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quinta-feira, 9 de julho de 2015

CPI da Petrobras convoca ministro Cardozo a depor sobre grampo

Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (Foto: Agência Brasil)
Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (Foto: Agência Brasil)
A CPI da Petrobras aprovou 73 requerimentos de convocação de depoentes, pedidos de informação a diversos órgãos, acareações e quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônicos. A votação foi possível devido à suspensão da Ordem do Dia do Plenário da Câmara – durante o qual as comissões não podem votar, de acordo com o Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

Entre as convocações aprovadas estão as do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, do empresário Júlio Camargo e do policial Jaime de Oliveira.

Camargo, ex-representante no Brasil da empresa Toyo Setal, fez acordo de colaboração com a Justiça e disse que houve pagamento de propina a diretores da Petrobras, intermediada por Fernando Soares, preso em Curitiba (PRE) e apontado como operador do PMDB no esquema de desvio de dinheiro da estatal – o que ele e o partido negam.

Jaime de Oliveira é policial civil do Rio de Janeiro e é acusado de transportar dinheiro de propina a serviço do doleiro Alberto Youssef.

A CPI também quebrou os sigilos bancário, fiscal e telefônico de duas filhas, da mulher e da irmã do doleiro Alberto Youssef: as filhas Taminy Youssef e Kemelly Caroline Fujiwara Youssef; a mulher, Joana Darc Fernandes Youssef; e a irmã Olga Youssef.

Também foi aprovada a convocação do presidente da empreiteira Odebrecht, Marcelo Odebrecht, preso em Curitiba (PR) pela Operação Lava Jato. A CPI quer ouvir ainda a advogada Beatriz Catta Preta, que defende os delatores Pedro Barusco (ex-gerente da área de Serviços da Petrobras) e Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento).

Também foram aprovados novos pedidos de acareação: entre Pedro Barusco, Shinko Nakandakari (operador de estaleiros) e Glauco Legati (funcionário da Petrobras); e entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto (executivo da Toyo Setal), Renato Duque (ex-diretor da Petrobras) e João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT).

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