segunda-feira, 1 de junho de 2026

Lula e Trump: quando o medo do presidente dos EUA vira política externa

Próximos falam em medo até físico de Lula, infantil e incontrolável

Do Diário do Poder - Para um presidente tão falante, chama atenção o medo, não a estratégia. Medo quase infantil, incontrolável, de Lula (PT) diante de Donald Trump. Relatos de pessoas próximas revelam um presidente que, há poucas semanas, fez de tudo para evitar o encontro na Casa Branca, após o Itamaraty adiar a visita da primeira semana de março. Quando a agenda de 7 de maio virou incontornável, ele impôs veto à imprensa. Não queria testemunhas, tinha medo de ser humilhado por Trump, como o ucraniano Volodimir Zelenski. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Meio sem querer, assumiu o monopólio da informação para confirmar, negar ou inventar, controlando a narrativa sobre fatos do Salão Oval.

Outro medo seria Trump usar o combate ao terror para reproduzir em Brasília o que fez a Maduro, levado pela orelha à prisão em Nova York.

A diplomacia brasileira, que já foi tão elogiada, hoje serve ao presidente que tem mais medo de Trump do que as facções criminosas têm da lei.

DIA NACIONAL DA IMPRENSA E A SAUDADE DO FEIJÃO IMPRENSA EM ITABUNA

Joselito dos Reis 
Neste Dia Nacional da Imprensa, uma data de grande significado para os profissionais que dedicam suas vidas à informação, à verdade e à defesa da liberdade de expressão, é impossível não recordar um dos eventos mais marcantes da história da comunicação em Itabuna: o tradicional Feijão Imprensa.

Por muitos anos, o Feijão Imprensa foi mais do que uma confraternização. Tornou-se um símbolo de reconhecimento à imprensa regional, promovendo a integração entre jornalistas, radialistas, empresários, autoridades e representantes da sociedade civil. A iniciativa nasceu de forma simples, no início da década de 1980, na residência de um dos presidentes da CDL de Itabuna, reunindo alguns profissionais da comunicação e convidados em torno de uma feijoada.

O sucesso foi tão grande que o encontro cresceu e passou a ser realizado no Clube Social da Águia Branca, consolidando-se como um dos eventos mais aguardados do calendário social da cidade. Posteriormente, foi transferido para a Churrascaria Espora de Ouro, mantendo o mesmo espírito de amizade, respeito e valorização da imprensa.

As coisas boas não duram em Itabuna.4

O Feijão Imprensa teve em figuras como Relemberg Macedo, Raimundo Galvão, Diogo Flávio e Ramiro Aquino alguns de seus maiores incentivadores. Homens que compreenderam a importância de prestigiar aqueles que diariamente registram os fatos, fiscalizam os poderes e ajudam a construir a memória coletiva da sociedade.

Com o falecimento de Relemberg Macedo, Raimundo Galvão e Diogo Flávio, além dos problemas de saúde enfrentados por Ramiro Aquino, o evento acabou sofrendo uma interrupção em 2018. Desde então, sem uma explicação oficial, o tradicional encontro deixou de ser realizado, deixando uma lacuna na história da imprensa regional.

O desaparecimento do Feijão Imprensa representa mais do que o fim de uma festa. Significa a perda de um importante espaço de convivência, diálogo e reconhecimento profissional. Em tempos de profundas transformações tecnológicas, de desafios econômicos e de constantes questionamentos ao trabalho jornalístico, iniciativas como essa tornam-se ainda mais necessárias.

Que a lembrança do Feijão Imprensa não se perca no tempo. Talvez seja o momento de resgatar essa tradição, homenageando aqueles que ajudaram a construí-la e fortalecendo os laços entre a imprensa e a comunidade.

Neste Dia Nacional da Imprensa, ficam as homenagens a todos os profissionais da comunicação que, apesar das dificuldades, continuam exercendo sua missão com coragem, ética e compromisso com a verdade.

Parabéns a todos que fazem uma imprensa séria, responsável e comprometida com a sociedade brasileira. Tenho dito!

Joselito dos Reis

domingo, 31 de maio de 2026

Protegendo PCC e CV, esquerda vive Síndrome de Estocolmo

Soberania é a capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de substituir o poder público.

PLula (PT) - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Do - Diário do Poder -Vem dos ativistas de esquerda, alinhados ao governo, o espetáculo mais patético, justificando o fato de o governo Lula (PT) não agir contra organizações criminosas. Parecem viver uma Síndrome de Estocolmo: defendem, justificam ou minimizam as mesmas gangues que aterrorizam a população. Mal disfarçam fascínio pelos que, nas periferias e favelas, exercem o poder com eficiência brutal. Para eles, o criminoso é vítima da “desigualdade”, nunca o algoz. E o cidadão refém nem merece menção. A informação é a Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Soberania não é discurso contra os EUA, é a capacidade de controlar território, proteger o povo, impedir o crime de substituir o poder público.

Facções controlam rotas de drogas, impõem toque de recolher, recrutam crianças, dominam penitenciárias e até financiam campanhas eleitorais.

O governo Lula não age porque não quer. Prefere narrativas e rejeitar ajuda externa não por patriotismo, mas por ideologia e conveniência.

sábado, 30 de maio de 2026

ILHÉUS EM NOTÍCIAS

Nova iluminação em LED para o Alto do Carvalho e Alto da Esperança

Ordem de serviço foi assinada durante a inauguração do galpão do Programa Recicla Ilhéus e prevê melhorias na iluminação pública das comunidades

A Prefeitura de Ilhéus deu mais um passo para modernizar a iluminação pública do município. Na última sexta-feira (29), durante a inauguração do galpão do Programa Recicla Ilhéus, o prefeito assinou a ordem de serviço que autoriza a implantação da nova iluminação em LED nos bairros Alto do Carvalho e Alto da Esperança. A vice-prefeita Wanessa Gedeon também participou do ato.

A iniciativa prevê a substituição das luminárias existentes por equipamentos de LED, tecnologia que oferece maior eficiência energética e mais durabilidade. A medida contribui para reduzir o consumo de energia e os custos de manutenção, além de melhorar a visibilidade noturna e aumentar a sensação de segurança para moradores e pedestres.

Durante a assinatura da ordem de serviço, o prefeito destacou os benefícios da ação para as comunidades atendidas. “Estamos investindo em uma iluminação mais eficiente, que traz mais segurança para a população e permite uma melhor utilização dos recursos públicos”, afirmou.

A Prefeitura de Ilhéus segue executando ações voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e dos serviços públicos, com investimentos que buscam ampliar a eficiência dos equipamentos municipais e atender às necessidades da população.- Sucom 

Para Lula, guerra é contra os EUA e não contra PCC e CV

Ele fala em "traidores" como se estivesse em guerra contra Washington

Marcos Camachop, o "Marcola", fundador do "PCC" e considerado um dos bandidos mais perigosos do Brasil.

Do - Diário do Poder - Em sua paralisia deliberada diante da escalada do crime, o governo Lula (PT), recusou cooperação internacional contra facções que dominam favelas, fronteiras e presídios. E insiste em proteger PCC e o Comando Vermelho da classificação de organizações terroristas. Em nota, atacou opositores, rotulando-os de “traidores da pátria”, como se o Brasil estivesse em guerra contra Washington, e não contra PCC, Comando Vermelho ou qualquer outra estrutura que sequestra a soberania popular. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

O antiamericanismo fora de moda de Lula recusou a oferta dos EUA de inteligência compartilhada, bloqueio de recursos e ações coordenadas.

Em vez de combater os bandidos, tentando tomar dos opositores a poderosa bandeira do combate ao crime, Lula ataca quem cobra atitude.

Lula finge ignorar que o governo perdeu o controle sobre extensas áreas do território nacional, onde quem manda não é a lei e sim o fuzil.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Governo Lula leva um dia para reagir, não explica omissão e ataca família Bolsonaro

Presidente Lula. (Foto: Agência Brasil
Nota do governo evita criticar o governo dos EUA que, afinal, tomou a decisão

Do - Diario do Poder - O governo Lula (PT) levou um dia inteiro elaborando uma nota de resposta, divulgada nesta sexta-feira (29), sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de classificarem como organizações terroristas a facções criminosas PCC e Comando Vermelho. A resposta, meramente político-eleitoral, reforça a impressão geral de que o governo segue passando pano para criminosos.

Em vez de responder ao ao governo dos EUA, donos da decisão, o Palácio do Planalto preferiu atacar a família Bolsonaro e seus apoiadores, acusando-os de estimular interferência estrangeira no Brasil. A classificação se destina a dar instrumentos efetivos ao governo norte-americano de combater esses criminosos, que motivam quantias impressionantes de dinher.

Somente a operação policial nesta quinta-feira (28) investiga a movimentação de mais de R$26 bilhões do PCC por meio de fintechs e outras instituições financeiras.

Na nota, o governo mistura defesa da soberania nacional com ataques diretos à oposição, chamando aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de “traidores”, como se o Brasil estivesse em guerra contra os EUA, e de “falsos patriotas”, sem explicar aos brasileiros sua relutância em enfrentar essas organizações criminosas, inclusive apoiando mudanças legislativas de aumento das pena e de redução da maioridade penal, única alternativa para proteger os jovens do assédio dessas organizações criminosas ou terroristas.

A nota do governo Lula também não explicou por que o governo brasileiro recusou convite para se unir a uma aliança de 12 países das Américas para enfrentar organizações terroristas e de tráfico internacional de drogas. Lula (PT) preferiu se associar a outro esquerdista, o colombiano Gustavo Petro, para a atitude estudantil de “marcar posição” contra os EUA.

A reação ocorre justamente após autoridades americanas endurecerem o discurso contra organizações criminosas brasileiras, tratadas cada vez mais como grupos de alcance transnacional e potencial terrorista. Em vez de aproveitar o momento para reforçar alinhamento estratégico com os EUA no combate ao crime organizado, o governo preferiu transformar a crise em mais um embate político interno.

Outro ponto que chamou atenção foi a tentativa do Planalto de relativizar a classificação das facções como organizações terroristas. O governo argumenta que PCC e CV atuam motivados por lucro e tráfico de drogas, e não por razões ideológicas ou religiosas, como ocorre no terrorismo internacional.

A nota também levanta preocupação com possíveis impactos econômicos de medidas unilaterais estrangeiras, chegando a citar riscos ao sistema financeiro brasileiro e até ao PIX.

Veja abaixo a nota na íntegra:

“O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.

O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.

A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.

 É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.

Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.

O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.

Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.

Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.

Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.

A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança”.

ITABUNA EM FOCO:

Com otema “O clima já mudou. E nós?”, Prefeitura de Itabuna promove Semana do Meio Ambiente 2026

A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA),  entre os dias 31 de maio e 3 de junho, realiza a Semana do Meio Ambiente 2026. Sob o tema “O clima já mudou. E nós? Prepare hoje o amanhã que o planeta exige”, o evento reunirá estudantes, empresas, instituições parceiras e a comunidade em uma programação voltada à conscientização ecológica e a educação sustentável.


No dia domingo (31 de maio) será realizado Pedal Ambiental: A abertura oficial será um passeio ciclístico aberto ao público de todas as idades (menores devem estar acompanhados). A concentração ocorre às 7h no estacionamento do Centro Administrativo Firmino Alves, no São Caetano, com saída às 8h. Os inscritos terão direito a café da manhã, camisas e sorteio de brindes.

No dia 1º de junho (Segunda-feira) – Oficina de Adaptações Climáticas: Promovido pelo CDS Litoral Sul da Bahia. Na sede da instituição, o encontro debaterá estratégias e políticas públicas sustentáveis para os municípios da região.

No dia 2 de junho (Terça-feira) – Feira Ambiental: o evento contará com exposições acadêmicas, rodas de conversa e ações educativas no Centro de Cultura Adonias Filho. A iniciativa tem a parceria de órgãos e empresas como AACRRI, CVR, UFSB, SEBRAE, FICC, Inema e Biosanear.

Já no dia 3 de junho (Quarta-feira) – Blitz Ambiental: O encerramento da programação contará com uma ação educativa de trânsito e conscientização, realizada em parceria com a SETTRAN e a Biosanear na Avenida Comendador Firmino Alves.

AÇÕES NO SHOPPING

Durante dois dias do evento, o Shopping Jequitibá receberá a exposição do projeto Itabuna Mais Verde, com doação de mudas nativas e, para simbolizar a adesão do centro de compras como parceiro da iniciativa, será realizado o plantio de um jequitibá. Além disso,
um ponto de coleta de lâmpadas fluorescentes, em parceria com a Reciclus, passará a funcionar no local.   

Mais informações: Itabuna.ba.gov.br

Mais de 80% das pastagens do Sul da Bahia podem ser convertidas em Sistemas Agroflorestais com cacau

O ADEUS AO ADVOGADO SOUZA PONTES

ITABUNA PERDE MAIS UM GRANDE CIDADÃO  Aqui, no seu gabinete  Faleceu na manhã desta terça-feira, 2 de junho, em Itabuna, aos 76 anos, o advo...