DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


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terça-feira, 18 de julho de 2017

TEMER ESCAPOU DE 'AÇÃO CONTROLADA' NOS ESTADOS UNIDOS

CASO JBS
TEMER ESCAPOU DE 'AÇÃO CONTROLADA' ARMADA CONTRA ELE NOS EUA, DIZ JORNAL
COM OPERAÇÃO, JBS SE LIVRARIA DE PROCESSO NOS EUA, DIZ JORNAL
Publicado: 18 de julho de 2017 às 08:11 - Atualizado às 08:15
EM NOVA YORK, TEMER PARTICIPARIA DE EVENTOS COMO ESTE, SOBRE OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO BRASIL. (FOTO: LUIZ C. RIBEIRO)Adicionar legenda

Do - Diário do Poder - O presidente Michel Temer escapou de “ação controlada” armada contra ele em maio, na cidade de Nova York, mas ele cancelou de última hora a viagem que faria à cidade para participar da entrega do prêmio "Personalidade do Ano" ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pela Câmara Americana de Comércio, em 17 de maio. A “ação controlada” a pedido de autoridades de investigação brasileiras. A informação foi publicada no jornal Valor Econômico nesta terça (18).

A operação foi armada, segundo o jornal, para gravar eventual conversa inapropriada de Temer com o dono da JBS, Joesley Batista, provavelmente em seu apartamento de cobertura na esquina da Quinta Avenida com a rua 51. Um eventual flagrante ajudaria o grupo JBS a se livrar das penalidades previstas na lei federal contra corrupção transnacional, a Foreign Corrupt Practices Act (FCPA). Um acordo de delação seria essencial para permitir a continuidade da empresa nos Estados Unidos.
A delação da JBS foi revelada um dia depois da cerimônia de entrega do prêmio. O então deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) estava em Nova York no evento em homenagem a Doria e também poderia ser objeto da ação controlada nos Estados Unidos, caso Temer estivesse na cidade e fosse agendado um encontro com Joesley.
Na cerimônia, Doria e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), elogiaram o presidente como condutor do processo de reformas no Brasil. Uma das razões do cancelamento da sua viagem a Nova York foi justamente a necessidade de o governo aprovar as reformas no Congresso.

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