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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
DEBANDADA II
COM AS MÃOS NA CABEÇA....
A terrorista Dilma está com as mãos na cabeça prá não perder o juizo. De futura Presidenta, vê-se como futura ex-nada, execrada até pelo seu criador, o Lulla.
O jornalista Claudio Humberto diz em seu blog, que as relações entre Dilmão e Lulla, estão de tal modo estremecidas, que eles pouco se falam. Suportam-se apenas...
O resto do bando está em polvorosa tentando salvar as boquinhas.
E a debandada continua.
O ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares (PSB), candidato ao Senado Federal nestas eleições, declarou apoio ao candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.
“Vou votar no Serra pelas suas qualidades, ele é extremamente competente e preparado, já demonstrou tais virtudes em todos os cargos por onde passou, tanto na Prefeitura quanto no Governo de São Paulo. Além disso, ele tem o melhor projeto para o Maranhão”, declarou José Reinaldo.
Questionado sobre a decisão de ir contra a orientação nacional de seu partido, o PSB, que deliberou pela candidatura da petista Dilma Rousseff, o ex-governador respondeu que não poderia está do lado daqueles que são aliados do grupo Sarney.
A terrorista Dilma está com as mãos na cabeça prá não perder o juizo. De futura Presidenta, vê-se como futura ex-nada, execrada até pelo seu criador, o Lulla.O jornalista Claudio Humberto diz em seu blog, que as relações entre Dilmão e Lulla, estão de tal modo estremecidas, que eles pouco se falam. Suportam-se apenas...
O resto do bando está em polvorosa tentando salvar as boquinhas.
E a debandada continua.
O ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares (PSB), candidato ao Senado Federal nestas eleições, declarou apoio ao candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra.
“Vou votar no Serra pelas suas qualidades, ele é extremamente competente e preparado, já demonstrou tais virtudes em todos os cargos por onde passou, tanto na Prefeitura quanto no Governo de São Paulo. Além disso, ele tem o melhor projeto para o Maranhão”, declarou José Reinaldo.
Questionado sobre a decisão de ir contra a orientação nacional de seu partido, o PSB, que deliberou pela candidatura da petista Dilma Rousseff, o ex-governador respondeu que não poderia está do lado daqueles que são aliados do grupo Sarney.
Homem ligado a Dilma é acusado de fraude, diz revista
Presidente de estatal teria participado de ilícito envolvendo empréstimo internacional
14h 31
Agência Estado
BRASÍLIA - Reportagem publicada pela revista Época neste fim de semana aponta que uma empresa subordinada à Eletrobras teria sido usada para concessão de garantias de empréstimo externo para empresa privada de forma fraudulenta. Por trás do esquema, segundo a revista, estaria Valter Luiz Cardeal Souza, presidente do Conselho de Administração da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), ligado politicamente à candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff.
O banco de fomento Kreditanstalt für Wiederaufbau (KFW), controlado pelo governo da Alemanha, estaria movendo um processo por danos materiais e morais contra a CGTEE por causa de um empréstimo internacional no valor de 157 milhões de euros. O dinheiro seria usado para a construção de sete usinas de biomassa de geração de energia no Rio Grande do Sul e no Paraná. A CGTEE teria dado as garantias ao banco de fomento alemão, em março de 2005, para a empresa Winimport construir as usinas.
No entanto, a reportagem revela que, em 2007, quando a Winimport deixou de quitar parte do financiamento, o KFW procurou a CGTEE para cobrar as garantias e foi informado de que a estatal não tinha conhecimento desse aval. A Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe empresas do governo de serem fiadoras de empréstimos internacionais a empresas privadas. Investigação da Polícia Federal, iniciada naquele ano teria constatado fraude nas garantias, sumiço do dinheiro e envolvimento de nove pessoas. Elas respondem a processo por formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa e estelionato. O nome de Cardeal não consta entre os acusados no processo.
De acordo com a revista, que teve acesso ao processo do KFW contra a CGTEE, o banco alemão "afirma ter evidências de que Cardeal teria conhecimento, desde o início, da emissão de garantias ilegais e fraudulentas", para que as empresas privadas brasileiras obtivessem o empréstimo. Teria afirmado ainda, na ação, que a então ministra Dilma Rousseff teria tomado conhecimento do contrato em 30 de janeiro de 2006, durante um seminário, em Frankfurt, sobre investimentos em infraestrutura e logística no Brasil.
A reportagem informa que a assessoria de Dilma confirma a participação no seminário na Alemanha, mas nega ter visto apresentação sobre o negócio. Das sete usinas que seriam construídas, três pela Winimport e quatro pela empresa Hamburgo, cinco nunca teriam saído do papel e as outras duas estariam abandonadas, segundo a Época. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já teria multado a Winimport por atraso no cronograma de uma das usinas.
Propina
Em outra denúncia, reportagem da revista Veja aponta o assessor da Casa Civil, Vladimir Muskatirovic, advogado conhecido como Vlad, como intermediário da cobrança de R$ 100 mil de propina para liberar documento autorizando a mudança societária da TV Cidade, afiliada da Record no Maranhão. O deputado Roberto Rocha (PSDB-MA) disse à revista que foi "extorquido" para acelerar a alteração.
Em 2007, Rocha diz ter sido recebido pela então secretária executiva da Casa Civil Erenice Guerra e pelo assessor Vlad. Ambos teriam prometido resolver o assunto que se arrastava desde 2003. Da conversa com Erenice e o advogado Vlad, o deputado diz que só resultou a cobrança da propina.
Subordinado de Erenice no Ministério das Minas e Energia, Vladimir Muskatiroviv foi para a Casa Civil quando ela foi convidada por Dilma para assumir a secretaria-executiva da pasta. Ele permaneceu no cargo mesmo depois de Erenice ter sido obrigada a sair como pivô do esquema de cobrança de propina nos contratos federais com empresas privadas. Vlad negou ter recebido propina.
Serra recebe apoio de Gabeira e Feldmann para 2º turno
GUSTAVO URIBE - Agência Estado - às 18:00 horas
De suéter verde, cor do PV, o candidato do PSDB à sucessão presidencial, José Serra, recebeu no começo da tarde de hoje o apoio do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) e do ex-candidato do PV a governador de São Paulo Fabio Feldmann. O evento, ocorrido na capital paulista, também contou com a participação de lideranças do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Alberto Goldman.
Serra agradeceu o apoio individual dos verdes - já que o partido declarou-se oficialmente neutro neste segundo turno - e destacou que tem uma "convicção de economista" de que a maneira mais inteligente para desenvolver uma economia é de um forma sustentável, como reivindica a principal bandeira do PV.
Em discurso de 25 minutos, o candidato do PSDB defendeu medidas de desenvolvimento sustentável, o aumento da matriz energética limpa brasileira e o financiamento da economia verde, como a concessão de financiamento a equipamentos que poupem energia. O tucano criticou o que chamou de um "círculo vicioso" que, segundo ele, ocorre no atual governo em relação a projetos da área energética, como o da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.
De acordo com o candidato, a concessão da usina se transformou em "um verdadeiro atropelo". "No final, se atropela e acaba-se embarcando num processo caríssimo, cujas consequências não temos muita ideia do que sejam", afirmou. O candidato defendeu que o projeto de Belo Monte seja refeito.
Conforme o candidato tucano, há no País um potencial imenso de desenvolvimento da economia sustentável. "Se pegar um quarto do dinheiro de Belo Monte, dá para avançar em toda essa área." Serra avaliou ainda que o sistema de hidrovias no Brasil foi abandonado pelo atual governo.
''Elixir''
Um dos primeiros a discursar no evento, em um palco improvisado no antigo comitê de campanha de Feldmann, Gabeira relembrou seu apoio à candidatura de Serra no primeiro turno e considerou que o discurso do tucano o fascina em uma eleição "tão raivosa".
"Um governo de unidade nacional é uma coisa que soa para mim como um elixir", elogiou. Gabeira pediu a Serra que, se eleito, tenha uma ótima relação com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). "A população do Rio precisa disso", afirmou.
Feldmann, um ex-tucano, comparou sua situação atual à da ex-candidata do PV à Presidência Marina Silva. "Eu estou para o PSDB como Marina está para o PT", comparou, relembrando que Marina foi uma das fundadoras do PT e permaneceu no partido por 30 anos. Ele elogiou Serra como um homem obstinado e criticou a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). "A adversária de José Serra tem muita dificuldade em entender o que é desenvolvimento sustentável."
Mudança climática
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso destacou que a discussão da mudança climática tem de ser uma realidade no Brasil e aumentou o tom das críticas à candidata petista. "A visão do crescimento a qualquer preço quem encarna é a Dilma. É a ideia de fazer crescer, crescer e crescer. O Brasil vai crescer, mas a questão é outra."
Afinado com o discurso do PV, FHC posicionou-se contra a mudança do Código Florestal e a construção de novas usinas nucleares no País. "Não podemos admitir que se mude o Código Florestal", defendeu.
De suéter verde, cor do PV, o candidato do PSDB à sucessão presidencial, José Serra, recebeu no começo da tarde de hoje o apoio do deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) e do ex-candidato do PV a governador de São Paulo Fabio Feldmann. O evento, ocorrido na capital paulista, também contou com a participação de lideranças do PSDB, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador de São Paulo, Alberto Goldman.
Serra agradeceu o apoio individual dos verdes - já que o partido declarou-se oficialmente neutro neste segundo turno - e destacou que tem uma "convicção de economista" de que a maneira mais inteligente para desenvolver uma economia é de um forma sustentável, como reivindica a principal bandeira do PV.
Em discurso de 25 minutos, o candidato do PSDB defendeu medidas de desenvolvimento sustentável, o aumento da matriz energética limpa brasileira e o financiamento da economia verde, como a concessão de financiamento a equipamentos que poupem energia. O tucano criticou o que chamou de um "círculo vicioso" que, segundo ele, ocorre no atual governo em relação a projetos da área energética, como o da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.
De acordo com o candidato, a concessão da usina se transformou em "um verdadeiro atropelo". "No final, se atropela e acaba-se embarcando num processo caríssimo, cujas consequências não temos muita ideia do que sejam", afirmou. O candidato defendeu que o projeto de Belo Monte seja refeito.
Conforme o candidato tucano, há no País um potencial imenso de desenvolvimento da economia sustentável. "Se pegar um quarto do dinheiro de Belo Monte, dá para avançar em toda essa área." Serra avaliou ainda que o sistema de hidrovias no Brasil foi abandonado pelo atual governo.
''Elixir''
Um dos primeiros a discursar no evento, em um palco improvisado no antigo comitê de campanha de Feldmann, Gabeira relembrou seu apoio à candidatura de Serra no primeiro turno e considerou que o discurso do tucano o fascina em uma eleição "tão raivosa".
"Um governo de unidade nacional é uma coisa que soa para mim como um elixir", elogiou. Gabeira pediu a Serra que, se eleito, tenha uma ótima relação com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). "A população do Rio precisa disso", afirmou.
Feldmann, um ex-tucano, comparou sua situação atual à da ex-candidata do PV à Presidência Marina Silva. "Eu estou para o PSDB como Marina está para o PT", comparou, relembrando que Marina foi uma das fundadoras do PT e permaneceu no partido por 30 anos. Ele elogiou Serra como um homem obstinado e criticou a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). "A adversária de José Serra tem muita dificuldade em entender o que é desenvolvimento sustentável."
Mudança climática
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso destacou que a discussão da mudança climática tem de ser uma realidade no Brasil e aumentou o tom das críticas à candidata petista. "A visão do crescimento a qualquer preço quem encarna é a Dilma. É a ideia de fazer crescer, crescer e crescer. O Brasil vai crescer, mas a questão é outra."
Afinado com o discurso do PV, FHC posicionou-se contra a mudança do Código Florestal e a construção de novas usinas nucleares no País. "Não podemos admitir que se mude o Código Florestal", defendeu.
Emasa normaliza fornecimento de água
| Transformador que deu a pane |
| Removendo para conserto |
| Coelba no local repõe canela |
Para que o fornecimento atingir a sua capacidade máxima demandará ainda um prazo de oito dias, enquanto isso a população tem a sua disposição o telefone 08000.73.11.05 para qualquer informação ou reivindicação.
DEBANDADA
Depois que o PMDB abriu caminho, com vários diretórios regionais apoiando SERRA, outros partidos que apoiam (ou apoiavam) Dilma, começam a debandar para o lado de SERRA. É o famososo "salve-se-quem puder".
Dois motivos acontecem para a debandada: 1) os mais éticos e sérios, descobriram ( finalmente ), que entregar o Brasil à Dilma é suicídio coletivo e 2) aqueles que não gostam de viver na "oposição" já sentiram o clima de velório do PT e querem estar longe do entêrro da candidatura de Dilma, que é apenas uma "invenção" de Lulla, que já não tem mais poder, pois entregará o mandato em 70 dias.
Assim:
Com um pé em cada canoa, PMDB, PP e PTB deixam as portas abertas para se aproximarem do futuro governo, seja ele do PT ou do PSDB.
SUL DO BRASIL
No Rio Grande do Sul, os peemedebistas, depois da neutralidade do primeiro turno, indicaram o voto em Serra, conforme anúncio do deputado Eliseu Padilha(PMDB-RS), e se associam a grupos dissidentes como os liderados pelos ex-governadores Orestes Quércia em São Paulo, Jarbas Vasconcelos em Pernambuco e Luiz Henrique em Santa Catarina.
PP LIBEROU GERAL
O PP no Paraná, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul está com o presidenciável tucano.
Dois motivos acontecem para a debandada: 1) os mais éticos e sérios, descobriram ( finalmente ), que entregar o Brasil à Dilma é suicídio coletivo e 2) aqueles que não gostam de viver na "oposição" já sentiram o clima de velório do PT e querem estar longe do entêrro da candidatura de Dilma, que é apenas uma "invenção" de Lulla, que já não tem mais poder, pois entregará o mandato em 70 dias.
Assim:
PDT de Mato Grosso é Serra
Esta semana a executiva do PDT de Mato Grosso, seu presidente Otaviano Pivetta (foto), que foi candidato a vice governador na chapa de Mauro Mendes, e apesar de não ter sido eleito, obteve 32% dos votos, e o senador eleito José Pedro Taques, devem anunciar o apoio do PDT a José Serra. Mesmo com a pressão da executiva nacional do partido, as lideranças estaduais estão dispostas a enfrentar e declarar o apoio a Serra.
Já o PSB deve seguir rachado uma vez que Mauro Mendes está integrado ao grupo que vai declarar apoio ao Serra e o presidente do partido, deputado federal reeleito Valtenir Pereira, já se declarou apoiador de Dilma desde o primeiro turno.
O PV, que também fez parte da aliança “MT muito mais”, seguirá com Serra no estado.A decisão foi tomada durante uma reunião na casa do presidente do PPS em MT Percival Muniz, que está articulando a manutenção do grupo e seu apoio ao Serra.
Dilma tem perdido “soldados” em seu imenso exército no Nordeste. O prefeito de Jucás (CE), Helânio Facundo, aderiu à candidatura de José Serra sem medo de ser expulso do PCdoB, o seu partido.
Gabeira com Serra
Hoje mesmo acontece um ato de integrantes do PV, encabeçados pelo candidato derrotado ao governo do Rio, Fernando Gabeira, de apoio a SERRA.
O evento de hoje será no comitê do candidato derrotado ao governo paulista, Fábio Feldmann. Além de Gabeira, é dada como certa a presença de Eduardo Jorge, que coordenou a área de saúde do programa de governo de Marina e é secretário da prefeitura de São Paulo.
Feldmann disse que Serra, Geraldo Alckmin, e talvez até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso devem comparecer.
Aliados de Lulla ficam divididos no Rio
Enquanto o PR do Rio mantém suspense sobre a posição no segundo turno da eleição presidencial, outros partidos da base do presidente Lulla acentuaram as divisões internas, com novas adesões à campanha do tucano José Serra.Com um pé em cada canoa, PMDB, PP e PTB deixam as portas abertas para se aproximarem do futuro governo, seja ele do PT ou do PSDB.
SUL DO BRASIL
No Rio Grande do Sul, os peemedebistas, depois da neutralidade do primeiro turno, indicaram o voto em Serra, conforme anúncio do deputado Eliseu Padilha(PMDB-RS), e se associam a grupos dissidentes como os liderados pelos ex-governadores Orestes Quércia em São Paulo, Jarbas Vasconcelos em Pernambuco e Luiz Henrique em Santa Catarina.
PP LIBEROU GERAL
O PP no Paraná, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul está com o presidenciável tucano.
domingo, 17 de outubro de 2010
Marina não apoia Serra e nem Dilma
(Marina Silva fez elogios a Dilma e Serra, mas se negou a abrir seu voto)
O Partido Verde (PV) decidiu neste domingo, durante plenária realizada em São Paulo, manter uma postura de independência no segundo turno da eleição presidencial.No evento, a senadora e candidata do PV à Presidência, Marina Silva, leu uma carta aberta endereçada a Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), na qual faz elogios a ambos e se coloca como "mediadora" entre a sociedade e os partidos que disputarão a Presidência.
"Estou me dirigindo a duas pessoas dignas (...), desde a luta contra a ditadura até a efetividade dos governos de que participaram", afirmou a senadora, que terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com quase 20 milhões de votos. "Somos um veículo de comunicação de ambos com os eleitores. Mantemo-nos na condição de mediadores para contribuir para que este processo alcance melhores resultados", disse Marina.
Em sua carta, a senadora também critica o que define como "dualidade destrutiva" entre PT e PSDB.
"Essas duas forças que nasceram inovadoras são hoje os fiadores desse conservadorismo renitente. É a armadilha em que ambos caem e para a qual levam o país."
A questão da religiosidade, que está no centro dos debates do segundo turno, também marca presença na carta aberta de Marina.
Ela disse que as pessoas não podem ter seu voto diminuído devido à religião, e que a sua candidatura representava a diversidade.
"Procurei respeitar a fé que professo sem fazer dela uma arma eleitoral", diz a senadora, que congrega na Igreja Assembleia de Deus. "Voto secreto"
Em entrevista coletiva, Marina se negou a revelar em quem votará. "O voto é secreto, e para manter a minha independência no processo político, vou reservar esse direito de eleitora", afirmou Marina.
Marina também se recusou a dizer se será candidata a presidente em 2014 e descartou ter "ansiedade" para concorrer a outros cargos. "A política não deve ser feita sempre de caso pensado", afirmou a senadora, que descartou assumir um ministério no futuro governo.
Marina Silva disse ainda que não considera a sua saída do Senado, depois de 16 anos, uma "perda". A ex-candidata disse ser uma "militante do partido e uma militante da sociedade", que acredita na relação com os "núcleos vivos da sociedade".
Sobre a apresentação de propostas de governo feita pelo PV às candidaturas de Dilma e Serra, Marina disse acreditar que as proposições de seu partido tiveram um acolhimento maior por parte do PT do que do PSDB. Durante a plenária, o vice-presidente do PV, Alfredo Sirkis, chegou a dizer que a resposta às propostas dada pelos tucanos e assinada pelo presidente do partido, Sérgio Guerra, era "superficial" e parecia ter sido "escrita à pressas".
Já o texto do PT, assinado por Dilma, se manteve, na opinião de Sirkis, em um "nível programático", sem fugir às questões. Postura dos filiados
Com sua postura de "independência" no segundo turno, o PV liberou seus filiados para declarar voto em Dilma ou Serra apenas como "eleitores", sem se identificar como membros do partido.
Os donos de cargos institucionais no PV, como o presidente da sigla, José Luiz Penna, o vice-presidente, Alfredo Sirkis, e os presidentes dos diretórios de São Paulo e Rio decidiram seguir o caminho de Marina Silva em não declarar apoio público a nenhum candidato.
Dos 92 convencionais com direito a voto na plenária do PV, apenas quatro se manifestaram contrários à independência no segundo turno.
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MSN Noticia
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