DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


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sábado, 24 de junho de 2017

JOSÉ SERRA: PAÍS ESTÁ PIOR DO QUE ÀS VÉSPERAS DO GOLPE DE 1964

REFORMA
PAÍS ESTÁ PIOR DO QUE ÀS VÉSPERAS DO GOLPE DE 1964, DIZ JOSÉ SERRA
SENADOR DEFENDEU O VOTO DISTRITAL MISTO NA REFORMA POLÍTICA
Publicado: 24 de junho de 2017 às 17:09 - Atualizado às 21:29
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ASENADOR JOSÉ SERRA DIZ QUE "O PAÍS ESTÁ PIOR DO QUE EM 1964", EM REFERÊNCIA AO ANO QUE COMEÇOU A DITADURA MILITAR (FOTO: LÚCIO BERNARDO JR/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Do - Diário do Poder - O senador José Serra (PSDB-SP) avalia que o Brasil atravessa a maior crise política de sua história contemporânea. "O País está pior do que em ouros momentos, pior do que em 1964", disse ele, mencionando o ano em que houve o golpe militar.
Serra destacou que, no conturbado momento político atual, é difícil identificar os lados e os interesses, ao contrário de 1964. "Não se sabe direito o que se quer." Em evento neste sábado (24) em Barueri, Serra defendeu uma reforma política que estabeleça o voto distrital misto. "É uma opção para salvar o sistema democrático no Brasil" disse ele, que também defendeu o parlamentarismo. 

"Em democracias, é natural que partidos políticos sejam adversários, mas hoje a questão no Brasil é que há um desgaste geral", ressaltou o senador. "A questão é a desmoralização de uma atividade que é essencial para o futuro do nosso País, que é a política."
Para o senador, em meio à crise política, o PSDB tem que reagir e se defender, mas principalmente mostrar propostas concretas. Serra terminou seu rápido discurso falando que está "em plena forma", mas disse que seu mau humor continua, arrancando risos dos presentes.
Perguntado por jornalistas após o evento, Serra preferiu não dar declarações sobre a permanência do PSDB na base do governo Michel Temer e nem comentar a gestão do prefeito João Doria, que também estava presente no encontro, o seminário "Região Metropolitana de São Paulo", organizado pelo Instituto Teotônio Vilela e que reuniu prefeitos, vereadores e lideranças do PSDB. (AE)
ANIBAL DISSE QUE PSDB VAI VOTAR A FAVOR DA REFORMA TRABALHISTA
(VOTAÇÃO DA CCJ DO SENADO DEVE ACONTECER NA PRÓXIMA QUARTA)

O senador José Aníbal (PSDB-SP) disse que o PSDB vai votar pela aprovação da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que deve ocorrer na semana que vem, e também no plenário. "Vamos votar totalmente a favor", disse ele a jornalistas, após participar de evento na Câmara Municipal de Barueri. 
Nesta semana, um parlamentar do partido votou contra o relatório da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o senador Eduardo Amorim (PSDB-SE). Para Aníbal, houve nesta votação uma atitude "meio frouxa" do governo. "Era uma votação crucial, não podia ter deixado de confirmar e reconfirmar os votos." 
Na avaliação de Aníbal, era preciso que o governo identificasse potenciais surpresas nos votos da CAS e substituísse os parlamentares. Na votação, até um senador do partido de Michel Temer, o PMDB, votou contra o relatório da reforma. A perspectiva agora é que o texto seja aprovado na CCJ e, em seguida, no plenário, disse o senador. 
Aníbal ressaltou que não há, no momento, reunião marcada para discutir os rumos do apoio do PSDB ao governo de Michel Temer. "Certamente esta vai ser uma semana de muita conversa em Brasília", disse ele, citando entre os eventos previstos para os próximos dias a apresentação da denúncia pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer. 
FGTS
Questionado sobre a intenção do governo de permitir que o FGTS seja usado para substituir o seguro-desemprego, medida em estudo conforme admitiu ontem o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles Aníbal disse que é "totalmente contra" a ideia. "Acho que essa é uma posição que vai se tornar a do PSDB." 
Para o senador, quem tem de arcar com os recursos do seguro-desemprego é o Tesouro, e não utilizar dinheiro dos próprios trabalhadores. (AE)

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