quinta-feira, 6 de julho de 2017

FIES PREVÊ 310 MIL NOVAS VAGAS

EDUCAÇÃO SUPERIOR
FIES PREVÊ 310 MIL NOVAS VAGAS EM UNIVERSIDADES PRIVADAS PARA 2018
FORMATO DO PROGRAMA FOI ATUALIZADO PARA GARANTIR SUSTENTABILIDADE...

ADE ACORDO COM O SECRETÁRIO DE ACOMPANHAMENTO ECONÔMICO DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, MANSUETO ALMEIDA, A NOVA EDIÇÃO TEM COMO OBJETIVO TORNAR O FINANCIAMENTO ESTUDANTIL SUSTENTÁVEL. (REPRODUÇÃO/MEC

Do - Diário do Poder - Boa notícia para a educação superior. O novo Fundo de Financiamento Estudantil abriu 300 mil vagas para 2018. Desse total, 100 mil são a juros zero para estudantes com renda familiar mensal per capita de até 3 salários mínimos. O MEC incluiu duas modalidades adicionais de financiamento, com participação de fundos regionais e bancos. Além disso, o governo inaugurou 75 mil novas vagas no modelo atual, totalizando 225 mil em 2017.
A partir de agora, no momento do contrato, a instituição de ensino deve informar ao estudante sobre os valores da dívida e as taxas de correção a serem pagas. ”Este preço está travado, definido previamente para que no futuro não seja cobrado de algo acima da sua capacidade de pagamento“, explicou Mendonça. O risco de inadimplência, que antes cabia inteiramente ao Tesouro, passa a ser compartilhado com as universidades. “Tem que ser sócio no filé e também tem que ser sócio no osso”, exemplificou o ministro. A taxa da carteira é de 46,4% atualmente, cuja previsão é de 10% para a nova edição. O governo também divulgará relatórios trimestrais de inadimplência.

O presidente Michel Temer assinou a medida provisória que institui o programa nesta quarta-feira (6), em cerimônia no Palácio do Planalto. O ministro da Educação, Mendonça Filho, e o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, anunciaram o novo modelo. Com a nova gestão, o governo estima poupar R$ 300 milhões por ano. A economia se deve à participação das instituições de ensino privadas no pagamento das taxas bancárias dos novos empréstimos.
De acordo com o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, a nova edição tem como objetivo tornar o financiamento estudantil sustentável. A equipe econômica estudou o Fies durante 1 ano e, desse período, levou 6 meses só para avaliar o tamanho do rombo fiscal em 2016, de R$ 32 bilhões. “O programa tinha um mérito bom mas era insustentável, corria o risco de parar“, disse.

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