A Prefeitura de Ilhéus, através da Secretaria de Ações Regionais, encaminha nesta terça-feira (24), ao secretário de Infraestrutura da Bahia, Wilson de Brito Filho, um relatório mostrando as péssimas condições de trafegabilidade nas quatro diferentes rodovias estaduais que cortam o município e que são de responsabilidade do estado: a BA-251, na rodovia Ilhéus-Buerarema; a BA-657, que liga o distrito de Inema ao povoado de Pimenteira; a BA-120, entre o município de Uruçuca e o distrito de Banco Central (em confluência com a BR-101); e a BA-697, que fica à margem direita da rodovia Ilhéus-Itabuna, indo para o distrito de Rio do Braço, no bairro Salobrinho.
O objetivo é que a Secretaria de Infraestrutura da Bahia libere homens e máquinas do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba) para melhorar a trafegabilidade dessas rodovias. No documento, é solicitada a realização de operação tapa-buracos, roçagem, limpeza de acostamentos e manutenção da malha viária rural, a fim de possibilitar sensivelmente o transporte regular da população e também de estudantes, além de promover o escoamento da produção agrícola familiar, que atualmente se encontra irregular.
No relatório também é apontada que a falta de manutenção nessas rodovias, especialmente as não pavimentadas, tem sido um problema crônico para quem mora em localidades distantes da sede do município e constantemente a comunidade pede solução. E exemplifica que os aspectos da BA-251, na rodovia Ilhéus-Buerarema, com mais de 50 quilômetros de extensão. Grande parte dela está sem condições de tráfego, inclusive uma ponte há proibição para transitar ônibus e caminhões. Foi liberada apenas para passar carros de passeio. Mesmo assim, existe receio por parte dos moradores. A rodovia é de acesso aos povoados de Santo Antonio, Repartimento, Couto, dentre outras localidades.
A mesma situação é relatada com a BA-657, que liga o distrito de Inema ao povoado de Pimenteira, que passa pela localidade de União Queimada, no município de Itajuípe. A rodovia conta com cerca de 24 quilômetros de extensão. No documento, considera regular sua condição de tráfego, da mesma forma com a BA-120, que fica entre o município de Uruçuca e o distrito de Banco Central (em confluência com a BR-101). Essa rodovia tem mais de 25 quilômetros de extensão.
E concluindo o diagnóstico igualmente está colocada a condição de trafegabilidade da BA-697, que fica à margem direita da rodovia Ilhéus-Itabuna – no bairro Salobrinho –, indo para o distrito de Rio do Braço, com 19 quilômetros de extensão. Seu estado de conservação é regular.
Por Walmir Rosário Ascom/Ilheus
http://www.ilheus.ba.gov.br/
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
JOELMIR MERECE O OSCAR !
O Viajante
Por Joelmir Beting
Por Joelmir Beting
Se beber não dirija. Nem governe.
Até aqui, em 40 meses de governo, o presidente Lula já cometeu 102 viagens ao mundo. Ou mais de duas por mês, tal como semana sim, semana não. Sem contar, ora pois, as até aqui, 283 viagens pelo Brasil...
Hoje, dia 15, ele completa 382 dias fora do país desde a posse. E pelo Brasil, no mesmo período, 602 dias fora de Brasília.
Total da itinerância presidencial, caso único no mundo e na História: Exatos 984 dias fora do Palácio, em exatos 1.201 dias de presidência.
Equivale a 81,9% do seu mandato fora do seu gabinete. Esta é a defesa da tese de que ele não sabia e nem sabe de nada do que acontece no Palácio do Planalto.
Governar ou despachar, nem pensar. A ordem é circular. A qualquer pretexto.
E sendo aqui deselegante, digo que o presidente não é (nem nunca foi) chegado ao batente, ao despacho, ao expediente.
Jamais poderá mourejar no gabinete, dez horas por dia, um simpático mandatário que tem na biografia o nunca ter se sentado à mesa nem para estudar, que dirá para trabalhar.
SEM CONTAR AS DESPESAS:
FHC, EM 8 ANOS DE GOVERNO, GASTOU R$ 58 MILHÕES, CRITICADOS PELO PT.
LULA ATÉ AGORA, EM MENOS DE 7 ANOS, GASTOU R$ 584 MILHÕES! E SÓ AS IDENTIFICADAS PELA IMPRENSA
E o povão ainda aplaude e vota!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Macrodrenagem do Canal Lava-Pés tem prazo para ser entregue
Oito meses é o prazo que a Prefeitura de Itabuna espera entregar totalmente concluída as obras de Macrodrenagem do Canal Lava-Pés na Avenida Amélia Amado. As intervenções, que começaram na última segunda-feira (16), estão divididas em quatro etapas e prevêem a cobertura de 521m dos 1.356 metros de cumprimento do canal.
Com as obras, a Avenida Amélia Amado, que é um dos principais corredores de tráfego da cidade, ganhará um moderno projeto urbanístico e paisagístico com a implantação de três pistas na margem esquerda, sentido Terminal Rodoviário/Rio Cachoeira, sendo uma exclusiva para ônibus coletivo, área de convivência, estacionamento e arborização.
A Macrodrenagem do Canal Lava-Pés terá custo total de R$ 12,8 milhões e está sendo implementada em convênio com o Governo Federal, através do Ministério da Integração Nacional. Na última quinta-feira (19), o prefeito Capitão Azevedo esteve visitando o local das obras e falou do empenho do governo municipal de manter em ritmo acelerado a execução do projeto.
“Itabuna vive um momento crítico no que diz respeito à fluidez do trânsito, por conta do grande número de veículos que circulam na cidade. Com a intervenção que está sendo feita na Avenida Amélia Amado, será possível desafogar uma das áreas mais cruciais do perímetro central, dando melhores condições de mobilidade tanto para motoristas quanto para pedestres”, frisou. Azevedo.
Etapas
O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita, revelou que nesta primeira etapa os serviços estão concentrados na área do Terminal Rodoviário até o início da Avenida Itajuípe. Anteriormente, foi feita a reforma da sede do Movimento Bandeirante, onde serão instalados o escritório e canteiro de obras da construtora Casa Própria, responsável pela execução do projeto.
Paralelo ao trabalho das máquinas, segundo Vita, na próxima semana começa a montagem das peças pré-moldadas. Ele ressalta que parte da estrutura será montada no local e que a decisão de utilizar moldes pré-fabricados foi pela necessidade de adequar o custo total da obra ao valor original do projeto. “Porém, isso não irá interferir na qualidade e segurança da obra”, garante o secretário.
Na 2ª etapa, os serviços serão concentrados na área que começa nas imediações do Príncipe Hotel até o início da Avenida Ilhéus. Fernando Vita revela que neste trecho o canal será totalmente coberto permitindo, inclusive, a implantação de um terminal de transporte coletivo, no espaço em frente ao templo da Congregação Cristã do Brasil.
O trecho entre a Ação Fraternal de Itabuna (AFI) até a Avenida Itajuípe compreenderá a 3ª etapa da execução das obras. A quarta e última fase das intervenções acontecerá no perímetro entre a Avenida Ilhéus e a AFI. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano, esta será a etapa mais complexa do projeto, já que serão transferidos todos os comerciantes que trabalham em boxes e barracas instaladas no local, além da demolição das antigas lajes que cobrem o Canal.
“Enquanto estivermos executando as três primeiras etapas, também estaremos providenciando o novo local para onde os comerciantes serão transferidos. Tudo isso para evitar prejuízos às famílias que trabalham naquela área”, garante Vita. Ele lamenta, porém, o fato do projeto original, que previa o encapsulamento do Canal, ter sido modificado por determinação do Ingá (Instituto de Gerenciamento de Águas e Clima).
“Por conta desta alteração, deixarão de ser implantadas na Avenida Amélia Amado uma ciclovia, uma pista de cooper, áreas de convivência e sanitários públicos”, observa o secretário. Fernando Vita ressalta que, mesmo com a modificação do projetoo, Itabuna ganhará uma moderna Avenida e maior agilidade no fluxo dos veículos.
Texto: Erivaldo Bomfim - Foto: Pedro Augusto – 20/08/2010

Com as obras, a Avenida Amélia Amado, que é um dos principais corredores de tráfego da cidade, ganhará um moderno projeto urbanístico e paisagístico com a implantação de três pistas na margem esquerda, sentido Terminal Rodoviário/Rio Cachoeira, sendo uma exclusiva para ônibus coletivo, área de convivência, estacionamento e arborização.
A Macrodrenagem do Canal Lava-Pés terá custo total de R$ 12,8 milhões e está sendo implementada em convênio com o Governo Federal, através do Ministério da Integração Nacional. Na última quinta-feira (19), o prefeito Capitão Azevedo esteve visitando o local das obras e falou do empenho do governo municipal de manter em ritmo acelerado a execução do projeto.
“Itabuna vive um momento crítico no que diz respeito à fluidez do trânsito, por conta do grande número de veículos que circulam na cidade. Com a intervenção que está sendo feita na Avenida Amélia Amado, será possível desafogar uma das áreas mais cruciais do perímetro central, dando melhores condições de mobilidade tanto para motoristas quanto para pedestres”, frisou. Azevedo.
Etapas
O secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita, revelou que nesta primeira etapa os serviços estão concentrados na área do Terminal Rodoviário até o início da Avenida Itajuípe. Anteriormente, foi feita a reforma da sede do Movimento Bandeirante, onde serão instalados o escritório e canteiro de obras da construtora Casa Própria, responsável pela execução do projeto.
Paralelo ao trabalho das máquinas, segundo Vita, na próxima semana começa a montagem das peças pré-moldadas. Ele ressalta que parte da estrutura será montada no local e que a decisão de utilizar moldes pré-fabricados foi pela necessidade de adequar o custo total da obra ao valor original do projeto. “Porém, isso não irá interferir na qualidade e segurança da obra”, garante o secretário.
Na 2ª etapa, os serviços serão concentrados na área que começa nas imediações do Príncipe Hotel até o início da Avenida Ilhéus. Fernando Vita revela que neste trecho o canal será totalmente coberto permitindo, inclusive, a implantação de um terminal de transporte coletivo, no espaço em frente ao templo da Congregação Cristã do Brasil.
O trecho entre a Ação Fraternal de Itabuna (AFI) até a Avenida Itajuípe compreenderá a 3ª etapa da execução das obras. A quarta e última fase das intervenções acontecerá no perímetro entre a Avenida Ilhéus e a AFI. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano, esta será a etapa mais complexa do projeto, já que serão transferidos todos os comerciantes que trabalham em boxes e barracas instaladas no local, além da demolição das antigas lajes que cobrem o Canal.
“Enquanto estivermos executando as três primeiras etapas, também estaremos providenciando o novo local para onde os comerciantes serão transferidos. Tudo isso para evitar prejuízos às famílias que trabalham naquela área”, garante Vita. Ele lamenta, porém, o fato do projeto original, que previa o encapsulamento do Canal, ter sido modificado por determinação do Ingá (Instituto de Gerenciamento de Águas e Clima).
“Por conta desta alteração, deixarão de ser implantadas na Avenida Amélia Amado uma ciclovia, uma pista de cooper, áreas de convivência e sanitários públicos”, observa o secretário. Fernando Vita ressalta que, mesmo com a modificação do projetoo, Itabuna ganhará uma moderna Avenida e maior agilidade no fluxo dos veículos.
Texto: Erivaldo Bomfim - Foto: Pedro Augusto – 20/08/2010
PSF amplia atendimento domiciliar no Nova Califórnia

Com o lançamento do Projeto Saúde em sua Casa, a equipe do Posto de Saúde da Família Raimundo Freire investe na ampliação do atendimento domiciliar à população do bairro Nova Califórnia.
Segundo a administradora do posto, Clécia Ramos Bittencourt, o trabalho envolve uma equipe de 13 pessoas formada por integrantes do programa e agen
tes comunitários de saúde.
A ideia é intensificar as visitas na casa do próprio paciente. As visitas são feitas sempre às sextas-feiras, com ênfase especial para idosos, hipertensos e cadeirantes.
“Hoje, de acordo com um cadastramento preliminar, existem na nossa área de atuação cerca de 500 idosos e pessoas sem condições de se locomover até o posto de saúde, mas que precisam de algum tipo de atendimento”, completou a administradora da unidade.
Clécia Bittencourt explica que o Raimundo Freire funciona normalmente como unidade de atendimento das segundas às quintas-feiras e na sexta-feira, as equipes atuam em campo visitando as famílias cadastradas para um trabalho de imunização, difusão de informações e realização de atendimento médico ou de enfermagem.
Ela informa que o projeto envolve o apoio de uma viatura do Departamento de Transportes da Prefeitura, que auxilia na remoção de pacientes para hospitais e clinicas no caso de alguma necessidade. Mas a prioridade do atendimento é centrada nas pessoas com dificuldades de locomoção.
O médico do PSF, Oswaldo Pereira, considera as visitas domiciliares como uma rotina do programa e destaca a importância do diagnóstico social da população da área. Observa que muitas consultas têm caráter preventivo, com orientações sobre noções de alimentação e de cuidados básicos de higiene. Em outros casos a equipe realiza consultas, trocas de curativos e de sondas.
Texto: Kleber Torres Reportagem : Oswaldo Brito Fotos : 20-08-2010
O Pau quebrou hoje na Câmara de Itabuna
O Futuro presidente da Câmara Municipal de Itabuna, já eleito, vereador Roberto de Souza revoltado criticou duramente o presidente da Câmara Municipal de Itabuna, Clóvis Loiola em seu programa “Resenha Geral” transmitido pela Rádio Difusora há momentos atrás.
Roberto de Souza disse que a Casa legislativa de Itabuna se transformou em uma grande bagunça; casa de mãe Joana, devido algumas atitudes esdrúxulas do presidente da Câmara, Clóvis Loiola por não ter conhecimento do Regimento Interno do Legislativo.
Dizendo em seu programa que poderia renunciar até seu cargo, mas por ser uma pessoa honesta e orgulhosa por ser filho de um grande homem em memória ao seu pai, Juiz Paulo de Souza, disse que enquanto tiver na Câmara vai moralizar a Casa, queiram ou não queiram, custe o que custar.
Roberto de Souza estava revoltado com algumas ações incorretas do Presidente do Legislativo, Clóvis Loiola que chegou a Casa acompanhada de seguranças da guarda municipal do Município, o que gerou uma grande confusão, inclusive fazendo um quebra-quebra quando arrombaram as portas das salas dos gabinetes do Presidente e do vice-presidente pensando que Clóvis Loiola esta tomando uma surra.
Expressaounica
É lamentável que fatos como esse aconteça na Câmara Municipal de Itabuna. Uma Casa que representa todos os Itabunenses. Roberto de Souza foi muito feliz em denunciar o fato, para que a nossa população saiba escolher melhor os seus representantes.
Segundo apuramos a confusão gerou devido à demissão de servidores do Legislativo.
Veja o que diz o blog: Politicos do Sul da Bahia~
A bancada de oposição da Câmara de Vereadores de Itabuna, formada por Roberto de Souza, Claudevane Leite, Ricardo Bacelar e Wenceslau Júnior e alguns membros da bancada governistas irão pedir o afastamento de Clóvis Loiola da presidência da Casa.
A decisão foi tomada após Loiola apresentar um decreto presidencial nesta manhã (20) exonerando todos os ocupantes de cargos comissionados da Câmara, para dar lugar aos indicados pelo político do PPS. De acordo com o primeiro-secretário, Roberto de Souza o ato de demissão assinado pelo presidente não tem validade. “O ato é nulo e unilateral, pois teria que ser assinado pelos demais membros da Mesa Diretora da Casa”, afirmou.
.Os vereadores presentes na ocasião concordaram que o ato é um desrespeito ao Regimento Interno da Câmara e decidiram pedir o afastamento para investigar algumas irregularidades do mandato de Loiola.
.O pedido de afastamento de Loiola será votado na Câmara de Vereadores e para ser aprovado precisa de maioria absoluta, referente a 9 votos. “Com a decisão, ele será afastado do cargo e quem assumirá é o vice, Solon Pinheiro (PSDB)”, afirmou Roberto.
Augusto Castro recebe apoio político
também no município de Canavieiras
Nos inúmeros contatos políticos em Itabuna e também nas viagens que tem feito em toda a Bahia, Augusto Castro disse que tem recebido as mais diversas manifestações de apoio e elogios, ”sobretudo de pessoas humildes, pela forma como conduzo a campanha, não fazendo promessas vazias e sim mostrando como atuarei na Assembleia Legislativa, a partir do próximo ano, ao lado do futuro governador da Bahia, Paulo Souto e dos companheiros de coligação, o PSDB-Dem”.
Augusto Castro ressaltou que isso ficou bem demonstrado quando percebeu a espontaneidade do povo durante a inauguração dos comitês nos municípios de Itapé, Una, e principalmente no lançamento da sua candidatura a deputado estadual, no Grapiúna Tênis, em Itabuna, que contou com a presença de diversas lideranças políticas e comunitárias baianas, além dos deputados federais Jutahy Magalhães Júnior e ACM Neto que vieram prestigiar o evento.
Opiniões – Para o ex-prefeito de Una, José Bispo dos Santos (Zé Pretinho), a força e o carisma da pessoa de Augusto Castro têm sido bem visíveis e percebidas por todos. “Embora seja um político novato na vida pública e jovem com vontade de atuar em favor do povo, percebemos que ele tem futuro brilhante como deputado. No nosso município, por exemplo, nas caminhadas e carreatas percebe-se logo essa reciprocidade. Sua vitória nas eleições deste ano tem tudo para acontecer. E estamos trabalhando para isso”.
Opinião semelhante tem também o ex-prefeito de Uruçuca, Dílson Argolo (Dica). Ele assegura que dentre as qualidades de Augusto Castro está a maneira séria com que tem conversado com as pessoas. Não engana ninguém e tem um tratamento igual para todos. “Vejo nele uma figura lutadora que se preocupa principalmente com as questões sociais, desde a época em que passou pela Associação dos Municípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), quando a entidade foi dirigida por Antonio Firmo, um político extraordinário”.
Por Everaldo Benedito
Itabuna, 20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Itabuna rejeita proposta para estadualização do Hospital de Base
Além de lamentar a perda da gestão plena dos recursos da saúde para o Estado, que assumiu há 20 meses o atendimento de alta e média complexidade, o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, discorda da forma como a proposta de estadualização do Hospital de Base vem sendo discutida.
Para o prefeito, essa é uma proposta que tem de ser avaliada com critério e não pode ser imposta de cima para baixo, “até porque fui eleito pelo povo, com quem temos de discutir de forma transparente as alternativas para a sustentação do Hospital de Base”.
Azevedo lembra que Itabuna além de ser um pólo regional de saúde, dispõe de uma excelente infraestrutura de atendimento o que atrai pacientes de outras regiões do estado: “O problema do Hospital de Base não é de gestão, mas financeiro, até porque a remuneração do SUS, que foi congelada há três anos, não atende aos custos dos serviços, gerando prejuízos”.
Ressalta ainda o prefeito que está sempre aberto para um debate amplo com a sociedade e o governo do estado, mas tendo como foco maior os interesses e o bem estar da população itabunense . para o Capitão Azevedo uma prioridade seria a retomada da gestão plena que implicou na perda da autonomia financeira do município e no agravamento dos problemas enfrentados pelo Hospital de Base.
Um outro ponto importante segundo Azevedo, é que mesmo sem a gestão dos recursos da saúde, município mantém o custeio das contas de água, energia e telefonia do Hospital de Base: “O nosso problema é a falta de recursos, o que é agravado pela concentração de 60% das receitas para a União, restando 25% para o estado e apenas 15% para as prefeituras municipais”.
Capitão Azevedo reconhece as dificuldades por que passa o HdB, mas lembra que os hospitais da Santa Casa também enfrentam problemas. Sendo assim, ele teoriza que a proposta de estadualização também seja estendida àqueles hospitais.
O secretário municipal da saúde, Antônio Vieira, considera que Itabuna vive um momento difícil e necessita de ajuda para tomar novos rumos para a superação das limitações financeiras, uma questão que tem de ser discutida com transparência e seriedade: “O Hospital de Base funciona com portas abertas e sobrevive apenas com recursos do SUS, que há três anos não são corrigidos”.
Lembrando que em 2007 o estado se ofereceu para estadualizar o Hospital de Base mediante o repasse de R$ 1,8 milhões pelo município para a sua manutenção, o presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), Antônio Costa explica que hoje, o governo estadual repassa somente R$ 1,5 milhões para a manutenção do HBLEM.
Costa ressalta ainda que o hospital foi construído há 11 anos e que em função da carência crônica de recursos não tem podido investir em novos equipamentos – está sem um tomógrafo há um ano – e nem na manutenção. Para ele, o ideal para a sua sustentação seria o aporte mensal de R$ 2,5 milhões.
Texto: Kleber Torres Fotos: 19-08-2010
Para o prefeito, essa é uma proposta que tem de ser avaliada com critério e não pode ser imposta de cima para baixo, “até porque fui eleito pelo povo, com quem temos de discutir de forma transparente as alternativas para a sustentação do Hospital de Base”.
Azevedo lembra que Itabuna além de ser um pólo regional de saúde, dispõe de uma excelente infraestrutura de atendimento o que atrai pacientes de outras regiões do estado: “O problema do Hospital de Base não é de gestão, mas financeiro, até porque a remuneração do SUS, que foi congelada há três anos, não atende aos custos dos serviços, gerando prejuízos”.
Ressalta ainda o prefeito que está sempre aberto para um debate amplo com a sociedade e o governo do estado, mas tendo como foco maior os interesses e o bem estar da população itabunense . para o Capitão Azevedo uma prioridade seria a retomada da gestão plena que implicou na perda da autonomia financeira do município e no agravamento dos problemas enfrentados pelo Hospital de Base.
Um outro ponto importante segundo Azevedo, é que mesmo sem a gestão dos recursos da saúde, município mantém o custeio das contas de água, energia e telefonia do Hospital de Base: “O nosso problema é a falta de recursos, o que é agravado pela concentração de 60% das receitas para a União, restando 25% para o estado e apenas 15% para as prefeituras municipais”.
Capitão Azevedo reconhece as dificuldades por que passa o HdB, mas lembra que os hospitais da Santa Casa também enfrentam problemas. Sendo assim, ele teoriza que a proposta de estadualização também seja estendida àqueles hospitais.
O secretário municipal da saúde, Antônio Vieira, considera que Itabuna vive um momento difícil e necessita de ajuda para tomar novos rumos para a superação das limitações financeiras, uma questão que tem de ser discutida com transparência e seriedade: “O Hospital de Base funciona com portas abertas e sobrevive apenas com recursos do SUS, que há três anos não são corrigidos”.
Lembrando que em 2007 o estado se ofereceu para estadualizar o Hospital de Base mediante o repasse de R$ 1,8 milhões pelo município para a sua manutenção, o presidente da Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), Antônio Costa explica que hoje, o governo estadual repassa somente R$ 1,5 milhões para a manutenção do HBLEM.
Costa ressalta ainda que o hospital foi construído há 11 anos e que em função da carência crônica de recursos não tem podido investir em novos equipamentos – está sem um tomógrafo há um ano – e nem na manutenção. Para ele, o ideal para a sua sustentação seria o aporte mensal de R$ 2,5 milhões.
Texto: Kleber Torres Fotos: 19-08-2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Serra diz que loteamento de cargos chegou ao extremo
'A Funasa foi praticamente jogada no chão pelo loteamento político', afirma candidato tucano
18 de agosto de 2010
13h 29
SÃO PAULO - O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, acusou o governo federal de promover o loteamento de cargos públicos em ministérios e empresas estatais. Ele citou de forma específica os Correios e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). "Chegamos ao ponto extremo no caso da administração federal. O loteamento chegou a praticamente todas as esferas", afirmou, durante debate promovido na capital paulista, em resposta a pergunta de um internauta sobre o que faria, se eleito, para combater o aparelhamento do Estado. "A Funasa foi praticamente jogada no chão pelo loteamento político. Um descalabro."
"Nos Correios, foi tudo loteado entre partidos, setores de partidos e grupos de deputados, baixando muito o nível dos serviços", disse. Serra afirmou que a primeira coisa que fez quando assumiu o Ministério da Saúde durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi "limpar a Funasa". "É preciso dar um choque e um fim a esse troca-troca desavergonhado." A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, pediu direito de resposta, mas a organização do debate considerou não ter havido ofensa pessoal na fala de Serra.
A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, foi questionada sobre o que achava do fato de bancos e empreiteiras estarem entre os maiores doadores de recursos para a campanha de políticos no País. "Se as doações não são feitas por amor, devem ser feitas de acordo com a lei, com transparência e pudor", respondeu. Ela disse que sua campanha já conta com a contribuição de 400 pessoas físicas pela internet, "quebrando a lógica de poucos contribuindo com muito". Ela aproveitou ainda a pergunta feita a Serra para dizer que foi a única, entre os candidatos, que teve liberdade para escolher seu vice, o empresário Guilherme Leal.
Dilma foi questionada sobre sua posição sobre o aborto. "Eu pessoalmente não sou a favor do aborto. Não acredito que tenha uma mulher que seja favorável ao aborto. São situações a que mulheres recorrem no desespero. É uma questão de saúde pública", disse, ressaltando ser a favor do procedimento nos casos estabelecidos por lei - estupro e risco de morte para a mulher. De acordo com ela, nos casos de conflito, cabe à Justiça arbitrar cada caso. "A lei é clara e deve ser cumprida."
Estadão.com.br
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