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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Funcionários dos Correios decidem rumos da greve

20/09/2011 às 10:12

Da Redação-A Tarde Online
Os funcionários da Empresa de Correios e Telégrafos decidiram pela continuidade da greve em uma assembleia realizada nesta segunda-feira, 19. Segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos no Estado da Bahia (Sincotelba), Simone Lopes, a empresa se recusa a negociar as reivindicações dos servidores.
>> Veja alternativas para o serviço de entrega de correspondências

Nesta manhã, os funcionários estão reunidos na sede da empresa em Salvador, localizada na Pituba, para definir as próximas mobilizações. Pela tarde, a categoria voltará a se reunir para avaliar o movimento. Está programada também uma passeata, a partir das 15 horas, com saída de Ondina, com destino

Na Bahia, são mais de 5.300 trabalhadores, sendo que 90% deles, que atuam nas funções operacionais -  carteiros, atendentes, operadores de triagem e transbordo, motorista e motociclista – aderiram à paralisação, iniciada no último dia 14 em todo o país.

Na capital baiana, são 39 agências dos Correios, com cerca de 3 mil funcionários, entre carteiros, motoristas, atendentes, motociclistas e trabalhadores do setor administrativo. Com a interrupção dos trabalhos, ficam suspensos os serviços de entrega de encomendas e correspondências, já que, mesmo com as unidades abertas, os carteiros não fazem as entregas. Já  os serviços dos bancos postais funcionam normalmente.

Por meio de nota, a Empresa afirmou que tem feito o possível para normalizar a situação. Para isso, adotou uma série de medidas para assegurar o atendimento à população. Uma das medidas foi a contratação de mão de obra temporária. Além disso, os funcionários do setor administrativo continuam realizando as suas atividades normalmente.

Greve - Os funcionários decidiram interromper os trabalhos para reivindicar piso salarial de 3,5 mínimos ou aumento real de R$ 400, além da reposição de perdas salariais entre 1994 a 2010 (24,76%), cesta de alimentação e refeição no valor de R$ 300 e redução da jornada de trabalho para seis horas diárias.  A greve nacional foi aprovada no dia 13, após assembleia de funcionários.

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