DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


FEIJOADA DO ALBERGUE BEZERRA DE MENEZES NA AABB, DIA 19 DE NOVEMBRO AO MEIO DIA. VALOR R$25,00 ADQUIRA O SEU BILHETE E CONTRIBUA COM QUEM PRECISA. TELEFONES (73) 3215-1511 E 9-8889-0991. O FORRÓ DO KARUÁ E DJ GUIGUI FARÃO A ANIMAÇÃO! E FAÇA UMA BOA AÇÃO!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

CORÉIA DO NORTE QUER BOMBARDEAR OS ESTADOS UNIDOS


‘DESPROVIDO DE RAZÃO’
COREIA DO NORTE AMEAÇA E DIZ QUE SOMENTE ‘FORÇA ABSOLUTA’ FUNCIONA COM TRUMP
PYONGYANG QUER LANÇAR 4 MÍSSEIS CONTRA A ILHA AMERICANA DE GUAM
Publicado: 10 de agosto de 2017 às 10:44
Do - Diário do Poder - A Coreia do Norte confirmou nesta quinta-feira, 10, que planeja disparar quatro mísseis contra a ilha americana de Guam, no Pacífico, alegando que apenas a força faz sentido para o presidente dos EUA, Donald Trump, alguém que "perdeu a cabeça".
"Um diálogo sensato é impossível com um sujeito assim, desprovido de razão, e com ele só funciona a força absoluta", indicou a agência de notícias estatal KCNA, citando o general norte-coreano Kim Rak Gyom.
Segundo ele, o plano de ataque estará pronto em meados de agosto, e consiste em lançar quatro mísseis que sobrevoarão o Japão, após o aval do líder Kim Jong-un.
A ameaça ocorre após os EUA advertirem os norte-coreanos, na véspera, de que o país estará arriscando a sua "destruição" se continuar com o programa armamentista. Trump destacou o poder nuclear americano diante da crescente inquietação internacional, um dia depois de prometer "fogo e fúria" a Pyongyang "como o mundo nunca viu". 

"Espero que nunca tenhamos de usar esse poder", acrescentou Trump, após a sua advertência ao governo de Kim Jong-un, que ameaça atacar o território americano com mísseis nucleares.
Longe de apaziguar a situação, o secretário americano de Defesa, Jim Mattis, pediu que a Coreia do Norte "detenha" o desenvolvimento de armas nucleares e pare de fomentar ações que levem "ao fim de seu regime e à destruição de seu povo".
Em sintonia com os tuítes de Trump, o chefe do Pentágono minimizou o poderio militar de Pyongyang, afirmando que "perderia qualquer corrida armamentista ou conflito que começasse" com os EUA.
Tóquio
Ainda nesta quinta-feira, o Japão afirmou que "jamais poderá tolerar as provocações" de Pyongyang. "Apelamos firmemente à Coreia do Norte para que leve a sério as reiteradas advertências da comunidade internacional, acate às resoluções da ONU e se abstenha de realizar novas provocações", disse o porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga.  
Ele destacou que "é muito importante manter o poder de dissuasão americano diante da gravidade da situação de segurança na região". Em julho, o Japão afirmou que derrubaria os mísseis que ameaçassem seu território, mas desta vez Suga se absteve de revelar a estratégia do país, limitando-se a dizer que Tóquio "tomará medidas".
Já o ministro de Defesa do Japão, Itsunori Onodera, disse que o país pode interceptar um míssil norte-coreano disparado em direção à Ilha de Guam. Ele afirmou que Tóquio estaria autorizado a atingir um míssil que estivesse seguindo com destino ao território americano no Pacífico, se achasse que houvesse uma ameaça ao Japão, segundo a agência de notícias Kyodo. Contudo, especialistas duvidam que os japoneses tenham atualmente capacidade para isso.
Na véspera, a China exortou que se evitem "as palavras e os atos suscetíveis" a agravar a situação, enquanto Berlim pediu "moderação" às partes. A França, no entanto, elogiou a "determinação" de Trump ante Pyongyang.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, se mostrou "preocupado", e pediu por meio de seu porta-voz que reduzam as tensões e apelem para a diplomacia. A pedido de Washington, a Organização das Nações Unidas endureceu há alguns dias as sanções contra Pyongyang por seu programa nuclear, que poderia custar ao governo norte-coreano cerca de US$ 1 bilhão anuais. (AE)

Nenhum comentário: