UNA, BA – Um clima de crescente tensão e incerteza toma conta dos produtores rurais na região sul da Bahia, especialmente no município de Una e arredores. Na última sexta-feira, centenas de produtores, trabalhadores agrícolas e suas famílias foram às ruas em um manifesto que, segundo lideranças locais, transcende a pauta política e se configura como um "grito de socorro" diante de uma alegada escalada de opressão institucional.
As principais denúncias apontam diretamente para a atuação da Icnbio (Comissão Nacional da Biodiversidade) e órgãos ambientais alinhados. De acordo com relatos da comunidade e de comunicadores da região, as propriedades rurais — muitas delas históricas e construídas ao longo de gerações — vêm sendo alvo de fiscalizações agressivas e cercamentos sob justificativas de preservação ambiental que os produtores consideram desproporcionais e ideológicas.
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| Una: municipio que mais cuida da Mata Atlântica. Sua população é conscientizado! |
"O que se testemunha em Una e nos municípios vizinhos não é a aplicação legítima da lei ou a preservação ambiental equilibrada, mas sim uma escalada de opressão institucional covarde", afirmou o radialista Gil Gomes em seu posicionamento. "Transformaram a vida do produtor rural em um verdadeiro pesadelo de insegurança jurídica e medo."
Impacto na Economia Local...
O setor produtivo argumenta que as medidas adotadas sufocam a economia regional, que depende diretamente do agronegócio e da lavoura tradicional, em especial a do cacau. A mobilização ganhou o apoio de figuras como Vanúsia Barroso (conhecida popularmente como Vanúsia do Cacau), presidente da Associação Nacional dos Produtores de Cacau, além do chamado projeto "Invasão Zero".
Diante do agravamento da situação, há um apelo urgente para que deputados, autoridades federais, estaduais e o Poder Judiciário intervenham no conflito. O receio de lideranças locais é que a falta de diálogo e a continuidade das ações coercitivas acabem gerando um cenário de conflagração social de proporções ainda maiores no campo baiano. Os produtores exigem o fim imediato das hostilidades para que possam retomar suas atividades de forma pacífica.
Expresssounica: Ações têm que ser revistas pelo governo
Esses ilícitos também vem acontecendo no norte do país, com muits trulencia, invadindo as propriedades privadas, tomando o que as famílias cknstruírsm ao longo dos anos, com muito sangue e suor derramsdo. Os conflitos, que chegam a ser desumsnos são mostrados a toda ora nas redes sociais. Uma ação, que tem que ser revista, pelo Governo Fedrtsl, às vezes. sem ordem jurídicas.
Fotos: webe


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