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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

ÚLTIMOS 15 ANOS Obras financiadas do BNDES no exterior é o ‘mapa da mina’ da corrupção do PT

Lista dos '50 mais' do BNDES revela origem da propina milionária da Odebrecht

Do - Diário do Poder - O BNDES divulgou nesta sexta (18), por ordem do presidente Jair Bolsonaro, uma lista com os 50 maiores tomadores de recursos do banco dos últimos 15 anos. A lista é um autêntico “mapa da mina” da corrupção, mostrando empresas privadas protagonistas da corrupção nos governos do PT, como a Odebrecht, que sozinha teve R$18 bilhões para realizar obras no exterior, em contratos sem licitação, obtidos graças ao lobby político exercido por tipos como o ex-presidente Lula, um dos maiores destinatários das propinas da construtora.
O banco divulgou que a estatal Petrobras foi a empresa que mais tomou dinheiro, R$62 bilhões, mas não destaca que os negócios bancados com esses recursos envolveu empresas privadas envolvidas na corrupção dos governos Lula e Dilma.
Outros envolvidos em investigações da Operação Lava Jato aparecem no ranking como a JBS, na 20ª posição, com R$ 7 bilhões. A Andrade e Gutierrez também aparece com financiamentos que somam cerca de R$ 5 bilhões.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou sua conta no Twitter para falar sobre a divulgação da lista: “Ainda vamos bem mais a fundo! BNDES divulga interessante link identificando os países que usaram os recursos financeiros do Brasil e os motivos dos empréstimos. Tire suas conclusões”, declarou o presidente.
Confira os cinco maiores tomadores de recursos do BNDES nos últimos 15 anos:
1. Petrobras: R$ 62 bilhões;
2. Embraer: R$ 49 bilhões;
3. Norte Energia: R$ 25 bilhões;
4. Vale: R$ 22 bilhões;
5. Odebrecht: R$ 18 bilhões.
Obras no exterior
O banco divulgou ainda a discrição de contratos de apoio à exportação brasileira para obras no exterior dividas por países. Na lista aparecem Angola, Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, Gana, Guatemala, Honduras, México, Moçambique, Paraguai, Peru, República Dominicana e Venezuela. Na página, é possível acessar todos os contratos com cada país na íntegra.

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