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sexta-feira, 27 de maio de 2016

DP ENTREVISTA
NOVA META FISCAL CONSOLIDA IMPEACHMENT, DIZ LÍDER EM ENTREVSITA AO DIÁRIO DO PODER
TEMER, AO CONTRÁRIO DO PT, NÃO PASSA A CONTA AO POVO, DIZ LÍDER
Publicado: 27 de maio de 2016 às 14:30
ANDRÉ MOURA É O NOVO LÍDER DO GOVERNO TEMER NA CÂMARA. FOTO: WILSON DIAS/ABR
Após a polêmica escolha de André Moura (PSC-SE) como líder do governo do presidente Michel Temer na Câmara, o deputado federal aproveitou a votação da mudança na meta fiscal para criticar a adminsitração afastada de Dilma Rousseff e garante:  “Na política implantada pelo PT, quem pagava a conta eram os trabalhadores e o povo brasileiro”. Segundo ele, a “votação maiúscula” da nova meta fiscal "praticamente consolida o impeachment de Dilma", em discussão em comissão especial do Senado.

Moura é alvo de críticas da oposição e de aliados do governo Temer. Ele responde a diversos processos, inclusive por suposto homicídio, mas promete comprovar inocência. Ele foi indicado pelo chamado centrão, um grupo de parlamentares ligados inclusive, ao presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Veja abaixo a entrevista exclusiva do líder do governo Temer ao Diário do Poder:
Qual importância da primeira vitória do governo Michel Temer no Congresso, a aprovação da mudança na meta fiscal?
Foi a primeira grande vitória, porque desde a semana passada a gente vem colecionando vitória. Desde o final de abril, a Câmara não vota absolutamente nada. Conseguimos, na semana passada, votar duas medidas provisórias e, depois de dez meses sem avanço na comissão especial da DRU (Desvinculação das Receitas da União), conversamos com o deputado Laudívio Carvalho (SD-MG) e o ajudamos a construir o relatório. Ele já leu o relatório na última reunião da comissão especial. Conseguimos, na sessão do Congresso, manter os vetos que o governo queria e derrubamos aqueles que o governo queria derrubar.
Como foi enfrentar a oposição do PT?
Na votação da mudança da meta, conseguimos a maior de todas as vitórias, mesmo enfrentando o kit obstrução do PT. Uma oposição ruidosa, raivosa, uma oposição que pensa pequena. Conseguimos vencer mesmo sendo uma votação que se estendeu ate as 4 horas. A bancada governista, de forma consciente e unida em um mesmo propósito, se manteve unida.
Sobre a Desvinculação das Receitas da União (DRU), quando a proposta será votada?
Houve pedido de vista do relatório do Laudívio, o que está previsto no regimento. Mas, na próxima semana, votamos o relatório na comissão e tentaremos levar o mérito da DRU para o plenário ainda na próxima semana.
O senhor acha que a vitória reforça a tese de que o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff é irreversível?
Sim! Não só pela vitória maiúscula que tivemos, mas também pelo próprio trabalho que vem sendo implantado pelo presidente Michel Temer. Isso credencia a gestão dele para ficar até 31 de dezembro de 2018. O governo do PT passou 13 anos no poder e não trouxe uma proposta econômica que pudesse possibilitar o país a ter uma economia estável. Pelo contrário. Na política implantada pelo PT, é quem pagava a conta eram os trabalhadores e o povo brasileiro. Tudo o que foi encaminhado pela gestão anterior foi para penalizar o trabalhador, gerando impostos, gerando tributos. Com a base unida, consciente de sua responsabilidade, não tenho dúvida de que o impeachment está consolidado.
O governo Michel Temer não vai gerar impostos?
O governo do Michel Temer, não. O governo anunciou um pacto de medidas que já no primeiro ano traz recursos para os cofres da União, mas não gera um só tributo, um só imposto, para o povo brasileiro. Isso já credencia a gestão do presidente Michel Temer.

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