Pesquisa científica dá continuidade à estudo que teve origem nos EUA
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
Estudante baiana utiliza lima-da-pérsia para desinfecção de água
domingo, 20 de dezembro de 2020
Observatório no sul da Bahia recebe denúncias sobre trabalho escravo
O Observatório Social para diagnóstico e denúncia sobre trabalho escravo é uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), realizado pelo Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad), em parceria com o Instituto Sorria, que fará a identificação de denúncias sobre a ocorrência de trabalho escravo no sul da Bahia.
Segundo o Ministério Público do Trabalho, na região foram resgatadas 21 pessoas de trabalho análogo ao escravo em 2019. O órgão diz que o estado é o quinto com maior número de pessoas retiradas dessa situação desde 2003.
Para o coordenador do Instituto, Jacson Cardoso Chagas, a construção de um Observatório Social é importante na identificação de denúncias e no desenvolvimento de ações conjuntas. “O trabalho escravo é uma mazela que assola o Brasil desde os tempos mais remotos, acarretando as mais complexas consequências do ponto de vista jurídico, social, econômico e sobretudo humano.”
“Atualmente, a escravidão é muito diferente daquela praticada durante os períodos colonial e imperial. Hoje, as pessoas escravizadas não são compradas, mas aliciadas e, muitas vezes, o patrão gasta apenas com o transporte do trabalhador até a propriedade.” afirma o coordenador.
APURAÇÃO DE DENÚNCIAS
O Observatório irá identificar locais de possíveis atividades com trabalho escravo por meio de um aplicativo, além do disque denúncia (73 99856-8442). Outras atividades serão desenvolvidas, como a realização de Palestras, oficinas e sensibilização nas escolas, sindicatos e outros espaços, bem como visita in loco dos locais identificados em denúncias.
O projeto será executado mais especificamente nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Itajuípe, Ibicaraí, Floresta Azul, Una, Ubaitaba e Canavieiras, com atividades de capacitação de trabalhadores, assistência à empreendimentos, estímulo à economia criativa, inclusão sócio produtiva e inserção/reinserção no mundo do trabalho.
ADEUS NICETTE. DEPOIMENTO EMOCIONANTE DE BETH GOULART
Na raça Flamengo contra tudo vence o Bahia
DESEMBARGADORA DA BAHIA PRESA VAI PARA A PAPUDA
Desembargadora Lígia Ramos é presa em Salvador e será levada para Papuda, em Brasília
Do - bahianoticias.com.br - por Cláudia Cardozo / Bruno Luiz

A desembargadora Lígia Ramos, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi presa preventivamente pela Polícia Federal (PF) na manhã deste domingo (20).
Alvo de mandado de prisão temporária nas 6ª e 7ª fases da Operação Faroeste, deflagradas na última segunda-feira (14), ela estava em prisão domiciliar porque se recuperava de uma cirurgia na vesícula. A decisão que convertia a prisão dela em domiciliar, no entanto, valia até sexta (18). Inicialmente, a desembargadora ficará em preventiva por 90 dias, que podem ser prorrogados conforme avaliação do ministro relator da operação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes. Também alvo das novas fases da Faroeste, a desembargadora Ilona Reis está em prisão temporária.
O Bahia Notícias apurou que a magistrada está passando por exames em Salvador e, logo em seguida, será levada para a penitenciária da Papuda, em Brasília, onde ficará presa.
“Como se percebe, a desembargadora Lígia Maria Ramos Cunha Lima passou a adotar, já no corrente ano, comportamentos ostensivos de destruição de evidências que possam incriminá-la, chegando até mesmo a intimidar seus próprios servidores”, diz trecho do relatório do parquet federal, contido na decisão de Fernandes.
Ainda de acordo com a investigação, ela “tem adotado a prática sistemática de apagas os rastros deixados pelas aparentes atividades ilícitas empreendidas , alterando artificiosamente o cenário fático numa tentativa de ludibriar as autoridades da investigação”.
A sentença traz um conteúdo divulgado à Justiça por uma servidora do TJ-BA que teria colaborado com a investigação – segundo informações dos bastidores, esta pessoa seria Carla Roberta Viana de Almeida, esposa do advogado Júlio César Cavalcanti Ferreira, que estava vinculado à chamada organização criminosa do falso cônsul da Guiné Bissau, Adailton Maturino, junto aos desembargadores e magistrados investigados na primeira fase da operação, deflagrada em novembro de 2019. As informações do MPF também foram embasadas a partir de uma delação premiada acordada com Júlio Cesar.
Neste trecho que teria sido narrado por Carla, como forma de intimidá-la, Lígia teria ido pessoalmente à residência dela, no intuito de pedir que fossem apagadas as listagens de processos “que ela pedia preferência” – isto teria acontecido após ela saber pela imprensa do acordo de colaboração premiada firmado por Júlio César.. Os dados estariam guardados no computador de um assessor, Danilo Arthur de Oliva Nunes. Segundo a colaboração, a desembargadora teria pedido que os registros fossem excluídos da máquina “antes da chegada dos demais servidores”.
De acordo com a colaboração, Lígia teria afirmado que possuía informações privilegiadas de que mais uma etapa da força-tarefa da Faroeste seria deflagrada e, portanto, o gabinete dela poderia ser alvo.
Os investigadores pontuam que, no início de 2013, o patrimônio de Rui Barata era avaliado em R$ 718 mil. No final de 2018, já era avaliado em quase R$ 4 milhões, representando um crescimento de 4,56 vezes ao inicial, com recebimento de valores não declarados, ou movimentação em nome de terceiros.
Com tais recursos, a família leva uma vida de luxo (saiba mais aqui). A desembargadora mora em uma casa “palaciana” no Alphaville, em Salvador, avaliada em R$ 2,9 milhões. O filho Rui Barata reside em um apartamento avaliado em quase R$ 1,9 milhão, no Horto Florestal, além de possuir lancha e diversos outros imóveis. Para o MPF, os ganhos são incompatíveis com o salário de desembargadora e com os vencimentos de advogado e ex-juiz eleitoral.
Brasileiros relatam agressões e tortura após desembarque no aeroporto de Lisboa
Visitantes 'barrados' são torturados em salinha, onde um ucraniano não resistiu à violência e morreu
Após o assassinato do ucraniano Ihor Homeniuk por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) do governo socialista português, vários estrangeiros como a brasileira Kátia Gonçalves dos Santos, de 36 anos, têm relatado à imprensa de Portugal casos de violência e maus tratos nas instalações da repartição, no aeroporto de Lisboa.
Kátia contou ao jornal Diário de Notícias, de Lisboa, que ficou detida por quatro dias em um “Centro de Instalação Temporária (CIT)”, no aeroporto de Lisboa, para onde o SEF conduz estrangeiros que resolve impedir de ingressar em Portugal.
Segundo a curitibana, os inspetores “diziam para ficar quieta para não me levarem para a salinha”, local onde eles torturam e espancam estrangeiros a serem deportados de volta aos países de onde embarcaram para Portugal.
Itamaraty ainda não agiu
Apesar dos relatos de brasileiros submetidos a maus tratos pelos funcionários da imigração, não se conhecem iniciativas do Ministério das Relações Exteriores ou das representações diplomáticas brasileiras em Lisboa em relação ao governo português.
Os inspetores do SEF costumam apresentar comportamento de inspiração nazifascista.
Nitidamente despreparados, eles fazem pose de policiais truculentos, muito embora sejam apenas servidores públicos, e tratam mal tantos os turistas que chegam ao país para gastar dinheiro e quanto os que estão no aeroporto para sair de Portugal.
‘Apanhavam demais, muito, muito’
Ela relatou ao DN uma rotina de violência covarde contra os estrangeiros recolhidos ao tal CIT. Kátia disse que as pessoas levadas à “salinha” voltavam “bem quietos, bem amachucados, com sinais de que tinham apanhado, cabeça baixa”.
“Apanhavam demais”, disse ela. “Muito, muito”. Disse que só ouvia alguns gritos, porque eles tinham tudo fechado, não se ouvia bem. “Apanharam durante o dia e depois foram lá buscar eles de noite também”, revelou ela ao jornal lisboeta Diário de Noticias.
“A gente teve medo até de perguntar, pensou que ia apanhar também”, contou Kátia, revoltada. “É uma covardia muito grande o que eles fazem ali.”
Outra brasileira testemunha os horrores
Outra brasileira contou ao Diário de Notícias que esteve detida por várias semanas no tal “Centro de Instalação Provisória” do Aeroporto de Lisboa, onde morreu um cidadão ucraniano depois de ter sido submetido a maus tratos dos inspetores.
“Muita gente teve problemas”, disse a brasileira cuja identidade o jornal preservou. “Vi surras, muitos apanharam”, disse.
“Levam para aquela salinha que chamavam ‘dos remédios’ e batem”, diz. “Várias pessoas foram postas naquela sala e saíam roxas e arrebentadas, mancando”, continuou. “Algumas saíam de cadeira de rodas”.
A identidade dessa brasileira está sendo preservada por razões de segurança, porque ela é uma das testemunhas da ação criminosa dos inspetores que resultou no assassinato do ucraniano Ilhor Homeniuk.
“Ele apanhou logo no dia em que chegou”, disse ela. “Apanhou várias vezes e depois nos mostrava as marcas”. Ela disse que é mentirosa a alegação dos inspetores no sentido de que o ucraniana
Cabo-verdiano conta como foi agredido
O cabo-verdiano Gilson Pereira também denunciou ao jornal Público ter sido agredido por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que, claro, disse ter usado “apenas a força necessária”.
Ele disse que foi agredido por inspetores do SEF nesta sexta-feira (18), no aeroporto de Lisboa. Segundo ele, os inspetores tentavam obrigá-lo aa entrar num avião de volta para o seu país.
“Eles amarraram-me os pés, meteram-me em cima da cadeira de rodas, caí no chão e depois meteram-me o joelho no pescoço. Nenhum cão merece o que eles fizeram comigo”, protestou.
O relato de Gilson se assemelha a outros, divulgados pelo semanário Expresso.
Expressaounica:
Os brasileiros têm que isolar este pais. Há muito tempo, as suas autoridades humilham os brasileiros. Lembram-se do episódio dos dentistas?!?
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Record lamenta morte de Nicette Bruno: "Ajudou a escrever a história da TV"
Atriz de 87 anos faleceu vítima de complicações do novo coronavírus
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| (crédito: João Miguel Júnior/TV Globo) |
Do - .correiobraziliense.com.br - A Record TV emitiu uma nota na tarde deste domingo (20/12), lamentando o falecimento da atriz Nicette Bruno, 87 anos, vítima de complicações do novo coronavírus. Ela é mãe dos atores Beth Goulart e Paulo Goulart Filho, que estão no elenco da novela Gênesis.
A emissora afirmou que Nicete deu vida a personagens memoráveis e ressaltou seu trabalho na teledramaturgia brasileira. "Ela se dedicou durante anos às artes, especialmente à televisão brasileira, onde interpretou personagens que nunca sairão de nossas mentes. Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do talento desta profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira".
Nas redes sociais, familiares, amigos, políticos e admiradores também fizeram homenagens. Autor de novelas em que Nicette atuou, Walcyr Carrasco ressaltou o privilégio de ter criado papéis para ela em Alma gêmea (2005), um grande sucesso da atriz, e Sete pecados (2007).
"A nossa querida Nicette Bruno nos deixou hoje. Mais uma vítima da covid-19. Nicette fez história na televisão brasileira. Tive o privilégio de trabalhar com ela. Aos familiares, amigos e fãs, deixo meu apoio e o meu carinho. Descanse em paz", escreveu.
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) também lamentou sua morte. "Triste com a notícia da morte da atriz Nicette Bruno. Nicette é mais uma vítima da Covid-19 no Brasil. Meus sentimentos aos familiares e amigos. Que Deus conforte seus corações neste momento de dor", apontou.
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