sexta-feira, 9 de junho de 2017

Chapa Dilma/Temer continua

VERGONHA BRASIL!


A votação dos ministros da Suprema Corte, não coincidiu com a vontade de milhares de brasileiros! O mesmo não foi surpresa, pois todos sabiam que o placar de 4 x 3 em favor da permanência da “chapa Dilma/Temer” iria acontecer, pois a maioria, absoluta, desses ministros foi indicado pelo PT e PMDB, os partidos mais corruptos do país.

Caso os ministros fossem escolhidos através de concurso público, esse resultado, famigerado e vergonhoso, jamais iria acontecer. Isso é coisa de Brasil! Nossa Constituição não vale nada, a jogaram no vaso do lixo, e os sujos continuam no poder, enquanto os verdadeiros brasileiros vão continuar sofrendo os maus tratos dos vampiros.   

Corrupto e corruptor, tudo são farinha do mesmo saco; sardinha da mesma lata, bacalhau do mesmo fardo!... 
JULGAMENTO DILMA-TEMER
POR 4 VOTOS A 3, TSE MANTÉM TEMER NO CARGO E DIREITOS POLÍTICOS DE DILMA
TRIBUNAL MANTÉM TEMER NO CARGO E DIREITOS POLÍTICOS DE DILMA

Publicado: 09 de junho de 2017 às 20:35 - Atualizado às 20:39
Do - Diário do Poder  - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por 4 votos a 3, absolver a chapa Dilma-Temer das acusações de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014. O placar foi antecipado pelo colunista Cláudio Humberto, na edição de ontem.
Com a decisão, o presidente da República, Michel Temer, continua no cargo e a ex-presidente Dilma mantém os direitos políticos preservados pelo fatiamento do impeachment e poderá ser candidata no ano que vem.
Apesar do voto do relator, a maioria dos ministros não aceitou a inclusão das provas obtidas mediante depoimentos de executivos da Odebrecht, que confirmaram o pagamento de propina, e optaram por absolver a chapa.
Antes da continuidade dos votos, o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, pediu o impedimento do ministro Admar Gonzaga por já ter advogado para a ex-presidente Dilma. Com a maioria rejeitando o pedido de impedimento, Gonzaga segue no julgamento.
O segundo a proferir o voto foi o ministro Napoleão Nunes Maia Filho. Antes de iniciar o voto, o ministro fez um esclarecimento sobre um dos acontecimentos do dia. Segundo Napoleão, seu filho foi até o tribunal entregar-lhe um envelope com fotos da neta que acabara de completar três anos de idade e foi "corretamente barrado" pela segurança do TSE, mas a imprensa divulgou como "homem misterioso é barrado ao tentar entregar envelope ao ministro Napoleão".
Devido à indignação demonstrada por Napoleão, visivelmente abalado pela forma como foi exposta a situação, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, suspendeu a sessão por cinco minutos. Na volta, Napoleão votou pela improcedência das acusações e contra a cassação.
O ministro Admar Gonzaga, alvo de pedido de impedimento no início da sessão desta tarde, também votou pela improcedência da acusação de abuso de poder político e econômico e contra a cassação da chapa Dilma-Temer.
O ministro Tarcísio Neto votou contra a cassação da chapa. Ministro reconheceu que é evidente que houve irregularidades internas nas empresas contratadas pela campanha eleitoral, entretanto afirmou que isso não configura abuso de poder político e nem infração eleitoral. “Não há provas de que Dilma ou  Michel Temer tinham conhecimento de tal sistema de propinas”.
Votaram a favor da cassação, com o relator, os ministros Luiz Fux e Rosa Weber, mas o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, votou pela absolvição e desempatou o julgamento em favor da chapa Dilma-Temer.


De Cláudio Humberto - O desafio do presidente Michel Temer, após escapar de cassação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será cumprir o mandato até o fim, em 31 de dezembro de 2018, apesar de continuar na UTI sem prazo para receber alta. Além da pressão do Ministério Público Federal, que será implacável, o presidente terá de encarar um Congresso que costuma ser impiedoso quando identifica presidentes politicamente debilitados.



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