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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Marcelo Odebrecht, presidente da Odebrecht, e Otávio Azevedo, da Gutierrez são presos pela PF.

Marcelo Odebrech e Otávio Azevedo vão cumprir prisão preventiva
Marcelo Odebrech e Otávio Azevedo vão cumprir prisão preventiva
A Polícia Federal iniciou na manhã desta sexta (19) mais uma fase da operação Lava Jato, a 14ª. Em São Paulo foram presos três executivos da construtora Odebrecht, entre eles o presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht e o diretor Márcio Farias, que já havia sido citado por delatores da Lava Jato como envolvido no esquema de corrupção na Petrobras. Também foi preso Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez.

Desde o início da operação, dezenas de pessoas já foram presas, entre elas estão o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa – que cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro e Alberto Youssef, que está preso na carceragem da PF em Curitiba e é acusado de ser o líder do esquema.


Até as 9h, onze dos 12 mandados de prisão tinham sido cumpridos. Apenas uma pessoa não tinha sido encontrada até as 9h05. Entre os detidos da Odebrecht estão os executivos Márcio Faria, Rogério Araújo, Marcelo Odebrecht, Alexandre Alencar. A prisão temporária tem prazo de cinco dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período. Já a prisão preventiva pode ocorrer por tempo indeterminado, enquanto durarem as investigações.

Também estão em andamento medidas de busca e apreensão na empreiteira e nas casas dos executivos. Outro alvo da operação é a construtora Andrade Gutierrez, também investigada na Lava Jato. Em denúncia contra a Camargo Corrêa, a Procuradoria cita diversas vezes a empreiteira Odebrecht e o executivo Márcio Farias como líderes do cartel das empreiteiras, ao lado do dono da UTC, Ricardo Pessoa.

O nome do executivo também foi citado em depoimento à Justiça do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que reconheceu ter recebido dinheiro da Odebrecht.

Os procuradores, porém, não detalham no documento a participação de Faria e da Odebrecht, afirmando que o caso do cartel está sendo investigado em outra ação. Na cidade de São Paulo, a PF executa quatro mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e 17 de busca e apreensão.

Odebrecht divulga nota:

"A Construtora Norberto Odebrecht (CNO) confirma a operação da Polícia Federal em seus escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, para o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Da mesma forma, alguns mandados de prisão e condução coercitiva foram emitidos. Como é de conhecimento público, a CNO entende que estes mandados são desnecessários, uma vez que a empresa e seus executivos, desde o início da operação Lava Jato, sempre estiveram à disposição das autoridades para colaborar com as investigações".

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