segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Geddel participa de encontro com Ed Brasil em Ilhéus

(Ed Brasil lança campanha com Geddel em Ilhéus )

O candidato a Governador da Bahia, Geddel Vieira Lima, seguiu em comitiva com o Prof. Ed Brasil na manhã do último domingo (8/8) do Aeroporto de Ilhéus para o Diretório Regional do PPS na Barreira, zona sul da cidade, a fim de participar do lançamento da campanha de Ed Brasil para Deputado Federal.

Recepcionado por um bom público de simpatizantes à entrada, Geddel percorreu as instalações da sede – salão principal, salas de reunião, hospedaria, copa/cozinha e área de serviço – na companhia de Ed Brasil. E do jardim da casa fez um discurso bem ao seu estilo, bastante incisivo, valorizando as novas lideranças que surgem e se lançam no sul/extremo-sul da Bahia, a exemplo de seu anfitrião candidato a uma cadeira na Câmara dos Deputados em Brasília.

A seguir, lideranças políticas do PPS e de outros partidos na região fizeram da varanda da casa um palanque para também manifestar seu apoio ao Prof. Ed Brasil. Em comum entre os pronunciamentos destaque para as qualidades éticas e morais do candidato e a confiança de que ele será um dos 39 deputados federais eleitos para representar a Bahia na Câmara e no Congresso Nacional.Finalizando o evento, políticos, lideranças comunitárias e convidados de toda a região cacaueira confraternizaram-se em um coquetel.

E a equipe Ed Brasil seguiu em frente dando prosseguimento ao seu trabalho nesta que é a fase decisiva da campanha.

Por: Carlos Malluta

Desafio para o sertão é agregar valor à produção de minérios


Por: Aguirre Peixoto

Com uma crescente extração mineral, já tradicional no município de Brumado, mas promissora em outras cidades, como Caetité – onde deverá ter início em dois anos uma produção de 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano –, o desafio para o território do Sertão Produtivo é agregar valor a estes produtos. Os minérios são enviados para outros locais do País ou mesmo do exterior, onde são transformados em produtos mais sofisticados, gerando mais riqueza e empregos, benefícios que poderiam ficar na Bahia.

Nas estradas fora da zona urbana de Brumado, chamam atenção as imensas fábricas montadas próximas às serras, de onde extraem o magnésio – usado para a fabricação de produtos como tijolos refratários, talcos e fertilizantes.

Há três indústrias de extração que geram cerca de 1.500 empregos diretos. A extração é tão forte no município que as estradas chegam a brilhar, por conta de minério espalhado no solo.

Em Caetité, a Bahia Mineração está em fase avançada de construção, prevendo cerca de mil empregos diretos quando estiver em operação (2012), extraindo ferro do local.

Outros municípios já têm estudos iniciados para a extração de minérios.

Para a expansão da atividade, com agregação de valor aos produtos, os entraves são inúmeros. O prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos (PSDB), cita o ambiental. “Estive em uma feira de pedras ornamentais em Vitória do Espírito Santo, para tentar convencer algum empresário a instalar uma fábrica de produção dessas pedras aqui na região. Me disseram: baiano, ninguém vai fazer isso porque o licenciamento ambiental lá demora demais. Não daria tempo de conseguir a licença para a produção de uma pedra preciosa enquanto ela estivesse valorizada, só sairia depois que o valor caísse”, relata.

Transporte - Outras questões também prejudicam a produção. A infraestrutura é considerada um dos principais problemas para Sandro Viana,gerente da Ibar, mineradora de Brumado.

“O transporte do nosso material é feito todo pelas rodovias e muitas estão ruins. O preço do produto acaba ficando mais caro e cai a competitividade”, avalia. Neste ponto, há a expectativa de que a construção da Ferrovia Oeste-Leste, que atravessará a Bahia, ajude no escoamento de produtos, mas sua conclusão deve demorar pelo menos dois anos.

Quem vê os caminhões descendo a serra onde se encontra a Ibar, transportando magnésio em forma de rocha para a caldeira, onde é transformado em pó, nem imagina que a empresa só trabalha com 70% da capacidade. Falta mercado para absorver uma operação de 100% – questão que poderia ser resolvida com indústrias de beneficiamento do minério instaladas nas proximidades. “Com uma demanda maior, precisaríamos contratar mais gente”, complementa Sandro.

09.08.2010

domingo, 8 de agosto de 2010

Bassuma cumpre agenda no extremo sul da Bahia

Ontem (07), o candidato ao Governo da Bahia, Luiz Bassuma esteve no Extremo Sul baiano, onde teve encontros políticos com o povo e lideranças.

Hoje (08), Bassuma está em Caravelas, onde tem reuniões com Marcelo Lourenço e lideranças locais.

Amanhã, segunda, dia 09, o candidato verde participa de audiência sobre Juizado Modelo Cível, no Campus da Unijorge, às 13h30.

Ainda nesta segunda, às 18h, Bassuma participa de seminário promovido pelo jornal A Tarde quando debaterá sobre Saúde, na FIB.

Por Helô Sampaio

O MAIS NOVO ESCÃNDALO DO PT

 O ESTADO POLICIAL PETISTA


Reportagem de Otávio Cabral na VEJA desta semana começa a desvendar a MÁQUINA CLANDESTINA petista incrustada no Estado para, abusando de informações privilegiadas e de dados sigilosos de todos os brasileiros, produzir dossiês contra adversários, intimidá-los, chantageá-los, difamá-los. É uma história cabeluda, de arrepiar. Leiam um trecho:
“A máquina petista de produzir dossiês é ampla, bem organizada e atua como um apêndice oficial para satisfazer interesses do próprio governo. E, o mais surpreendente, ela não é abstrata e tem até endereço comercial: a sede da Previ, o poderoso fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Em entrevista a VEJA, o advogado Gerardo Santiago revela que o gabinete da presidência da Previ foi usado como centro de montagem de dossiês para constranger e intimidar adversários do governo. Ex-diretor e ex-assessor da presidência do fundo, Gerardo conta que, cumprindo ordens superiores, elaborou dossiês contra deputados e senadores da oposição. Entre os alvos dos petistas já esteve até o atual candidato à Presidência da República José Serra. “A Previ é um braço partidário; é um bunker de um grupo do PT, uma fábrica de dossiês”, acusa o advogado, que garante ter cumprido missões determinadas diretamente por Sérgio Rosa, que presidiu o fundo até maio passado”.
Vocês precisam ler a reportagem. Vão se lembrar de notícias que circularam na imprensa que tiveram origem no bunker e que se provaram falsas depois. Quem liga? Lembram-se da história de que o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) teria viajado num jatinho de Daniel Dantas? Se vocês recorreram ao Google, encontrarão centenas de referências. Pois é. Saiu dali. E era mentira.
Gerardo Santiago concede uma entrevista à VEJA. Ele confessa que um grupo foi formado na Previ já em 2002 para produzir dossiês contra o governo FHC. Ele alega que o objetivo era proteger a Previ. Sei… E emenda: “DOSSIÊS COM CONTEÚDO OFENSIVO, PARA ATINGIR E DESMORALIZAR ADVERSÁRIOS POLÍTICOS, SÓ NO GOVERNO LULA MESMO, NA GESTÃO SÉRGIO ROSA”. Leiam outros trechos, em que aquela “imprensa patriota” entra como parte do sérvio sujo:
Prossegue Santiago:
“Quando o PT chegou à Presidência da República, os dirigentes botaram a Previ para defender o governo, o partido, o sindicato, a CUT. Hoje, a Previ é um braço partidário, é um bunker de um grupo do PT, uma fábrica de dossiês. A Previ está a serviço de um determinado grupo muito poderoso, comandado por Ricardo Berzoini, Sérgio Rosa, Luiz Gushiken e João Vaccari Neto.”
NOTA, LEITOR: BERZOINI E JOÃO VACCARI NETO ESTIVERAM ENVOLVIDOS COM A CHAMADA OPERAÇÃO DOS ALOPRADOS, EM 2006. Até hoje não se sabe a origem do dinheiro. Não???
Depois de contar que Sérgio Rosa determinou que ele escarafunchasse documentos sigilosos para produzir dossiês contra oposicionistas, a VEJA pergunta o que o chefão fez com o material. Vejam o que Santiago respondeu:
“Em uma sessão da CPI no fim de fevereiro de 2006, o deputado ACM Neto (DEM-BA) estava atacando o governo e perturbando a senadora Ideli Salvatti (então líder do PT no Senado). Então, ela perguntou a um grupo que a assessorava: “Ninguém aí tem nada que possa calar a boca desse moleque?”. Aí eu falei: ‘Senadora, contra o rapaz, não. Mas eu tenho uma munição pesada contra o avô, não serve?’. Ela começou a pular, a comemorar. Ligou para o Sérgio Rosa, e a coisa andou. O Sérgio enviou o dossiê para o gabinete dela. Duas semanas depois, estava tudo na capa da revista Cana Capital (a reportagem foi publicada na edição de 8 de março de 2006).
E quem, afinal, integra “A Máquina”? Santiago faz o elenco:
“O grupo do Sérgio Rosa e do Berzoini é muito forte em todos os bancos públicos e fundos de pensão. Na Previ, dos seis dirigentes, quatro são petistas e ex-dirigentes de sindicatos de bancários. No Banco do Brasil, a maioria dos diretores e vice-presidentes é da mesma linha política. A presidente da Caixa, Maria Fernanda, é da Articulação Sindical Bancária. Os presidentes do Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa) e da Petros (fundo de pensão dos funcionários da Petrobras] também foram indicados por Berzoini e Sérgio Rosa.

Encerrando
É isto aí, leitor! Alguém que fez parte da “Máquina”, que trabalhou nela, que invadiu sigilo a serviço do partido — informações que foram parar na mão da líder do governo no Senado —, resolveu abrir o bico. Que fique claro: a entrevista de Santiago denuncia a agressão a direitos protegidos pela Constituição. Sim, trata-se de crimes contra a Constituição. Vamos ver como reagem as instituições a partir de segunda. Eis aí: somos, hoje, todos funcionários dos petistas, seus subordinados. Dispõem, como lhes parece melhor, de nossos sigilos, de nossa biografia e, nessa marcha, do nosso destino. Para honra e glória da “Máquina”. Para honra e glória do “Partido”.
Com a palavra, o Ministério Público Federal, a Polícia Federal, o Congresso e a OAB.
Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Debate revela fragilidades e estratégias, mas só Plínio surfa

Christina Lemos, colunista do R7Texto:
PublicidadeO primeiro debate com os presidenciáveis foi o que se esperava dele: revelador, mas a única surpresa foi mesmo Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, que cumpriu o papel de “desconstruir” os adversários, mas não conseguiu esclarecer como pretende executar seu projeto – que classifica de alternativa ao “bom-mocismo” de seus concorrentes.

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José Serra, do PSDB, foi o autor dos ataques mais duros, focados em Dilma Rousseff, e conseguiu surpreender a petista como quando criticou o fim do apoio do governo às APAEs (Associações de Pais e Amigos de Excepcionais). Enfrentou com relativa tranqüilidade as provocações sobre temas como privatizações do governo FHC, e mostrou presença de espírito nas réplicas a Plínio de Arruda Sampaio, no papel de provocador. Preocupou-se em apresentar propostas e mostrar-se como administrador experiente. Demonstrou auto-controle diante de provocações e até se emocionou ao mencionar o pai, em suas considerações finais. Foi fluente e seguro nas exposições e marcou pontos em questões ligadas à Saúde pública.

Meu palpite: O tucano manteve-se no ataque e saiu-se sem grandes arranhões na defesa. Pode até ter conquistado votos, mas principalmente consolidou os que já tinha, sem reverter seus índices de rejeição.

Dilma Rousseff, do PT, foi a mais atacada no debate, por todos os candidatos, sem exceção, e principalmente pelo adversário tucano, José Serra. Estreante, mostrou certa dificuldade com a administração do tempo para as respostas, deixando vários raciocínios sem conclusão, e enfrentou algum embaraço diante de temas-surpresa, como o fim do auxílio governamental às APAEs e dos mutirões à saúde. Lançou mão de números para fundamentar um discurso bastante racional e menos comunicativo e fluente que os dos adversários. Mas esteve atenta a ataques e acusações ao governo Lula, e deu-lhes combate. Manteve o tom moderado e cortês com os adversários. Acertou a mão no confronto entre programas de FHC e de Lula e na comparação entre resultados dos dois governos – seu ponto forte. Mostrou domínio sobre questões de infra-estrutura, mas exagerou na tentativa de contra-ataque a Serra ao enveredar por temas de baixo interesse, como indústria naval. Emocionou-se ao mencionar Lula e sua experiência no governo, mas acabou encerrando de forma protocolar suas considerações finais.

Meu palpite: Dilma sofreu algum prejuízo ao ser obrigada a se manter na defensiva. Optou pela cautela no revide e ficou um tom abaixo do de Serra, demonstrando menos malícia para estas situações. No entanto, manteve a imagem de guardiã do patrimônio do governo Lula e mostrou conhecimento das questões de governo. Não decepcionou os eleitores petistas, não fez feio, mas precisa de cancha.

Marina Silva, do PV, manteve-se na faixa de terceira concorrente, apesar de lançar mão de ataques moderados a Serra e a Dilma, ao questionar logo de início a falta de união dos partidos em torno do interesse público nacional. Marcou pontos ao mostrar que transita de sua plataforma verde para temas como Educação. E tentou mostrar objetividade, ao fixar um patamar de recursos para financiar o setor. Escapou da dicotomia ao rejeitar fazer uma escolha entre a assistência a carentes e a causa ambiental. Mas deixou sem revide à altura as provocações de Plínio, que a chamou de “eco-capitalista” e “petista que não sabe pedir demissão”.

Meu palpite: Marina avançou pouco além de seu eleitorado tradicional. No entanto, consolida imagem pessoal de competência, moderação e nobreza de caráter, ao colocar-se acima de questões partidárias e ideológicas. Seu apoio transforma-se numa espécie de trunfo do segundo turno.

Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL, foi o showman da noite. Com nada a perder e tudo a ganhar com a oportunidade do debate, usou-a da maneira mais descompromissada possível: desmontou adversários, reclamou da pouca exposição, fez graça, provocou, e, principalmente, foi o único que falou diretamente com o eleitor, colocando-se como uma espécie de alternativa revolucionária, diante do “bom-mocismo” dos adversários, que, segundo ele, propõem “melhorias aqui e acolá”, mas não uma mudança efetiva. No entanto, não conseguiu dizer como pretende viabilizar esta mudança. Não foi encarado como adversário viável pelos demais concorrentes, que apenas o utilizaram para “fazer escada” para os próprios temas de interesse – caso de Marina, única a lhe dirigir uma pergunta.

Meu palpite: do ponto de vista eleitoral e pessoal, foi o que mais lucrou com o debate. Plínio foi o único que se beneficiou do efeito surpresa da própria figura e da própria performance. E também o único a ousar na comunicação, seja com os concorrentes, seja com o telespectador. Certamente multiplicará votos, principalmente entre os de protesto e o dos jovens. E certamente melhorará os resultados eleitorais do PSOL. Para quem, até aqui, é apenas um nanico entre os concorrentes, foi um golaço.

Para além das considerações e palpites acima, fica claro que ainda falta muito para entender melhor a cabeça e o padrão de comportamento dos candidatos a governar a nação. O caminho será longo.

R7  Notícias

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ASSEMBLEIA APROVA FIM DA TARIFA TELEFÔNICA


TUDO DEPENDE DE WAGNER

Depois de dois meses sem votação de projetos na Assembleia Legislativa, os deputados se reuniram nesta terça-feira (3) e aprovaram, por unanimidade, durante sessão extraordinária, o segundo turno do projeto que prevê o fim da tarifa de assinatura telefônica no estado. A votação foi resultado de uma negociação do autor da proposta, Álvaro Gomes (PCdoB), com seus colegas, para que comparecessem à votação apenas da matéria, já que a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) está emperrada – previa-se que as duas matérias seriam votadas na mesma oportunidade. Trinta e quatro parlamentares marcaram presença.  A lei, no entanto, precisa agora da sanção do governador Jaques Wagner (PT), que, encontra resistências das empresas de telefonia e questionamentos da Secretaria da Fazenda no Estado, já que há a projeção da perda de arrecadação de R$ 80 milhões com o ICMS. Informações da Tribuna da Bahia.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

GOVERNO FAZ FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO


 TRISTE BAHIA

Enquanto a Segurança Pública na Bahia vai de mal a pior, o atual governo faz uma gastança com ONG's e fundações, privilegiando alguns "sortudos".
Apesar de dizer que tudo é legal, todo mundo sabe que muitas vezes nem sempre o legal é "moral".
E a farra com o dinheiro suado dos nossos impostos, é feita sem que ninguém nem mesmo saiba em que está sendo usada.
É o exemplo que vem de cima, de Lulla, que gasta milhões por mês no cartão corporativo, mas que ninguém sabe em que, pois tais gastos são considerados "segurança nacional".
Segundo informações do jornal A Tarde, a atual gestão do Governo do Estado, comandada pelo governador Jaques Wagner (PT), honrou contratos com Ongs e fundações em convênios sem licitação no valor total de ao menos R$ 307 milhões, de 2007 até então. A maior parte dos repasses aconteceu em 2009 – R$ 109 milhões, valor quatro vezes maior que o investido pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) no mesmo ano – R$ 26 milhões. A quantia de R$ 307 milhões contabiliza os contratos com as 70 maiores entidades que firmaram parceria com o Estado no mesmo modelo do Instituto Brasil Preservação Ambiental. O governo do Estado, por meio de nota emitida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), defende os convênios firmadoseargumentaquetodos passaram por análise jurídica e estão dentro da lei. “Os convênios e contratos firmados entre o Estado e entidades sem fins lucrativos, em regra, são submetidos à análise prévia da PGE, que analisa sua legalidade”, afirma a nota, que recorda que as contas do atual governo foram todas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA).

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

Pesquisa que favorece Lula é de empresa contratada pelo governo

Nexus o integra  grupo de comunicação FSB, que presta serviços ao governo Sidônio Palmeira, chefe da Comunicação, dando instruções a Lula - ...