Após Trump, Flávio se reuniu com o vice JD Vance e secretário de Estado Marco Rubio,
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| Flávio Bolsonaro se reuniu por 30 minutos com o secretário de Estado Marco Rubio |
Do 'Diario do Poder - Um dia depois da conversa de cerca de 1h40 com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o senador e pré-candidato a presidente Flavio Bolsonaro (PL) manteve reuniões nesta quarta-feira (27) com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio.
Além das reuniões com essas autoridades, o senador também se encontrou com vice-secretário de Estado Christopher Landau e Darren Beattie, conselheiro do governo dos Estados Unidos para assuntos brasileiros e que alvo de hostilidades do governo Lula, proibindo-o de vir ao Brasil para visitar na prisão o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nenhuma dessas reuniões estava prevista quando o senador desembarcou em Washington, segunda-feira (25), após ser convidado pelo presidente norte-americano para uma conversa na Casa Branca.
Mauro Vieira esperou 9 meses
No caso da reunião com o secretário de Estado Marco Rubio, que durou cerca de 30 minutos, Flávio Bolsonaro chegou a bater um recorde de rapidez para ser confirmada.
Após a posse do governo Trump, o embaixador Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores de Lula (PT), insistiu durante exatos nove meses para conseguir ser recebido em 21 de janeiro de 2025 pelo secretário de Estado, mesmo assim em encontro-relâmpago para registro fotográfico.
Assim como o fez na conversa com Trump, Flávio também manifestou a Marco Rubio apoio à possibilidade de a Casa Branca classificar como organizações terroristas as facções criminosas “PCC” e Comando Vermelho. A posição de Flávio é oposta a de Lula, o que levou a oposição a acusar o petista de proteger o crime organizado no Brasil.
Durante sua conversa com J.D. Vance, o vice-presidente se interessou pelas iniciativas do regime brasileiro contra a liberdade de expressão no Brasil.
Mais cedo, Flávio visitou o Departamento de Estado, onde foi recebido pelo vice-secretário Christopher Landau e pelo conselheiro do governo Trump para assuntos do Brasil,

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