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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Atraídas pelo Governo do Estado, fábricas de calçados geram 31 mil empregos diretos na Bahia

 

Atualmente, a indústria calçadista emprega cerca de 31 mil pessoas em toda a Bahia. Estimulada pelo Governo do Estado, a descentralização de fábricas do segmento, por meio da oferta de incentivos fiscais, reflete, atualmente, no funcionamento de 51 fábricas, que estão espalhadas em 41 municípios.

A diretora de Desenvolvimento de Negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Laís Maciel, destacou a relevância dessas ações de atração. “Nós estamos utilizando as melhores estratégias para a atração da indústria, em especial a calçadista. É uma estratégia muito importante para a economia da Bahia, porque representa a geração de muitos empregos e a utilização da mão-de-obra local, além de ajudar no desenvolvimento de municípios do interior”, explicou.

Instalada desde 2016 em Serrinha, a Minas Bahia gera cerca de 250 empregos diretos e supera a marca anual de 727 mil pares de calçados produzidos, abastecendo, além do nordeste brasileiro, as regiões sul e sudeste do país.  No último dia 15 de maio, o grupo firmou compromisso com o governo baiano para ampliar a planta fabril.  O Estado entrou com a cessão de um galpão e incentivos fiscais e, em contrapartida, a Minas Bahia vai investir R$ 3,8 milhões, gerando 200 novos empregos diretos e saltando a produção para 1,3 milhão de pares ao ano.  

De acordo com o presidente da Minas Bahia, Gil Assunção, "o fácil diálogo com o governo estadual e o empenho e qualificação da mão-de-obra local foram determinantes, no primeiro momento, para a mudança da fábrica para solo baiano e, agora, para essa ampliação, que vai quase dobrar a produção anual e a metragem e maquinário da indústria".

Oportunidade 

A Minas Bahia funciona em um galpão com 2.700 metros quadrados de área construída e concentra a produção em calçados femininos, tais como tênis e sandálias. Possui,  entre a cartela de clientes, grandes marcas, como Marisa, Mersan, Avon e Pernambucanas.  Ressalta-se, ainda, que não é só o setor atacadista que é aquecido com as atividades da empresa, uma vez que 70% da matéria-prima utilizada na confecção dos sapatos é comprada de fornecedores instalados na Bahia.

Além da Minas Bahia, Serrinha abriga a fábrica Nádia Talita, que, por sua vez, produz tênis esportivos e sapatilhas, ambos sintéticos. A empresa também fornece palmilhas e executa injeção de sola. São três linhas de produção responsáveis por confeccionar seis mil pares por dia, nas quais  trabalham mais de 300 pessoas.

Laís Maciel lembrou, ainda, que novas fábricas devem se instalar na Bahia, em breve. “Nós já temos sete empreendimentos previstos para serem implantados ao longo dos próximos anos nas regiões de Castro Alves, Serrinha, Ubaíra e outros municípios. O investimento somado chega a R$ 48 milhões. Cerca de dois mil novos empregos diretos serão gerados com isso. Essas empresas estão se instalando aqui porque o Estado consegue oferecer galpões com valores subsidiados e preços de mercado muito mais competitivos. Além disso, conseguimos dar um incentivo fiscal que é um dos melhores do Brasil, com descontos de ICMS de até 99% para essa indústria”, concluiu a diretora. 


Secom
Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

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