domingo, 7 de setembro de 2025

Em Copacabana, Jordy chama Moraes de ‘criminoso, violador de direitos humanos’

Parlamentar quer a anulação dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro

Do - Diario do Poder ' O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) fez um discurso inflamado neste domingo (7), durante ato realizado em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. O deputado criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, acusando o magistrado de perseguição política, fraude processual e violação de direitos humanos.

O parlamentar também pediu a anulação dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo os que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Jordy começou seu discurso exaltando a mobilização popular no Dia da Independência:

Está sendo realmente muito especial que todos vocês não estão se ocupando da ditadura dos judiciários e, no dia da independência, no dia emblemático, saíram às ruas. Porque não há independência sem liberdade. E nós estamos vivendo os tempos mais sombrios da nossa história.”

O deputado afirmou que o país vive uma crise institucional causada, segundo ele, por membros do próprio STF. O parlamentar acusou o ministro Moraes de atuar como perseguidor político:

“O ministro que deveria ser o guardião da Constituição está se colocando acima das leis, acima da Constituição, acima da democracia, para perseguir seus adversários políticos.”

Jordy também criticou o que chamou de “farsa do golpe”, referindo-se às investigações sobre a tentativa de subversão institucional em 8 de janeiro.

Para o parlamentar, Bolsonaro não teve participação nos atos e estaria sendo alvo de uma narrativa construída para criminalizá-lo:

Transformaram uma paderna em um golpe de Estado. Associaram o presidente Bolsonaro a essa paderna quando ele nunca teve relação alguma. Ele estava nos Estados Unidos e nenhuma participação teve naquele ato de vandalismo.”

Citação a Eduardo Tagliaferro

Carlos Jordy baseou suas acusações recentes nas declarações de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes. Segundo Jordy, os documentos apresentados por Tagliaferro em uma comissão do Senado revelariam uma suposta “fraude processual” nos inquéritos conduzidos pelo STF:

“Eduardo Tagliaferro está revelando toda a fraude processual que envolve esse criminoso psicopata que se chama Alexandre de Moraes.”

O parlamentar não poupou palavras ao classificar o ministro:

“Moraes é um criminoso. Moraes é um violador de direitos humanos. Moraes comete fraude processual para condenar Bolsonaro e aquelas pessoas do 8 de janeiro.”

 

Para o parlamentar, Bolsonaro não teve participação nos atos e estaria sendo alvo de uma narrativa construída para criminalizá-lo:

“Transformaram uma paderna em um golpe de Estado. Associaram o presidente Bolsonaro a essa paderna quando ele nunca teve relação alguma. Ele estava nos Estados Unidos e nenhuma participação teve naquele ato de vandalismo.”

Citação a Eduardo Tagliaferro

Carlos Jordy baseou suas acusações recentes nas declarações de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes. Segundo Jordy, os documentos apresentados por Tagliaferro em uma comissão do Senado revelariam uma suposta “fraude processual” nos inquéritos conduzidos pelo STF:

“Eduardo Tagliaferro está revelando toda a fraude processual que envolve esse criminoso psicopata que se chama Alexandre de Moraes.”

O parlamentar não poupou palavras ao classificar o ministro:

“Moraes é um criminoso. Moraes é um violador de direitos humanos. Moraes comete fraude processual para condenar Bolsonaro e aquelas pessoas do 8 de janeiro.”

“Não há mais que falar em anistia. Temos que anular o processo”

Ao abordar a discussão sobre anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, Jordy se opôs à proposta de uma “anistia modulada”, que, segundo ele, deixaria Bolsonaro de fora:

“Agora, o [presidente do Senado, Davi] Alcolumbre e os ministros estão querendo falar numa anistia modulada. Uma anistia para reduzir as penas daqueles que participaram do 8 de janeiro — menos para Bolsonaro. Não vamos aceitar.”

E concluiu:

“Não há mais que falar em anistia. Temos que anular o processo. A anistia tem que ser ampla, geral e irrestrita.”


Viva o 7 de setembro! Viva o Brasil soberano!

 Viva o 7 de Setembro: Independência do Brasil é celebrada em todo o país

Nossa bandeira; nosso orgulho@

Data marca o início da trajetória da nação como Estado soberano, lembrando a importância da cidadania e da construção democrática.

O 7 de setembro é um dos marcos mais importantes da história nacional. Foi nesse dia, em 1822, que Dom Pedro I proclamou a independência do Brasil às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, pondo fim ao domínio português e dando início à formação de um Estado soberano.

A independência, entretanto, não se limitou ao famoso “Grito do Ipiranga”. Ela foi resultado de um processo que envolveu pressões políticas, interesses econômicos e o desejo crescente de autonomia. O cenário internacional, com os movimentos de emancipação das colônias na América, e a insatisfação da elite brasileira com os impostos e restrições de Portugal contribuíram para acelerar a ruptura.

Hoje, o 7 de setembro é celebrado em todo o país com desfiles cívico-militares, apresentações culturais e atos oficiais, sendo Brasília palco do evento mais emblemático. Escolas, entidades civis e comunidades também realizam atividades que reforçam o espírito de cidadania e o orgulho nacional.

Mais do que relembrar o passado, a data convida à reflexão sobre os rumos do Brasil. A independência política conquistada em 1822 precisa ser renovada no dia a dia, por meio da luta por justiça social, democracia, desenvolvimento e igualdade.

🇧🇷 Viva o 7 de Setembro! Viva o Brasil!

sábado, 6 de setembro de 2025

Prefeitura de Ilhéus participa de oficina para fortalecer roteiros turísticos na cidade

Iniciativa busca a consolidação de um turismo sustentável, inclusivo e competitivo

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, participou da primeira de três Oficinas de Roteiros Turísticos do município, iniciativa realizada pela BAMIN em parceria com o Sebrae, com apoio do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) e do CEEP do Chocolate Nelson.

O encontro, na última quarta-feira (03), reuniu 40 representantes do trade turístico, entre agências, promotores, guias e instituições parceiras, com o objetivo de integrar as zonas turísticas de Ilhéus. A proposta é ampliar e fortalecer os roteiros já existentes, ao mesmo tempo em que estimula a criação de novos circuitos valorizando o patrimônio histórico, cultural e natural da região.

Participaram da atividade Cristiane Nunes – Supervisora PTUR, Ramon Challoub – Coordenador de Relacionamento com a Comunidade/BAMIN, Evelin Gomes – Gestora de Turismo, Marcela Souza – Superintendente de Turismo de Ilhéus, Socorro Mendonça – Presidente do Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) e do Instituto Nossa Ilhéus, além de Nasal Challoub e Ramaiana Vargens – Colaboradores.

O projeto integra o Programa de Reorientação da Atividade Turística no Litoral Norte de Ilhéus e reafirma a cidade como destino de experiências sustentáveis e inclusivas. Sucom.

”PT virou as costas para o agro na Bahia”, diz ACM Neto na Unagro em Feira de Santana

Ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto disse na manhã deste sábado (6), em Feira de Santana, que os governos estadual e federal não têm dado a verdadeira atenção à importância do agronegócio. 9

“Não há apoio, não há incentivo a um setor que gera milhares e milhares de empregos, que é responsável por grande parte do PIB de nosso país. Aliás, o que a gente percebe é que depois de quase 20 anos que o PT governa a Bahia, eles viraram as costas para o agro. Eles sucatearam a Secretaria de Agricultura, eles fecharam a EBDA, eles acabaram com o apoio técnico ao pequeno produtor com as linhas de crédito. Não há, nesse período todo do governo, uma obra relevante que possa ter levado segurança hídrica, aumentado o acesso especialmente do pequeno produtor à água. Hoje, a gente carece de obras relevantes de infraestrutura”, afirmou Neto durante evento organizado pela Unagro (União Agro Bahia), realizado no Clube de Campo Cajueiro. 

De acordo com ACM Neto, a burocracia dificulta e muitas vezes impede o agricultor de irrigar, de aumentar a sua produção. “O governo não tem uma política para agroindustrializar a Bahia, ou seja, para dar um passo além da produção primária. Nós temos também o sério problema da falta de segurança pública que hoje atinge o campo em nosso estado, dando uma situação de medo às pessoas. A Bahia é um dos estados que menos cumprem decisões judiciais de reintegração de posse, portanto, trazendo também insegurança jurídica a quem tem a sua propriedade. Infelizmente, esse é o quadro de quase 20 anos do PT governando o nosso estado”.  

Depois de criticar o PT, ACM Neto também apontou soluções para estimular o potencial do agro. “Primeiro, temos de reconhecer o problema, reconhecer a incapacidade do PT. Em seguida, dar a importância que o agro precisa ter pelo seu potencial, termos consciência da força que o agro pode trazer para o nosso Estado em desenvolvimento econômico e em geração de emprego. Feito isso, é preciso implantar  toda a parte das políticas públicas, reestruturar os órgãos públicos, a começar pela Secretaria de Agricultura do Estado, os órgãos técnicos, chamando as principais lideranças do agro na Bahia para trabalhar em conjunto, para fazer um trabalho consistente que assegure o desenvolvimento do pequeno, do médio e do grande produtor, o investimento para o campo e, é claro, com tudo isso, o crescimento do nosso estado. Esse encontro aqui pressupõe união de todos os setores”, acrescentou. 

ACM Neto também elogiou os organizadores do evento em Feira de Santana. “A Unagro está fazendo um grande trabalho, sendo porta-voz dessa inquietude, porta-voz desse clamor dos produtores, de quem vive da produção rural no Estado da Bahia. Pelo seu peso, pela sua relevância para o nosso estado, não poderia haver um palco mais adequado do que esse, um encontro de unidade, um encontro de diálogo, um encontro de compromisso com o futuro”.

Além de dirigentes da Unagro e de ACM Neto, também participaram do evento o prefeito José Ronaldo de Carvalho (Feira de Santana), o deputado estadual Sandro Régis, o ex-ministro João Roma, o ex-deputado federal Aldo Rebelo, o presidente da Faeb (Federação da Agricultura do Estado da Bahia), Humberto Miranda, e da presidente da Associação Comercial da Bahia, Isabela Suarez, entre outras autoridades. Ascom.

Lula perderia para Bolsonaro preso ou para Michelle, no DF

Michelle Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Isac Nóbrega)

Eleitor do Distrito Federal prefere eleger ex-presidente e ex-primeira-dama contra reeleição do petista

Do - Diario do Poder - Os eleitores de Brasília demonstraram que preferem eleger o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou sua esposa Michelle Bolsonaro (PL) e impedir a reeleição do presidente Lula (PT), em 2026, segundo o levantamento de intenções de voto divulgado nesta sexta-feira (5) pela Paraná Pesquisas. Mesmo em prisão domiciliar e inelegível, Jair Bolsonaro tem quase dez pontos percentuais de vantagem sobre Lula, em um dos cenários da pesquisa estimulada na capital do Brasil.

Neste primeiro cenário, Jair Bolsonaro lidera com 36,8% da preferência do eleitor do Distrito Federal, seguido por Lula, que pontua 27,1%. O terceiro colocado é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União). Na quarta posição vem o ex-ministro de Lula e ex-governador cearense Ciro Gomes (PDT), com 9,5%. O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) teve 3,2% de intenções de votos. E o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), tem apenas 0,6%.

O segundo cenário estimulado, sem o ex-presidente entre opções de voto, Michelle Bolsonaro tem vantagem de mais de quatro pontos percentuais sobre Lula, com a ex-primeira-dama liderando com 31,4% sobre o petista, que pontua 27,2%.

1510 eleitores no Distrito Federal, entre 23 e 27 de agosto. A amostra representativa atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.

Veja os dados completos dos cenários para Presidência da República no Distrito Federal:

Jornalista à Deriva:

Jornalista à Deriva: profissão em risco no Brasil do século XXI

* Joselito dos Reis
O jornalismo, historicamente reconhecido como uma das principais ferramentas de defesa da democracia e da cidadania, atravessa uma crise sem precedentes. No Brasil, sobretudo no interior, o ofício caminha para a beira da extinção — e não apenas pelo avanço das novas tecnologias, mas também pela falta de proteção institucional e pelo processo de banalização da profissão.

Com a chegada da internet, a extinção gradual dos jornais impressos e a terceirização dos espaços jornalísticos em emissoras de rádio — cada vez mais vendidos a igrejas ou entidades privadas — abriu-se uma brecha perigosa: “todos” passaram a se autodeclarar jornalistas ou radialistas. Esse fenômeno transformou o setor em um terreno sem regulamentação, onde o uso indevido da profissão deixou de ser exceção e passou a ser regra.

Blogs e sites proliferaram, ocupando o espaço do jornalismo profissional. Não se trata de negar a importância dessas ferramentas de comunicação, mas de constatar que, em sua maioria, foram apropriadas por pessoas sem preparo técnico, sem compromisso ético e sem formação específica. O resultado é que o texto — antes a principal mercadoria do jornalista, fruto de apuração rigorosa e análise crítica — perdeu valor e visibilidade.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba) já reconhece essa realidade: o setor foi um dos mais invadidos do mercado de trabalho brasileiro, deixando milhares de profissionais à deriva, sem entidades fortes de amparo ou fiscalização. O jornalista, que já foi guardião da informação e do debate público, hoje encontra-se “em alto-mar, sem bússola e sem salva-vidas”.

Nos últimos vinte anos, a globalização e a precarização das relações de trabalho contribuíram para a banalização de diversas profissões. No entanto, poucas foram tão afetadas quanto o jornalismo. Se antes a figura do repórter era sinônimo de credibilidade e voz ativa da sociedade, hoje o que se vê é a substituição desse profissional por improvisos comunicacionais, discursos prontos e interesses econômicos ou religiosos.

Agora, com a chegada da Inteligência Artificial, esse cenário se agrava. Ferramentas tecnológicas — que podem ser aliadas quando usadas de forma ética e complementar — acabam reforçando a sensação de que o jornalista é dispensável. Ao invés de potencializar a apuração e a criatividade, a IA tem sido vista por muitos empresários da comunicação como um atalho para reduzir custos, substituindo o humano pelo algoritmo.

Assim, o jornalista parece condenado a viver de sonhos, enquanto sua profissão é corroída pela indiferença social e pelo descaso político.

O futuro: resistência ou naufrágio?

O quadro é sombrio, mas não definitivo. A profissão precisa se reinventar e reencontrar seu espaço de relevância. Isso passa por fortalecer sindicatos, atualizar currículos universitários, cobrar fiscalização das práticas indevidas e, sobretudo, resgatar o valor do jornalismo ético, crítico e comprometido com a verdade.

O jornalista pode até estar à deriva, mas não deve se conformar com o naufrágio. A resistência é o último recurso — e talvez a única esperança de que, no futuro, a sociedade volte a reconhecer o jornalista como um farol em meio às tempestades da informação.

**Joselito dos Reis  - Poeta e jornalista 

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Relator da CPMI estima R$70 bilhões roubados em consignados no INSS

Conclusão de Alfredo Gaspar tem como base oitivas de autoridades e denunciante de esquema de descontos ilegais alvo de CPMI

Relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), amplia investigação de roubo bilionário. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Do - Diario do Poder- O relator da CPMI que investiga o descontos ilegais contra aposentados e pensionistas do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), estima que R$ 70 bilhões podem ter sido roubados dos beneficiários da Previdência Social no Brasil. A informação foi exposta em entrevista coletiva na noite desta quinta (4), após a comissão do Congresso Nacional ouvir a diretora de Auditoria de Previdência da Controladoria-Geral da União (CGU), Eliane Viegas Mota, sobre o escândalo.

Alfredo Gaspar ressaltou seu desejo de garantir que a CPMI alcance os grandes ladrões da nação, que meteram a mão no bolso dos aposentados e pensionistas para tirar R$ 6,3 bilhões por meio de descontos associativos não autorizados. E agora, com dados trazidos por órgãos de controle e pelo denunciante, advogado Eli Cohen, o relator afirma que a comissão teria a obrigação de avançar na investigação dos empréstimos consignados, diante da perspectiva muito forte de terem “atirado no alvo [descontos ilegais] e acertado no alvo muito maior do que pensava [consignados fraudados]”.


Diretora de Auditoria de Previdência e Benefícios da CCGU Eliane Viegas Mota expôs à CPMI a conivência do INSS com descontos ilegais. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)

Conivência do INSS

depoente da CGU, Eliane Viegas Mota, revelou que o INSS sabia e ignorou que 97% dos descontos associativos feitos em favor da a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) não foram autorizados pelos aposentados e pensionistas, ao decidir contrariar orientação técnica do órgão de controle e renovar acordo para manter estes débitos direto dos contracheques dos beneficiários da Previdência.

O relator da CMPI defendeu que os beneficiários do INSS têm que ser alvo da proteção do Parlamento do Brasil. “E o sistema previdenciário brasileiro tem que ter a integridade e a transparência necessárias para o aposentado pensionista não estar sendo roubado no final do mês”, concluiu o deputado alagoano.

Assista à entrevista do relator, publicada no perfil da TV Senado, no YouTube:

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Pesquisa que favorece Lula é de empresa contratada pelo governo

Nexus o integra  grupo de comunicação FSB, que presta serviços ao governo Sidônio Palmeira, chefe da Comunicação, dando instruções a Lula - ...