DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


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segunda-feira, 8 de maio de 2017

DÓRIA CHAMA LULA DE COVARDE E MENTIROSO

PREFEITO RESPONDE
DÓRIA CHAMA LULA DE COVARDE E MENTIROSO E MOSTRA CARTEIRA DO TRABALHO
PREFEITO DIZ FAZER O QUE LULA NUNCA FEZ: TRABALHA HONESTAMENTE
VESTIDO DE GARI, JOÃO DÓRIA ACOMPANHA O TRABALHO DE SERVIDORES DA PREFEITURA. (FOTO: FELIPE RAU)
Do - Diário do Poder  - O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou hoje em vídeo que o ex-presidente Lula, “alem de covarde e mentiroso, é desinformado”. Durante congresso do PT, na capital paulista, Lula se referiu a Doria dizendo que “Um coxinha ganhou as eleições em São Paulo se fazendo passar por ‘João Trabalhador’. Se alguém encontrar com ele pergunte se já teve uma carteira assinada na vida”.
“Eu tenho carteira de trabalho, fui registrado e já tinha mostrado no Dia do Trabalho. Mas, no Dia do Trabalho, ele não trabalha. Aliás, todo 1º de Maio é como todo dia dele, porque ele nunca trabalhou nos últimos anos. Eu faço ao longo da minha vida o que o Lula não fez na dele: trabalhar e honestamente".
Doria postou sua resposta em vídeo no Facebook que já conta com mais de 5 milhões de visualizações. Neste domingo, 7, em mais uma etapa do Programa Mutirão Mario Covas, em São Mateus, na zona leste, o prefeito afirmou que "o ex-presidente, além de covarde e mentiroso, é desinformado". 
A FONTE das centrais sindicais SECOU...
Veja outras importantes informações


PROTESTOS SÃO CONTRA PERDA DOS R$ 4 BILHÕES DO IMPOSTO SINDICAL

PELEGOS PERDEM NEGÓCIO BILIONÁRIO COM A REFORMA TRABALHISTA, DAÍ O PÂNICO
SINDICALISTAS NÃO QUEREM PERDER R$4 BILHÕES DO IMPOSTO SINDICAL  
Não admira que pelegos estejam nervosos com a reforma trabalhista, com greves e passeatas, e até se aliando a políticos que atacavam, como Renan Calheiros. É que perderão o negócio que rende quase R$ 4 bilhões a 16,4 mil entidades sindicais, a maioria de pouca expressão e muita gula. A reforma extingue a contribuição obrigatória, descontada dos trabalhadores, que em 2016 rendeu R$59,8 milhões somente à CUT, braço sindical do PT. A Força Sindical embolsou R$46,5 milhões. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Sindicalistas gastam como querem recursos subtraídos dos salários, pagando cachê a “manifestantes” ou metendo a grana no bolso.
O então presidente Lula vetou lei aprovada no Congresso que submetia entidades sindicais à fiscalização e prestação de contas, é claro.
Até centrais sindicais desconhecidas ganham muito dinheiro. Uma “Nova Central” leva R$23,3 milhões, a “CTTB”, R$15,3 milhões etc.
Sindicatos dos comerciários de São Paulo faturaram R$31,5 milhões em 2016, e o do Rio de Janeiro R$10,5 milhões.
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ORDEM ERA ABAFAR
PRESIDENTES DO PMDB, PSDB E PT BARRARAM CPI DE SIMON PARA INVESTIGAR CORRUPTORES
GOVERNOS ITAMAR, FHC E LULA IMPEDIRAM SUA CPI DE EMPREITEIRAS
CPI DE EMPREITEIRAS PROPOSTA POR PEDRO SIMON FOI ESTRANHAMENTE BARRADA POR TRÊS GOVERNOS.

O Brasil deve homenagens e até pedido de desculpas ao ex-senador Pedro Simon (PMDB-RS), que lutou durante anos para criar a CPI das Empreiteiras (ou dos Corruptores), convencido de que era a chave para desmantelar o esquema de corrupção no País. O bravo senador estava certo, como mostram as investigações da Lava Jato, mas a CPI sempre esbarrou no desinteresse dos governos Itamar Franco, FHC e Lula. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A ira santa de Pedro Simon propondo a CPI das Empreiteiras começou em 1993, vinte anos antes da Operação Lava Jato.
Para Pedro Simon, após a CPI dos Anões (ou “CPI dos Corruptos”), era o momento certo para investigar os corruptores. Jamais conseguiu.
A CCJ do Senado, em 1995 presidida por Bernardo Cabral (AM), negou por 15x7 votos o desarquivamento da CPI dos Corruptores, de Simon.
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PREVIDÊNCIA
IMBASSAHY ACHA QUE, APÓS OS AJUSTES, REFORMA 'É DE TODA SOCIEDADE'
TEMER REÚNE MINISTROS NO DOMINGO PARA AJUSTAR ESTRATÉGIA
TEMER TRABALHOU NESTE DOMINGO NO ALVORADA COM MOREIRA, MEIRELLES, IMBASSAHY E OS DEPUTADOS PERONDI E ARTHUR MAIA. (FOTO: BETO BARATA)

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, que participou de reunião neste domingo (7) com o presidente Michel Temer, no Palácio da Alvorada, afirmou que com o debate no Congresso e os ajustes no texto original, “a reforma da Previdência se transformou em uma proposta de toda a sociedade brasileira”.
Também estiveram com Temer no Alvorada os ministros Moreira Franco (secretaria-geral), Henrique Meirelles (Fazenda), o vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), e  o relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS-BA).
“Esse projeto se tornou o projeto de toda a sociedade brasileira”, afirmou o ministro logo após a reunião. Segundo Imbassahy, o governo vai reforçar o trabalho para mostrar os ajustes e o novo conteúdo do texto. “O texto que está sendo aprovado combate privilégio e protege as pessoas vulneráveis, pessoas com deficiência, trabalhador rural, idosos”, completou. 
O texto-base da reforma da Previdência foi aprovado na quarta-feira (4) em comissão especial da Câmara dos Deputados. Nessa semana, está prevista a votação dos destaques à proposta, antes de ser levado ao plenário da Casa. Para o relator, a votação foi um “sucesso absoluto”. Arthur Maia disse também que a proposta enviada pelo governo foi modificada com apoio da sociedade.
“Posso dizer que tivemos uma mudança considerável no sentimento da casa depois da aprovação semana passada. Ficou provado que o projeto foi profundamente modificado. Não é mais aquele enviado pelo governo, é um projeto que foi construído pela sociedade brasileira”, disse.
Déficit: R$149 bilhões
A proposta de reforma da Previdência fixa idade mínima para a aposentadoria de 65 anos para homens e 62 para mulheres. O tempo de contribuição para acessar o benefício também passa para 25 anos. A aposentadoria integral será concedida a quem contribuir por 40 anos. 
Atualmente, a Previdência tem um déficit de R$ 149 bilhões. A expectativa é que a reforma seja mais um passo para reestabelecer as contas públicas no país. Com isso, retomar o crescimento e gerar mais empregos no País.

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