Banco Central alegou "proteção de dados" para ignorar a Lei de Acesso à Informação (LAI)
![]() |
| Ministro do STF Alexandre de Moraes e a esposa Viviane Barci de Moraes - Foto: redes sociais |
Do Diário do Poder - Na República dos Segredos de suas excelências as autoridades, o Banco Central decidiu colocar sob sigilo os registros de comunicações e reuniões entre dirigentes da instituição e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em mais um gesto de blindagem do ministro, no caso relativo ao processo de liquidação do Banco Master.
O acesso a esses registros foi solicitado pela jornalista Andreza Matais por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), mas, copmo tem sido comum no atual governo, isso foi negado sob a surrada alegação de sempre: “proteção de dados patrimoniais, bancários e informações pessoais”. A decisão inclui o sigilo até mesmo de dados básicos, como datas, trocas de mensagens e registros de reuniões.
A coluna dojornalosta Cláudio Huberto, do Diário do Poder, revelou dias atrás que o governo Lula (PT) já impôs sigilo ao menos a 3,2 mil documentos e dados solicotados com base na LAI, expondo a mentira que o petista difundiou na campanha eleitoral de 2022, quando prometeu não apenas vedar sigilos dessa natureza e também promover um “revogaço” dos decretos de sigido do antecessor, Jair Bolsonaro (PL). Os sigilos ocorreram aos milhares e não houve o prometido “revogaço”. Ambos entraram na conta de mentiras eleitorais.
A blindagem de Moraes ocorre após a revelação de que o ministro do STF se reuniu com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, para tratar de interesses relativos ao Banco Master, que contratou os serviços do escritório de advocacia de sua esposa por impressionantes R$129 milhões, em parcelas mensais de R$3,6 milhões.

Nenhum comentário:
Postar um comentário