DUAS CARAS
Dilma Rousseff tem, literalmente, duras caras. Uma antes de ser candidata, outra depois que foi "ungida" pelo "deus Lulla".
Ela já foi pega mentindo em várias coisas, principalmente nas tais obras do governo. Ela é uma fiel discípula de Lulla, que diz ser o autor do bolsa-familia, quando apenas juntou todos os benefícios do governo FHC e mudou de nome.
Ela se diz uma defensora da democracia,mas,em depoimento à Folha de São Paulo, declara-se SOCIALISTA, que é o apelido de COMUNISTA no Brasil.
Ela disse que é contra o aborto, mas nesse vídeo abaixo, ela É FAVORÁVEL.
DILMA MENTE. ELA NÃO É DE CONFIANÇA.
Veja o vídeo:
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sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Ficha Limpa e indecisão do Supremo deixam1.248 candidatos na berlinda
Indefinição sobre aplicação da lei neste ano e recursos à espera de julgamento afetam formação de bancadas na Câmara e no Senado
01 de outubro de 2010
20h 28
Leia a notícia
A "navalha" da Lei da Ficha Limpa atingiu boa parte dos 1.248 candidatos que até a tarde de ontem, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tiveram seus registros de candidatura negados. Somado à indecisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou o julgamento dos recursos dos candidatos, o número de barrados criou um quadro de indefinição no resultado eleitoral com impacto nas futuras bancadas na Câmara e no Senado.
Amanhã, 336 candidatos a deputado e 29 concorrentes ao Senado em todo o País poderão receber votos que, no entanto, não serão contabilizados até a palavra final da Justiça.
Nem todos foram barrados pela Lei da Ficha Limpa. Há, por exemplo, casos de prestação de contas rejeitadas pelos tribunais. O TSE poderá analisar casos pendentes ainda hoje.
Entre os 172 candidatos a governador, 15 estão em situação indefinida. Dos 14.387 candidatos a uma cadeira de deputado estadual, 769 terão seus votos colhidos, mas podem ficar sem a diplomação, segundo posição manifestada pelo Supremo. No Distrito Federal, 28 dos 883 candidatos a deputado distrital esperam julgamento de recurso.
Os partidos elegerão um número maior ou menor de representantes dependendo da posição a ser tomada pelos ministros, em data ainda indefinida, sobre a validade ou não da lei para estas eleições. "O País está vivendo uma enorme insegurança jurídica", afirmou o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP). "É evidente que o resultado do julgamento vai alterar a contagem dos votos e a formação das bancadas partidárias."
Os ministros do STF vão decidir se aceitam o recurso dos candidatos, permitindo seus registros e convalidando seus votos, e se esses votos irão para a legenda ou serão anulados, na hipótese de a candidatura ser negada.
Futuro ministro. Sem prazo para o julgamento dos recursos, há setores na Câmara que apostam na consolidação do resultado que sairá das urnas. Segundo esse entendimento, dificilmente os ministros derrubarão a Lei da Ficha Limpa até 17 de dezembro, último dia para a diplomação dos eleitos. A avaliação leva em conta que caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a definição do resultado, que terminou em empate de 5 a 5, quando indicar o 11º ministro do Supremo. Nesse raciocínio, Lula indicará um nome para a vaga já sabendo de sua posição sobre a lei.
Com a manifestação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de quinta-feira, o futuro dos votos dos candidatos Paulo Maluf (PP) e Beto Mansur (PP) mudará, por exemplo, a composição da bancada paulista. Segundo estimativas, os dois candidatos poderão somar em torno de 800 mil votos. Esses votos não irão para o PP, nesse primeiro momento, diminuindo o número de eleitos pelo partido.
Políticos experientes em análise das eleições em São Paulo estimam que os votos de Maluf e de Mansur ajudariam a eleger outros seis deputados do PP. Sem esses votos, o PT, o PSB, o PV, o PMDB e o PSDB deverão ser beneficiados com mais um parlamentar cada.
Na disputa pelas cadeiras do Senado, a decisão do Supremo atinge principalmente as candidaturas no Pará. Os dois líderes nas pesquisas, Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT), integrantes da base governista, renunciaram aos mandatos de senador e de deputado para fugir de processo de cassação e foram enquadrados na lei. Sem Jader e Rocha, o oposicionista Flexa Ribeiro (PSDB) fica em situação confortável. Na Paraíba, o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), favorito a uma vaga no Senado, também foi barrado pela Lei da Ficha Limpa.
Por - Denise Madueño e Mariângela Gallucci, da Sucursal de Brasília
O Estadão -Política
01 de outubro de 2010
20h 28
Leia a notícia
A "navalha" da Lei da Ficha Limpa atingiu boa parte dos 1.248 candidatos que até a tarde de ontem, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tiveram seus registros de candidatura negados. Somado à indecisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que adiou o julgamento dos recursos dos candidatos, o número de barrados criou um quadro de indefinição no resultado eleitoral com impacto nas futuras bancadas na Câmara e no Senado.
Amanhã, 336 candidatos a deputado e 29 concorrentes ao Senado em todo o País poderão receber votos que, no entanto, não serão contabilizados até a palavra final da Justiça.
Nem todos foram barrados pela Lei da Ficha Limpa. Há, por exemplo, casos de prestação de contas rejeitadas pelos tribunais. O TSE poderá analisar casos pendentes ainda hoje.
Entre os 172 candidatos a governador, 15 estão em situação indefinida. Dos 14.387 candidatos a uma cadeira de deputado estadual, 769 terão seus votos colhidos, mas podem ficar sem a diplomação, segundo posição manifestada pelo Supremo. No Distrito Federal, 28 dos 883 candidatos a deputado distrital esperam julgamento de recurso.
Os partidos elegerão um número maior ou menor de representantes dependendo da posição a ser tomada pelos ministros, em data ainda indefinida, sobre a validade ou não da lei para estas eleições. "O País está vivendo uma enorme insegurança jurídica", afirmou o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP). "É evidente que o resultado do julgamento vai alterar a contagem dos votos e a formação das bancadas partidárias."
Os ministros do STF vão decidir se aceitam o recurso dos candidatos, permitindo seus registros e convalidando seus votos, e se esses votos irão para a legenda ou serão anulados, na hipótese de a candidatura ser negada.
Futuro ministro. Sem prazo para o julgamento dos recursos, há setores na Câmara que apostam na consolidação do resultado que sairá das urnas. Segundo esse entendimento, dificilmente os ministros derrubarão a Lei da Ficha Limpa até 17 de dezembro, último dia para a diplomação dos eleitos. A avaliação leva em conta que caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a definição do resultado, que terminou em empate de 5 a 5, quando indicar o 11º ministro do Supremo. Nesse raciocínio, Lula indicará um nome para a vaga já sabendo de sua posição sobre a lei.
Com a manifestação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de quinta-feira, o futuro dos votos dos candidatos Paulo Maluf (PP) e Beto Mansur (PP) mudará, por exemplo, a composição da bancada paulista. Segundo estimativas, os dois candidatos poderão somar em torno de 800 mil votos. Esses votos não irão para o PP, nesse primeiro momento, diminuindo o número de eleitos pelo partido.
Políticos experientes em análise das eleições em São Paulo estimam que os votos de Maluf e de Mansur ajudariam a eleger outros seis deputados do PP. Sem esses votos, o PT, o PSB, o PV, o PMDB e o PSDB deverão ser beneficiados com mais um parlamentar cada.
Na disputa pelas cadeiras do Senado, a decisão do Supremo atinge principalmente as candidaturas no Pará. Os dois líderes nas pesquisas, Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT), integrantes da base governista, renunciaram aos mandatos de senador e de deputado para fugir de processo de cassação e foram enquadrados na lei. Sem Jader e Rocha, o oposicionista Flexa Ribeiro (PSDB) fica em situação confortável. Na Paraíba, o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), favorito a uma vaga no Senado, também foi barrado pela Lei da Ficha Limpa.
Por - Denise Madueño e Mariângela Gallucci, da Sucursal de Brasília
O Estadão -Política
STF pede investigação sobre suposta negociação na Ficha Limpa
Por - Laryssa Borges
Direto de Brasília
O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta sexta-feira (1º) que, a pedido do ministro Carlos Ayres Britto, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, irá investigar a denúncia de que o genro do magistrado, Adriano Borges, teria negociado com o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, a inclusão dele na banca de defesa do político como forma de provocar o impedimento do ministro no julgamento que analisava a abrangência e aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa.
De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Adriano Borges aparece em vídeo negociando honorários para integrar a banca de defesa de Joaquim Roriz no STF. Borges é genro de Ayres Britto e, por isso, teria de se declarar impedido e não participar do julgamento. Como a análise do caso terminou empatada em cinco votos a cinco, a ausência do magistrado daria vitória a Roriz.
Com o impasse na Suprema Corte, o ex-governador renunciou à sua candidatura e colocou a mulher, Weslian Roriz, em seu lugar.
No início da tarde, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, informou que o Tribunal de Ética e Disciplina da Seccional da OAB do Distrito Federal investigará Adriano Borges e advogados do ex-governador Joaquim Roriz envolvidos em uma suposta negociação para que o ministro Ayres Britto tivesse de se declarar impedido e não votasse no julgamento sobre a Ficha Limpa.
Independentemente da investigação, Ophir Cavalcante prestou solidariedade ao ministro do STF, que ele acredita ser inocente no episódio. "Pela forma como tem se posicionado ao longo de sua trajetória no Judiciário, estou convencido que o ministro Ayres Britto não teve conhecimento das negociações", disse Cavalcante
Terra
Direto de Brasília
Joaquim Roriz corria o risco de ser barrado pela Lei da Ficha Limpa
O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta sexta-feira (1º) que, a pedido do ministro Carlos Ayres Britto, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, irá investigar a denúncia de que o genro do magistrado, Adriano Borges, teria negociado com o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, a inclusão dele na banca de defesa do político como forma de provocar o impedimento do ministro no julgamento que analisava a abrangência e aplicação imediata da Lei da Ficha Limpa.
De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Adriano Borges aparece em vídeo negociando honorários para integrar a banca de defesa de Joaquim Roriz no STF. Borges é genro de Ayres Britto e, por isso, teria de se declarar impedido e não participar do julgamento. Como a análise do caso terminou empatada em cinco votos a cinco, a ausência do magistrado daria vitória a Roriz.
Com o impasse na Suprema Corte, o ex-governador renunciou à sua candidatura e colocou a mulher, Weslian Roriz, em seu lugar.
No início da tarde, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, informou que o Tribunal de Ética e Disciplina da Seccional da OAB do Distrito Federal investigará Adriano Borges e advogados do ex-governador Joaquim Roriz envolvidos em uma suposta negociação para que o ministro Ayres Britto tivesse de se declarar impedido e não votasse no julgamento sobre a Ficha Limpa.
Independentemente da investigação, Ophir Cavalcante prestou solidariedade ao ministro do STF, que ele acredita ser inocente no episódio. "Pela forma como tem se posicionado ao longo de sua trajetória no Judiciário, estou convencido que o ministro Ayres Britto não teve conhecimento das negociações", disse Cavalcante
Terra
MOVIMENTO NACIONAL CRISTÃO CONTRA INIQUIDADE
Dezenas de líderes católicos e evangélicos participam do Movimento Nacional Cristão Contra a Iniqüidade.Eles estão pedindo a todos os cristãos que não votem em candidatos que apóiam o aborto, o casamento homossexual, a proibição de padres e pastores falarem contra o homossexualismo (lei anti-homofóbica) e que apóiam o reconhecimento da prostituição como profissão.
Para entender o atual processo eleitoral, vejam este vídeo:
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Serra e Dilma evitam confronto no último debate na TV Globo
Plateia só reagiu após Dilma dizer que PT registrou "todas as doações que são oficiais"; troca de ataques envolveu Marina e Serra
Foto: AE - José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Dilma Rousseff (PT) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) aguardam início do debate
A três dias da eleição, os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) evitaram o confronto direto no último debate antes ida às urnas, no próximo domingo. Durante todo o evento organizado na noite desta quinta-feira pela TV Globo, Serra e Dilma não trocaram uma pergunta sequer. Preferiram reservar questionamentos ao rivias Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
No início do confronto, Serra, Marina e Plínio chegaram a ensaiar algumas críticas a Dilma. Ainda assim, nenhum dos temas mais polêmicos da corrida presidencial deste ano - como a demissão da ex-ministra Erenice Guerra ou os recentes boatos que atribuíam à petista uma postura favorável ao aborto - entrou nos pronunciamentos.
A primeira reação da plateia às manifestações dos candidatos só veio no terceiro bloco, quando Dilma afirmou que seu partido registrou "todas as doações que são oficiais". Diante dos risos - alimentados pela suposição de quem nem todas as doações seriam oficiais -, a petista não escondeu a irritação e rebateu: "Todas as doações são oficiais. E eu lamento os risos de quem tem outras práticas. Lamento", afirmou, despertando ainda mais risos.
O tom do debate só subiu no último bloco, quando Marina reforçou as críticas a Serra e Dilma. Depois de comparar o tucano com a petista, a senadora acabou despertando a reação de Serra.
"Não use a sua régua para ficar medindo. Se eu fosse usar a minha régua, diria que você e a Dilma são muito parecidas", afirmou o tucano. "Você, até pouco tempo estava no PT. Você estava no governo do mensalão", disse Serra, em referência à crise política que atingiu o governo Lula em 2005.
Logo antes, Marina já havia questionado Serra sobre o futuro do Bolsa Família, ao dizer que PSDB e DEM criticaram no passado o principal projeto social do governo Lula. Serra, em resposta, voltou a tomar para si a autoria do Bolsa Escola, que segundo ele foi o embrião do programa.
ig.com
expressaounica
Ficaha Lima
O eleitor que der seu voto ao Ficha Suja vai ver o mesmo congelado, até qie o processo do "ficha limpa", esclarecido. Portanto, esse tipo de voto ficará sobe parecer da vontade do STF. Então pense bem antes de votar!
Em Itabuna, temos dentro desse processo, o candidato petista Geraldo Simões. Não perca o seu voto, vote em defesa do Brasil, não desses candidatos que esquecem o povo e só pensam na vantagem própria.
Foto: AE - José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Dilma Rousseff (PT) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) aguardam início do debate
A três dias da eleição, os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) evitaram o confronto direto no último debate antes ida às urnas, no próximo domingo. Durante todo o evento organizado na noite desta quinta-feira pela TV Globo, Serra e Dilma não trocaram uma pergunta sequer. Preferiram reservar questionamentos ao rivias Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).
No início do confronto, Serra, Marina e Plínio chegaram a ensaiar algumas críticas a Dilma. Ainda assim, nenhum dos temas mais polêmicos da corrida presidencial deste ano - como a demissão da ex-ministra Erenice Guerra ou os recentes boatos que atribuíam à petista uma postura favorável ao aborto - entrou nos pronunciamentos.
A primeira reação da plateia às manifestações dos candidatos só veio no terceiro bloco, quando Dilma afirmou que seu partido registrou "todas as doações que são oficiais". Diante dos risos - alimentados pela suposição de quem nem todas as doações seriam oficiais -, a petista não escondeu a irritação e rebateu: "Todas as doações são oficiais. E eu lamento os risos de quem tem outras práticas. Lamento", afirmou, despertando ainda mais risos.
O tom do debate só subiu no último bloco, quando Marina reforçou as críticas a Serra e Dilma. Depois de comparar o tucano com a petista, a senadora acabou despertando a reação de Serra.
"Não use a sua régua para ficar medindo. Se eu fosse usar a minha régua, diria que você e a Dilma são muito parecidas", afirmou o tucano. "Você, até pouco tempo estava no PT. Você estava no governo do mensalão", disse Serra, em referência à crise política que atingiu o governo Lula em 2005.
Logo antes, Marina já havia questionado Serra sobre o futuro do Bolsa Família, ao dizer que PSDB e DEM criticaram no passado o principal projeto social do governo Lula. Serra, em resposta, voltou a tomar para si a autoria do Bolsa Escola, que segundo ele foi o embrião do programa.
ig.com
expressaounica
Ficaha Lima
O eleitor que der seu voto ao Ficha Suja vai ver o mesmo congelado, até qie o processo do "ficha limpa", esclarecido. Portanto, esse tipo de voto ficará sobe parecer da vontade do STF. Então pense bem antes de votar!
Em Itabuna, temos dentro desse processo, o candidato petista Geraldo Simões. Não perca o seu voto, vote em defesa do Brasil, não desses candidatos que esquecem o povo e só pensam na vantagem própria.
Augusto Castro mostrou sua força nesta sexta-feira
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| Augusto Castro ao lado de Serra quando ele esteve em Itabuna, ao centro Telma da Saúde |
A carreta saiu, às 9:30 da Vila Olímpica (Fernandão) bairro São Caetano e ganhou as principais ruas e avenidas da cidade, de norte a sul e de leste a oeste. Augusto Castro de número 45.670, disse ao expressaounica, que acredita em sua vitória para defender um grande projeto para todo o Estado, mas tem especial para o sul da Bahia, pois, nasceu em Ibicaraí e veio para Itabuna, ainda criança na busca do vencer com o sucesso, na defesa do próximo.
Supremo derruba exigência de dois documentos para votar
Por 8x2, ministros votam por apenas um documento oficial com foto na hora do voto, como a carteira de identidade ou o passaporte
iG São Paulo 30/09/2010 14:41
Foto:Extra Online
A três dias das eleição, o Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (30) que o eleitor só precisa apresentar um documento oficial com foto na hora do voto.
Oito ministros aceitaram Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo PT, que pedia fim da exigência anterior para apresentação do título de eleitor e mais um documento oficial nas eleições. Segundo a ministra Ellen Gracie, relatora do caso, agora o eleitor pode levar apenas um documento com foto, como a carteira de identidade, o passaporte, a carteira nacional de habilitação, a carteira de trabalho e a carteira de resevista.
O julgamento começou na quarta-feira (29) e quem iniciou a interpretação foi a relatora Ellen Gracie, que votou pela apresentação de apenas um documento e foi acompanhada, no primeiro dia, pelos ministros Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Carlos Ayres Britto, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa e Cármem Lúcia.
Para Ellen Gracie, o eleitor precisa somente da apresentação de um documento oficial com foto para exercer o direito de voto. “A presença do título, que é praxe, não é tão indispensável como o documento com fotografia. Cada urna conhece seus eleitores. Cada uma tem no máximo 400 eleitores. Se outra pessoa tentar votar ali não será possível. O caderno de voto também contém dados de identificação dos eleitores, com data de nascimento e filiação”.
Com sete votos favoráveis ao fim da exigência, o ministro Gilmar Mendes pediu vista na ação. Com isso, o julgamento foi retomado nesta quinta-feira (30).
Mendes abriu seu pronunciamento queixando-se de interferências de posições eleitoreiras no posicionamento do tribunal. Ele afirmou que "lei pode ser inconveniente, mas não é inconstitucional" e votou pelo indeferimento da medida cautelar apresentada pelo PT, o que mantém exigência de dois documentos. Na sequência, o ministro Celso de Mello acompanhou a relatora do caso, Ellen Gracie, e votou pela apresentação de apenas um documento com foto. Depois, o presidente do STF, Cezar Peluso, concordou com Gilmar Mendes e votou pela exigência de dois documentos.
Peluso disse que deveríamos nos cercar de todas as garantias para "preservar o direito cível mais importante e garantir a legitimidade e autenticidade do processo eleitoral". Ele afirmou que o título de eleitor acaba sendo documento "totalmente dispensável" e ministra Ellen Gracie pediu a palavra e afirmou que título de eleitor serve como comprovante de votação e que funcionários públicos devem apresentar documento para comprovar sua condição de eleitor e concluiu que título não é "inútil, na verdade é indispensável". Ela reafirmou que ausência do título de eleitor "não pode impedir o cidadão de exercer seu direito de votar".
Para os Fichas Sujas
No início da sessão de quarta-feira, os ministros votaram por arquivamento de recurso de ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC) e adiaram decisão de Ficha Limpa para depois das eleições.
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