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domingo, 9 de setembro de 2018

INTOLERÂNCIA INTOLERÁVEL: Assassinado de Bolsonaro foi abertamente defendido nas redes sociais

Ativistas pregavam a morte de Bolsonrao às vésperas da visita a Juiz de Fora

Do - Diário do Poder  - O clima de intolerância já dominava a campanha, sobretudo nas redes sociais antes do atentado contra Jair Bolsonaro (PSL). Mensagens no Twitter e no Facebook faziam apologia a atos de violência contra o candidato, exortando moradores de Juiz de Fora (MG) a “meter bala” ou que “acabassem” com ele. Após, o atentado outras mensagens, até cruéis, se espalharam nas redes sociais comemorando o atentado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
No Twitter, uma Ana Laura pediu: “quando Bolsonaro vier a ‘JF’ alguém poderia matar ele”. O atentado ocorreu meia hora depois.
Outra usuária das redes bolou até um plano: [a visita de Bolsonaro a Juiz de Fora] “é uma ótima oportunidade para sequestrar ele”.
Eduarda, como se identifica nas redes, sugere que depois do sequestro se faça “umas torturas” no candidato e “depois matar com tiro na testa”.

Quebra de sigilo do assassino


A Polícia Federal poderá rastrear ligações, mensagens e contatos feitos por Adélio Bispo de Oliveira antes de esfaquear o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, durante campanha em Juiz de Fora na última quinta-feira (6).
A autorização da quebra do sigilo telefônico do agressor foi dada neste sábado (8) pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora. Ontem (7) a juíza converteu a prisão em flagrante de Adélio em prisão preventiva, sem prazo determinado.
Adélio já está preso em um presídio federal na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Ele foi transferido hoje pela Polícia Federal. Para a Patrícia de Carvalho, solto, ele representa risco à sociedade e à ordem pública. (Agência Brasil)


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