DIGNIDADE

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa


FEIJOADA DO ALBERGUE BEZERRA DE MENEZES NA AABB, DIA 19 DE NOVEMBRO AO MEIO DIA. VALOR R$25,00 ADQUIRA O SEU BILHETE E CONTRIBUA COM QUEM PRECISA. TELEFONES (73) 3215-1511 E 9-8889-0991 E FAÇA UMA BOA AÇÃO!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Operação da PF investiga fraudes em contratos com hospitais e UPAs de Salvador e mais 3 cidades

Do - jornaldamidia.com.br


A Operação da PF em Salvador, Candeias e São Francisco do Conde  atua sobre um esquema ilícito que funcionava por meio da criação de empresas e entidades sem fins lucrativos em nome de "laranjas".
A Operação da PF em Salvador, Candeias e São Francisco do Conde atua sobre um esquema ilícito que funcionava por meio da criação de empresas e entidades sem fins lucrativos em nome de “laranjas”.
Uma operação da Polícia Federal cumpre um mandado de prisão preventiva, sete mandados de condução coercitiva e 24 mandados de busca e apreensão nos municípios de Salvador, Candeias e São Francisco do Conde, na manhã desta sexta-feira (22). A ação pretende desarticular um esquema criminoso de desvio de verbas públicas destinadas à saúde, bem como fraudes à licitação, corrupção e lavagem dedinheiro. A PF denominou a operação como “Copérnico”, termo que faz referência à teoria heliocêntrica, desenvolvida pelo cientista do século XVI.

A PF detalha que a operação atua sobre um esquema ilícito que funcionava por meio da criação de empresas e entidades sem fins lucrativos em nome de “laranjas”, com as quais eram firmados contratos de gerenciamento integral de hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e centros de saúde.
Ao todo, foram identificadas três irregularidades: a fraude às licitações, que eram forjadas; a falta de fiscalização, por parte dos municípios, em relação à efetiva prestação do serviço; e a realização de pagamentos com base apenas na declaração emitida pela própria entidade.
Conforme a PF, a Controladoria Geral da União (CGU) detectou nas licitações e prestações de contas de dois dos municípios envolvidos no esquema mais de R$ 70 milhões pagos pelas prefeituras sem documentação que comprove a realização dos serviços de saúde.
Entre 2012 e 2015, a PF acrescenta que na movimentação bancária da principal entidade investigada, que não teve o nome divulgado, identificou-se que as cinco principais beneficiárias de transferências foram empresas pertencentes à própria organização criminosa e o escritório de advocacia cujo sócio constava como procurador de um dos municípios.
Portal G1.

Nenhum comentário: