domingo, 22 de maio de 2011

Mensalão - A incrível história da petista honesta, demitida do Banco do Brasil e hoje ameaçada de morte


Danevita Magalhães: a então petista foi demitida por não compactuar com a roubaheira; sem emprego, vive sob ameaça
Danevita Magalhães: a então petista foi demitida por não compactuar com a roubaheira; sem emprego, vive sob ameaçaar legenda
  

Não deixe de ler reportagem de Hugo Marques na VEJA desta semana. Ele conta a história de Danevita Ferreira de Magalhães, uma das principais testemunhas contra os larápios do mensalão. Segue um trecho:

(…)
Ex-petista, Danevita Ferreira de Magalhães era gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil quando, ainda em 2004, foi instada a participar de uma fraude para justificar a remessa de nada menos que 60 milhões de reais às arcas do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, o caixa-forte do mensalão. Ela não se curvou à ordem. Por isso, foi demitida e viu sua vida virar de cabeça para baixo. 


Ameaçada de morte e vivendo de favor na casa de amigos, Danevita é agora uma testemunha-chave do Ministério Público Federal para provar que o mensalão foi abastecido, sim, com dinheiro publico. Entre 1997 e 2004, Dane, como é carinhosamente chamada pelos poucos amigos que lhe restaram, coordenou o núcleo do Banco do Brasil que administrava os pagamentos às agências de publicidade contratadas para fazer a propaganda da instituição e de seus produtos. Por esse núcleo, formado por representantes das agências, passava todo o papelório necessário para liberar os mais de 180 milhões de reais gastos a cada ano nas campanhas publicitárias do banco.

Foi no momento de assinar um desses documentos que Danevita viu sua carreira desmoronar. O papel fugia completamente aos padrões. Tratava-se de uma ordem para chancelar um pagamento de 60 milhões de reais à DNA Propaganda, uma das empresas do mineiro Marcos Valério que abasteceram o mensalão. 

Detalhe: o dinheiro já havia sido repassado para a DNA, e o documento só serviria para atestar, falsamente, a veiculação de uma campanha fictícia que nunca fora ao ar. Uma fraude completa. A assinatura de Danevita era necessária para legitimar a operação. À Polícia Federal, ela disse que um dos diretores da DNA admitiu, na ocasião, que o serviço jamais seria prestado. Ato contínuo à decisão de negar a assinatura que tanto valeria a Marcos Valério e ao esquema que já no ano seguinte ficaria conhecido como mensalão, veio a demissão. “Como não assinei, fui demitida”.

*Leia na revista detalhes dessa história típica da República da Companheirada.

Por Reinaldo Azevedo http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

O laranja de Romero Jucá

É podre e fede muito a política brasileira. O governo petista está cercado do que há de pior na política deste pais. A revista Época desnuda mais um: ROMERO JUCÁ, o líder da Dillma no Senado. A reportagem é de Diego Escosteguy e Murilo Ramos, com o "laranja" de Jucá, Marcelo Rocha.
Leiam a revista. Aquí uma parte das revelações da reportagem:

 
" Romero Jucá é um profissional. Em 30 anos consagrados integralmente ao serviço público, Jucá percorreu uma trajetória invejável. Nos anos 70, era um mero assessor na prefeitura do Recife, em Pernambuco. Nos anos 80, tornou-se presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) e, em seguida, governador de Roraima, nomeado pelo então presidente da República, José Sarney, com quem muito aprendeu. Nos anos 90, virou secretário nacional de Habitação do governo Fernando Collor de Mello e se elegeu senador por Roraima. A partir dos anos 2000, dedicou-se a liderar os trabalhos do governo no Senado. Primeiro pelo PSDB, depois pelo PMDB. Destacou-se tanto na lida que foi líder no governo Fernando Henrique Cardoso, permaneceu líder nos dois governos do petista Luiz Inácio Lula da Silva e mantém-se líder no governo Dilma Rousseff. A identificação entre cargo e político é tamanha que, em Brasília, subentende-se que, havendo governo, Jucá será fatalmente seu líder no Senado.

Em 30 anos consagrados integralmente ao serviço público, as finanças de Jucá percorreram uma trajetória invejável. De garoto que cresceu à míngua no Recife, Jucá tornou-se um político rico. Amealhou, apenas em valores declarados à Justiça Eleitoral, R$ 4,4 milhões em patrimônio – tudo registrado em nome de familiares, sem computar as empresas que florescem em nome de seus parentes. 

Enquanto o patrimônio de Jucá e o de sua família cresciam às franjas do poder público, crescia também o número de processos contra ele. Jucá já foi acusado – e com abundantes provas – de quase tudo. No governo Sarney, à frente da Funai, foi acusado de cobrar propina para permitir exploração ilegal de madeira em terras indígenas. No governo Collor, foi acusado de desviar à sua fundação dinheiro federal destinado a "ações sociais". Nos governos FHC e Lula, já como senador, foi acusado de comprar votos, de dar calote em bancos públicos, de receber propina de empreiteiras, de empregar parentes, de fazer caixa dois...Com tantas acusações, Jucá começa a competir em feitos que atingem os cofres públicos com nomes bem mais conhecidos no plantel nacional de réus por corrupção, gente como Joaquim Roriz e Paulo Maluf. 

Nas últimas semanas, na tentativa de iluminar as ações profissionais de Jucá, ÉPOCA entrevistou lobistas, doleiros, ex-funcionários, empresários e laranjas ligados ao senador. A reportagem obteve documentos e depoimentos inéditos sobre as negociatas de Jucá – entre eles contratos de gaveta, procurações para laranjas e acordos comerciais. Um dos principais lobistas associados a Jucá, Geraldo Magela Fernandes, aceitou contar, em entrevista gravada, o que fez e presenciou em 30 anos de relação com Jucá.
 
Dessa investigação, emergem fortíssimas evidências de que:
- Jucá ganhou um apartamento em Brasília da Via Engenharia, empreiteira então presidida pelo empresário José Celso Gontijo, amigo dele há 20 anos e, como ele, presença constante no noticiário. Quando os dois fecharam a operação, em dezembro de 2001, a Via Engenharia prosperava no setor de obras públicas, precisamente em áreas sob a influência de Jucá. Para tornar possível a transação com a Via Engenharia, bastaram a Jucá um laranja e um contrato de gaveta, a que ÉPOCA teve acesso. Três anos depois, enquanto a empreiteira ainda construía o apartamento, a família Jucá, sem ter desembolsado um centavo, repassou a propriedade do imóvel à própria Via. Ao final, a heterodoxa operação rendeu à família Jucá meio milhão de reais.

- Jucá paga tudo em espécie – um indício de que a origem de seus rendimentos pode ser duvidosa. "O Jucá só mexe com dinheiro vivo", diz Magela. Para cobrir os gastos com uma TV de sua propriedade, Jucá pagava a Magela uma mesada que variava entre R$ 30 mil e R$ 60 mil. Eram constantes também, segundo Magela, os pagamentos avulsos, acima de R$ 100 mil, para cobrir despesas extras dessa TV, como reformas de estúdio e compras de equipamentos. Magela conta que Jucá fazia os pagamentos em seu gabinete no Senado ou em sua fazenda no município de Boa Vista, em Roraima. "Ele tirava o dinheiro da gaveta e me entregava", diz. Em sua campanha ao Senado em 2002, Jucá gastou, de acordo com o relato, cerca de R$ 15 milhões em dinheiro vivo, quase tudo caixa dois. "Eu era o responsável pela contabilidade da campanha e declarei só 1% das despesas", diz Magela.

- Para movimentar tanto dinheiro, Jucá recorria a serviços de doleiros conhecidos. Além do principal doleiro de Roraima, conhecido como Pedro Reis, que chegou a ser sócio de seus filhos e seu suplente no Senado, Jucá era, segundo Magela, cliente especial do lendário doleiro paulista Antônio Pires de Almeida, preso em 2005 pela Polícia Federal, acusado de movimentar ilegalmente US$ 1,8 bilhão em contas secretas nos Estados Unidos. Magela conta que Jucá o tratava respeitosamente por Seu Pires e, às vezes ao lado do irmão e empresário Álvaro, visitava o escritório do doleiro em São Paulo. "Romero me apresentou pessoalmente ao Seu Pires e me autorizou a apanhar dinheiro no escritório dele", diz Magela. "Busquei dinheiro lá ao menos 12 vezes." Os recursos eram, segundo ele, repassados a Jucá ou gastos em campanhas políticas. Quando era ministro da Previdência, no primeiro mandato do presidente Lula, Jucá também manteve conversas misteriosas com o doleiro Lúcio Funaro, envolvido no escândalo do mensalão. Segundo contou a amigos, Funaro fez negócios no mercado de empréstimo consignado do INSS, cujo presidente era indicado por Jucá.

- Os negócios da família Jucá crescem na mesma medida que a influência política do senador. Cada ano à frente da liderança do governo no Senado significa a abertura de mais uma ou duas empresas ligadas a Jucá, em nome de laranjas ou familiares. Hoje, a família de Jucá detém participação em ao menos dez empresas, cujas atividades vão desde venda de combustível até administração de shopping centers (leia o quadro). Algumas delas, como a Diagonal Urbana e a Alfândega Empreendimentos, faturam milhões de reais em contratos com o governo e em patrocínios liberados pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet.


Magela, a principal testemunha contra Jucá, também é pernambucano e conheceu Jucá no final dos anos 70, quando ambos trabalhavam na prefeitura do Recife. No governo Sarney, Magela virou assessor de Jucá na Funai. Quando Jucá se elegeu ao Senado, em 1994, Magela fazia lobby para empresas da indústria farmacêutica e passou a frequentar o gabinete do amigo. Anos depois, em 1999, Jucá pediu a Magela que criasse uma empresa para administrar a TV Caburaí, retransmissora da Rede Bandeirantes em Roraima. A concessão da TV estava em nome de uma fundação, cujo presidente era contador de Jucá. "Criei a empresa e fizemos um contrato de boca, um acordo de cavalheiros", diz Magela. "O nome do Romero não podia aparecer, por isso entrei como laranja. Eu administraria a TV, que estava em dificuldades financeiras, e ficaria com 20% a 30% do lucro. A ideia era usar o canal para fazer propaganda política para a campanha de Teresa Jucá (então mulher do senador) à prefeitura de Boa Vista."

O problema, diz Magela, era que a TV dava prejuízo.
"O dinheiro que vinha em publicidade do governo federal, do Estado de Roraima e da prefeitura de Boa Vista não cobria todas as despesas", afirma. "Por isso, Romero tinha de complementar todo mês (com os pagamentos em dinheiro vivo). A TV sempre foi apenas um instrumento político." Em 2003, Jucá pediu a Magela que transferisse a TV ao estudante universitário Rodrigo Jucá, filho do senador. "Achei bom. Eu só tinha prejuízo lá", diz Magela. Ele assinou uma procuração com esse fim e a repassou ao filho de Jucá. Um ano depois, verificou que Rodrigo Jucá não formalizara a transferência – e estava administrando a TV em seu nome, sem pagar impostos e débitos trabalhistas. "O Romero prometeu acertar isso, mas sempre enrolou", diz Magela. Há dois anos, ele descobriu que devia cerca de R$ 3 milhões à Receita e ao INSS. "Reclamei com o Romero, eles refinanciaram a dívida no meu nome, mas duvido que vão pagar. Tenho certeza de que vai sobrar para mim", afirma. Hoje, a TV continua funcionando normalmente – mas em nome de Rodrigo Jucá.


"O Romero só mexe com dinheiro vivo", diz o lobista Geraldo Magela, laranja confesso do senador.

















sábado, 21 de maio de 2011

PORQUE HOJE É SABADO

O Amor

              Fernando Pessoa

O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de *dizer.
Fala: parece que mente 
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!

Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..


Itabuna gera mais empregos no sul da Bahia


Relatório do Caged mostra a
criação de 1.046 novos empregos

       Mesmo com a perda de 195 postos de trabalho este ano no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que disponibiliza dados oficiais do Ministério do Trabalho, Itabuna registrou no período de janeiro de 2009 a abril de 2011, ou seja, durante a gestão do prefeito Capitão Azevedo, a criação de nada menos que 1.946 novos empregos formais.

        No período analisado foram registradas 26.307 admissões contra 24.361 desligamentos, com uma variação relativa de 5,31%, bem maior que 3,09% registrados na microrregião Sul da Bahia.

        Itabuna, que é considerada um polo regional de comércio e serviços, tem hoje 7.278 empresas cadastradas no Caged, o que representa 30,52% da microrregião e registra 38.867 empregos formais, o equivalente a 42,72% do total da região.
       

Período: Jan de 2009 a Abr de 2011
Movimentação
Município
Micro Região
qtde
%
qtde
Admissões
26.307
39,55
66.522
Desligamentos
24.361
38,16
63.841
Variação Absoluta
1.946
 
2.681
Variação Relativa
5,31 %
 
3,09 %
Número de empregos formais
   1º Janeiro de 2011
  38.867  
  42,72  
  90.982  
Total de Estabelecimentos
   Janeiro de 2011
  7.278  
  30,52  
  23.847  
Fonte : Caged
Por:Kleber Torres Fotos: 20-05-2011   
www.itabuna.ba.gov.br 

É UM DIREITO DO POVO SABER O QUE ACONTECE NO GOVERNO.

                                              Giulio Sanmartini.
Negar que haja problemas com a presidente Dilma Rousseff, é seguir a rotina petista, isto é, de mentir continuamente e enganar os eleitores com se fosse a coisa mais comum do mundo.

Fato, é que o governo a cada dia  está indo mais à deriva, não tem ninguém com mão forte para segurar o timão, mas todos querem pegá-lo e só estão conseguido criar confusões que cada vez são mais sérias e comprometedoras.

Não bastasse isso,  o governo até agora nada tem investido, pois tem com herança o pagamento de todas as faraônicas  e mal feitas despesas, cujo objetivo era um só: Eleger Dilma para continuar agarrado às tetas do estado.


O que eu quero dizer é que por mais que seja negado, o estado saúde da presidente inspira cuidados.
Dilma já havia cancelado a viagem ao Paraguai (15/5), sob a justificativa de que precisava terminar a recuperação do tratamento da pneumonia. Até a sexta-feira, dia 13, ela estava tomando antibiótico por meio de um cateter.

Depois da tal da pneumonia, nada se fala sobre a saúde da presidente, mas ela adiou uma viagem, esta seria ao Uruguai inicialmente previsto para a próxima segunda-feira, dia 23, para o dia 30 de maio, o objetivo da postergação da data foi preservá-la. Oficialmente, o Planalto explica que a data não estava confirmada, mas apenas prevista e que, por questão de ajuste de agenda, precisou ser alterada.
 
Todavia a agenda de Dilma entre os dias 12 e 20/5,  mostra que algo não está funcionando. Descontando o sábado e domingo (14 e 15/5) ela teoricamente trabalhou 6 dias, mas somente no dia 17 teve o dia inteiro ocupado (das 11h às 17h). Nos restantes foram 5 “despachos internos” e o recebimento de 3 ministros, em dias diferentes: !2/5 Antonio Palocci, da Casa Civil;  17 e 18/5 Afonso Florence Ministro do Desenvolvimento Agrário e 19/5  Miriam Belchior, Ministra do Planejamento.

O Planalto há está escondendo o quanto pode, mas nas vezes que aparece, não querendo agir como ave de mau agouro e mudando o que deve ser mudado, tudo me faz lembrar a fotografia do presidente Tancredo Neves, poucos dias antes de sua morte onde aparece com a equipe médica para mostrar que tudo “estava bem”.
 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diário Oficial pública hoje a nomeação de ministros para o STJ envolvidos em denúncias


O Diário Oficial da União publica nesta sexta-feira (20) a nomeação de três ministros – Antônio Carlos Ferreira, Sebastião Alves dos Reis Júnior e Ricardo Vilas-Bôas Cueva – para o Superior Tribunal de Justiça.

O ato foi assinado ontem pela presidente Dilma Rousseff (PT), mesmo após as críticas de que pelo menos dois deles não teriam suficiente bagagem jurídica para ocupar uma das 33 cadeiras da Corte e estariam envolvidos em denúncias.

O advogado Antônio Carlos Ferreira, que é ligado ao Partido dos Trabalhadores, foi aprovado pelo Senado Federal, mas contra ele paira a denúncia de ameaçar e punir funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF) que ingressaram com ações trabalhistas contra o banco estatal. À época, Ferreira era diretor jurídico da instituição, segundo revelou a revista “Veja”.
“Minha experiência na Caixa, quando ocupei a diretoria jurídica, foi no sentido de pacificação de conflitos, promovendo conciliações e reconhecendo direitos, desistindo de recursos e extinguindo de mais de dois milhões de processos judiciais”, afirmou o advogado durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

O advogado também negou que tivesse conhecimento da quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa na época em que trabalhava na Caixa. O caseiro teve dados sigilosos violados a pedido do então ministro da Fazenda (hoje na Casa Civil, Antonio Palocci Filho. “Tão logo soube do conteúdo, fiz questão de ir à Polícia Federal prestar depoimento na condição de testemunha. Em nenhum momento se cogitou qualquer participação minha neste episódio”.

O advogado e agora ministro do STJ Sebastião Alves dos Reis Júnior também se esquivou de denúncias na CCJ do Senado. Ele teria “patrocínio simultâneo”. O advogado é acusado de atuar em duas partes contrárias no mesmo processo, o que é crime e pode render de seis meses a três anos de prisão. “Foi um acidente, não houve má-fe. Não houve atuação efetiva minha no processo”.

Contra o terceiro nomeado, Ricardo Villas-Boôas Cueva não há denúncias do conhecimento público. Ele é o único dos três que possui doutorado. Ricardo teve o nome aprovado por dezenove senadores, dois votaram contra ele e houve uma abstenção. Ricardo Cueva é sócio do escritório Rodrigues Alves e Villas Bôas Cueva.

Itabuna líder de seu grupo enfrenta o Poções comemorando mais um aniversário


Foto Arquivo
O Itabuna neste sábado (21) ás 15:00 horas, defendendo a sua liderança enfrenta o time do Poções no estádio Luis Viana Filho(Itabunão). Esta partida vem gerando muita expectativa, pois, além do Itabuna defender a sua liderança, obrigação de mostrar a sua torcida um grande jogo, está comemorando mais um ano de existência, nesta segunda-feira (23).

Para comemorar a data, a sede social, no bairro da Conceição, neste fim de semana elaborou uma  programação especial. 

Em contato com este blog, o presidente da agremiação, Ricardo Xavier acredita na subida do Itabuna para a eleito do futebol baiano. “Neste sentido para assegurar o nosso time, já estamos colocando em prática um grande projeto administrativo, junto as empresas regionais” disse o presidente Ricardo Xavier, quando a Emasa já deu o primeiro passo;

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