agridem prefeito no interior de São Paulo

01 de novembro de 2010 • 20h56 • atualizado às 22h03
Direto de Bauru

Por - Wagner Carvalho


Integrantes do Movimento Sem Terra (MST) agrediram o prefeito de Borebi (SP), Antonio Carlos Vaca (PSDB), 64 anos, no início da madrugada desta segunda-feira. Ele foi socorrido a um hospital de Bauru e seu estado de saúde é estável.


O grupo comemorava a vitória de Dilma Rousseff (PT) na eleição para a Presidência da República. O dirigente do MST Paulo Bernardo disse à polícia que o prefeito, ao tentar conter a comemoração, teria agredido primeiro os integrantes do movimento, que partiram para o revide. Já familiares do político e testemunhas afirmaram que Vaca tentou impedir que os integrantes retirassem as faixas de apoio ao candidato derrotado na disputa, José Serra (PSDB), que ele havia colocado na porta de sua casa.


Uma testemunha disse que, enquanto falava com os integrantes do MST, Vaca recebeu uma voadora nas costas e caiu com a cabeça no asfalto. Inconsciente, o prefeito foi levado para atendimento médico em Bauru com traumatismo craniano, passou por uma cirurgia de emergência e continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Unimed Bauru.


O caso, atendido incialmente pelo delegado da cidade vizinha de Agudos, foi encaminhado para a Seccional de Bauru. O delegado Benedito Antonio Valencise abriu inquérito, ouviu testemunhas e disse que as investigações apontam para dois suspeitos. A conclusão da apuração deve ocorrer em no máximo 10 dias. Identificados, os agressores serão indiciados por lesão grave ou gravíssima.


Em 2009, Borebi foi o palco da invasão do MST à fazenda Santo Henrique, pertencente à empresa Cutrale. Na ocasião, centenas de pés de laranja foram derrubados por tratores pelos integrantes do movimento. Imóveis e maquinários da fazenda invadida também foram destruídos.

Especial para Terra

MENSAGEM DE SERRA AO POVO BRASILEIRO


 “Pode parecer estranho para um candidato que não ganhou a eleição, mas vim aqui não para falar de minha frustração, vim falar da esperança.

Nesses meses duríssimos, quando enfrentamos forças terríveis, você alcançaram uma vitória estratégica. Cavaram uma grande trincheira, construíram uma fortaleza, consolidaram um campo político em defesa da liberdade e da democracia no Brasil. Em defesa das grandes causas econômicas e sociais do país.

Para os que nos imaginam derrotados, saibam de uma coisa: apenas começamos a lutar de verdade. 

Vamos dar nossa contribuição ao país em defesa da pátria, da liberdade, da democracia, do direito que todos têm de falar e serem ouvidos. Da integridade da vida pública. Essa será nossa luta nos próximos anos. Por isso, minha mensagem de despedida para vocês não é um adeus, é um até logo. A luta continua. 

Viva o Brasil”.
                                               José Serra

44 MILHÕES DE BRASILEIROS NÃO SE DEIXARAM ENGANAR

Ah, a petralhada gostaria de me ver arrancando os cabelos, agora que os tenho, desesperado, a esmurrar as paredes! De fato, é não me conhecer. Trabalhei e produzi ontem normalmente, apesar de alguns percalços de ordem pessoal, quase inteiramente superados, e que nada tiveram a ver com as urnas. Ao contrário! Estou frio como uma lâmina para pensar e com o coração sempre quente para escrever, hehe. Morno, como disse no texto de ontem, jamais! Há dias, Lula, repetindo o seu blogueiro pançudo, dizia que os 3% que acham seu governo “ruim ou péssimo” deveriam estar no “comitê de certo candidato”. A isto Lula gostaria que a oposição estivesse reduzida: a 3%!!! Ele bem que tentou! Mas não! Nas urnas, ela se revelou 44% dos que foram votar. A oposição fez ainda 10 governos estaduais — 8 do PSDB (Paraná, São Paulo, Minas, Goiás, Tocantins, Alagoas, Pará e Roraima) e 2 do DEM (Santa Catarina e Rio Grande do Norte) . Governará 52,3% da população e bem mais da metade do PIB.
O presidente dos “83% de ótimo e bom” — que era, na verdade, quem disputava a eleição, já que Dilma fez questão de não existir — obteve 55% dos votos totais nas urnas, correspondentes a 41% do eleitorado. Como demonstrei em outro post e está historicamente provado, a esquerda leva sempre um terço do eleitorado pelo menos. Esses números dão conta do real poder mágico de Lula. 
O PT elegeu 5 governadores — Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Bahia e Sergipe. Os outros 12 “governistas” são do PMDB (5), PSB (6) e PMN (1). A oposição, se quiser ser oposição, está viva e pode respirar muito bem. Só precisa parar de errar — e alguém poderia dizer: “É aí que mora o problema!” Sim, é aí. Dilma Rousseff terá uma maioria folgada na Câmara e no Senado, garantida, como sempre, pelo PMDB — e é aí que mora o problema dela.
De saída, cumpre notar que este, definitivamente, não é um país que vota com a esquerda coisa nenhuma! Não é de esquerda o Congresso e não são de esquerda — nem mesmo essa esquerda petista — a esmagadora maioria dos governadores. 
O PT exerce a hegemonia na grande aliança em razão da força pessoal de Lula e do aparelhamento do estado e de sindicatos, base de sua, digamos, força material. 
Para levar adiante o “Projeto Dilma”, o partido teve de ceder os anéis em muitos estados, dividindo o poder com o PMDB e com o PSB. Os dois partidos logo estarão se batendo pela divisão do butim. 
Os ditos “socialistas” cresceram no Parlamento e elegeram seis governadores: 4 no Nordeste (Piauí, Ceará, Paraíba e Pernambuco), 1 no Norte (Amapá) e 1 no Sudeste (Espírito Santo). Lula está doidinho para fundir a legenda com o PT. Eduardo Campos, governador reeleito de Pernambuco e líder inconteste do PSB, não deve ser tolo: de chefe de um grupo com razoável poder de pressão, passaria a ser um não-petista no PT. Seu projeto presidencial já estará na rua no dia 2 de janeiro de 2011— no mínimo, para negociar.
Assim, o PT não sai das urnas como o partido que faz o que bem entende, nem Lula se sagra como o demiurgo palpiteiro que, mesmo fora da Presidência da República, decidirá os destinos da nação. 
Dilma poderá se aconselhar com ele quantas vezes quiser, mas sabe que sua influência será limitada. 
“Mas e a dos governadores, Reinaldo, é assim tão grande? Não é o Congresso que conta?” Mais ou menos.
Deputados federais paulistas e mineiros, para citar dois estados com bancadas grandes, ainda que petistas ou governistas, sabem que não convém entrar em choque com os respectivos governadores — essa questão será especialmente candente caso Dilma queira, de fato, fazer uma reforma tributária. 
Se os 10 da oposição conseguirem — e eu sei que é difícil — um consenso mínimo (em vez de ficarem se estapeando, o que Dilma adoraria) —, o tamanho da oposição no Congresso perde um pouco de importância. Desde logo, teriam de criar uma espécie de fórum permanente para discutir as questões que dizem respeito a seus respectivos estados.
Os 43,7 milhões
Outra questão muito relevante a ser considerada são as condições em que a oposição obtém esse número de votos, reduzindo em mais de 10 pontos a diferença na comparação com 2002 e 2006. O jogo, desta feita, foi muito mais pesado. 
Lula e a máquina que ele mobilizou no subjornalismo não tiveram limites. Ele despiu-se completamente do decoro — ainda ontem, falou mais um absurdo. Seus aliados naquela variante do crime que se confunde com imprensa trilharam cada palmo da abjeção.  A estrutura do estado foi mobilizada para eleger a sua criatura eleitoral. Manifestou-se de diversos modos: quebrando sigilos e impedindo ou procrastinando a investigação; escalando ministros de estado e chefes de estatais para falar como líderes de facção; organizando a agenda do governo e das empresas públicas para produzir factóides eleitorais. O auge da manipulação foi o anúncio, obviamente apressado, da descoberta de uma “nova possível quem sabe provável é bem capaz” reserva de petróleo no pré-sal dois dias antes da eleição. Fez-se ainda profissão de fé na mentira, com o fantasma ressuscitado das privatizações — a que a campanha do PSDB, é fato, respondeu, de novo, de modo desastrado, o que não retira o caráter vigarista da acusação.
Pois bem, ainda assim, apesar de tudo isso, a despeito de toda sem-vergonhice, de um constrangedor endeusamento da figura de Lula, que tocou as raias do ridículo, nada menos de 44% dos eleitores que compareceram às urnas disseram “NÃO”. 
E esse “NÃO” FOI DITO A LULA, NÃO A DILMA. 
Os petistas confundiram — e, infelizmente, o marketing eleitoral da oposição também (e pela segunda vez) — a aprovação ao governo Lula com uma carta branca para ele falar o que bem entende, fazer o que entende, eleger quem bem entende. O petralha assanhado logo dirá: “Ué, mas elegeu Dilma, não foi?” Foi, sim! Mas a que expedientes recorreu para isso? Até onde teve de descer? Quanto teve de gastar de recursos públicos — arreganharam-se os cofres —  para lograr o seu intento?  E tudo isso para que, no fim, a campanha convergisse para o terrorismo.
Lula teve de renunciar a todos os princípios do republicanismo e do decoro para que 6,05% dos eleitores lhe garantissem a vitória. A distância de 12 pontos numa polarização tende a esconder a margem relativamente estreita de seu triunfo.
Mar de votos. O que fazer?
Os oposicionistas saem desse pleito com um mar de votos. E votos, insisto, qualificados porque conseguiram resistir a todas as vagas da empulhação e à mais desonesta campanha eleitoral a que assisti desde a redemocratização — ou antes, desde a eleição direta para os governos de estado, em 1982. Muitos podem até apoiar o “Lula presidente”, mas não aprovaram o “Lula cabo eleitoral”.
Se as atuais oposições optarem por se opor apenas nos seis meses finais de 2014, serão jantadas de novo pelo petismo — afinal, Lula estará dando sopa, em busca de emprego. Pode-se apostar que dificuldades virão pela frente, inclusive no cenário internacional, e que Dilma acabará fazendo bobagem. Mas essa é sempre uma aposta arriscada. As oposições, nas democracias, devem se preparar para disputar com adversários bem-sucedidos. Opor-se não é sinônimo de dizer “não” apenas; também é sinônimo de alternativas, pelas quais se deve brigar, procurando mobilizar pessoas e correntes de opinião. Mais: precisa estabelecer uma agenda e um conjunto de valores em nome dos quais vai lutar.
Por mais estranha que possa parecer a proposta, e sei que parece, o primeiro passo do PSDB, reitero, é mergulhar na sua própria história para recolocar os fatos no seu devido lugar. Não pode mais continuar seqüestrado pelo PT. No ano que vem, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso faz 80 anos. 
As oposições, os 44 milhões que não se deixaram levar pela estupidez de que ele foi um mau presidente e os que têm apreço pela história devem-lhe mais do que um desagravo; devem-lhe a verdade: fundou as bases do Brasil viável. Sem esta “volta para o futuro”, quem não tem futuro é o PSDB porque fica sem passado.

Por Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

domingo, 31 de outubro de 2010

RESISTIR É PRECISO

 O que José Serra e os políticos eleitos com os votos da oposição precisam saber, é que para o bem do Brasil, eles não devem compactuar, com a quadrilha que está instalada no governo. 
Não queremos discursos de paz. 
Nós, os eleitores de Serra, queremos uma oposição aberta, dura e sistemática, contra tudo e contra todos do governo Dilma Rousseff, não apoiando nenhuma das suas iniciativas,  pois de outra forma jamais nos livraremos desta praga que tomou conta do país, deste  lulo-petismo que caminha para virar um socialismo bolivariano.  
Queremos Oposição com letra maiúscula. Queremos uma defesa radical do estado de direito e da democracia. Não queremos o falso patriotismo que esconde a covardia.  A compreensão que mascara o medo.  A concordância que maquia o jogo interesseiro do poder. 
Nada de tergiversar. Nada de aliviar. Nada de poupar.
Que a oposição que ainda resta respeite os milhões que votaram contra o PT, contra a corrupção, contra esta república pelega. Respeitem os seus eleitores. Respeitem o Brasil.
Que todos nós continuemos lutando com mais força . Com mais contundência. Sem complacência.
Trata-se defender o Estado democrático de Direito, com a defesa da Constituição e das leis.
Que a oposição se prepare para denunciar os desmandos que virão por aí, ou melhor, que continuarão a acontecer, e tudo indica em maior quantidade, pois elles acreditam que receberam carta branca para delinquir.
A oposição tem que começar a a exercitar o “Fora, Dilma!”, “Fora, socialismo!”, “ Fora, corrupção!”, “Fora,pelegos!”.

NÃO PODE HAVER TRÉGUA, OU O BRASIL SUCUMBIRÁ. 

Não pensem que a oposição é pequena, ou desapareceu tragada pelo mar da corrupçao que assola o país. O PSDB elegeu 8 governadores e o DEM 2. São 10 estados importantes, que reunem a MAIORIA da população brasileira. Portanto, é resistir, e trabalhar para salvar o Brasil.

Democracia é isso! Até corrupção é avalisada!

Do blog bockadefogo.blogspot.com
Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, em suas caravelas chegaram com ele vários prisioneiros. Eram criminosos nas várias modalidades de crimes como: estupro, assassinos, latrocidas e ladrões.

E assim o Brasil começou. Hoje quem rouba tem status e até mesmo as pessoas que se dizem sérias apoiam, avalisam esse tipo de pessoas mentirosas, desonestas que entram na política para facilitar a apropriação indébita, enricar correligionários e parentes.

Bem que Rui Barbosa disse que um dia as pessoas teriam vergonha de ser honestas. Está acontecendo. Um governo como tanta corrupção como o de Lula foi aprovado. Ele tem mais de 80% de aprovação e sua candidata foi eleita.

Quem votou avalisou:

OS ESCÂNDALOS DO GOVERNO LULA VOCE CARO BRASILEIRO ABONOU ELEGENDO DILMA ROUSSEFF


* Caso Pinheiro Landim

* Caso Celso Daniel

* Caso Toninho do PT

* Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia

* Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)

* CPI do Banestado

* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST

* Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC

* Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros

* Irregularidades do Fome Zero

* Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)

* Escândalo do Ministério do Trabalho

* Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos

* Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)

* Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)

* Operação Anaconda

* Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)

* Caso José Eduardo Dutra

* Escândalo dos Frangos (em Roraima)

* Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo

* Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)

* Expulsão dos Políticos do PT

* Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)

* Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)

* Escândalo da ONG Ágora

* Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)

* Caso Henrique Meirelles

* Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)

* Caso Cássio Caseb

* Caso Kroll

* Conselho Federal de Jornalismo

* Escândalo das Fotos de Herzog

* Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004

* Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)

* Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)

* Escândalo do IRB

* Escândalo da Novadata

* Escândalo da Usina de Itaipu

* Escândalo das Furnas

* Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)

* Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)

* Escândalo da Secom

* Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT

* Escândalo do Valerioduto

* Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)

* Escândalo da CPEM

* Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)

* Caso Marka/FonteCindam

* Escândalo dos Dólares na Cueca

* Escândalo do Banco Santos

* Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)

* Escândalo da Interbrazil

* Caso Toninho da Barcelona

* Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)

* Caso dos Dólares de Cuba

* Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)

* Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)

* Escândalo das Cartilhas do PT

* Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)

* Escândalo do Proer

* Escândalo dos Fundos de Pensão

* Escândalo dos Grampos na Abin

* Escândalo do Foro de São Paulo

* Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)

* Escândalo do Mensalinho

* Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)

* Escândalo do Proer

* Escândalo dos Fundos de Pensão

* Escândalo dos Grampos na Abin

* Escândalo do Foro de São Paulo

* Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)

* Escândalo do Mensalinho

* Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).

* Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula

* Crise da Varig

* Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)

* Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados

* CPI da Imigração Ilegal

* CPI do Tráfico de Armas

* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC

* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST

* Operação Confraria

* Operação Dominó

* Operação Saúva

* Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra

* Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam

* Escândalo dos Grampos no TSE

* Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)

* ONG Unitrabalho

* Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro

* Escândalo da Renascer em Cristo

* Crise no Setor Aéreo Brasileiro



Por: Juarez Vicente

Aécio e Marina lideram apostas para 2014

Com a eleição presidencial polarizada pela petista Dilma Rousseff e pelo tucano José Serra, uma corrida política paralela foi deflagrada para garantir posições vantajosas na disputa de 2014. Assim, projetos nacionais de poder já foram incubados em várias disputas regionais.

Alguns desses movimentos foram bem claros. É o caso do ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) e da senadora Marina Silva (PV-AC). Mas há outros nomes desde já de olho na disputa de 2014: os governadores eleitos de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Paraná, Beto Richa (PSDB), além dos governadores reeleitos de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Assim como Marina e Aécio, todos representam lideranças mais jovens que aproveitaram a eleição para se consolidar e ocupar papel de destaque no cenário político nacional.

Aécio, de 50 anos, ganhou tudo em Minas. Foi eleito senador com votação expressiva, emplacou o sucessor Antônio Anastasia (PSDB) no governo e garantiu a vaga de senador para o ex-presidente Itamar Franco (PPS), derrotando na mesma eleição o ex-ministro Hélio Costa (PMDB), e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT). O resultado credencia o tucano como melhor aposta do PSDB para a sucessão presidencial daqui a quatro anos.

Marina Silva, de 52 anos, é nome consolidado para 2014. Credenciada por quase 20 milhões de votos no primeiro turno, mesmo contando com uma estrutura mínima de campanha e quase nenhum tempo de propaganda na televisão, ela se tornou a maior surpresa da corrida presidencial deste ano. Sua campanha bem sucedida formou uma base bastante sólida para a próxima eleição.

Geração. Eduardo Campos, de 44 anos, lidera o projeto nacional do PSB, que ampliou bastante sua representação no País. Cabral, de 47 anos, também se consolidou como maior liderança do Rio, deixando para trás grupos importantes representados pelo ex-prefeito Cesar Maia (DEM) e pelo ex-governador Anthony Garotinho (PR). Passa a ser mais importante ainda se o PMDB decidir bancar um projeto de candidatura presidencial descolado da parceria com o PT.

Entre os tucanos, Alckmin, de 57 anos, dá a volta por cima na sua trajetória política com a eleição para o governo de São Paulo.

Comandando o Estado mais populoso do País, passa a ter importância política para planejar uma nova campanha para o Palácio do Planalto, depois de ter sido batido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006.

Beto Richa, de 44 anos, saiu da Prefeitura de Curitiba para o comando do governo do Paraná, derrotando o senador Osmar Dias (PDT), que tinha o apoio de Lula e do governador Roberto Requião (PMDB). Os dois tucanos, no entanto, precisariam antes superar o bom momento de Aécio dentro do partido.

Na prática, a transição entre as disputas de 2010 e 2014 representa uma espécie de troca de gerações na política brasileira. Depois de dois mandatos, Lula deixará o governo com 65 anos. Pode até tentar um novo mandato em 2014, mas já estará perto dos 70 anos. Os dois principais candidatos à sua sucessão também passaram dos 60 anos. José Serra tem 68 anos e Dilma está com 62 anos. Eleita, é candidata quase certa à reeleição.

Há ainda o caso do deputado Ciro Gomes, de 52 anos, que sonhava com sua terceira campanha presidencial, mas viu o plano ser barrado pela direção do PSB e pelo próprio Lula e não disputou nenhum cargo este ano.

Projetos regionais. Um bom resultado nas eleições, entretanto, não garante o sucesso dessas incubadoras políticas. O principal problema é que, tradicionalmente, a maioria dos partidos não desenvolve projetos de poder em nível nacional. Preferem concentrar suas atenções nas disputas regionais onde possuem lideranças expressivas.

Ciro Gomes experimentou na pele a situação este ano. O PSB preferiu investir na parceria nacional com o PT em torno da candidatura de Dilma e ganhar o apoio petista em campanhas estaduais consideradas estratégicas pelo partido. Em troca, o PT decidiu abrir mão de candidaturas em locais importantes, como Ceará, Pernambuco e Espírito Santo, por exemplo. A estratégia garantiu a vitória do PSB nesses três Estados já no primeiro turno.

Essa falta de interesse dos maiores partidos em ter candidatos na eleição para o Palácio do Planalto fica clara na atual disputa. Entre os partidos com representação expressiva dentro do Congresso, apenas PT, PSDB, PV e PSOL bancaram candidaturas majoritárias - outras cinco legendas pequenas também participaram da disputa.

O PMDB é o principal exemplo desse tipo de comportamento. Apesar de ser líder em número de parlamentares dentro do Congresso e sempre ter número expressivo de governadores, não lança um candidato à Presidência desde 1994, quando Orestes Quércia terminou em quarto lugar. Depois disso, passou a se concentrar com sucesso nas disputas estaduais e, agora, chega à Vice-Presidência da República.
Fonte MSN

Dilma nova presidente!



Com uma abstenção de quase 30 milhões de votos a petista Dilma Rousseff é a nova primeira mulher presidente do Brasil.

Dentro de instantes a nova Presidente e o candidato derrotado José Serra estarão fazendo os seus pronunciamentos.

Que Deus dê juízo aos governantes!
Salvem a liberdade de expressão!

VOTO DE SERRA

Foto: Futurapress


José Serra, candidato à presidência da República, acena após votar na manhã de hoje (31), no Colégio Santa Cruz, em São Paulo.
O voto da dignidade humana! Que querem acabar, abaixo a corrupção!

sábado, 30 de outubro de 2010

Chegou a hora da virada, Brasil!

Por que acreditar na Onda Azul?
SÁBADO, OUTUBRO 30, 2010
Do blog Coturno Noturno


1. O tracking do PSDB está dando 50% x 50%, mostrando um rigoroso empate técnico.

2. Pesquisa de campo do PSDB, divulgada hoje, está dando 52% Serra x 48% Dilma (Veritá).

3. Os institutos erraram feio no primeiro turno, não mudaram a sua metodologia e, desta forma, tendem a errar mais feio ainda no segundo turno.

4. O nível de abstenção deverá aumentar de 18% no primeiro turno para mais de 20%, pois há eleições de segundo turno para governadores para apenas 15% do eleitorado.

5. Em 2006, havia segundo turno de governador para 40% do eleitorado, incluindo estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Sul.

6. Esta abstenção expressiva, que deverá ultrapassar 30 milhões de votos, vai estar concentrada em estados do Nordeste, especialmente, pois não houve debandada de eleitores para viajar nos principais colégios eleitorais da oposição.

7. Em qualquer pesquisa, desta forma, pode ser tirado no mínimo 3% da candidata petista, em função da abstenção.

8. Nitidamente, há um esforço da imprensa, que pautou todo o seu noticiário eleitoral em cima de pesquisas, de reafirmar a credibilidade dos institutos. Especialmente a Rede Globo, que depende do Ibope para validar as suas audiências. Especialmente a Folha de São Paulo, que é dona do Datafolha.

9. Os institutos, amanhã, darão a boca de urna dentro da margem de erro, mantendo a vitória de Dilma Rousseff.

10. Existe, sem dúvida alguma, uma tendência ascendente da candidatura de José Serra, sendo que nenhuma pesquisa "pegou" os efeitos do debate da Rede Globo, onde o tucano saiu amplamente vitorioso.
Coronel

Dilma fulminou Marina quando ela era ministra do Meio Ambiente


Trilhas opostas
  
Por Miriam Leitão 

A verdade é que elas nunca se entenderam na hora das decisões. Marina e Dilma são opostos. Os conflitos foram abundantes nos anos em que ambas conviveram no governo. Dilma mandou alagar a Mata Atlântica, aumentou a energia fóssil na matriz, ignorou a colega no PAC, iniciou obras controversas e afastou Marina do Plano Amazônia Sustentável.

Dilma esqueceu dos conflitos por conveniência eleitoral, mas os registros ficaram nos jornais, nos relatos de testemunhas, nos documentos oficiais, nas decisões. Dilma fulminou com os depreciativos “minha filha” e “meu filho” todos os então assessores de Marina que a contrariaram. Alguns são da máquina pública. Alguns deixaram o governo depois de conflitos.

Em Copenhague, o então ministro Carlos Minc foi destratado. Hoje, Minc exibe uma amnésia conveniente, mas não pode pedir a quem esteve lá, como eu, que esqueça o que viu e ouviu. Um funcionário, experiente participante de Conferências do Clima, foi fulminado por Dilma numa reunião interna quando fazia sábias ponderações: “Olha menino, isso aqui não é coisa de amador, é para profissional.” A neófita no tema era ela.

Ressentimentos podem ser superados. Mais difícil são as consequências de decisões tomadas. A BR-319 foi um dos motivos do embate entre as duas. Liga Manaus a Porto Velho e atravessa 700 km de terra de ninguém. Foi construída pelo governo Médici, mas foi retomada de volta pela floresta. O último ônibus que transitou por lá foi em 1978. O governo quis refazê-la para dar capital a Alfredo Nascimento. Marina queria que fosse criada uma rede de áreas protegidas no entorno para evitar que a rodovia incentivasse a grilagem e o desmatamento. O governo nunca implementou isso e, perto da eleição, contornou a falta de licença ambiental, mandando o Exército iniciar as obras. Hoje, já há focos de grilagem e desmatamento no sul do Amazonas por causa dela.

Na BR-163, Marina coordenou, com o então ministro Ciro Gomes, o projeto para fazer da Cuiabá-Santarém uma estrada sustentável. Foram aprovadas unidades de conservação e instalação de postos de fiscalização e vigilância para proteger a região da grilagem, reduzindo o impacto ambiental. Marina ganhou a batalha, mas o governo não pôs em prática o prometido. Foi onde Minc capturou os bois piratas. Quem passou por lá recentemente viu que os bois voltaram.

Barra Grande é uma hidrelétrica no Sul do país que foi construída com um EIA-Rima fraudado, aprovado no governo anterior. Nele se dizia que na área a ser alagada havia um capoeirão. Na hora de fazer o lago, descobriu-se que era na verdade uma preciosa área de Mata Atlântica com Araucária. Dilma queria alagar a Mata. Marina foi contra. A energia a ser gerada era pequena para tanto estrago e era convalidar um crime. José Dirceu, então chefe da Casa Civil, decidiu estudar um pouco mais o problema. Dilma quando assumiu o cargo mandou alagar a Mata.

Nas usinas do Rio Madeira houve um embate amazônico. O presidente Lula debochou dizendo que a briga era por um bagre, mas a briga foi maior e de novo opôs Marina e Dilma, já na Casa Civil, mas sempre elétrica. O MMA queria proteção contra o meio ambiente, peixes, matas, qualidade da água, prevenção contra o mercúrio e estudo do impacto da sedimentação. Dilma assumiu a defesa das empreiteiras, Marina ficou com as ONGs e o Ibama. A então ministra do Meio Ambiente conseguiu impor exigências que aumentam a segurança ambiental. Se forem cumpridas.

A diferença irreconciliável foi o PAC. Ele teria que ser feito junto com o Plano Amazônia Sustentável (PAS), para que as obras do século XXI não repetissem os crimes ambientais do governo militar. Dilma defendeu que o PAS fosse entregue ao então ministro Mangabeira Unger. O presidente Lula comunicou a decisão numa reunião ministerial, dizendo que Marina não poderia cuidar do Plano porque não era isenta. Foi o sinal verde para que o PAC passasse trator sobre os limites ambientais. Marina saiu do governo.

O substituto Carlos Minc brigou algumas brigas, mas perdeu as principais. Resistiu à licença para Belo Monte. As pressões da ministra Dilma foram explícitas e estão documentadas. Os diretores de licenciamento e energia do Ibama saíram. Os novos aceitaram a imposição de prazo numa reunião na Casa Civil no dia 7 de janeiro, e deram a licença em primeiro de fevereiro, apesar de os funcionários terem escrito que não houve tempo para avaliar os riscos ambientais. Tive acesso a documentos oficiais e publiquei na coluna “Ossos do Ofício”, em 17 de abril. Vejam no post acima. Os riscos ambientais e os fiscais de Belo Monte são imensos, mas ela é uma das obras do Plano de Aceleração da Candidatura de Dilma Rousseff.

Na reunião com alguns dos líderes eleitos da sua base, divulgada pelo Blog do Noblat, Jacques Wagner disse que as trilhas de Marina e Dilma sempre foram próximas. Quem viu os fatos, e rejeita o modelo stalinista de reescrever a história, sabe que as trilhas sempre seguiram direções opostas.




Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

ILHÉUS EM NOTÍCIAS

Semifinais da Copa Interbairros definem os finalistas da competição em Ilhéus Equipes do Iguape e do Nelson Costa garantiram vaga na decisão...