domingo, 3 de janeiro de 2021

Polícia Militar encerra 70 festas irregulares em Porto Seguro

 

Polícia Militar encerra 70 festas irregulares em Porto Seguro
Em bar, foi possível notar redução nas aglomerações | Foto: Divulgação/ SSP-BA

Do - Bahia Notícias - Pelo menos 70 festas irregulares foram desmobilizadas pela Polícia Militar em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, entre 28 de dezembro e 3 de janeiro. As ações foram resultado do reforço na fiscalização do cumprimento do decreto que proíbe festas e shows de qualquer natureza no estado para evitar a proliferação da Covid-19. 

Através do 8° Batalhão de Polícia Militar e unidades especializadas, a corporação endureceu a fiscalização nos bares distribuídos na orla de Porto Seguro. A medida conseguiu reduzir as aglomerações de baianos e turistas nos estabelecimentos comerciais.

Imagens do Bar Toa Toa, na sexta (1º) e neste domingo (3), mostram a diminuição alcançada pela força de segurança estadual, segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). 

Em Trancoso e Arraial D'Ajuda, distritos de Porto Seguro, eventos em casas de alto padrão, bares e em vias pública também foram encerrados.

"Recebemos essa difícil missão e estamos cumprindo com total dedicação. Esperamos que, nos próximos dias, não tenhamos alta no número de infectados pela covid-19", desejou o comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão.

Bahia registra 722 novos casos da Covid-19 nas últimas 24 horas


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 722 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,1%) e 1.030 recuperados (+0,2%). Dos 496.008 casos confirmados desde o início da pandemia, 482.039 já são considerados recuperados, 4.751 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Duas milhões de doses da vacina AstraZeneca chegam este mês ao Brasil

Anvisa autorizou importação excepcional da vacina Oxford/AstraZeneca a pedido da Fiocruz



Do - Diário do Poder - A agência reguladora Anvisa informou neste sábado (2) que aprovou um pedido de importação excepcional de 2 milhões de vacinas pela Fiocruz. A importação é considerada excepcional porque a vacina ainda não foi submetida à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.

A aprovação a importação da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório suíço AstraZeneca ocorreu no dia 31, mesmo dia que o pedido de importação foi protocolado pela Fiocruz, e o imunizante deve chegar ao Brasil ainda neste mês de janeiro.  

A Fiocruz é a responsável por produzir essa vacina. As doses importadas foram fabricadas pelo Serum Institute of India PVT. LTD, que é uma das empresas participantes do Covaxx Facility, o programa de aceleração e alocação global de recursos contra o novo coronavírus co-liderada pela OMS.  

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Como se trata de uma importação de vacina que ainda não foi aprovada no País, a entrada no país deve seguir algumas condições, estabelecidas pela Anvisa. 

A principal exigência é que as vacinas importadas fiquem sob a guarda específica da Fiocruz até que a Anvisa autorize o uso do produto no país. Para isso, a Fiocruz deve garantir as condições de armazenamento e segurança para manutenção da qualidade do produto.

De acordo com o pedido da Fiocruz, a importação excepcional é uma preparação para antecipar a disponibilização de vacinas a partir do momento em que o seu produto estiver aprovado pela Anvisa.  

A autorização do pedido de importação excepcional é semelhante a outros já analisados e autorizados pela Anvisa e demostra a prioridade da Agência no tratamento de todos os processos que tratam de produtos para o enfrentamento da Covid-19. 

sábado, 2 de janeiro de 2021

Índia libera uso da vacina Covaxin, da Bharat Biotech, que pode ser usada no Brasil

 Laboratório indiano obteve liberação neste sábado, e já busca autorização da Anvisa, no Brasil



Do - Diário do Poder - A vacina Covaxin, desenvolvida pela empresa indiana Bharat Biotech, obteve, neste sábado (2) recomendação para seu uso emergencial na Índia pelas autoridades de saúde do país. A vacina, administrada em duas doses com intervalo de duas semanas entre elas, induziu um anticorpo neutralizante, provocando uma resposta imune e levando a resultados eficazes em todos os grupos de controle, sem eventos adversos graves relacionados à vacina.

Na última fase antes da liberação para uso emergencial, ela foi aplicada em 26 mil voluntários em 22 localidades da Índia. A Bharat Biotech se comprometeu em fornecer 100 milhões de doses para o governo indiano, das 300 milhões que possui de capacidade produtiva. Parte deste saldo será destinada ao sistema público de saúde brasileiro, por meio de um protocolo de intenções firmado com o Governo Federal, depois de liberada pelas autoridades brasileiras.

A fábrica já tem prontas 10 milhões de doses para a aplicação em uso emergencial. A Covaxin foi recomendada para uso restrito em situação de emergência e de interesse público por um painel nomeado pelo governo indiano, que submeteu suas descobertas ao Drugs Controller General of India, órgão equivalente à Anvisa.

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O próximo passo é a liberação para uso comercial e irrestrito da vacina. No Brasil, já foram iniciados os procedimentos junto à Anvisa para submissão contínua dos resultados da vacina, etapa necessária para o registro na agência reguladora brasileira.

A tecnologia de vírus inativo, utilizada pela Bharat Biotech no desenvolvimento da Covaxin, permite que o  acondicionamento da vacina seja realizado entre 2° a 8°C. A previsão é de que seja lançada no mercado em fevereiro de 2021, e a projeção é de que sua validade contra a Covid-19 seja de 24 meses.

A Bharat Biotech está desenvolvendo a vacina Covaxin em colaboração com o Conselho Indiano de Pesquisa Médica (ICMR). A empresa possui, em seu portfólio, 14 vacinas e 5 medicamentos biológicos e exporta seus produtos para mais de 118 países. Entre seus parceiros de pesquisa e desenvolvimento estão a Fundação Bill & Melinda Gates, a Organização Mundial da Saúde, a Universidade de Oxford e outras renomadas instituições.

Agerba autoriza aumento no pedágio da Linha Verde a partir de terça-feira (5)

 

Após o reajuste, os motoristas de automóveis pequenos, caminhonetes e furgão passarão a pagar R$ 7,20 em dias úteis e de R$ 10,80 aos finais de semana e feriados.

Do - jornaldamidia.com.br - A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) publicou resolução resjustando em 2,44% as tarifas básicas do pedágio da BA-099 (Linha Verde). O reajuste entra em vigor a partir desta terça-feira (5) e corresponde à readequação tarifária anual, prevista no contrato de concessão.

A Linha Verde é administrada pela Concessionária Litoral Norte (CLN). A mudança de valores foi readequada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para cada categoria de veículo.

Com o reajuste, a tarifa aplicada para automóveis, caminhonetes e furgão passa a ser de R$ 7,20 em dias úteis e de R$ 10,80 aos finais de semana e feriados. Outras categorias de veículos, a exemplo de caminhões, ônibus e motocicletas também passarão por readequação tarifária. [Confira abaixo tabelas com valores atuais e novos]

Linha Verde

O trecho administrado pela CLN tem 217 km de extensão, do Km 7,5 (ponte do Rio Joanes), divisa entre os municípios de Lauro de Freitas e Camaçari, até Jandaíra, na divisa com Sergipe. Além dessa área, os acessos às localidades de Arembepe, Praia do Forte, Porto de Sauípe, Baixios/Palame, Subaúma e Conde também são administrados pela concessionária.

Parte do contrato de concessão, a CLN oferece serviços de apoio e inspeção do trecho, atendimento a usuários em caso de emergências médicas e mecânicas iniciais. A concessionária é responsável ainda por manter a boa trafegabilidade da estrada concedida, com a realização de serviços de manutenção e conservação da rodovia.

Cozinheiro morre com descarga elétrica em Trancoso

 Chefe  de cozinha morre após ser eletrocutado em pousada de Trancoso

Chef de cozinha morre após ser eletrocutado em pousada de Trancoso
Local onde o acidente aconteceu | Imagem: Reprodução/ TV Bahia

Do - Bahia Notícias - Um chef de cozinha faleceu após receber uma descarga elétrica dentro de uma pousada em Trancoso, distrito de Porto Seguro, na noite dessa sexta-feira (1º). O acidente ocorreu no Quadrado, centro do distrito, no momento em que a vítima trabalhava.

 

De acordo com o G1 BA, ele chegou a ser socorrido e levado para um posto de saúde da região, mas não resistiu. Além do chef, outros funcionários do local sentiram a descarga elétrica, mas em menor intensidade.

 

A pousada, que também funciona como restaurante à noite, fechou após o acidente. Até o momento, o estabelecimento não se pronunciou.

Coronavac é preterida pelo governo da China e vira preocupação no Brasil

 Chineses optaram por vacina com eficácia de 79,34%, o que indica que a Coronavac deve ser ainda menos eficaz


O governo da China aprovou a primeira vacina contra a covid-19 de uso geral do país, e a escolha elevou a preocupação no Brasil.

É que a China optou pelo imunizante produzido pelo laboratório estatal Sinopharm, que revelou ter 79,34% de eficácia nos estudos clínicos.

Aliada à demora na divulgação dos resultados, a opção pelo Sinopharm em vez do também chinês Sinovac, gerou a expectativa de que a eficácia da Coronavac seja ainda menor, para desespero do governador de São Paulo, João Dória. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo de SP e o Butantan, que desenvolveu a Coronavac com o Sinovac, adiaram por duas vezes a divulgação da eficácia da vacina.

Há uma semana, o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, soltou a primeira bomba. “Sabíamos que jamais atingiria 90%”, disse.

O imunizante do Sinopharm já era usado de forma emergencial na China e se tornou a aposta do governo local para evitar nova onda de contágio.

O Sinovac admitiu ter subornado autoridades para conseguir registros de vacinas na China. Aparentemente, dessa vez o assunto é mais sério.

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