DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


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segunda-feira, 24 de abril de 2017

MÔNICA MOURA REVELA NEGOCIAÇÃO DE CAIXA 2 DIRETAMENTE COM DILMA

AÇÃO CONTRA DILMA-TEMER
APÓS CINCO HORAS DE DEPOIMENTO, JOÃO SANTANA E MÔNICA MOURA DEIXAM TRE-BA
MÔNICA MOURA REVELA NEGOCIAÇÃO DE CAIXA 2 DIRETAMENTE COM DILMA
Publicado: 24 de abril de 2017 às 16:32 - Atualizado às 20:32
MÔNICA MOURA E JOÃO SANTANA SÃO TESTEMUNHAS EM AÇÃO QUE PEDE A CASSAÇÃO DA CHAPA DILMA-TEMER (FOTO: FRANKLIN DE FEIRAS/AGB/ESTADÃO CONTEÚDO)
Do - Diário do Poder- Após mais de cinco horas de depoimentos, o publicitário João Santana e a empresária Mônica Moura saíram da sede do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), sem falar com a imprensa.
De acordo com Moura, houve acerto de pagamentos ao caixa 2 da campanha de reeleição diretamente com a então presidente Dilma, no Planalto, e ficou definido que as tratativas seriam conduzidas pelo ex-ministr Guido Mantega.
Mônica Moura e João Santana são testemunhas em ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que venceu as eleições em 2014. O casal foi responsável pelo marketing da campanha e revelou que foram cobrados R$ 105 milhões ao todo, sendo R$ 70 milhões de forma oficial e R$ 35 milhões ilegalmente no caixa 2.

O depoimento foi transmitido por videoconferência a membros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mesmo com a presença do ministro Herman Benjamin, relator do processo que veio a Salvador somente para a oitiva das testemunhas.
Mônica Moura foi a primeira a falar e depôs durante quase três horas. Já a oitiva de João Santana durou cerca de duas horas.
O casal chegou ao TRE, acompanhado por seus advogados, por volta das 9h de hoje (24), em um veículo de luxo que ficou estacionado na área destinada a veículos de funcionários do Tribunal, para evitar contato com a imprensa.
Processo
As contas da campanha da chapa Dilma-Temer foram aprovadas por unanimidade, embora com ressalvas, pelo TSE em dezembro de 2014. Pouco depois, no entanto, foi aberta uma ação de investigação, a pedido do PSDB – partido do segundo colocado, Aécio Neves –, para apurar o eventual abuso de poder político e econômico pela chapa vencedora.
Em caso de condenação, o TSE pode tornar inelegíveis tanto Dilma Rousseff como Michel Temer, que pode ainda ser afastado da Presidência da República.
A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado. A defesa do presidente Michel Temer sustenta que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. (ABr)

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