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domingo, 4 de outubro de 2026

Vídeos: Lula ignora lei e pede voto na boca de urna, e ainda joga no chão a bandeira do Brasil

 Lei proíbe pedido de voto na área de votação, e Lula ainda amassa e joga após fazer pose exibindo a bandeira do Brasil

Presidente Lula votando nas eleições de 2026. (Foto: Redes sociais).

Do - Diário do Poder - O presidente e candidato à reeleição Lula (PT) votou neste domingo (4), em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e parecia tão à vontade que até mesmo chegou a pedir votos a jornalistas.

O detalhe é que, no dia da eleição, pedidos de voto são proibidos e podem caracterizar crime de boca de urna, conforme o artigo 39, § 5º, II, da Lei nº 9.504/1997.

Antes disso, o atual presidente da República posou para fotos segurando a bandeira do Brasil no local de votação, ao lado do seu vice, Geraldo Alckmin, e nesse momento fez um gesto transmitido pela TV registrado em imagens que viralizaram: ele amassa a bandeira e depois a descarta, usando a mãos esquerda. As imagens não mostram a bandeira no chão, mas nada indica que tenha acontecido algo diferente disso. Até mesmo seu prestimoso fotógrafo pessoal não conseguiu evitar o gesto porque apareceu apenas na sequência.

Lula chegou ao local de votação por volta das 9h05, acompanhado de Alckmin, do candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), das candidatas ao Senado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), além do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Após votar, o petista falou sobre a importância da escolha dos eleitores:

“As pessoas têm que votar pensando no Brasil, nos filhos, nos netos, no futuro que vão deixar”, afirmou.

Veja os vídeos abaixo:

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Crime eleitoral: Carteiros são flagrados distribuindo propaganda de Lula e candidatos do PT

Funcionários aparecem entregando panfletos de candidatos petistas em diversas regiões do país

Funcionária relata que 'todo funcionário é obrigado a fazer a panfletagem'. (Foto: Redes sociais).
Do Diário do Poder - Funcionários dos Correios têm sido surpreendidos distribuindo propaganda eleitoral de Lula (PT), mas, quando confrontados por populares espantados com o flagrante de crime eleitoral, afirmam que são obrigados a fazer campanha para candidatos petistas durante o expediente, como afirmou uma servidora da estatal em Santa Catarina.

Uniformizada e ao lado de um veículo do Sedex, a carteira catarinense aparece entregando panfletos de Décio Lima, candidato ao Senado, e Ana Paula Lima, candidata à reeleição para deputada federal. Distribuição como panfletagem, sem qualquer característica de entrega de correspondência. O vídeo circula nas redes sociais.

Abordada por um morador, a funcionária confirma que os panfletos são de campanha e denunciou ter sido obrigada a isso. “Todo funcionário do Correio é obrigado a entregar isso aqui do PT”, revelou.

O panfleto mostra imagens de Lula (PT) e de Leandro Grass. candidato ao Governo do DF.

Crimes eleitorais dessa natureza podem render até mesmo cancelamento do registro de candidatura e outras sanções na área criminal.


O Diário do Poder entrou em contato com os Correios e a estatal afirmou que a entrega de material de campanha eleitoral petista por seus carteiros ocorre de forma “regular” e “em conformidade com a legislação brasileira”. Veja a nota abaixo:

“Correios esclarece entrega de material de campanha eleitoral por carteiros
Serviço de Mala Direta pode ser contratado por quaisquer candidatos e partidos políticos
Os Correios esclarecem que a entrega de material de campanha eleitoral por seus carteiros ocorre de forma regular e em conformidade com a legislação brasileira.
O material é enviado por meio do serviço de Mala Direta, disponível a todos os candidatos, partidos políticos, comitês eleitorais e demais pessoas físicas ou jurídicas que atendam aos requisitos estabelecidos para utilização do serviço postal. A prestação desse serviço está prevista na Lei nº 6.538/1978, que regulamenta os serviços postais no país.
No caso específico das campanhas eleitorais, os objetos postais devem ser obrigatoriamente identificados no momento da postagem. Conforme normas da Justiça Eleitoral, as correspondências são remetidas com identificação do candidato ou partido responsável, incluindo o respectivo CNPJ, a expressão “Eleições” e a indicação legal prevista para esse tipo de distribuição.
Os Correios reforçam que carteiras e carteiros atuam estritamente no cumprimento de suas atribuições profissionais, realizando a entrega de objetos postais regularmente aceitos pela empresa, independentemente de seu conteúdo político-partidário ou da preferência eleitoral dos remetentes”.

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

No governo Bolsonaro, STF considerou ‘inconstitucional’ o que Lula agora faz com o Bolsa Família

 Petista anuncia aumento de 15% no benefício às vésperas das eleições, após Corte condenar ampliação feita pelo governo Bolsonaro em 2022

Jair Bolsonaro e Lula. (Fotos: Flickr/Reprodução).

Do Diário do Poder - Há 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, marcado para 4 de outubro, o presidente Lula (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) um aumento de 15% no Bolsa Família, elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691. O valor médio pago às famílias também subirá de R$ 675 para R$ 777.

A escolha do momento chama atenção diante de uma decisão tomada pelo próprio Supremo Tribunal Federal (STF). Em 1º de agosto de 2024, a Corte declarou inconstitucionais trechos da Emenda Constitucional 123, aprovada em julho de 2022, durante o governo Jair Bolsonaro (PL), que permitiu ampliar benefícios sociais em pleno ano eleitoral.

Na ocasião, o então Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600, houve aumento do Vale-Gás e foram criados auxílios para taxistas e caminhoneiros. A alteração constitucional reconheceu um estado de emergência no país e, na prática, abriu uma exceção para que o governo Bolsonaro ampliasse os programas sociais até o fim de 2022 sem se submeter às mesmas restrições impostas pela legislação eleitoral.

O caso foi levado ao STF pelo Partido Novo. Prevaleceu a divergência apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, que considerou inconstitucionais os dispositivos relacionados ao aumento dos benefícios. O ministro, entretanto, deu efeitos prospectivos à decisão, preservando os valores recebidos de boa-fé pelos beneficiários.

E foi justamente a possibilidade de transformar uma manobra de curta duração em precedente que pesou no julgamento. Gilmar Mendes advertiu que simplesmente considerar a ação prejudicada porque a emenda perdeu validade em 1º de janeiro de 2023 poderia representar uma espécie de “carta branca” para governos repetirem a estratégia em futuros anos eleitorais.

O ministro Flávio Dino reforçou a preocupação. Segundo ele, reconhecer a perda de objeto permitiria a “perpetuação de uma fraude à jurisdição do Supremo”, já que bastaria aprovar uma emenda constitucional com efeitos temporários às vésperas de uma eleição para que, posteriormente, a discussão perdesse objeto.

Dino também destacou durante o julgamento o volume de recursos envolvido na medida de 2022: R$ 41 bilhões foram liberados dois meses antes do processo eleitoral. Para o ministro, houve um arranjo indevido em torno do estado de emergência, que, em sua avaliação, não encontrava correspondência prática com uma situação de calamidade pública.

Além de Gilmar Mendes e Flávio Dino, acompanharam a tese vencedora Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso. O relator, André Mendonça, ficou vencido ao entender que a ação havia perdido o objeto porque a emenda já tinha deixado de produzir efeitos. Nunes Marques o acompanhou nesse ponto. Cristiano Zanin declarou-se impedido.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Flávio vira para cima de Lula e agora está na frente em disputa de segundo turno

Vanta de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro.

Flávio Bolsonaro, ao lado da esposa, Fernanda, e do seu vice na chapa ao Planalto, Alfredo Gaspar.

Do Diário do Poder -- Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) indica uma virada de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Lula (PT), em disputa de segundo turno, mas o petista seguiria na liderança no primeiro turno das eleições de 2026
No último levantamento da mesma Quaest, em 7 de setembro, Lula e Flávio apareciam empatados no segundo turno.

Primeiro turno (estimulada):

  • Lula (PT): 36% (estável)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 31% (era 29%)
  • Augusto Cury (Avante): 7% (era 8%)
  • Renan Santos (Missão): 4% (era 3%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 4% (era 3%)
  • Romeu Zema (Novo): 1% (era 2%)
  • Branco, nulo ou não votaria: 7% (era 8%)
  • Indecisos: 10% (estável)

Os demais nomes citados ficaram abaixo de 1%.

Primeiro turno (espontânea):

  • Lula (PT): 28% (estável)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 23% (era 20%)
  • Augusto Cury (Avante): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 1%
  • Renan Santos (Missão): 1%
  • Jair Bolsonaro (inelegível): 1%
  • Indecisos: 41%
  • Branco, nulo ou não votaria: 2%

Segundo turno Lula x Flávio Bolsonaro

  • Flávio Bolsonaro: 42% (era 41%)
  • Lula: 40% (era 41%)
  • Branco, nulo ou não votaria: 13%
  • Indecisos: 5%

Lula x Augusto Cury

  • Lula: 38%
  • Cury: 36%
  • Branco, nulo ou não votaria: 21%
  • Indecisos: 5%

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula: 41%
  • Caiado: 39%
  • Branco, nulo ou não votaria: 16%
  • Indecisos: 4%

Lula x Renan Santos

  • Lula: 41%
  • Renan Santos: 38%
  • Branco, nulo ou não votaria: 17%
  • Indecisos: 4%

Lula x Romeu Zema

  • Lula: 45%
  • Zema: 33%
  • Branco, nulo ou não votaria: 18%
  • Indecisos: 4%

A diferença de dois pontos entre Flávio e Lula no segundo turno está dentro da margem de erro. Em todos os outros duelos simulados, o presidente aparece numericamente à frente.

O levantamento foi feito presencialmente com 2.004 eleitores entre 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Globo e registrada no TSE sob o número BR-03607/2026.

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