Lava Jato descobre que Sérgio Cabral cobrava propina até em obra de favela

Depois da propina, Cabral caía no funk
Julia Affonso, Ricardo Brandt e Fábio Serapião
Estadão
Estadão
O executivo Clóvis Primo, ligado à Andrade Gutierrez e um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) acertou propina sobre as obras de urbanização do conjunto de favelas de Manguinhos, uma das comunidades mais pobres da capital fluminense. O executivo Rogério Nora de Sá, também ligado ao grupo, relatou a mesma informação aos investigadores da Lava Jato.
Clóvis Primo depôs na quinta-feira, 23, à Procuradoria-Geral da República. Ele disse que, além das obras do Maracanã e do Comperj (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) também sabe que houve pagamento de propina na obra de Manguinhos.



