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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Hospital adota medidas emergenciais para assistir superlotação

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O crescente número de casos de pacientes acometidos por sintomas que apontam para infecção viral oriunda do Aedes Aegypti levou a equipe administrativa e médica do Pronto Atendimento do Hospital Calixto Midlej Filho a mudar a estratégia de acolhimento e assistência aos pacientes conveniados e particulares ali atendidos. Já a partir deste domingo (14.02), novos espaços e uma equipe redimensionada serão utilizados para assistir os pacientes suspeitos para dengue, zika ou chinckungunya com objetivo de reduzir drasticamente o tempo de espera do atendimento.

De acordo com o planejamento emergencial montado, o serviço de Pronto Atendimento do Hospital Calixto contará com um Serviço Ambulatorial com espaço para triagem de enfermagem, situado na área externa da Unidade, a partir do qual todos os pacientes classificados como suspeita para dengue, zika ou chinckungunya serão encaminhados para um segundo ambiente onde serão assistidos por médicos e equipe de enfermagem.
“Neste espaço, que funcionará no hall do auditório do pavilhão Administrativo, os pacientes poderão ser medicados, passar por reidratação e realizar exames, além da supervisão direta por médico plantonista”, declarou a coordenadora médica do Pronto Atendimento do HCMF, Dra. Lívia Mendes.
Os demais pacientes que durante a triagem não forem classificados como suspeitos para infecções virais serão encaminhados ao interior do Pronto Atendimento onde seguirão com o atendimento protocolar. “Lembrando que a Urgência Vermelha permanece dentro do PA, ou seja, atendimento imediato para pacientes em condição de Urgência e Emergência”, acrescentou a médica.
A iniciativa está sendo classificada como um esforço de guerra entendendo a dimensão que o problema ganhou em Itabuna e o quanto está afetando a comunidade da cidade e também de cidades circunvizinhas. “Contamos com o apoio de todos para unirem-se à nós médicos e profissionais de saúde neste esforço para diminuir o tempo de espera e qualificar a assistência prestada”, finalizou Dra. Lívia.
O esforço da Unidade soma-se a diversas outras iniciativas implementadas para enfrentar a guerra contra o mosquito que já mantém Itabuna em estado de epidemia para a doença. Somente neste mês de janeiro o Pronto Atendimento do HCMF registrou 3.825 casos suspeitos para uma das três formas de vírus em questão. 
Por - Jack Simões 

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