SÁBADO, 17 DE NOVEMBRO DE 2022.
Quinta-feira é apontada como véspera de fim de semana. O mesmo se pode dizer do ano de 2023 em relação ao pleito municipal, que acontece em 2024.
Um dos sinais de que o prefeito de plantão, mais especificamente os que pretendem disputar o segundo mandato consecutivo, não está bem, é a quantidade de prefeituráveis.
Os postulantes ao comando do centro administrativo acham que pode ser o próximo chefe do Executivo, que a reeleição do atual gestor é complicada. Quando o alcaide faz um bom governo, há uma escassez de pré-candidaturas.
Além dos prefeituráveis já esperados, que têm vida política-partidária ativa, surgem os chamados "outsiders", que são aqueles que nunca participaram de eleições.
A notoriedade dos "outsiders", muitos deles sem nunca ter visto uma ficha de filiação de partido, ocorre pelos meios de comunicação, causando um certo espanto no eleitorado, que nunca imaginava que tal pessoa entrasse na política.
Tem também os prefeituráveis de mentirinha, uns querendo ser vice de quem está na frente nas pesquisas de intenções de voto, e outros por vaidade, que adoram ver seu nome nos jornais, programas de rádio, sites e nas redes sociais.
Depois das águas de março fechando o verão de 2024, tudo vai ficar mais transparente. O nevoeiro começa a dissipar, mostrando quem tem farinha no saco, como diz a sabedoria popular.
O que é cada vez mais consensual é que o movediço e traiçoeiro mundo da política não é para qualquer um. Costumo dizer que os menos espertos dão beliscão em azulejo.
Essa percepção de que a política é para profissionais termina afastando os que querem fazer dela um instrumento para servir o interesse público e não uma escada para o enriquecimento pelo toma lá, dá cá.
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