DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


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terça-feira, 28 de março de 2017

PRAZO PARA MUDANÇAS NOS SISTEMAS DE APOSENTADORIA SERÁ DE SEIS MESES

PREVIDÊNCIA
PRAZO PARA MUDANÇAS NOS SISTEMAS DE APOSENTADORIA SERÁ DE SEIS MESES
SEGUNDO IMBASSAHY, ISSO FUNCIONARIA COMO UM INSTRUMENTO PARA DAR MAIS COMPETÊNCIA PARA QUE GOVERNADORES EXAMINEM O ASSUNTO
Publicado: 27 de março de 2017 às 20:08 - Atualizado às 20:10
A IDEIA DE ESTABELECER PRAZO PARA QUE OS GOVERNOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS FAÇAM OS SEUS AJUSTES SERÁ APRESENTADA PELO GOVERNO COMO EMENDA À PROPOSTA DE REFORMA DA PREVIDÊNCIA. FOTO: GEORGE GIANNI
Do - Diário do Poder - Os Estados e municípios terão seis meses de prazo para promoverem mudanças nos sistemas de aposentadoria dos servidores públicos ou, se não mexerem nas regras para concessão dos benefícios, serão obrigados a se adequar à reforma da Previdência que for aprovada pelo Congresso. A ideia de estabelecer prazo para que os governos estaduais e municipais façam os seus ajustes será apresentada pelo governo como emenda à proposta de reforma da Previdência.

"Trata-se de uma ideia vinda da própria Câmara, para oferecer mais responsabilidade fiscal e para que os próprios governadores possam ter condições de argumentação junto às Assembleias Legislativas de seus respectivos Estados", afirmou o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, pouco antes de entrar numa reunião, no Palácio do Planalto, com líderes da base aliada. "Isso funcionaria como se fosse uma trava, um instrumento que dá mais competência para que governadores examinem o assunto".
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que "juridicamente" esta é uma solução viável. "Fica para os Estados e municípios a decisão de adotar ou não um regime diferente daquele da União", argumentou Oliveira. "Cada um terá de tomar a sua própria iniciativa".
Para o deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator da comissão especial que analisa a reforma da Previdência na Câmara, tudo está sendo feito respeitando o pacto federativo. "Os governos estaduais e municipais terão de regulamentar a previdência dos servidores no prazo de seis meses (após a aprovação da reforma), pois caso contrário terão de seguir as regras federais", afirmou ele.
Na semana passada, Temer decidiu excluir funcionários públicos estaduais e municipais da reforma da Previdência enviada pelo governo à Câmara. O presidente tomou a iniciativa após sofrer forte pressão de deputados da base aliada, que ameaçavam votar contra a proposta. (AE)

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